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quinta-feira, 26 de maio de 2016

AÉCIO NEVES NÃO SERÁ COMIDO. GILMAR MENDES NÃO DEIXA !

AÉCIO NEVES é um sujeito de $orte. O parentesco com Tancredo lhe garantiu desde cedo às benesses que alguns "PEIXINHOS" acabam por usufruir ao entrar para a vida vida pública. 
Ainda jovem, estudava e surfava no Rio de Janeiro, enquanto RECEBIA SALÁRIO em Brasília como se trabalhasse para o tio/avô. O nome da família, e principalmente o dinheiro, transformaram em "MOLEZA" as eleições que participou e ganhou. 
Foi Deputado, Governador, e agora é SENADOR. 

Por onde passou, inclusive nas questões de sua vida privada, os ESCÂNDALOS e ACUSAÇÕES GRAVES lhe acompanharam. Um vídeo com ele tropeçando nas próprias pernas, e com as calças caindo, deixando aparecer parte da cueca, nunca pode ser contestado. Era ele !?, o AÉCIO SENADOR bêbado em pleno Centro do Rio de Janeiro. Pego na BLITZ da LEI SECA negou-se a fazer o teste do BAFÔMETRO. Carro apreendido e carteira cassada, restou a VERGONHA (coisa para quem tem). Para os ataques de que é, ou era, viciado em cocaína, nunca conseguiu dar resposta à altura. Pode não ser verdade, mas, o fato é que a imagem de alcoólatra, farrista e viciado em drogas, acabou colando no SENADOR TUCANO por Minas Gerais.

Nada disso, porém, nesse cenário permissivo e promíscuo que é a  política no Brasil, foi capaz de lhe barrar a carreira. Atrapalhou, mas, ele continuou. São várias as denúncias de CORRUPÇÃO, MÁ GESTÃO, FRAUDES, USO PRIVADO DO DINHEIRO PÚBLICO contra Aécio Neves. De todas ele vem, bem ou mal escapando ou protelando ser alvo de punição.


Mas, sempre tem um mas, ou um porém, existe aquele CADÁVER INSEPULTO da LISTA de FURNAS, e o ESQUELETO FORA DO ARMÁRIO do MENSALÃO MINEIRO. Todos os dois casos CHEIRAM MUITO MAL, exalam um ODOR insuportável de FALCATRUA ESCONDIDA, e por mais que os políticos, os amigos e até integrantes da JUSTIÇA ?? tentem, não conseguem ABAFAR OU ENTERRA DE VEZ.


Depois da DELAÇÃO PREMIADA de Delcídio do Amaral, que RENAN garante deixou Aécio se borrando de medo, a PGR pediu ao STF autorização para investigar o SENADOR TUCANO. O ministro Teori Zavascki apartou esses processos da LAVA JATO, e no $ORTEIO para a relatoria, os dois casos foram parar nas mão do ministro gilmar mendes.

Aí, se confirma o que está escrito na primeira linha dessa matéria, Aécio Neves é um cara de $ORTE.

Ao contrário do que dizem ROMERO JUCÁ, SÉRGIO MACHADO, RENAN CALHEIROS e JOSÉ SARNEY, que conhecedores das SUJEIRAS DO PODER, (por confessadamente em OFF, participarem delas) sabem quem está prestes a ser ALCANÇADO PELA JUSTIÇA, ou prestes a ser "COMIDO", isso dificilmente acontecerá com Aécio Neves.

Ao que se saiba, e pelo que os fatos deixam transparecer, é ele, e só ele, o camarada de $ORTE, que tem um ministro do STF para chamar de seu, visto que, apesar das evidências gritantes que farão os casos de FURNAS E DO MENSALÃO MINEIRO CONTINUAREM FEDENDO, o Ministro gilmar mendes, em relação a Aécio Neves, continuará, com aquele ar de "ESCÁRNIO" que lhe "ilumina" a face, dizendo e decidindo que não vê nada que incrimine o sujeito sortudo de Minas Gerais.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

NOELIA BRITO - BLOGUEIRA DENÚNCIA MENSALÃO PSB/PSDB EM PERNAMBUCO E ESTÁ AMEAÇADA DE MORTE



Ainda que as denúncias feitas por NOELIA BRITO não venham a se confirmar, nada justifica que ela esteja sendo ameaçada e correndo RISCO DE SER MORTA por conta disso. Em se tratando de acusações caluniosas, que as pessoas que se considerarem atingidas em sua honra, procurem a JUSTIÇA e processem a blogueira.

Se o que ela diz é verdade, (e os fatos e documentos que a blogueira divulga no mínimo levam ao convencimento de que existem FORTES INDÍCIOS), que a JUSTIÇA e a POLÍCIA continue apurando, como já vem fazendo. Espera-se ainda que a IMPRENSA, "sempre tão ágil em denunciar corrupção" dê divulgação aos fatos.

No mais, que a POLÍCIA DE PERNAMBUCO e a POLÍCIA FEDERAL garantam a VIDA da blogueira. QUE O MINISTRO DA JUSTIÇA SE POSICIONE.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

AÉCIO NEVES DÁ UMA DE MARINA SILVA, RECUA, E AGORA DIZ QUE "NÃO VAI ACABAR COM O FATOR PREVIDENCIÁRIO"

TUCANO MUDA DISCURSO !


MENTIU PARA SINDICALISTAS, DIVULGOU PROMESSA NO SITE E AGORA DIANTE DAS PRESSÕES E ENCURRALADO POR JORNALISTAS DA GLOBO, DIZ QUE NÃO DISSE.

DO UOL

No próprio site de campanha do candidato, título do texto de divulgação do encontro de sexta diz que Aécio se compromete com o fim do fator previdenciário.

Na entrevista da TV Globo, o tucano ressalva que, "a médio prazo", é possível "encontrar alternativas" para o fator.

OBSERVE O LINK
http://aecioneves.com.br/imprensa/noticia-aecio-vai-acabar-com-o-fator-previdenciario.html
O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, assumiu, nesta sexta-feira (19/09), em São Paulo, o compromisso de buscar alternativas para acabar ao longo dos próximos anos com o fator previdenciário, que é aplicado no cálculo de aposentadorias.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA ENFRENTA JOAQUIM BARBOSA E DEFENDE REGIME SEMIABERTO PARA CONDENADOS NO MENSALÃO

Como nós havíamos previsto aqui, poucas vozes se levantaram contra a decisão absurda do Ministro Joaquim Barbosa de exigir cumprimento de 1/6 da pena em regime fechado, para que os presos condenados na AÇÃO PENAL 470 tenham direito ao trabalho externo. O Ministro Joaquim Barbosa hoje é uma figura que inspira medo, visto que vem utilizando sua "caneta" para impor um regime duríssimo e excepcional a alguns dos apenados sob sua responsabilidade direta, se Barbosa faz isso com eles pode vir a fazer com qualquer outro. Impressionam ainda e amedrontam, as investidas que já fez contra ADVOGADOS, JUÍZES, JORNALISTAS, POLÍTICOS, INSTITUIÇÕES DO JUDICIÁRIO e colegas do SUPREMO, a quem dirigiu palavras ofensivas.

