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quinta-feira, 23 de junho de 2016
domingo, 12 de outubro de 2014
ROBERTO AMARAL CRITICA PSB POR APOIAR RETROCESSO E RASGAR SUA HISTÓRIA
Mensagem aos militantes do PSB e ao povo brasileiro
A luta interna no PSB, latente há algum tempo e agora aberta, tem como cerne a definição do país que queremos e, por consequência, do Partido que queremos. A querela em torno da nova Executiva e o método patriarcal de escolha de seu próximo presidente são pretextos para sombrear as questões essenciais. Tampouco estão em jogo nossas críticas, seja ao governo Dilma, seja ao PT, seja à atrasada dicotomia PT-PSDB – denunciada, na campanha, por Eduardo e Marina como do puro e exclusivo interesse das forças que de fato dominam o país e decidem o poder.
Ao aliar-se acriticamente à candidatura Aécio Neves, o bloco que hoje controla o partido, porém, renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores – entre os quais me incluo – e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.
Esse caminhar tortuoso contradiz a oposição que o Partido sustentou ao longo do período de políticas neoliberais e desconhece sua própria contribuição nos últimos anos, quando, sob os governos Lula dirigiu de forma renovadora a política de ciência e tecnologia do Brasil e, na administração Dilma Rousseff, ocupou o Ministério da Integração Nacional.
Ao aliar-se à candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB. A sociedade brasileira, ampla e multifacetada, não cabe nestas duas agremiações. Por isso mesmo e, coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata, Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma Rousseff.
Como honrar o legado do PSB optando pelo polo mais atrasado? Em momento crucial para o futuro do país, o debate interno do PSB restringiu-se à disputa rastaquera dos que buscam sinecuras e recompensas nos desvãos do Estado. Nas ante-salas de nossa sede em Brasília já se escolhem os ministros que o PSB ocuparia num eventual governo tucano. A tragédia do PT e de outros partidos a caminho da descaracterização ideológica não serviu de lição: nenhuma agremiação política pode prescindir da primazia do debate programático sério e aprofundado. Quem não aprende com a História condena-se a errar seguidamente.
Estamos em face de uma das fontes da crise brasileira: a visão pobre, míope, curta, dos processos históricos, visão na qual o acessório toma a vez do principal, o episódico substitui o estrutural, as miragens tomam o lugar da realidade. Diante da floresta, o medíocre contempla uma ou outra árvore. Perde a noção do rumo histórico.
Ao menosprezar seu próprio trajeto, ao ignorar as lições de seus fundadores – entre eles João Mangabeira, Antônio Houaiss, Jamil Haddad e Miguel Arraes –, o PSB renunciou à posição que lhe cabia na construção do socialismo do século XXI, o socialismo democrático, optando pela covarde rendição ao statu quo. Renunciou à luta pelas reformas que podem conduzir a sociedade a um patamar condizente com suas legítimas aspirações.
Qual o papel de um partido socialista no Brasil de hoje? Não será o de promover a conciliação com o capital em detrimento do trabalho; não será o de aceitar a pobreza e a exploração do homem pelo homem como fenômeno natural e irrecorrível; não será o de desaparelhar o Estado em favor do grande capital, nem renunciar à soberania e subordinar-se ao capital financeiro que construiu a crise de 2008 e construirá tantas outras quantas sejam necessárias à expansão do seu domínio, movendo mesmo guerras odientas para atender aos insaciáveis interesses monopolísticos.
O papel de um partido socialista no Brasil de hoje é o de impulsionar a redistribuição da riqueza, alargando as políticas sociais e promovendo a reforma agrária em larga escala; é o de proteger o patrimônio natural e cultural; é o de combater todas as formas de atentado à dignidade humana; é o de extinguir as desigualdades espaciais do desenvolvimento; é o de alargar as chances para uma juventude prenhe de aspirações; é o de garantir a segurança do cidadão, em particular aquele em situação de risco; é o de assegurar, através de tecnologias avançadas, a defesa militar contra a ganância estrangeira; é o de promover a aproximação com nossos vizinhos latino-americanos e africanos; é o de prover as possibilidades de escolher soberanamente suas parcerias internacionais. É o de aprofundar a democracia.
