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quarta-feira, 4 de maio de 2016

INVESTIGAÇÃO DO MPF CONTRA LULA, DILMA E CARDOSO, É MEIA SOLA E TEM DESVIO DE FINALIDADE


COMO DEIXAR O MINISTRO DO STJ DE FORA DA INVESTIGAÇÃO ?

Facílimo de ver como membros do JUDICIÁRIO estão bem ACIMA do PATAMAR em que os demais brasileiros podem ser alcançados pelo que chamamos de JUSTIÇA ??!!

No presente caso, o Procurador Geral da Justiça pede ao STF autorização para investigar LULA, DILMA e o ex-ministro da Justiça, atualmente na AGU - José Eduardo Cardoso, por suspeita de que a nomeação do Ministro MARCELO NAVARRO para o STJ tinha por objetivo MELAR a Operação Lava Jato, pois ele votaria pela soltura dos presos.

ORA, para que tal fato seja verdadeiro, teria sido necessário "combinar com o russo", e nesse caso, o "RUSSO" seria o Ministro, que teria de estar, obrigatoriamente envolvido no suposto "TAL ACORDO".
A MEIA SOLA

Mas, Janot não pede, e nem poderia, para que o Ministro seja investigado junto com LULA, DILMA E CARDOSO no STF. Por ser integrante do JUDICIÁRIO - MINISTRO DE TRIBUNAL SUPERIOR - SUA EXCELÊNCIA NÃO PODE SER MISTURADO COM SIMPLES MORTAIS. 

Se for, bem entendido, SE FOR, investigado, será pelos próprios PARES e, caso considerado culpado, punido com aquelas PENAS que mais PARECEM PRÊMIO. 

ENTRETANTO...essa acusação é por demais ABSURDA, não se sustenta, foi lançada pela revista dos MARINHO, com base em parte VAZADA da delação super-premiada de Delcídio do Amaral, e serve apenas para dar mais motivos aos que atacam diuturnamente o governo, LULA, DILMA e o PT.  A Presidente Dilma nomeou outros Ministros para o STJ, não há como querer associar à ilegalidade e acertos espúrios alguns dos votos do Ministro em questão. 

É inaceitável que se estabeleça no Brasil a DITADURA da CONDENAÇÃO. 

Juiz que prende é bom, juiz que solta é ruim. É VITAL entender que, muita das vezes é justamente o contrário. 

Bom é o juiz que atua com ISENÇÃO, que se posiciona nos AUTOS, que foge dos HOLOFOTES, que julga de acordo com as PROVAS e com sua consciência, sem medo de depois ir passear no SHOPPING e ser possivelmente abordado e cobrado, e sem medo do que o JORNAL NACIONAL da TV GLOBO vai noticiar.

O DESVIO DE FINALIDADE

A PGR sabe disso, mas...a intenção é a de mostrar serviço, e de dar satisfação à MÍDIA, buscando se mostrar independente e corajosa, ainda que pela metade. Outras acusações e denúncias muito mais consistentes e com probabilidade de serem verdadeiras foram simplesmente arquivadas. Umas até, diante da gravidade e do volume dos INDÍCIOS, estão agora sendo objeto de revisão da PGR.

ENTENDA MAIS SOBRE A QUESTÃO

QUEM É O MINISTRO DO STJ - Marcelo Navarro Ribeiro Dantas
Professor de Direito, advogado, promotor de Justiça, procurador da República e desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Atualmente Ministro do STJ.

LEIA
NOTA DE REPÚDIO

"Nunca me comprometi a nada, se viesse a ser indicado", afirma Marcelo Navarro

sexta-feira, 4 de março de 2016

A DELAÇÃO DE DELCÍDIO DO AMARAL - JANOT E TEORI ZAVASCKI PRECISAM SE MANIFESTAR COM CLAREZA E URGÊNCIA



Os cidadãos brasileiros esperam das autoridades do Judiciário e da Procuradoria Geral da República, no caso presente, mais especificamente do Ministro Teori Zavascki - RELATOR DE PROCESSOS DA OPERAÇÃO LAVA JATO - e do Procurador Geral, Rodrigo Janot, uma DECLARAÇÃO OFICIAL sobre se há ou não há, uma DELAÇÃO PREMIADA FIRMADA pelo ainda Senador Delcídio do Amaral, e se há, como o teor dessa preliminar que por obrigação tem de ser SIGILOSA, foi VAZADA e acabou nas páginas da ISTO É.

A situação de INCERTEZA sobre o fato, só FAVORECE aos ESPECULADORES e OPORTUNISTAS, além de deixar IMPUNE, VAZADORES ou FALSIFICADORES DE DELAÇÃO.

A coluna da jornalista MÔNICA Bergamo, traz uma afirmação GRAVÍSSIMA, e que coloca a CREDIBILIDADE, PROFISSIONALISMO, HONESTIDADE e ISENÇÃO dos PROCURADORES do Ministério Público Federal, abaixo da crítica e sob suspeita. 

Diz a coluna da jornalista:

Integrantes da Operação Lava Jato decidiram "vazar", ou seja, divulgar de forma não oficial, os termos da negociação de delação premiada que estabeleceram com Delcídio porque o senador ameaçava recuar, nos bastidores, das declarações já feitas.
********************************************************

Pelo que se tem até aqui, Delcídio queria ir para casa, e para ir para casa, os PROCURADORES lhe deram como opção FALAR. 

Delcídio então fez um depoimento preliminar, onde disse "tudo o que os procuradores queriam ouvir".