Eis que, quebrando o silêncio, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, saiu ontem contra a decisão do Presidente do Supremo, e defendeu que os Condenados no Mensalão tenham garantido seu direito de trabalho externo, sem se impor a absurda exigência do tempo de 1/6 da pena.

A questão é, Barbosa é quem decide, se e quando ele vai submeter essa questão ao Plenário da SUPREMA CORTE, onde, por certo, sua decisão será DERRUBADA. Enquanto isso, a arbitrariedade da aplicação de excesso de punição, que beira ao exercício de um ato de vingança com ares de  busca de holofotes para iluminar o SUPREMO JUSTICEIRO, segue em plena vigência.

Redação BONDeblog
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Janot defende que condenados no mensalão possam trabalhar fora
Procurador-geral da República discorda de decisão do presidente do STF, Joaquim Barbosa
13 de maio de 2014 - Felipe Recondo, O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu nesta terça-feira, 13, autorização para que condenados de envolvimento no mensalão trabalharem fora do presídio. Janot havia emitido parecer nesse sentido e a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal autorizou condenados em regime semiaberto a trabalharem de dia e voltarem ao presídio à noite.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Nos últimos dias, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, vem revogando o benefício concedido aos réus, alegando que a legislação exige o cumprimento mínimo de um sexto da pena para que o condenado tenha direito a trabalhar fora da prisão.

"A minha manifestação é que, se há oferta de emprego digna para o preso e condições de ressocialização, ele tem direito a trabalho externo", afirmou Janot ao chegar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a cerimônia de posse do ministro Dias Toffoli.

Ele acrescentou que os condenados têm o direito a trabalhar fora do presídio mesmo sem terem cumprido um sexto da pena, como argumentou Joaquim Barbosa. "O regime é semiaberto", acrescentou.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

JOAQUIM BARBOSA ASSUSTA JUSTIÇA DA ITÁLIA QUE TEME EXTRADITAR HENRIQUE PIZZOLATO

A RECENTE E INEXPLICÁVEL DECISÃO DE MUDAR O ENTENDIMENTO SOBRE A FORMA DE CUMPRIR PENA NO REGIME SEMIABERTO SERÁ USADA NO TRIBUNAL PARA TENTAR PROVAR QUE HÁ RISCO DE PUNIÇÃO ABUSIVA CONTRA PIZZOLATO, ASSIM COMO ESTARIA ACONTECENDO COM O CONDENADO JOSÉ DIRCEU.

11/05/2014 - 21:13h - Atualizada 12/05/2014 - 04:23


ITALIA CHE PAURE ESTRADARE Henrique Pizzolato

De fonte segura, a informação vinda da Itália traz a mudança de tendência do Tribunal que decidiria pela extradição de Henrique Pizzolato. A opinião pública da Itália começa a saber de fatos que deixam forte impressão de que arbitrariedades foram e estão sendo perpetradas contra alguns dos condenados da AÇÃO PENAL 470.

Os juízes já foram informados até das posturas completamente distintas entre Barbosa e Lewandowski, no período de férias do primeiro. O vice do STF ao assumir a presidência interina, determinou que o processo de Dirceu para trabalhar fora andasse, e Barbosa revogou a decisão. O peso de posições "pessoais" e politizadas contra o condenado foi o que restou como sensação do confronto.

LEIA AQUI: COLUNISTA DA FOLHA PREOCUPADA COM CANDIDATURA DE AÉCIO NEVES.

A defesa de Pizzolato tem outros argumentos fortes e que são guardados para o dia da audiência, todos com base na fragilidade da acusação, mas, a postura autoritária e até "cruel" de Barbosa, é o que está causando maior insegurança nos meios jurídicos italianos, que não querem ver um ITALIANO, ainda que com dupla nacionalidade, sofrer qualquer tipo de exacerbação de sua pena e punição no Brasil.

Quem viver verá, mas, ao aprofundar a forma de punição de José Dirceu, o Ministro Joaquim Barbosa acabou, sem querer, fazendo a balança pender para que Pizzolato não seja extraditado.


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quinta-feira, 10 de abril de 2014

PIMENTA DA VEIGA VAI SER INDICIADO COMO MENSALEIRO - ELE É O CANDIDATO DE AÉCIO E DO PSDB AO GOVERNO DE MINAS GERAIS

AMIGO DE AÉCIO NEVES RECEBEU R$ 300 MIL REAIS DE MARCOS VALÉRIO


PIMENTA ARDE NO "OLHO" DO TUCANATO

Se o Deputado João Paulo Cunha que recebeu R$ 50 mil do PT, dinheiro repassado ao Partido pelas Agências de Marcos Valério, apresentou o recibo de onde o dinheiro foi aplicado, acabou condenado a quase SETE anos de prisão por corrupção passiva, o que vai acontecer com PIMENTA DA VEIGA, que recebeu R$ 300 MIL do mesmo personagem, DIRETAMENTE, e não tem como comprovar que foi pelo serviço de advocacia que diz ter prestado, visto que não apresentou NADA em termos de trabalho que justifique o recebimento do dinheiro ?

É verdade que, sendo PIMENTA DA VEIGA um TUCANO de primeira linha, ele não será tratado pela imprensa partidarizada  de MENSALEIRO, nem sofrerá campanha para ser julgado com PRESSA - PRESSA - PRESSA, a fim de que seu crime não prescreva.

MESMO ASSIM...

Convenhamos que, até para os tucanos que tem a proteção da imprensa e parecem contar com uma benevolência no "tempo e no espaço" por parte da JUSTIÇA ??, visto que tudo que envolve tucanos demora muito para ser TIRADO DEBAIXO DO TAPETE, e ser levado a julgamento, não é uma sensação REFRESCANTE, ter essa situação em que PIMENTA virou um verdadeiro ABACAXI.

LEIA + SOBRE O ASSUNTO

1 Pimenta da Veiga = 6 João Paulo Cunha


Pré-candidato tucano em Minas, Pimenta da Veiga será indiciado

sexta-feira, 28 de março de 2014

EDUARDO AZEREDO IMPUNE ! - ONDE ESTÃO AS DAMAS DE PRETO DA GLOBO ?

SERÁ QUE ESSAS SENHORAS NÃO VÃO APARECER PARA PROTESTAR ?