Como presidente do PSB, procurei manter-me equidistante das disputas, embora minha opção fosse publicamente conhecida. Assumi a Presidência do Partido no grave momento que se sucedeu à tragédia que nos levou Eduardo Campos; conduzi o Partido durante a honrada campanha de Marina Silva. Anunciados os números do primeiro turno, ouvi, como magistrado, todas as correntes e dirigi até o final a reunião da Comissão Executiva que escolheu o suicídio político-ideológico.
Recebi com bons modos a visita do candidato escolhido pela nova maioria. Cumprido o papel a que as circunstâncias me constrangeram, sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os brasileiros sonhamos, convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática. Sem declinar das nossas diferenças, que nos colocaram em campanhas distintas no primeiro turno, o apoio a Dilma representa mais avanços e menos retrocessos, ou seja, é, nas atuais circunstâncias, a que mais contribui na direção do resgate de dívidas históricas com seu próprio povo, como também de sua inserção tão autônoma quanto possível no cenário global.
Denunciámos a estreiteza do maniqueísmo PT-PSBD, oferecemos nossa alternativa e fomos derrotados: prevaleceu a dicotomia, e diante dela cumpre optar. E a opção é clara para quem se mantém fiel aos princípios e à trajetória do PSB.
O Brasil não pode retroagir.
Convido todos, dentro e fora do PSB, a atuar comigo em defesa da sociedade brasileira, para integrar esse histórico movimento em defesa de um país desenvolvido, democrático e soberano.
Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2014.
Roberto Amaral
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
ACABOU A VALENTIA DE MARINA SILVA - BRAÇOS ABERTOS PARA RECEBER O PMDB DE RENAN E SARNEY
NINGUÉM GOVERNA SEM O PMDB
Vice-candidato na chapa da presidenciável Marina Silva (PSB), o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) afirmou nesta quarta-feira (17) que "ninguém governa sem o PMDB"
Tanto Marina quanto o seu antecessor na disputa, Eduardo Campos, morto em acidente de avião, condenam a aliança do governo federal com peemedebistas como o presidente do Senado Renan Calheiros (AL) e o senador José Sarney (AP), mas dizem que fariam um eventual governo com "bons quadros de todos os partidos".
O PMDB participou da base dos governos do tucano Fernando Henrique Cardoso e do petista Lula e tem o segundo maior número de deputados na Câmara – perde apenas para o PT.
domingo, 17 de agosto de 2014
MARINA SILVA "A TUTELADA" ! PSB DE SÃO PAULO REJEITA E ENQUADRA EX-VICE DE EDUARDO CAMPOS.
"ELA NÃO PARTICIPA DE NADA NEM SABE O PREÇO DO ALUGUEL DE UM COMITÊ ELEITORAL" - Márcio França / PSB-SP
O PSB de São Paulo não parece muito interessado na questão nacional do Partido, que tem de substituir Eduardo Campos, falecido em trágico acidente de avião ocorrido na última Quarta-Feira. Marina Silva, ao que tudo indica, será a nova cabeça de chapa do partido socialista, mas, as resistências ao seu nome, e principalmente as condições que já estão sendo colocadas na mesa de negociação para que ela assuma a candidatura, estão crescendo na medida em que o tempo passa, e os interesses eleitorais se sobrepõe ao impacto do acidente e perplexidade perante a perda do ex-governador e até então candidato à presidência, Eduardo Campos.
Coube ao membro do PSB de São Paulo, que é o candidato a vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB), colocar de forma bastante DURA e até agressiva, como Marina Silva DEVE se COMPORTAR de agora em diante.