Mas, como sabe que a revelação de fatos que são comprometedores e bombásticos, além de alguns não serem críveis e outros de difícil comprovação, depois de solto, sabedor que a revelação do depoimento seria a sua RUÍNA, quis recuar, ou pedir um "período de carência", que lhe teria sido negado.

OS PROCURADORES ENTÃO...VAZARAM, numa ação para IMPEDIR O RECUO, Se assim o fizeram, além de JOGAR MERD@ NO VENTILADOR, cercearam o direito de qualquer acusado de voltara atrás em suas declarações, ainda que pagando o preço por isso. 

Minha nossa ! 

Se for verdade, se os PROCURADORES agiram mesmo dessa forma, isso pode representar um BAQUE tremendo em todo o conjunto da operação. 

Não se pode conviver com autoridades que, para a suposta punição de possíveis ilícitos, atue de forma ILEGAL e CRIMINOSA. 

ADMITIR ESSE COMPORTAMENTO POR PARTE DE PROCURADORES E AGENTES PÚBLICOS, SERIA O MESMO QUE VALIDAR A TORTURA FÍSICA OU AMEAÇA COMO FORMA DE OBTER CONFISSÕES.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

LULA VAI AO ATAQUE CONTRA "TABELINHA" CRIMINOSA DE VAZAMENTOS PARA A REVISTA ÉPOCA



LULA REAGE E VAI PRA CIMA DOS QUE PROMOVEM VAZAMENTOS CRIMINOSOS


A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai representar junto ao Conselho Nacional do Ministério Público e ao Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, denunciando os reiterados abusos e ilegalidades que têm sido cometidos contra Lula no âmbito da Procuradoria da República no Distrito Federal (PRDF).

Também será denunciado ao presidente nacional da OAB, Cláudio Lamachia, o cerceamento ilegal das prerrogativas dos advogados por parte do procurador Douglas Kirchner.

Em breve resumo, desde abril de 2015, a PRDF:

Promove, a partir de ilações fantasiosas, verdadeira devassa sobre a vida pessoal e atividades profissionais do ex-presidente Lula, invadindo dados fiscais, bancários, comerciais e até viagens e hospedagem no exterior;

Impede o pleno acesso da defesa ao teor do procedimento, mas nada faz para impedir que dados sigilosos e partes injuriosas dos autos vazem sistemática e ilegalmente para a revista Época, das Organizações Globo;

Estabeleceu um rodízio de procuradores no comando do procedimento, o que prolonga sua duração, dificulta o direito de defesa e dilui as responsabilidades pelos abusos e ilegalidades cometidos;

Sobre a revista Época desta semana, o Instituto Lula afirma:

O único crime evidenciado na reportagem é o vazamento ilegal de um procedimento sigiloso, ao qual os advogados de Lula tiveram acesso negado, também de forma ilegal;

A se acreditar na revista, que tem histórico de manipulação de documentos oficiais, a PRDF consumiu dez meses de “investigações”, custeadas com dinheiro público, para concluir que Lula teria, hipoteticamente, ajudado o BNDES a receber parcelas atrasadas do governo da Venezuela. Tratar tal hipótese como crime seria desmerecer não só o dever de imparcialidade do Ministério Público mas até a capacidade cognitiva de alguns de seus membros.

O contrato entre a LILS Palestras e a empresa Odebrecht é semelhante, inclusive nos valores, a contrato de palestra de Lula assinado e pago (com recolhimento de impostos) pela INFOGLOBO, que edita O Globo e demais publicações da família Marinho.

A seguir, nota técnica do advogado Cristiano Zanin Martins

Em relação à reportagem "Lula fez tráfico de influência em favor da Odebrecht", as Organizações Globo, por meio da revista "Época", voltam a atacar a honra e a imagem do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, utilizando-se, para tanto, de informações colhidas em procedimento investigatório sigiloso que tramita perante o Ministério Público Federal de Brasil.

O Procurador da República que deu origem a este procedimento admitiu, no âmbito de processo disciplinar perante o Conselho Nacional do Ministério Público, que a acusação por ele formulada em desfavor do ex-Presidente Lula foi construída a partir da coleta - por ele próprio realizada - de sete documentos na internet, consistente em comentários opinativos e publicações de blogs e jornais.

A condução do procedimento sofre contínuas mudanças praticamente a cada semana, corroborando a idéia de que há um direcionamento e, acima de tudo, um prejulgamento em relação ao ex-Presidente Lula formado não a partir de fatos, mas de idéias e posicionamento ideológico. Não por acaso, o Procurador da República que instaurou o procedimento mantinha nas redes sociais publicações altamente ofensivas ao Partido dos Trabalhadores e seus membros e elogios a partidos e pessoas que se situam em campo político antagônico, conforme documentação entregue pelos advogados do ex-Presidente Lula ao Conselho Nacional de Justiça (CNMP).

Como sempre ocorreu, os advogados do ex-Presidente Lula tentam obter cópia desse procedimento desde a primeira quinzena de dezembro de 2015. O pedido foi negado e na primeira quinzena de janeiro de 2016 foi refeito, com base em nova base legal que não deixa dúvida sobre o direito dos advogados de obterem cópia de procedimento investigatório. Mesmo assim, o deferimento de acesso foi parcial, excluindo-se qualquer decisão ou despacho meritório formulado naqueles autos - tais como aqueles que os advogados do ex-Presidente Lula tomaram conhecimento pelas páginas da revista.

Não bastasse, apenas na data de ontem (19/02/2016), no final do dia, tais cópias parciais foram entregues aos advogados do ex-Presidente Lula, em contraposição à conduta adota em relação à revista Época, que conseguiu ter acesso a todo o procedimento sigiloso.