Onde estão os INDIGNADOS com a impunidade dos CORRUPTOS ?
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O que se publica sobre o fato

Reunido em sessão plenária nesta quinta-feira (27), o STF decidiu remeter à primeira instância do Judiciário, comarca de Belo Horizonte, os 50 volumes que compõem o processo do mensalão do PSDB. Prevaleceu o entendimento de que a renúncia do tucano Eduardo Azeredo ao mandato de deputado federal extinguiu a competência do Supremo para julgá-lo.

Repetindo: nove anos depois de ter autorizado a Polícia Federal a investigar Azeredo, sete anos depois de ter recebido a denúncia da Procuradoria, quatro anos depois ter convertido essa denúncia em ação penal e poucos dias depois de ter recebido as alegações finais do Ministério Público e da defesa… depois de tudo isso, o STF dediciu que não vai mais decidir se o grão-tucano é inocente ou culpado.

Foi uma decisão quase unânime. Apenas Joaquim Barbosa votou pela manutenção do processo em Brasília. Ele foi ao ponto: a renúncia de Azeredo “teve a finalidade clara de evitar o julgamento —não somente por essa Corte, mas também pelo juízo para o qual for declinada a competência, pois, ao que tudo indica, a prescrição da pretensão punitiva poderá se consumar, tendo em vista os prazos elásticos para julgamento de causas criminais no nosso país.”

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

TUCANO COVARDE RENUNCIA AO MANDATO - TUCANATO TRAÍRA E PODRE, FORÇOU AZEREDO A SAIR DO CAMINHO - VÍDEO

STF TERÁ QUE SE POSICIONAR E MOSTRAR QUE NÃO TEM DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS - RÉUS DO MENSALÃO DO PT, SEM DIREITO AO FORO PRIVILEGIADO FORAM JULGADOS PELA SUPREMA CORTE.


Se isso não é uma manobra protelatória, é o que ? Qual a dúvida de que EDUARDO AZEREDO (PSDB-MG) está renunciando agora, sob pressão, para evitar que o PSDB fique na linha de fogo no período eleitoral que em breve se inicia ?

QUEM DUVIDA, que AZEREDO busca a "BENESSE" de seu processo ser remetido para a 1a. INSTÂNCIA, e que assim ele tenha condições de ESCAPAR DA JUSTIÇA, ou ao menos não ter de se submeter a um julgamento tão iminente, DURO, e a penas TÃO SEVERAS quanto receberam os RÉUS do chamado Mensalão do PT ?


QUEM AÍ APOSTA QUE O STF VAI MANTER PARA AZEREDO DO PSDB a mesma decisão e visão que valeu para os RÉUS do PT, que não tiveram o direito respeitado, de ser julgados em instâncias inferiores da JUSTIÇA ?? e foram TRUCIDADOS por TEORIAS MIRABOLANTES DO FATO, pela obrigatoriedade de comprovação de INOCÊNCIA e não de CULPA ?


Fica porém clara, a diferença entre PETISTAS e TUCANOS. Enquanto o PT sangrou e sofreu junto com os seus integrantes, o PSDB entrega AZEREDO à própria sorte, abandona o correligionário de muitos anos e muitos favores, se livra de um partidário incômodo, dando a ele o tratamento que se dá aos trastes inservíveis.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

MENSALÃO TUCANO SERÁ JULGADO PRÓXIMO À COPA DO MUNDO

ATENÇÕES VOLTADAS PARA O EVENTO ESPORTIVO


A Coluna Panorama Econômico - Ilimar Franco - O Globo - 28/01/2014 - apresentou hoje o provável cronograma do julgamento do MENSALÃO do PSDB em Minas Gerais.

Segundo a coluna:

No próximo dia 30 de janeiro a PGR envia o seu parecer/posição sobre o caso ao STF.

Na 2a. feira - 03/02 - o Ministro Relator Luís Roberto Barroso abre o prazo para a defesa dos RÉUS (Clésio Andrade e Eduardo Azeredo) se pronunciar - O prazo vai até 17 de fevereiro.

O Ministro revisor - Celso de Mello receberá o relatório de Barroso aproximadamente entre os dias 20 e 30 de março. Daí a expectativa é que o julgamento ocorra até JULHO - A Copa do Mundo vai de 15 de junho até 13 de julho.

O julgamento deve ser rápido - Diferentemente do Mensalão da Base aliada do governo e do PT - AP 470 - o caso foi desmembrado e os réus sem foro privilegiado estão sendo processados e julgados fora do STF. Sobraram só os dois réus.

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Depois do Brasil ganhar ou perder a COPA, e antes de Dilma ser ou não reeleita, os RÉUS do Mensalão do PSDB já estarão com sua situação definida.

Culpados ou Inocentados, o julgamento do caso não vai produzir nem a milésima parte em marolas e exibições, daquilo que rendeu o julgamento da AP 470.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

INQUÉRITO DO CARTEL EM SÃO PAULO E PROPINA PARA POLÍTICOS DO PSDB - PPS E DEM É DISTRIBUÍDO PARA A MINISTRA ROSA WEBER NO STF


JOSÉ ANIBAL - PSDB/SP

A FOLHA DE SÃO PAULO CONSEGUIU CITAR O MILAGRE, MAS, OMITIU O PARTIDO DOS "SANTOS" - FALOU DO CARTEL DA SIEMENS, QUE O INQUÉRITO FOI AO STF, QUE EXISTEM TRÊS SECRETÁRIOS DE GOVERNO ACUSADOS DE RECEBER PROPINA, MAS NÃO DISSE QUE ELES SÃO SECRETÁRIOS DO GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN.



12/12/2013 - 17h01

Inquérito que investiga cartel no Metrô chega ao STF e cita três secretáriosSEVERINO MOTTA
DE BRASÍLIA


O inquérito da Siemens que investiga a existência de um cartel que atuava no Metrô e na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) foi distribuído à ministra Rosa Weber do STF (Supremo Tribunal Federal).

O caso foi enviado ao Supremo devido a um depoimento sigiloso prestado à Justiça de São Paulo pelo ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer.


Ele citou políticos que teriam recebido propinas do cartel, alguns deles com foro privilegiado, o que exige que o caso seja analisado pelo STF.

Até o momento constam 10 investigados no inquérito, entre eles o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP), e três secretários estaduais de São Paulo, todos deputados licenciados, José Aníbal (Energia), Edson Aparecido (Casa Civil) e Rodrigo Garcia (Desenvolvimento Econômico).


RODRIGO GARCIA - DEM

Na lista de investigados também estão três ex-dirigentes da CPTM, dois familiares de um ex-diretor da companhia e o consultor Arthur Gomes Teixeira.

domingo, 24 de novembro de 2013

MENSALÃO DA SIEMENS PARA OS TUCANOS DE SÃO PAULO - EX-DIRETOR ESTÁ COM MEDO E NEGA TER DADO NOME AOS BOIS

É compreensível que o ex-diretor da SIEMENS tente se resguardar. Agora, porém, é tarde para negar o que disse, da mesma forma que outros já disseram.