‘Marina faz política de um jeito que não é o nosso’,
'Agora é o PSB que terá crédito por aceitá-la como candidata'
'É o mundo real que tem de ser colocado para que ela faça sua escolha. Seria injusto colocá-la como candidata sem que saiba. Marina não era responsável por nada na campanha. Ela não sabe nem quanto custa o aluguel do comitê'
'Ela tem de nos acolher e temos de acolhê-la. Antes ela criou crédito, pois era a mais famosa. Neste instante, criou o débito. Nós é que iremos acolhê-la para ser candidata a presidente. Agora ela se torna nossa candidata para dirigir o país'
'Todos concordam que ela tem de ser a pessoa, em função da expressão de votos e do gesto generoso dela, que aceitou sair como vice. Mas para ser a candidata da coligação ela tem de ter o discurso da coligação, não da Rede. Como candidata, Marina fazia o que bem entendia'.
ENTÃO...
As diferenças entre MARINA SILVA/REDE e o PSB, que eram contornadas e minimizadas por Eduardo Campos, interessado nos possíveis votos que a ex-senadora e uma das lideranças no campo do Meio-Ambiente, poderia lhe transferir, ficam agora mais expostas. Com pouca ou nenhuma sutileza, os líderes do PSB estão dizendo para Marina que, a eles, não interessa ganhar a eleição e não assumir de fato o poder.
O FUTURO de Marina Silva eleita, estaria assim selado. Ela será taxada de "traidora dos compromissos assumidos", ou então será rotulada como "TUTELADA".
A POLÍTICA continua desafiando a capacidade dos homens preverem o futuro.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
MORTE DE EDUARDO CAMPOS RACHA PSB - E NÃO IMPORTA SE MARINA SERÁ OU NÃO CANDIDATA
A morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência da República pelo PSB - Eduardo Campos - vai de forma inexorável aumentar o tamanho do "racha" no partido socialista.
Qualquer que seja a decisão de Marina Silva, quanto a assumir a condição de candidata no lugar que era de Campos, não terá como evitar a divisão dos integrantes do PSB.
Eduardo Campos conseguiu costurar uma aliança interna, equilibrando em torno do seu nome e dos objetivos eleitorais de um primeiro turno, os diversos interesses estaduais dos seus correligionários. Com a sua morte e consequente saída de forma prematura e repentina do cenário eleitoral brasileiro, já está ocorrendo um "cada por si", no sentido de que rumo tomar.
O tempo é curto para a decisão de ter MARINA como candidata. Muitos integrantes do PSB não tem com ela o compromisso que tinham com Eduardo Campos. Há quem já esteja de forma oportunista, anunciando deixar o apoio ao PSB (Pedro Taques - PDT já caiu fora). Ele estava com Campos, mas não estará com Marina, caso ela aceite todas as imposições que o PSB lhe fará para ceder o posto de candidata.
Uma parte considerável dos integrantes do PSB sempre desejou apoiar a reeleição de Dilma. A figura de Eduardo Campos se impôs e venceu essa tendência, Agora, sem ele, ainda que de forma não oficial, este segmento vai abraçar a candidatura do PT.
Em São Paulo, não há como conciliar Marina no acerto com Geraldo Alckmin. Os comitês eleitorais chamados de 'EDUALDO', perderam o sentido. Quem perde muito com uma eventual candidatura de Marina Silva, é Aécio Neves. O tucanato sabe que são maiores as chances de um segundo turno com MARINA candidata, mas, sabem também, que são enormes as chances deles estarem fora dessa disputa.
Triste constatação. A 'ficha' da morte de Eduardo Campos ainda não caiu, mas, está claro que sem ele, o PSB dificilmente evitará se fragmentar e enfraquecer e, que a sede de poder é muito maior do que o LUTO pelo passamento do ex-governador.