Não é apenas a falta de acesso imposta aos advogados do ex-Presidente Lula que macula todo o procedimento e a relação mantida pelos responsáveis pela sua condução com a revista Época.

Isso porque, durante esse período em que os advogados do ex-Presidente Lula ficaram sem acesso, os assessores da Procuradoria da República prestaram informações escritas de que o Procurador Douglas Kirchner, ao passar transitoriamente perante o 1º Núcleo de Combate à Corrupção do MPF/DF - onde o procedimento foi deflagrado - teria feito uma redistribuição do feito ao 5º Núcleo de Combate à Corrupção do MPF/DF. E o titular do 5º Núcleo de Combate à Corrupção do MPF/DF é o próprio procurador Douglas.

Essa obscura tramitação não está justificada nas cópias fornecidas aos advogados do ex-Presidente Lula, que contém apenas respostas de ofícios e petições.

A gravidade dos fatos é gritante, razão pela qual os advogados do ex-Presidente Lula irão, mais uma vez, levar a situação ao conhecimento do Procurador Geral da Republica - que até hoje não deu resposta às ilegalidades antes denunciadas - e ao Conselho Nacional do Ministério Público, que necessita cumprir as suas funções constitucionais e impedir que continue havendo o vazamento de informações sigilosas sonegadas aos advogados.

Também será dado conhecimento formal, ao presidente do Conselho Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, em audiência marcada para esta semana, do cerceamento ilegal do Direito de Defesa por parte do procurador Douglas Kirchner.

Advogado Cristiano Zanin Martins



A IMAGEM QUE ILUSTRA O POST É DE NOSSA RESPONSABILIDADE.
21/02/16 20:01

Fuso horário de Brasília

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

JANOT PEDE A CABEÇA DE EDUARDO CUNHA

Publicado em 16/12/15 23:44 - Atualizado em 17/12/15 - 06:00 - Fuso horário de verão de Brasília
PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA APRESENTOU ONZE RAZÕES PARA FUNDAMENTAR SEU PEDIDO ENCAMINHADO AO MINISTRO DO STF, TEORI ZAVASCKI.
DEMOROU, MAS, PARECE QUE AGORA VAI !

Janot pede ao STF afastamento de Cunha do mandato

Procurador citou 11 fatos que comprovam que Cunha usa o mandato para intimidar colegas

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu no fim da tarde desta quarta-feira (16) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato. Para Janot, Cunha está ultilizando seu cargo para intimidar parlamentares e cometer crimes. Ontem (15), Cunha foi alvo de buscas e apreensões em uma das fases da Operação Lava Jato. Ele é alvo de três inquéritos orinundos da operação no STF.

O pedido foi protocolado no gabinete do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato na Corte, e deve ser analisado em plenário pelos 11 ministros do Tribunal.


Para justificar o pedido, o procurador citou 11 fatos que comprovam que Cunha usa o mandato de deputado e o cargo de presidente da Casa para intimidar colegas, réus que assinaram acordos de delação premiada, advogados. Segundo Janot, as apreenssões feitas ontem (15) pela Polícia Federal na residência oficial da Câmara e na casa de Cunha no Rio de Janeiro reforçam as acusações.

NOTA OFICIAL DA PGR

PGR pede ao STF que Eduardo Cunha seja afastado do mandato de deputado
16/12/2015 
Pedido elenca várias condutas contrárias à ordem pública e atentatórias ao regular funcionamento do Poder Legislativo e do Poder Judiciário

O procurador-geral, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira, 16 de dezembro, que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, seja afastado do seu mandato parlamentar e, como consequência, da presidência da Casa. Segundo Janot, Cunha vem utilizando de seu cargo para interesse próprio e fins ilícitos. A medida é necessária para garantir a ordem pública, a regularidade de procedimentos criminais em curso perante o STF e a normalidade das apurações submetidas ao Conselho de Ética. 

Conforme o pedido, tanto as acusações de corrupção e lavagem de dinheiro (Inq 3983), quanto a investigação por manutenção de valores não declarados em contas no exterior (Inq 4146), podem acarretar a perda do mandato de Eduardo Cunha, seja pela via judicial ou no campo político-administrativo, o que autoriza a medida cautelar de afastamento do cargo. Para o PGR, os fatos retratados na petição são anormais e graves e exigem tratamento rigoroso conforme o ordenamento jurídico.

O PGR aponta em seu pedido onze fatos que comprovam que Eduardo Cunha usa seu mandato de deputado e o cargo de presidente da Câmara para constranger e intimidar parlamentares, réus colaboradores, advogados e agentes públicos, com o objetivo de embaraçar e retardar investigações contra si. Os documentos apreendidos nas buscas realizadas na data de ontem, 15 de dezembro, reforçaram as provas já reunidas pela Procuradoria-Geral da República.

Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria-Geral da República
(61) 3105-6404/6408
Twitter: MPF_PGR
facebook.com/MPFederal

quinta-feira, 29 de maio de 2014

JOAQUIM BARBOSA FICA MAIS ISOLADO NA QUESTÃO DO TRABALHO EXTERNO NO REGIME SEMIABERTO


A OPINIÃO DE RODRIGO JANOT TODOS JÁ CONHECEM - ALIÁS, NO "MUNDO" DA JUSTIÇA BRASILEIRA TODOS PENSAM O CONTRÁRIO DE JOAQUIM BARBOSA SOBRE A QUESTÃO DO TRABALHO FORA DO PRESÍDIO PARA CONDENADOS EM REGIME SEMIABERTO

Barbosa pede parecer da PGR sobre trabalho externo de condenados no mensalão

28/05/2014 20h59

Brasília
André Richter - Repórter da Agência Brasil Edição: Juliana Andrade

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, pediu hoje (28) parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre os recursos apresentados pelos condenados na Ação Penal 470, processo do mensalão, que tiveram a autorização de trabalho externo cassada. Barbosa enviou à procuradoria os recursos do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, além do pedido do ex-deputado José Genoino para voltar a cumprir prisão domiciliar.