A Polícia Federal já está no caso, após receber documentos que, numa atitude correta do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, lhe foram encaminhados. 

Pressionado por delação, ex-diretor afirma que documento é ' anônimo'
Ex-executivo da Siemens que escreveu relatório que cita propinas recua em nota e aponta 'distorção' no que foi publicado
23 de novembro de 2013

O Estado de S.Paulo

Horas depois de o Ministério da Justiça assumir a autoria do repasse do relatório com acusações contra tucanos à Polícia Federal, o ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer também divulgou uma nota. Nela, disse que o documento com as denúncias "é anônimo". "Eu nunca encaminhei tal documento ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica ou à Polícia Federal."

Apesar de tentar se esquivar da autoria do relatório que faz parte dos autos do inquérito da Polícia Federal que investiga cartel e corrupção no sistema metroferroviário dos governos do PSDB entre 1998 e 2008, Rheinheimer fez uma delação premiada, na Polícia Federal e no Ministério Público Estadual.

Nessa delação premiada, mantida em sigilo, ele confirma os dados do relatório revelado pelo Estado na quinta-feira. Em troca da delação, o ex-executivo da Siemens pode obter redução de pena ou perdão judicial - no texto que divulgou ontem, ele diz que "sempre colaborou com as autoridades competentes" e que "jamais fez acusações levianas".

O pacto de delação impõe uma série de condições, entre elas a blindagem do delator, com a preservação de sua identidade.

O depoimento de Rheinheimer à PF oficialmente não está encartado aos autos do inquérito que investiga o cartel dos trens e corrupção no setor metroferroviário de governos do PSDB, entre 1998 e 2008. A medida é comum: faz parte do acordo para que os investigados não tenham acesso às revelações do delator.

Proteção. Para se proteger ainda mais, o ex-diretor prestou, no dia 5 de novembro "termo de declarações" no inquérito da PF em que diz se "reservar ao direito de permanecer em silêncio". Esse tipo de procedimento é usual nos acordos de delação.

Rheinheimer diz, na própria nota que divulgou ontem, estar colaborando com as investigações. "Sempre colaborei com as autoridades competentes no que me cabia (...). Meu depoimento à Polícia Federal foi dado antes do escândalo midiático atual, sempre respeitando o sigilo inerente às investigações." Ele faz menção ao relatório que cita corrupção. "O documento mencionado, assim como todo o restante da investigação, é sigiloso." "Sendo assim, não posso comentar sobre o que consta do inquérito. Porém, vejo-me na obrigação de esclarecer que os documentos devassados e as informações publicadas como se fossem de minha autoria, foram distorcidos e não condizem com a realidade."

No Cade, ele esteve pelo menos duas vezes. Reuniu-se com Vinícius Carvalho, presidente do conselho. A primeira vez, no ano passado. A segunda no fim do primeiro semestre - quando reclamou que o acordo de leniência da Siemens tratava apenas do cartel e não citava suspeitas de corrupção. / FAUSTO MACEDO

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

2014 - JULGAR OS EMBARGOS INFRINGENTES E DEPOIS O MENSALÃO DO PSDB


A CARA DA IMPUNIDADE - DEPUTADO JAIRO ATAÍDE - DEM / MG

A morosidade da Justiça é mesmo uma vergonha. Espera-se, que a PRESSA - PRESSA - PRESSA - em julgar o MENSALÃO do PT/Base aliada, não tenha sido apenas um ESPASMO DE CELERIDADE. Que ocorra logo no início de 2014 o julgamento dos EMBARGOS INFRINGENTES da Ação Penal 470, que se finalize o referido julgamento e que se passe aos outros casos que aguardam por decisão do STF, alguns deles, até FURARAM A FILA, como o caso do Mensalão do PSDB de Minas Gerais.

Nesta semana, o STF julgou o caso de um deputado federal do DEM, (O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o deputado federal Jairo Ataíde (DEM-MG) a dois anos de prisão, mas o réu não cumprirá a pena porque o crime prescreveu. O parlamentar foi acusado de usar propaganda institucional para promoção pessoal, três meses antes das eleições. O fato ocorreu em 2000, período em que o deputado era prefeito de Montes Claros (MG) e candidato à reeleição). Convenhamos, levar 13 ANOS para julgar um caso, é uma VERGONHA.

Lewandowski prevê julgamento rápido do recursos da Ação Penal 470
Fernanda Cruz - Agência Brasil - 11.10.2013

São Paulo – O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (11), na capital paulista, não acreditar que o julgamento dos embargos infringentes, recurso concedido aos réus condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, ultrapasse quatro ou cinco sessões.

Leia também:

Ele prevê um julgamento rápido. “Como os temas são pontuais, penso que nós teremos um julgamento rápido. Todos já têm, creio eu, uma opinião formada sobre os tópicos”, disse ele.

Segundo o ministro, a partir do voto do relator, o ministro Luiz Fux, que deve ser apresentado ao longo de uma ou duas sessões, os demais ministros poderão votar. “Pelas próprias palavras do ministro Fux em meados do semestre seguinte, em 2014, os embargos infringentes estarão aptos para votação pelo pleno do STF”, disse.

O ministro, porém, preferiu não fazer previsões sobre o resultado. “Sempre é possível, diante dos argumentos dos demais juízes, do debate, mudar o voto em face dos argumentos técnicos e jurídicos que serão apresentados”, disse ele.

Edição: Beto Coura
Direitos autorais: Creative Commons - CC B

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

MENSALÃO TUCANO EM MINAS GERAIS - SAI A PRIMEIRA CONDENAÇÃO DE UM RÉU

ESCÂNDALO DATA DE 1998 E ATÉ HOJE, NEM O SUPREMO, NEM A MÍDIA TIVERAM PRESSA EM JULGAR.


Boa parte dos crimes já estão prescritos. Pai de todos os "MENSALÕES", o do PSDB de Minas Gerais, encabeçado pelo ex-governador, ex-senador e agora deputado EDUARDO AZEREDO - PSDB-MG - foi quem PARIU o CAREQUINHA Marcos Valério para o mundo das negociatas com PUBLICIDADE e desvio de EMPRÉSTIMOS para financiar campanhas de políticos. Tivesse sido abortado lá em Minas, tivesse a nossa justiça agilidade, e o MODUS OPERANDI não teria sido disseminado para o âmbito das relações do PT com partidos da BASE e nem do PSDB/DEM com seus correligionários, no CHAMADO MENSALÃO do DEM em Brasília com o Roberto ARRUDA. Mas, enquanto o MENSALÃO do PSDB ficou PARADINHO, o mensalão do PT e partidos da BASE, foi transformado "no maior escândalo", num "atentado contra a democracia". Os RÉUS do MENSALÃO TUCANO de Minas Gerais, estão sendo julgados em primeira instância, podem recorrer das condenações. Terão, no mínimo, mais duas chances de terem suas penas revistas, mas, CADÊ a MÍDIA gritando que isso é IMPUNIDADE ? Cadê a VEJA dizendo que a Justiça está vergada ? Cadê o Globo chamando os envolvidos de mensaleiros TUCANOS ?