domingo, 8 de junho de 2014
MARINA SILVA MANDA RECADO PELO FACEBOOK PARA SEU ALIADO EDUARDO CAMPOS - 'APOIO AO PSDB E UM EQUÍVOCO'
A INSUSTENTABILIDADE DE UMA ALIANÇA
Difícil de acreditar nessa aliança entre Marina /Rede e Eduardo Campos/PSB. Eduardo pensa em conseguir chegar ao segundo turno da eleição, e para isso se mostra, faz tempo, disposto a fechar aliança com qualquer segmento / força política que se apresente. Marina tenta de todas as formas manter uma "AURA" de pureza, garantindo que não quer "ganhar perdendo". Chegamos ao ponto em que a comunicação entre os dois se dá pelo FACEBOOK. Campos já deve estar arrependido de ter se juntado a Marina, visto que ela não lhe transferiu os votos que ele esperava, e com a discordância rotineira na forma de conduzir a campanha, cada vez mais quem votaria em Marina, não vai votar em Eduardo Campos. Marina, por sua vez, já chegou a conclusão de que, se tivesse optado por um partido menor, onde a cabeça de chapa lhe fosse assegurada, ela estaria no segundo turno disputando com Dilma.
Pelo Facebook, Marina Silva declara que Rede não seguirá aliança do PSB com PSDB
PSB anuncia apoio a chapa de Alckmin e Marina considera aliança um 'equívoco'
Jornal do Brasil
A pré-candidata a vice-presidente da República pelo PSB, Marina Silva, usou as redes sociais para afirmar neste sábado (7/6) que considera um "equívoco" o diretório do partido em São Paulo dar apoio ao projeto político do PSDB para as eleições. Marina estava se referindo à votação dos membros do diretório do PSB em São Paulo que aprovaram nesta sexta-feira (6) o indicativo de coligação do partido com o PSDB, que deve tentar a reeleição de Geraldo Alckmin para o governo do estado, além da candidatura do presidente estadual do PSB, deputado federal Márcio França, como vice de Alckmin.
No seu perfil do Facebook, Marina se posicionou contra a decisão do partido. “Juntamente com todos os integrantes da Rede Sustentabilidade, discordo da indicação aprovada ontem na reunião do diretório estadual do PSB de São Paulo de apoiar o projeto político do PSDB. Para nós, isso é um equívoco”, diz o texto. Marina ainda destaca que o PSB, partido no qual ela se aliou por não ter conseguido fundar a Rede Sustentabilidade e tem Eduardo Campos como candidato à Presidência, tem que optar por uma independência no estado, com candidatura própria. "Desde já, deixamos clara nossa posição de que, caso essa indicação não seja revertida, seguiremos caminho próprio e independente em São Paulo", afirmou através da nota.
Marina Silva se posiciona contra decisão do PSB através das redes sociais
Veja a nota completa divulgada no Facebook:

Veja a nota completa divulgada no Facebook:
"Juntamente com todos os integrantes da Rede Sustentabilidade, discordo da indicação aprovada ontem na reunião do diretório estadual do PSB de São Paulo de apoiar o projeto político do PSDB. Para nós, isso é um equívoco. Consideramos necessário manter independência e lançar uma candidatura própria, que dê suporte ao projeto de mudança para o Brasil liderado por Eduardo Campos, e que dê ao povo de São Paulo a chance de fazer essa mudança também no âmbito estadual.
A Rede Sustentabilidade não seguirá essa indicação. Em todo o país, estamos debatendo o assunto e apoiando nossos companheiros de São Paulo na busca de uma alternativa que supere a velha polarização PT-PSDB, e que proporcione apoio efetivo à candidatura de Eduardo Campos, que demonstre uma nova forma de fazer política e, principalmente, que represente os ideais de democracia e sustentabilidade expressos no programa de nossa Aliança.
Esperamos que os companheiros do PSB, em sua convenção estadual, não levem adiante essa proposta. Nesse sentido, manteremos o diálogo aberto e respeitoso. Mas, desde já, deixamos clara nossa posição de que, caso essa indicação não seja revertida, seguiremos caminho próprio e independente em São Paulo. A nova força política que emerge no Brasil, interpretando o desejo de mudança tantas vezes manifestado por milhões de pessoas, encontrará também em São Paulo sua legítima expressão".
segunda-feira, 21 de abril de 2014
JUDAS VAI À MISSA, SE DIZ CONTRA O ABORTO E ACIONA ROBÔS PARA SER DESTAQUE NO TWITTER
EDUARDO CAMPOS FAZ POLÍTICA VELHA ATRAVÉS DE TECNOLOGIA DE PONTA
O ex-governador Eduardo Campos (PSB-PE) candidato à presidência da República nas próximas eleições, esteve ontem em APARECIDA/SP para assistir Missa. Campos disse que em todos esses anos, sua mulher sempre teve vontade de ir até a Cidade de Aparecida, mas, só agora candidato, ele resolveu atender a esse pedido da esposa. Marido ruim esse Eduardo.