Nos recursos, a defesa dos condenados discorda do entendimento de que o trabalho externo só pode ser autorizado para condenados em regime semiaberto após o cumprimento de um sexto da pena. Com base nas decisões, o presidente do Supremo também cassou o benefício dos ex-deputados Valdemar Costa Neto, Bispo Rodrigues e Pedro Corrêa e do ex-tesoureiro do extinto PL Jacinto Lamas.

Durante cerimônia realizada nesta quarta-feira no Conselho Nacional do Ministério Público (CMNP), Janot afirmou que a decisão de Barbosa pode causar insegurança jurídica e prejudicar outros presos nessa situação.

Saiba Mais

De acordo com a Lei de Execução Penal, a concessão do trabalho externo deve seguir requisitos objetivos e subjetivos. A parte objetiva da lei diz que o condenado deve cumprir um sexto da pena para ter direito ao benefício. "A prestação de trabalho externo, a ser autorizada pela direção do estabelecimento, dependerá de aptidão, disciplina e responsabilidade, além do cumprimento mínimo de 1/6 [um sexto] da pena", informa o Artigo 37.

Porém, a defesa dos condenados no processo do mensalão alega que o Artigo 35 do Código Penal não exige que o condenado a regime inicial semiaberto cumpra um sexto da pena para ter direito ao trabalho externo.

Desde 1999, após uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), os juízes das varas de Execução Penal passaram a autorizar o trabalho externo ainda que os presos não cumpram o tempo mínimo de um sexto da pena para ter direito ao benefício. De acordo com a decisão, presentes os requisitos subjetivos, como disciplina e responsabilidade, o pedido de trabalho externo não pode ser rejeitado.

No entanto, Joaquim Barbosa afirma que o entendimento do STJ não vale para condenações em regime inicial semiaberto. Para justificar a aplicação integral do Artigo 37, Barbosa cita decisões semelhantes aprovadas em 1995 e em 2006, no plenário da Corte.

A controvérsia será resolvida somente quando o plenário da Corte julgar o recurso impetrado pela defesa dos condenados. A data do julgamento depende da liberação do voto de Barbosa.

sábado, 26 de abril de 2014

RODRIGO JANOT ARRASSA COM PEDIDO DA PROCURADORA MÁRCIA MILHOMENS E DIZ NÃO À QUEBRA DE SIGILO DO PALÁCIO DO PLANALTO

EXCESSO SEM JUSTIFICATIVA PLAUSÍVEL, SEM SUSTENTAÇÃO E MUITO ALÉM DA PRETENSÃO ALEGADA

Felizmente o Procurador Geral da República se posicionou contra o clima de "salão de cabeleiro" que o pedido da Procurado do Distrito Federal Márcia Milhomens iria injetar no caso das já comprovadamente infundadas acusações de que José Dirceu falou ao celular dentro do Presídio da Papuda.
RedaçãoBONDeblog

Procurador-geral é contra pedido de quebra de sigilo telefônico do Planalto
25/04/2014 
Brasília
André Richter - Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou hoje (25) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contra o pedido de quebra do sigilo telefônico da área onde está localizado o Palácio do Planalto. No parecer, o procurador entende que houve “excesso sem justificativa plausível” na medida requerida.

O pedido foi feito pela promotora Márcia Milhomens Sirotheau Correa, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, para apurar se o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado na Ação Penal 470, processo do mensalão, usou celular na penitenciária. Além do Palácio do Planalto, Márcia pediu a quebra do sigilo das ligações na área do Presídio da Papuda, onde José Dirceu está preso.

Segundo Janot, a promotora não poderia ter pedido a quebra do sigilo da área do Palácio do Planalto, sendo que a suposta irregularidade ocorreu em outro local, na Papuda. “Parece não haver sustentação alguma para se poder dizer que, minimamente, haja uma relação entre o pedido e o fim perseguido”, afirmou.

O procurador disse que o pedido da promotora foi alargado para período além da data da suposta ligação, dia 6 de janeiro de 2013. Conforme pedido do MP, a quebra do sigilo das ligações ocorreria do dia 1º de Janeiro ao dia 16 de Janeiro. "O prazo injustificado revela uma pretensão muito além", disse Janot.

Na petição apresentada ao STF na quarta-feira (23), a promotora disse que a medida não trata de quebra de sigilo telefônico, e que é necessária para apurar denúncias anônimas que chegaram ao MP. Segundo ela, o pedido busca apenas informações sobre os dados telefônicos.

Para investigar se Dirceu conversou com terceiros por celular, o MP pediu ao STF a quebra do sigilo das ligações telefônicas dos envolvidos. No pedido, a promotora forneceu apenas as coordenadas geográficas (longitude e latitude) das áreas onde as chamadas teriam ocorrido.

Segundo a defesa de Dirceu, uma das coordenadas indica o Centro de Internamento e Reeducação, onde o ex-ministro está preso. O outro local, de acordo com a defesa, é o Palácio do Planalto. O advogado anexou laudo de um engenheiro agrônomo para justificar as localizações.

Na mesma petição, a defesa de Dirceu reafirmou que o ex-ministro não falou ao celular e pediu que a autorização de trabalho externo seja concedida. Foram anexadas as contas de celular de James Correia, secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, que teria conversado com Dirceu.