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Justiça Federal em Minas Gerais condena primeiro réu do mensalão mineiro
André Richter - Agência Brasil - 26.09.2013 

Brasília - A Justiça Federal em Minas Gerais condenou o ex-diretor do Banco Rural Nélio Brant Magalhães a nove anos e nove meses de prisão, por gestão fraudulenta e gestão temerária de instituição financeira. A juíza Camila Franco e Silva Velano, da 4ª Vara Federal em Belo Horizonte, concordou com os argumentos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) e entendeu que Nélio Brant, então diretor da instituição, autorizou empréstimos sem garantia de pagamento às agências de publicidade DNA e SMP&B, do empresário Marcos Valério. Esta é a primeira condenação no processo que apura desvios de dinheiro público durante a campanha de reeleição do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao governo de Minas Gerais em 1998. A ação penal ficou conhecida como mensalão mineiro. Como o processo é em primeira instância, a defesa poderá recorrer da decisão.

Nélio Brant Magalhães (foto)

De acordo com o Ministério Público, Nélio Brant Magalhães era responsável pela aprovação dos empréstimos, e não tomou os cuidados legais para verificar as garantias de pagamento. "[Os empréstimos] foram deferidos pelo Comitê de Crédito do Banco Rural às empresas DNA e SMP&B sem a exigência de garantias efetivas, contrárias aos pareceres técnicos, sem informações econômico-financeiras idôneas dos contratantes, sem observância da capacidade financeira dos avalistas e mormente pela existência de créditos não performados pelos devedores. O que acabou por afrontar os princípios da seletividade, garantia e liquidez, em manifesto desacordo com as normas de boa gestão e segurança bancária”, declarou a magistrada.

Segundo a juíza Camila Franco e Silva Velano, os fatos denunciados pelo Ministério Público em Minas Gerais são idênticos às denúncias investigadas na Ação Penal 470, o processo do mensalão, que está no Supremo Tribunal Federal (STF). “Os fatos narrados na denúncia subsumem-se completamente àqueles descritos na Ação Penal nº 470, tidos como atos de gestão fraudulenta. Mesmo que a fraude aqui narrada refira-se ao chamado mensalão mineiro, não se pode dissociar as condutas dos dirigentes do Banco Rural neste esquema daquelas descritas no mensalão apurado no STF", disse.

Na sentença, a juíza também declara que a forma de atuação, por meio de esquemas de empréstimos fraudados, teve origem em 1998. "O que se nota na narrativa do MPF é que aquela instituição [Banco Rural], desde 1998, por meio do mesmo modus operandi, concedeu empréstimos fraudulentos às empresas ligadas ao senhor Marcos Valério Fernandes de Souza, com vistas ao repasse de recursos a partidos políticos. Assim, a fraude aqui narrada não pode ser descontextualizada daquela descrita na Ação Penal nº 470, mesmo porque o esquema engendrado pelos acusados na Ação Penal nº 470 parece ter tido sua origem na experiência fraudulenta dos contratos de mútuos firmados em 1998. A diferença, caso existente, dá-se somente em relação aos destinatários dos empréstimos”,argumentou.

Na mesma decisão, os réus José Geraldo Dontal, Paulo Roberto Grossi, Wellerson Antônio da Rocha e Caio Mário Álvares foram absolvidos por falta de provas.

Os senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Clésio Andrade (PMDB-MG) respondem às acusações no Supremo Tribunal Federal (STF) por terem foro privilegiado. O relator das ações penais é o ministro Luís Roberto Barroso. Os demais acusados são processados na primeira instância da Justiça Federal em Minas Gerais.

Edição: Aécio Amado

Obs. As imagens / Fotos não fazem parte do texto / matéria original da Agência Brasil

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

SENADOR TUCANO CONTRA MENSALEIRO TUCANO - ÁLVARO DIAS QUER FIM DOS EMBARGOS INFRINGENTES

COMO FICA A SITUAÇÃO DE EDUARDO AZEREDO ?


O oportunismo é mesmo uma das marcas da atuação política do senador Álvaro Dias - PSDB-PR. O senador não perde uma oportunidade de aparecer para os holofotes e de ser notícia na mídia. Quem não vai gostar nada dessa proposição é o Deputado Eduardo Azeredo - PSDB-MG - que será julgado em breve (espera-se) na AÇÃO PENAL conhecida como Mensalão TUCANO de Minas Gerais. Já pensou se, ao ser julgado, Azeredo é condenado por 7 X 4 no crime de corrupção, e não pode recorrer, fazendo uso do sagrado direito de uma revisão de pena por conta da proposta de Álvaro Dias ?

Senador apresenta projeto para acabar com embargos infringentes
Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Motivado pelo resultado da Ação Penal 470, conhecida como processo do mensalão, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) apresentou hoje (23) um projeto de lei para acabar com o recurso dos embargos infringentes em ações penais originárias do Supremo Tribunal Federal que tenham sido julgadas pelo plenário da Corte.

Dias considera tais embargos “injustificáveis”, uma vez que recorrem ao mesmo tribunal que já decidiu pela condenação. “No julgamento da Ação Penal 470, os infringentes acarretaram o deletério efeito de reabrir a discussão de toda a matéria em relação a 12 dos condenados, em detrimento da justiça material e da celeridade processual”, alega o senador na justificativa do projeto.

Álvaro Dias entende que há dúvidas sobre a legalidade dos infringentes e que a sua proposição servirá para pacificar o assunto. “O voto do ministro Celso de Mello é que foi sugestão para a apresentação desse projeto. A Suprema Corte se dividiu, houve cinco votos de cada lado, e o desempate do ministro dá origem à dúvida de interpretação. Nós estamos, com esse projeto, acabando com qualquer dúvida de interpretação, extinguindo qualquer hipótese de embargos infringentes no Supremo Tribunal Federal”, disse.

A proposta, na opinião do ex-ministro do STF Carlos Velloso, é “passional”. Na avaliação dele, a discussão sobre extinção de recursos não deve ser feita com base em casos específicos. “Me parece que é um projeto muito mais passional do que necessário. Eu sou favorável à extinção de diversos recursos nos códigos de processo Penal e Civil, mas isso tem que ser feito com bases científicas e técnicas e não de maneira passional, porque o Supremo Tribunal Federal julgou recentemente uma ação”, disse o jurista.