EM APARECIDA
Sentado na primeira fila em posição de destaque, visto que a igreja sempre coloca autoridades na primeira fila, transformando assim cerimônia religiosa em ato social ou político, quando o correto seria que todos tivessem acesso livre aos assentos por ordem de chegada e auto-escolha, Campos obteve a graça desejada, ou seja, virou notícia.
O ABORTO
Ao lado da autoridade católica local, apressou-se em se declarar CONTRA O ABORTO, o que soa como música aos ouvidos do conservadorismo e da hipocrisia, dos que pretensamente com isso, acreditam defender a vida. (*)
OS ROBÔS
Enquanto fazia política velha em APARECIDA, os ROBÔS de Campos devem ter disparado e reproduzido milhares de posts nas REDES SOCIAIS. Sem militância espontânea, sem adesão significativa ao seu perfil, e fortemente dependente da turma da MARINA, só resta ao PSB no mundo virtual, a exemplo do que faz no mundo REAL, atacar de forma nada limpa e pouco transparente.
No dia em que confirmou Marina Silva como sua vice, ofuscado pela presença da presidente Dilma Rousseff em Pernambuco, os ROBÔS do PSB dispararam em pouco mais de 10 minutos quase 10 mil mensagem no TWITTER.
Especialistas em tecnologia detectaram a ação e denunciaram a fraude. Confrontado, o PSB disse que foi vítima de um ataque VIRTUAL de Hackers. Se verdadeiro o que diz o PSB, esse foi o primeiro ataque no MUNDO, em que HACKERS entraram nos computadores de uma INSTITUIÇÃO/PARTIDO, para reproduzir/divulgar uma mensagem que só interessava aos próprios atacados. Por certo que a desculpa não colou.
O JUDAS
Não conheço na história recente da política, alguém que tenha um comportamento mais vergonhoso do que o do candidato Eduardo Campos. Ele tem todo o direito de postular à presidência, é legítimo apresentar propostas de como seria um governo sob seu comando, mas, daí a enterrar uma faca nas costa de LULA e outra no peito de DILMA, cuspindo no prato que comeu por 7 anos, vai uma diferença enorme. Eduardo Campos é no campo REAL da política, um velho, de práticas e opções antigas e conservadoras, no VIRTUAL tenta ser moderno, até agora não conseguiu nem ser esperto.
(*) Também eu sou contra o ABORTO, o que é diferente de ser contra à mulher que pratica o ABORTO. Sobre o tema aborto e as convicções humanas e religiosas, falamos em outra oportunidade, sem misturar isso, que é relevante demais para ser reduzido a apelação por voto. Por ora fica aqui registrado, que em meus 30 anos de vida na área de saúde pública e privada, nunca vi uma mulher ser presa por ter praticado aborto, ou seja, criminalizar o tema nunca adiantou nada. Já vi, entretanto, mulheres que foram assistidas e apoiadas, desistirem de praticar o aborto, e hoje, estão aí, com seus filhos lindos e maravilhosos.
RedaçãoBONDeblog
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terça-feira, 18 de março de 2014
MARINA SILVA RASGA SUA BIOGRAFIA - "MÁS COMPANHIAS CORROMPEM BONS COSTUMES"
LAMENTÁVEL - ALIADA AO "NOVO" EDUARDO CAMPOS E AO "NOVÍSSIMO" ROBERTO FREIRE
Eduardo Campos se mostrou um político pequeno, um companheiro traiçoeiro, um ser ingrato, e vem se revelando um político capaz de coisas de fazer inveja aos velhos CORONÉIS do NORDESTE.