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, publicada no dia 17 de janeiro, Dirceu conversou por telefone celular com Correia. Conforme a reportagem, a conversa se deu por intermédio de uma terceira pessoa que visitou Dirceu. Na ocasião, a defesa do ex-ministro negou que a conversa tenha ocorrido. A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal abriu processo administrativo para investigar o caso.

Após o pedido do Ministério Público para investigação das ligações telefônicas, a Advocacia-Geral da União entrou com uma reclamação disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público para avaliar a conduta da promotora.

Depois da definição do caso, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, vai decidir se Dirceu terá autorização para trabalho externo. Dirceu recebeu proposta do escritório do advogado José Gerardo Grossi, em Brasília. Ele iria trabalhar na pesquisa de jurisprudência de processos e ajudar na parte administrativa. A jornada de trabalho é das 8h às 18h, com uma hora de almoço. O salário é R$ 2,1 mil.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

RODRIGO JANOT É FAVORÁVEL A PRISÃO DOMICILIAR PARA JOSÉ GENOÍNO

Cabe agora ao Ministro Joaquim Barbosa acatar ou não a posição sensata e prudente do Procurador Geral da República.

Acertadíssima a decisão do Procurador Geral Rodrigo Janot. Tanto pela posição favorável a que o Deputado José Genoíno fique em prisão domiciliar, quanto por estabelecer um prazo de 90 dias para isso, findo o qual por certo ele será reavaliado em sua condição de saúde. Dificilmente Genoíno terá condição no futuro, de cumprir sua pena em alguma penitenciária, mas, um acompanhamento criterioso e nova avaliação médica, é condição de garantia que não há nenhum privilégio, nem sanha de punição exagerada e irresponsável.
 
Procurador-geral é a favor de prisão domiciliar de Genoino
André Richter - Agência Brasil - 02.12.2013 

Brasília – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou hoje (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer a favor da prisão domiciliar para o deputado federal e ex-presidente do PT José Genoino por 90 dias. Com o parecer, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, vai decidir se mantém a prisão domiciliar de Genoino ou determina a volta do deputado para a Penitenciaria da Papuda, no Distrito Federal.

A pedido de Barbosa, um laudo feito por uma junta médica do Hospital Universitário de Brasília, formada para avaliar o estado de saúde de Genoino, concluiu que ele é portador de cardiopatia “que não se caracteriza como grave”.

No laudo de oito páginas enviado ao STF, a junta médica descreve os problemas de saúde de Genoino e diz que não é necessário tratamento domiciliar. Os médicos dizem que ele deve receber acompanhamento médico periódico. De acordo com o laudo, o ex-presidente do PT está com “condição patológica tratada e resolvida."

Edição: Nádia Franco

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

RODRIGO JANOT - SIMPLICIDADE E ISENÇÃO PARA JULGAR O MENSALÃO DO PSDB



O atual Procurador Geral da República, assume uma postura completamente diferente do seu antecessor. Rodrigo Janot em entrevista ao Jornal Estadão, desmonta certas falácias como sendo o Mensalão um marco de combate à corrupção e que esse seria o maior escândalo do Brasil. É bom ver um Procurador que parece ser guiado pelo equilíbrio e isenção, buscando atuar com "simplicidade". Afinal ninguém aguentava mais a "carga pesada" de Roberto Gurgel, cheio de ódio, cheio de parcialidades, buscando holofotes e sentando sobre processos.

Novo procurador-geral promete rigor no mensalão mineiro

Rodrigo Janot afirma não ser possível dizer que condenações do mensalão são marco no combate à corrupção.

20 de setembro de 2013 | 23h 33
Felipe Recondo e Andreza Matais - O Estado de S.Paulo
André Dusek/Estadão
Rodrigo Janot exercerá mandato de 2 anos na PGR

BRASÍLIA - Há 29 anos no Ministério Público Federal, o novo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderia ter se aposentado já nesta semana. Na terça-feira passada, porém, ele assumiu o comando do órgão no País. Foi eleito pelos colegas em votação interna, aprovado pelo Senado e nomeado pela presidente da República, Dilma Rousseff.

Afastando-se da linha de seu antecessor, Roberto Gurgel, Janot afirma nesta entrevista ao Estado não ser possível dizer que o escândalo do mensalão foi o maior do Brasil. E avisa: "Pau que dá em Chico dá em Francisco", sugerindo como será a atuação da Procuradoria-Geral da República no julgamento do mensalão mineiro, que envolve os tucanos. O caso deve ser avaliado no Supremo Tribunal Federal só em 2015, após a conclusão da nova fase do julgamento do mensalão, prevista para o ano que vem.

Mineiro, 57 anos completados no domingo passado, Janot exercerá mandato de dois anos, prometendo transparência e isonomia nas investigações. E diz que a marca de sua gestão será a simplicidade.

Janot já montou sua equipe de confiança. Escolheu a subprocuradora Ela Wiecko para ser sua vice. Com ela, Janot disputou a nomeação para o cargo. Seu braço na Justiça Eleitoral e xerife das próximas eleições será o subprocurador-geral Eugênio Aragão. A diretriz geral que o novo chefe do Ministério Público repete e que, adianta, definirá sua atuação é o tratamento igualitário.

No seu discurso de posse, adiantou que estabelecerá o diálogo com os outros poderes. Agora, diz que abrirá o Ministério Público ao controle da sociedade. Para isso, já baixou 23 portarias. Numa delas, cria um sistema que permitirá a qualquer cidadão saber quais processos tramitam na Procuradoria e há quanto tempo aguardam parecer.