Velloso considera “razoável” que uma pessoa condenada em ação originária do STF, ou seja, que não teve julgamento em nenhuma outra instância, tenha direito à revisão da condenação em casos com pelo menos quatro votos vencidos. Ele explica que não há a figura dos embargos infringentes no Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque ainda há possibilidade de recurso ao STF. Para quem foi inicialmente julgado pela Suprema Corte, não há outra possibilidade a não ser apelar para que o próprio STF reveja o caso. “Temos que pensar que a liberdade de uma pessoa é algo que importa muito. Eu quero saber se alguém que tiver um pai ou um irmão condenado, se não gostaria que houvesse recurso. Agora, movido por paixões políticas, acabar com esse recurso não é razoável”, disse.

O projeto apresentado pelo senador Álvaro Dias terá ainda um longo caminho a percorrer. Ele precisará passar pela comissão de mérito no Senado e pelo plenário da Casa. Em seguida, seguirá para a Câmara dos Deputados e, se for alterado, deverá retornar para última análise dos senadores antes de seguir para sanção presidencial.

Edição: Fábio Massalli
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RODRIGO JANOT - SIMPLICIDADE E ISENÇÃO PARA JULGAR O MENSALÃO DO PSDB



O atual Procurador Geral da República, assume uma postura completamente diferente do seu antecessor. Rodrigo Janot em entrevista ao Jornal Estadão, desmonta certas falácias como sendo o Mensalão um marco de combate à corrupção e que esse seria o maior escândalo do Brasil. É bom ver um Procurador que parece ser guiado pelo equilíbrio e isenção, buscando atuar com "simplicidade". Afinal ninguém aguentava mais a "carga pesada" de Roberto Gurgel, cheio de ódio, cheio de parcialidades, buscando holofotes e sentando sobre processos.

Novo procurador-geral promete rigor no mensalão mineiro

Rodrigo Janot afirma não ser possível dizer que condenações do mensalão são marco no combate à corrupção.

20 de setembro de 2013 | 23h 33
Felipe Recondo e Andreza Matais - O Estado de S.Paulo
André Dusek/Estadão
Rodrigo Janot exercerá mandato de 2 anos na PGR

BRASÍLIA - Há 29 anos no Ministério Público Federal, o novo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderia ter se aposentado já nesta semana. Na terça-feira passada, porém, ele assumiu o comando do órgão no País. Foi eleito pelos colegas em votação interna, aprovado pelo Senado e nomeado pela presidente da República, Dilma Rousseff.

Afastando-se da linha de seu antecessor, Roberto Gurgel, Janot afirma nesta entrevista ao Estado não ser possível dizer que o escândalo do mensalão foi o maior do Brasil. E avisa: "Pau que dá em Chico dá em Francisco", sugerindo como será a atuação da Procuradoria-Geral da República no julgamento do mensalão mineiro, que envolve os tucanos. O caso deve ser avaliado no Supremo Tribunal Federal só em 2015, após a conclusão da nova fase do julgamento do mensalão, prevista para o ano que vem.

Mineiro, 57 anos completados no domingo passado, Janot exercerá mandato de dois anos, prometendo transparência e isonomia nas investigações. E diz que a marca de sua gestão será a simplicidade.

Janot já montou sua equipe de confiança. Escolheu a subprocuradora Ela Wiecko para ser sua vice. Com ela, Janot disputou a nomeação para o cargo. Seu braço na Justiça Eleitoral e xerife das próximas eleições será o subprocurador-geral Eugênio Aragão. A diretriz geral que o novo chefe do Ministério Público repete e que, adianta, definirá sua atuação é o tratamento igualitário.

No seu discurso de posse, adiantou que estabelecerá o diálogo com os outros poderes. Agora, diz que abrirá o Ministério Público ao controle da sociedade. Para isso, já baixou 23 portarias. Numa delas, cria um sistema que permitirá a qualquer cidadão saber quais processos tramitam na Procuradoria e há quanto tempo aguardam parecer.

Janot integrava o mesmo grupo dos três antecessores - Cláudio Fonteles, Antonio Fernando de Souza e Roberto Gurgel -, os chamados tuiuiús, que faziam oposição ao então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, que permaneceu no cargo durante todo o governo Fernando Henrique Cardoso e era tachado criticamente de "engavetador-geral da República".

O processo do mensalão está acabando. O senhor vai acelerar o processo do mensalão mineiro?
Pau que dá em Chico dá em Francisco. O que posso dizer é que, aqui na minha mão, todos os processos, de natureza penal ou não, vão ter tratamento isonômico e profissional. Procuradores, membros do Ministério Público e juízes não têm processo da vida deles. Quem tem processo da vida é advogado. Para qualquer juiz e para o Ministério Público todo processo é importante.

O crime de formação de quadrilha no mensalão mineiro já prescreveu. O senhor vê novos riscos?
Uma das minhas formas de trabalho aqui é dar a prioridade a qualquer processo com risco iminente de prescrição. Isso é buscar efetividade da justiça.

O senhor já disse que não deve pedir prisão imediata dos réus do mensalão. Mas vai agilizar os pareceres aos embargos infringentes?
Eu tenho de esperar o acórdão. Vou me desincumbir do que tenho de fazer o mais rápido possível. Mas não posso dizer se vou usar o prazo todo ou não. Vai depender do acórdão. Eu vou inclusive usar o recesso. Não vou tirar férias.

O senhor considera que o julgamento do mensalão foi um marco contra a impunidade?
Não. Eu tenho muito receio de dizer que um processo é um marco contra a impunidade, que é marco disso ou daquilo. Eu espero que isso contribua, dentro de um contexto maior, para que todo o processo chegue ao final com o resultado que a lei prevê. Será que esse é o grande marco? Não sei se é o grande marco. Eu olho pra trás e vejo que este julgamento, há 20 anos, não teria ocorrido, não existiria o processo. Essa tem que ser a grande mudança.

Por que não haveria processo há 20 anos?
Havia uma resistência a se aplicar igualmente a lei para todo mundo. Hoje a República é mais República.

O senhor comunga da ideia de que foi o maior escândalo da história do País?
O que é maior? Receber um volume de dinheiro de uma vez só ou fazer uma sangria de dinheiro da saúde, por exemplo. São igualmente graves, mas eu não consigo quantificar isso. Não sei o que é pior. Não sei se este é o maior caso de corrupção, não. Toda corrupção é ruim.

Talvez pelo envolvimento da cúpula de um governo.
E a (corrupção) difusa? Envolve também muita gente. Dinheiro que sai na corrupção falta para o atendimento básico de saúde, educação e segurança pública. Toda corrupção é ruim.

O senhor já disse que não defende a prisão agora dos condenados do mensalão com novo julgamento. E os demais?
Para esses, transitando e julgando a prisão é decorrente. Para os demais (que terão um segundo julgamento), só depois da publicação do acórdão.