Janot integrava o mesmo grupo dos três antecessores - Cláudio Fonteles, Antonio Fernando de Souza e Roberto Gurgel -, os chamados tuiuiús, que faziam oposição ao então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, que permaneceu no cargo durante todo o governo Fernando Henrique Cardoso e era tachado criticamente de "engavetador-geral da República".

O processo do mensalão está acabando. O senhor vai acelerar o processo do mensalão mineiro?
Pau que dá em Chico dá em Francisco. O que posso dizer é que, aqui na minha mão, todos os processos, de natureza penal ou não, vão ter tratamento isonômico e profissional. Procuradores, membros do Ministério Público e juízes não têm processo da vida deles. Quem tem processo da vida é advogado. Para qualquer juiz e para o Ministério Público todo processo é importante.

O crime de formação de quadrilha no mensalão mineiro já prescreveu. O senhor vê novos riscos?
Uma das minhas formas de trabalho aqui é dar a prioridade a qualquer processo com risco iminente de prescrição. Isso é buscar efetividade da justiça.

O senhor já disse que não deve pedir prisão imediata dos réus do mensalão. Mas vai agilizar os pareceres aos embargos infringentes?
Eu tenho de esperar o acórdão. Vou me desincumbir do que tenho de fazer o mais rápido possível. Mas não posso dizer se vou usar o prazo todo ou não. Vai depender do acórdão. Eu vou inclusive usar o recesso. Não vou tirar férias.

O senhor considera que o julgamento do mensalão foi um marco contra a impunidade?
Não. Eu tenho muito receio de dizer que um processo é um marco contra a impunidade, que é marco disso ou daquilo. Eu espero que isso contribua, dentro de um contexto maior, para que todo o processo chegue ao final com o resultado que a lei prevê. Será que esse é o grande marco? Não sei se é o grande marco. Eu olho pra trás e vejo que este julgamento, há 20 anos, não teria ocorrido, não existiria o processo. Essa tem que ser a grande mudança.

Por que não haveria processo há 20 anos?
Havia uma resistência a se aplicar igualmente a lei para todo mundo. Hoje a República é mais República.

O senhor comunga da ideia de que foi o maior escândalo da história do País?
O que é maior? Receber um volume de dinheiro de uma vez só ou fazer uma sangria de dinheiro da saúde, por exemplo. São igualmente graves, mas eu não consigo quantificar isso. Não sei o que é pior. Não sei se este é o maior caso de corrupção, não. Toda corrupção é ruim.

Talvez pelo envolvimento da cúpula de um governo.
E a (corrupção) difusa? Envolve também muita gente. Dinheiro que sai na corrupção falta para o atendimento básico de saúde, educação e segurança pública. Toda corrupção é ruim.

O senhor já disse que não defende a prisão agora dos condenados do mensalão com novo julgamento. E os demais?
Para esses, transitando e julgando a prisão é decorrente. Para os demais (que terão um segundo julgamento), só depois da publicação do acórdão.

O senhor defende a extinção do foro privilegiado ou a mudança poderia gerar mais impunidade?
Quanto mais se sobe o foro, mais diminui a revisão dos julgados. Se você diminui a revisão do julgado, maior é o risco de ter erro. Essas questões têm que ser colocadas de maneira clara na mesa para discutir esse assunto.

O senhor disse que tem disposição ao diálogo. Isso tem a ver com pessoas que o senhor investigará?
Investigação não é diálogo. Falo de relação institucional entre poderes.

Esse diálogo faltou nos últimos anos?
O Ministério Público se fechou. Virou uma instituição autista. Diálogo não é composição. Se eu tiver de investigar, eu vou investigar. Eu sou mineiro ferrinho de dentista.

Como o senhor pretende acelerar processos que estão no Ministério Público?
Vou dar maior transparência às questões que tramitam no gabinete do procurador-geral. A sociedade brasileira tem direito de saber o que tem aqui dentro, como tramitam os processos e os prazos. Eu quero abrir o gabinete. Minha segunda meta é acabar com os processos que ficam na prateleira. O acervo é a massa do diabo. Não podemos ter medo de arquivar e de judicializar.

O senhor é a favor de flexibilização das regras para criação de novos partidos?
Não temos que flexibilizar. Temos que cumprir a lei. A lei fixa os requisitos para a criação dos novos partidos. Nós temos que ver se os requisitos foram cumpridos. Ponto.

O senhor enviará proposta ao Congresso para diminuir benefícios salariais para os membros do Ministério Público, como auxílio-moradia ou licença prêmio?
Eu discuto o estatuto (do Ministério Público) como um todo. Para que eu possa enviar uma proposta cortando o que está previsto no estatuto, tenho que negociá-lo como um todo. Duvido que qualquer colega meu não deixe de trocar privilégio pela garantia de investigação.

Outros procuradores-gerais da República já saíram com a pecha de engavetador e prevaricador. O sr. quer deixar qual marca?
Quero deixar uma marca: simplicidade. Só.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PROCURADORA TAMPÃO QUER PRISÃO DE "MENSALEIROS" - HELENITA ACIOLI E SEUS 5 MINUTOS DE FAMA


Interina no cargo de Procuradora Geral da República, Helenita Acioli em poucos dias sairá para que o efetivo/nomeado, Janot assuma. A Doutora Helenita, porém, do alto de seu mandato tampão, tenta aparecer e entrar para a 'HISTÓRIA", seguindo os passos tortuosos e arbitrários e pouco transparentes de seu antecessor, Roberto Gurgel. A Procuradora interina já anunciou que, na primeira oportunidade, vai pedir a prisão dos RÉUS do mensalão condenados ao REGIME FECHADO. Helenita sabe que, antes de todos os recursos terem sido esgotados, e antes do acórdão ser publicado em definitivo com as correções feitas, o STF não decretará prisão alguma, mas, ela insiste no assunto, e assim consegue atrair a atenção da MÍDIA para a sua interinidade.