O senhor defende a extinção do foro privilegiado ou a mudança poderia gerar mais impunidade?
Quanto mais se sobe o foro, mais diminui a revisão dos julgados. Se você diminui a revisão do julgado, maior é o risco de ter erro. Essas questões têm que ser colocadas de maneira clara na mesa para discutir esse assunto.

O senhor disse que tem disposição ao diálogo. Isso tem a ver com pessoas que o senhor investigará?
Investigação não é diálogo. Falo de relação institucional entre poderes.

Esse diálogo faltou nos últimos anos?
O Ministério Público se fechou. Virou uma instituição autista. Diálogo não é composição. Se eu tiver de investigar, eu vou investigar. Eu sou mineiro ferrinho de dentista.

Como o senhor pretende acelerar processos que estão no Ministério Público?
Vou dar maior transparência às questões que tramitam no gabinete do procurador-geral. A sociedade brasileira tem direito de saber o que tem aqui dentro, como tramitam os processos e os prazos. Eu quero abrir o gabinete. Minha segunda meta é acabar com os processos que ficam na prateleira. O acervo é a massa do diabo. Não podemos ter medo de arquivar e de judicializar.

O senhor é a favor de flexibilização das regras para criação de novos partidos?
Não temos que flexibilizar. Temos que cumprir a lei. A lei fixa os requisitos para a criação dos novos partidos. Nós temos que ver se os requisitos foram cumpridos. Ponto.

O senhor enviará proposta ao Congresso para diminuir benefícios salariais para os membros do Ministério Público, como auxílio-moradia ou licença prêmio?
Eu discuto o estatuto (do Ministério Público) como um todo. Para que eu possa enviar uma proposta cortando o que está previsto no estatuto, tenho que negociá-lo como um todo. Duvido que qualquer colega meu não deixe de trocar privilégio pela garantia de investigação.

Outros procuradores-gerais da República já saíram com a pecha de engavetador e prevaricador. O sr. quer deixar qual marca?
Quero deixar uma marca: simplicidade. Só.

sábado, 21 de setembro de 2013

"OCUPA ALCKMIN" COMPLETA 50 DIAS DE PROTESTOS CONTRA O MENSALÃO DA SIEMENS PARA O PSDB

GRANDE IMPRENSA BOICOTA NOTICIÁRIO SOBRE O CARTEL DOS TRENS E METRÔ EM SÃO PAULO


Acampados por 50 dias seguidos em frente ao PALÁCIO DOS BANDEIRANTES em São Paulo, um grupo de jovens protesta, pedindo transparência e agilidade na apuração do caso de SUBORNO e CARTEL da qual a empresa SIEMENS é protagonista em conjunto com membros do governo do PSDB de São Paulo. APESAR DA GRAVIDADE DO FATO, o assunto se encontra simplesmente "esquecido" e fora do noticiário dos jornalões e da TV. Revistas e Sites da Veja, Época, Globo.com, Folha e ESTADÃO nem tocam no assunto espinhoso.

Integrantes do “Ocupa Alckmin” contam rotina e prometem continuar diante da sede do governo por “transparência” nas contas da CPTM e do Metrô


Os ativistas chegaram no dia 3 de agosto, depois de um protesto que pedia a saída de Alckmin do cargo, e querem permanecer na calçada da avenida Morumbi até que São Paulo tenha mais “transparência nas contas da CPTM e do Metrô”. Além disso, pedem a eleição de membros da sociedade civil para “averiguar” denúncias de cartel nas licitações do transporte público do Estado. “Viemos para cá por conta do propinoduto (como foi apelidado o esquema de cartel no Metrô). Estamos pedindo a transparência das contas publicas da CPTM e do Metrô. Mas, assim, não queremos CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). A CPI vai acabar em pizza como sempre porque os partidários dele (Alckmin), obviamente, vão passar o pano. A gente quer uma auditoria pública independente, eleita pelo povo, para que haja averiguação e consequentemente julgamento.

LEIA + AQUI

E AQUI - ADESIVO É DISTRIBUÍDO ALERTANDO SOBRE O SUPERFATURAMENTO NOS TRENS E METRÔ DE SÃO PAULO.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PROCURADORA TAMPÃO QUER PRISÃO DE "MENSALEIROS" - HELENITA ACIOLI E SEUS 5 MINUTOS DE FAMA


Interina no cargo de Procuradora Geral da República, Helenita Acioli em poucos dias sairá para que o efetivo/nomeado, Janot assuma. A Doutora Helenita, porém, do alto de seu mandato tampão, tenta aparecer e entrar para a 'HISTÓRIA", seguindo os passos tortuosos e arbitrários e pouco transparentes de seu antecessor, Roberto Gurgel. A Procuradora interina já anunciou que, na primeira oportunidade, vai pedir a prisão dos RÉUS do mensalão condenados ao REGIME FECHADO. Helenita sabe que, antes de todos os recursos terem sido esgotados, e antes do acórdão ser publicado em definitivo com as correções feitas, o STF não decretará prisão alguma, mas, ela insiste no assunto, e assim consegue atrair a atenção da MÍDIA para a sua interinidade.

Uma placa nova em seu automóvel oficial e cinco minutos de fama, é o máximo que a Doutora interina na PGR, Helenita Aacioli conseguirá.

Trecho de matéria da Folha

A Procuradoria-Geral da República está disposta a pedir a prisão dos mensaleiros tão logo termine essa fase do julgamento, na qual estão sendo analisados recursos para corrigir eventuais erros ou omissões na publicação da decisão final (acórdão).

Questionada, a procuradora-geral interina, Helenita Acioli, afirmou que vai renovar os pedidos de prisão no caso dos condenados ao regime fechado pelo esquema de compra de apoio no Congresso para o governo Lula.

"Vamos aguardar até amanhã. Se por acaso tiver tudo terminado, faremos isso [renovar pedido de prisão], com certeza", disse.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

JORNALISTA DA FOLHA ESCREVE ARTIGO DOS MAIS CALHORDAS SOBRE JOSÉ DIRCEU


A Mídia segue firme na sua CAMPANHA por impor a confirmação da condenação em caráter definitivo, e imediata decretação da prisão de José Dirceu. ISSO É O QUE INTERESSA, no julgamento do MENSALÃO. Para os demais RÉUS petistas, DELÚBIO, JOÃO PAULO E GENOÍNO, o fotografar e noticiar a prisão também é de interesse. Quanto aos outros Réus, nada de importante, assim como para essa Mídia partidarizada e corrompida, Justiça no julgamento do Mensalão é coisa secundária. 

O FOCO É DIRCEU, e os "articulistas" dos jornalões e dos sites dos monopólios de comunicação, martelam todo o tempo que, qualquer coisa fora disso, CONDENAÇÃO/PRISÃO/EXECRAÇÃO/ não será por eles aceito, e, quem (entre os ministros do STF) ousar DEFENDER OS EMBARGOS INFRINGENTES, e um novo julgamento para os que obtiveram 4 votos pela absolvição, será ROTULADO como 'apoiador de mensaleiro'. A pressão é tão GRANDE E VERGONHOSA que o Ministro Celso de Melo já parece ter 'mudado' de opinião.
Confira aqui (ARTIGO CANALHA) matéria da Folha, como a MÍDIA EXIGE que Dirceu não tenha seu direito de um novo julgamento por formação de quadrilha.

Olho vivo



SÃO PAULO - É possível que o STF determine, nas próximas horas ou dias, a prisão de José Dirceu e dos seus companheiros de mensalão. Mas o julgamento mais importante da história do Brasil ainda pode acabar como "piada de salão", como profetizou, anos atrás, o ex-tesoureiro petista Delúbio Soares.

Dirceu e colegas de partido planejam fazer um discurso após a definição sobre a ordem de prisão, dizendo-se vítimas de perseguição política --como se estivessem em plena ditadura ou sendo julgados por uma corte de exceção. É o que os advogados chamam jocosamente de "jus esperneandi" ou "direito de espernear".

Articula-se, inclusive, a realização de atos de desagravo à turma pelo país, se é que os mensaleiros conseguirão reunir mais do que algumas dezenas de incautos dispostos a ampará-los publicamente. Lula e Dilma, com certeza, não estarão entre eles.

Aliás, não é preciso lembrar a ninguém que o PT está há dez anos no comando do país e que os dois presidentes citados indicaram a maioria dos ministros que participam do julgamento no Supremo --Joaquim Barbosa, inclusive.

Tampouco é segredo que um deles, José Antonio Dias Toffoli, não apenas foi advogado de campanhas de Lula como assessorou Dirceu na Casa Civil. E nem assim se considerou impedido de julgar o ex-chefe. Perseguição política?

Mas, em se tratando de Dirceu, é melhor ficar atento. O petista tem uma biografia intensa e espetaculosa. 

Foi um dos líderes estudantis presos no famoso congresso de Ibiúna, fez treinamento guerrilheiro em Cuba, viveu clandestinamente no interior do Brasil após fazer uma plástica que alterou seu rosto, participou da fundação do PT e tornou-se o homem mais forte do governo Lula até cair com o escândalo do mensalão.
Não seria por falta de audácia que o ex-ministro deixaria de pedir asilo político a alguma embaixada latino-americana.

Rogério Gentile é Secretário de Redação da Folha. 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

MENSALÃO TUCANO DEVE SER JULGADO - JANOT PARECE NÃO SER GURGEL


O Procurador Geral da República, Janot, que deve tomar posse em breve,defendeu ontem durante sua sabatina no Congresso Nacional, que o MENSALÃO TUCANO seja levado a julgamento logo. Segundo Janot, "PAU QUE BATE EM CHICO (PT), DEVE BATER EM FRANCISCO (PSDB)".

Deprimente foi a intervenção do Senador Aécio Neves (PSDB) tentando passar a mensagem subliminar de que o MENSALÃO dos TUCANOS não foi tão grave quanto o Mensalão do PT e base aliada, e por isso pode esperar para entrar na pauta do STF.

Por Gabriela Guerreiro e Severino Motta 

BRASÍLIA, DF, 29 de agosto (Folhapress) - 

O procurador Rodrigo Janot, indicado para o cargo de procurador-geral da República, disse hoje que vai tratar de forma "isonômica" os processos do mensalão e do mensalão mineiro que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Janot afirmou que não vai priorizar "cor partidária" enquanto estiver no cargo. 
"Na minha terra se diz que pau que dá em Francisco, dá em Chico. O tratamento tem que ser isonômico, absolutamente igual. Não temos que ter prioridade porque o sujeito tem uma cor partidária ou outra. Isso não passa no figurino do Ministério Público", afirmou. 
Em sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Janot respondeu a questionamentos dos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Aécio Neves (PSDB-MG) sobre a atuação partidária da PGR. Costa questionou os motivos pelos quais o ex-procurador Roberto Gurgel não deu prioridade ao chamado mensalão mineiro, enquanto Aécio perguntou se ele vai levar em conta "nome do acusado e seu partido" nas ações penais. 
Janot disse que procuradores, promotores e juízes não têm um "processo da sua vida", por isso devem atuar de forma igualitária em todos os julgamentos. 
"Não faço crítica a ninguém, mas não passa também no meu cardápio que um juiz, membro do Ministério Público, possa ter o processo da sua vida. Eu admito que um advogado tenha um processo da sua vida, porque vai ganhar honorários que vão garantir estabilidade par ao resto da vida. Mas procurador, promotor, juiz, tem que ter tratamento absolutamente profissional." 
O futuro procurador-geral da República também disse que, sob sua gestão, não haverá vazamento de informações e de futuras ações da procuradoria. "Promotor e procurador não vão dizer à imprensa o que vão fazer. Você não anuncia futura atuação sua. Você age sem estrelato e comunica, participa ou presta contas de maneira tranquila através de uma comunicação social profissional."

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

MENSALÃO DA SIEMENS PARA O PSDB - JUSTIÇA NEGA NOVO PEDIDO DO GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN


A argumentação fajuta do governo de São Paulo - 
Segundo o governo paulista, a Corregedoria-Geral de Administração do Estado de São Paulo deve apurar, imediatamente, as prováveis infrações noticiadas - não cola, não convence a Justiça e nem ao cidadão bem informado. 

Justiça nega novo pedido do governo paulista para ter acesso a documentos sobre cartel
22/08/2013
Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A Justiça indeferiu pedido do governo de São Paulo para ter acesso aos documentos em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que supostamente mostram a existência de cartel em licitações para aquisição de trens de linhas de metrô e de trens. O pedido foi o segundo feito pelo Estado, que já teve o acesso negado pela 2ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal. Segundo o governo paulista, a Corregedoria-Geral de Administração do Estado de São Paulo deve apurar, imediatamente, as prováveis infrações noticiadas.

De acordo com o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, o Estado alega que o Cade violou direito à informação constitucionalmente previsto e que não pretende revelar dados que sejam particulares àqueles que estejam inseridos no procedimento de cooperação com as investigações. O Cade ressaltou que não se opôs ao empréstimo das provas, desde que o trâmite e a eficácia do processo sejam preservados.

Para o desembargador Kassio Nunes Marques, o estado de São Paulo não apresentou elementos de fato ou de direito que autorizem a concessão do pedido de acesso às informações. “Revelam os autos que o procedimento investigatório promovido pelo Cade, em razão da dimensão material da medida administrativa adotada e pela complexidade técnica do trabalho desempenhado pelos agentes públicos responsáveis pela análise e separação dos dados, demonstra a necessidade das medidas restritivas aplicadas”, explicou.

Edição: Beto Coura
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