Uma placa nova em seu automóvel oficial e cinco minutos de fama, é o máximo que a Doutora interina na PGR, Helenita Aacioli conseguirá.

Trecho de matéria da Folha

A Procuradoria-Geral da República está disposta a pedir a prisão dos mensaleiros tão logo termine essa fase do julgamento, na qual estão sendo analisados recursos para corrigir eventuais erros ou omissões na publicação da decisão final (acórdão).

Questionada, a procuradora-geral interina, Helenita Acioli, afirmou que vai renovar os pedidos de prisão no caso dos condenados ao regime fechado pelo esquema de compra de apoio no Congresso para o governo Lula.

"Vamos aguardar até amanhã. Se por acaso tiver tudo terminado, faremos isso [renovar pedido de prisão], com certeza", disse.


quarta-feira, 22 de maio de 2013

SENADOR RANDOLFE RODRIGUES É ACUSADO DE SER 'MENSALEIRO HONESTO' QUE PASSA ATÉ RECIBO DE PROPINA

PROCURADOR ROBERTO GURGEL ENSINA QUE O VERDADEIRO RECEBEDOR DE PROPINA NÃO PASSA RECIBO. ENTÃO CONDENARAM O DEPUTADO JOÃO PAULO CUNHA INJUSTAMENTE ?



FONTE: Site 247

Laudo técnico feito pelo perito Ricardo Molina atesta que são mesmo do senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP) as assinaturas em recibos da propina que era recebida na Assembleia Legislativa do Amapá; ex-presidente da Assembleia denunciou esquema de mensalão no estado que teria beneficiado o então deputado Randolfe com depósito de R$ 20 mil; no mês passado, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, mandou arquivar a denúncia, alegando não ser crível que um parlamentar assinasse recibos

21 DE MAIO DE 2013 ÀS 20:39

Laudo técnico feito pelo perito Ricardo Molina atesta que são mesmo do senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP) as assinaturas em recibos da propina que era recebida na Assembleia Legislativa do Amapá. O documento foi publicado por Paulo Henrique Amorim em seu blog. No mês passado, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, mandou arquivar a denúncia formulada contra Randolfe, alegando não ser crível que um parlamentar assinasse recibos (relembre).

Em março deste ano, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Amapá Fran Junior apresentou denúncia documentada à presidência do Senado. Segundo ele, o ex-governador do Amapá João Capiberibe, do PSB, organizou um mensalão no estado, que beneficiou vários deputados com depósitos de R$ 20 mil. Entre eles, o próprio Fran Junior, além do hoje senador Randolfe. Com a denúncia nas mãos, o presidente do Senado, Renan Calheiros, encaminhou o caso à Procuradoria-Geral da República.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

SUPREMA ABERRAÇÃO - ROBERTO GURGEL QUER "CASSAR O VOTO" DE TEORI ZAVASCKI E COLOCAR NA CADEIA OS RÉUS DO MENSALÃO


Outra vez o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, se manifesta propondo que a defesa dos RÉUS da Ação Penal 470 seja cerceada e o direito à apresentação de RECURSOS não seja observado. 

GURGEL CHEGA AO PONTO DE DEFENDER A TESE DE QUE TEORI ZAVASCKI não pode agora, votar para alterar decisões tomadas por Ministros que já deixaram o STF. A posição de Gurgel deixa bem clara a sua preocupação de que na hipótese de um novo julgamento em decorrência dos EMBARGOS INFRINGENTES, os réus que obtiveram QUATRO VOTOS PELA ABSOLVIÇÃO, mas acabaram condenados por outros CINCO VOTOS,  venham a ser ABSOLVIDOS, com um possível EMPATE.

GURGEL, não defende que se faça  JUSTIÇA, o que só se consegue com o PLENO DIREITO DE DEFESA ASSEGURADO, mas sim, que se faça JUSTIÇAMENTO, atropelando prazos, DESCONSIDERANDO as NORMAS INTERNAS do STF, até então consideradas vigentes e chegando ao cúmulo de querer CASSAR o DIREITO DE O MINISTRO TEORI ZAVASCKI votar.

Gurgel defende recurso único no mensalão e quer prisões imediata de condenados
22/04/2013 - 19h23
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, defendeu hoje (27) a prisão imediata dos réus condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, após o julgamento do único tipo de recurso cabível em sua opinião, os embargos declaratórios. O procurador disse que pode voltar a intervir no processo para evitar adiamentos desnecessários na execução das penas dos 25 condenados. 

“Acho que nem é necessário o pedido [de prisão], é um efeito da decisão tornar-se definitiva. Mas, se entender necessário, reiterarei o pedido feito logo que acabou o julgamento”, disse Gurgel, em evento na sede da Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta tarde.

No final do ano passado, o procurador pediu a prisão imediata dos réus antes do julgamento de recursos possíveis, alegando que as apelações não poderiam modificar a decisão. A solicitação foi negada pelo relator do processo e presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa.

Para Gurgel, os embargos declaratórios têm limites restritos – esclarecer pontos contraditórios ou omissos na decisão – e não podem mudar as condenações. Ele defende que as decisões devem ser respeitadas ainda que a composição da Corte tenha sofrido alterações com a aposentadoria de Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto e a chegada de Teori Zavascki.

O procurador reafirmou não ver espaço para os recursos chamados embargos infringentes, que permitem nova análise da decisão. “Seria um recurso no mínimo curioso, na medida em que levaria a um rejulgamento pelo mesmo tribunal, pelo mesmo plenário”, disse.

Segundo o Regimento Interno do STF, os embargos infringentes só podem ser usados quando existem ao menos quatro votos pela absolvição. O recurso não é plenamente aceito entre os ministros, pois alguns acreditam, assim como Gurgel, que a ferramenta foi suprimida pela legislação comum.

Embora considere que os réus possam apresentar novos recursos dentro dos embargos declaratórios, Gurgel acredita que o STF eliminará tentativas de adiar o cumprimento das penas. “Será necessário ao STF, como tem feito em diversos outros casos, afirmando que se vierem a protelar decisão final, que o Supremo determine a execução da decisão tão logo seja concluído o julgamento dos embargos declaratórios que serão opostos nos próximos dias”, disse.

Edição: Fábio Massalli

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domingo, 5 de agosto de 2012

MINISTROS DO STF APONTAM FRAGILIDADE DA ACUSAÇÃO NA AÇÃO PENAL 470

PROCURADOR FEZ DENÚNCIA VERBALMENTE CONTUNDENTE, MAS, PEÇA ACUSATÓRIA É FRAQUÍSSIMA EM TERMOS DE PROVAS.

O que o 007BONDeblog já havia detectado e publicado em matéria no dia de ontem, está hoje estampado nos principais jornais do Brasil, e, de forma muito especial, na matéria do Jornal Estado de São Paulo em sua edição digital. 

A peça de acusação apresentada pelo Procurador Geral da República no caso do "MENSALÃO", caracterizou-se por parte de Roberto Gurgel de muita "contundência", mas, foi fraquíssima em termos de provas. A atuação do PGR já é, nos bastidores, alvo de críticas e, dessa vez, ele não pode dizer que isso é "COISA DE MENSALEIRO".

Quem o critica são, segundo a imprensa, Ministros do STF e especialistas na área de Direito. 

Gurgel colocou muito "FÍGADO" e pouco "CÉREBRO", contaminando um trabalho que deveria ser exclusivamente profissional e técnico, com um toque pessoal de evidente desejo de vingança. 


LEIA + AQUI 
Matéria do Estadão

segunda-feira, 14 de maio de 2012

ELES NÃO PODEM SER ACUSADOS DE "MENSALEIROS" E ACHAM QUE ROBERTO GURGEL DEVE EXPLICAÇÕES


Na opinião do jornalista Elio Gaspari, o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel "fabricou uma crise".

Em sua coluna semanal publicada neste domingo (13/05) em O Globo, Elio manifesta opinião que "Gurgel tumultuou o debate". Segundo Gaspari, o Procurador e sua esposa, a sub-procuradora Claudia Sampaio. seguraram a Operação Vegas, e, ainda que tenham feito isso pelos melhores motivos, suas explicações ainda não satisfazem quem queira entendê-los.

Já o Deputado Fernando Francischini (PSDB-PR), segundo nota da coluna Panorama Político diz que: "Não sou mensaleiro, mas sou daqueles que acham que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, deve explicações à CPI e à população".

A convocação do Procurador Roberto Gurgel será votada essa semana na CPMI. É quase certo que será aprovada, como é quase certo que Roberto Gurgel, escudado pelo STF não irá comparecer. 

É pena, pois, perderá a oportunidade de afastar as dúvidas que Elio Gaspari, Fernando Francischini e milhões de brasileiros possuem sobre a sua conduta no presente caso.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

007NOTÍCIAS - O BRASIL NÃO É LIXEIRA DO PLANETA

Brasília - O Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que “O Brasil não será a lata de lixo do Planeta.”
Técnicos da pasta do Meio Ambiente e do Itamaraty estão em conjunto estudando as medidas que vão ser adotadas e amanhã será divulgado um comunicado sobre o assunto que diz respeito ao lixo químico enviado irregularmente da Inglaterra para o Brasil.
Carlos Minc disse ainda que: “Vamos multar, vamos mandar de volta e cobrar responsabilidade de países que têm um discurso ambiental avançadíssimo e enviam seu lixo químico para países em desenvolvimento”.
Segundo o ministro, a Inglaterra já informou que vai criar normas internas rigorosas “para não permitir que tal prática persista.

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Luta contra a corrupção continuará sem trégua, diz novo procurador-geral

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Brasília – Tomou posse hoje o novo Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, e em seu discurso de posse afirmou que dará continuidade à política de combate à corrupção, ao crime organizado e ao trabalho escravo.

"A luta contra a corrupção prosseguirá sem trégua contribuindo o Ministério Público com os poderes estatais para aperfeiçoar os mecanismos de prevenção e combate à improbidade em todas as suas formas e níveis.”
Ele afirmou ainda que em sua gestão as minorias e os excluídos terão atenção especial. O Presidente Lula ao falar sobre o processo de escolha do novo procurador, afirmou tê-lo feito a partir da lista tríplice encaminhada após votação realizada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), e que pela quarta vez o subprocurador mais votado nessa eleição da ANPR é por ele o indicado.Roberto Gurgel terá mandato de dois anos no comando do Ministério Público.

Fonte Agência Brasil
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O MUNDO - Inglaterra - Um cidadão de nacionalidade portuguesa, condenado a prisão perpétua acusado que foi pela morte de sua namorada, após dois anos e meio de prisão, foi libertado em virtude de seu advogado ter conseguido provar sua inocência. Veja a notícia completa e assista o video. Colaborou A. Almeida - Portugal.
Vídeo da libertação do Amilton Nicolas Bento

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