O Governador de Pernambuco tem todo o direito de querer ser presidente da República, de se candidatar, de apresentar sua idéias e críticas, mas, ao cuspir no prato que comeu por sete anos, e ao enfiar a faca nas costas de quem (LULA e DILMA) trabalhou decisivamente ao seu lado para dar o melhor ao povo pernambucano, Campos mostrou a pequenez de sua ALMA e a imensidão da sua ganância.
Campos, que critica o governo Dilma por distribuir ministérios como quem distribui bananas e laranjas, faz o mesmo para governar PERNAMBUCO, e pior, distribui secretarias e faz acordos, capaz de até ressuscitar políticos como INOCÊNCIO OLIVEIRA.
Esse mesmo Eduardo Campos que usou por meses seguidos o DIÁRIO OFICIAL para se promover, que gastou RIOS DE DINHEIRO com CAMAROTES em CARNAVAL, que vai torrar R$ 100 milhões em PROPAGANDA ao apagar das LUZES de seu governo, vai agora distribuir aos trambulhões, R$ 240 MILHÕES para as Prefeituras do Estado, sem convênios e com uma apresentação de contas para lá de precária.
Do dinheiro do chamado FEM (criado no ano passado) e distribuído em 2013, ainda falta muito para ser "FECHADO" e mais dinheiro vai ser despejado.
Pois bem, é com esse EDUARDO CAMPOS de um LADO e com o PPS de Roberto Freire do outro, que a SONHÁTICA e puritana política Marina Silva caminha.
Com sua linguagem "embolática" e de difícil compreensão, Marina acusa o governo Dilma de "disfuncionalidade do sistema", como se ela mesmo (Marina) não estivesse agora mergulhada até o pescoço nessa "disfuncionalidade", ou a formação dos "palanques" e candidaturas juntando os interesses de Marina, Freire e Campos, não é o próprio "samba do crioulo doido" ?
É sabido que Eduardo Campos TEM PLENA CERTEZA de que sem Marina ele não passa, eventualmente, para o segundo turno nas próximas eleições, é sabido que, passando para o segundo turno, a direita vai lhe cobrar caro pelo APOIO. Campos já deu mostras pelas alianças que já fez e tentou fazer, que está disposto a pagar o preço que lhe for pedido.
Se Marina Silva aceitar ser VICE-PRESIDENTE em sua chapa, o que parece provável, ela terá que optar em aceitar a DISFUNCIONALIDADE que critica ou ser uma PÁRIA.
Evangélica praticante que é, Marina, que deve conhecer bem a BÍBLIA, estará, de um jeito ou de outro, rasgando sua biografia ao desprezar o milenar aviso/ensinamento contido na Epístola do Apóstolo Paulo de Tarso enviada aos Coríntios: "MÁS COMPANHIAS CORROMPEM BONS COSTUMES".
sexta-feira, 14 de março de 2014
EDUARDO CAMPOS O PERDULÁRIO - GASTOS DE R$ 100 MILHÕES COM PROPAGANDA EM FIM DE 'FEIRA' - MARQUETEIRO DE CAMPANHA LEVA R$ 50 MILHÕES
ESSA É A "NOVA" FORMA DE EDUARDO CAMPOS FAZER POLÍTICA ?
ONDE ESTÁ MARINA SILVA DIANTE DE UM ESCÂNDALO DESSE PORTE ?
A matéria é da Folha de São Paulo, e apresenta o que certamente é um dos maiores escândalos da política brasileira próximo ao período eleitoral.
O Governador Eduardo Campos, prestes a deixar o governo de Pernambuco para concorrer à presidência da República, vai gastar aproximadamente R$ 100 MILHÕES com PROPAGANDA.
Convenhamos, R$ 100 milhões EM PROPAGANDA, para um estado cheio de necessidades em todas as áreas, é um despropósito.
Uma licitação envolvendo valores tão altos ao apagar das luzes de uma administração, é no mínimo algo moralmente condenável.
Mas, pior, muito pior, é o que se segue. Quem vai receber essa VERBA do governo de PERNAMBUCO é a AGÊNCIA DE PROPAGANDA do MARQUETEIRO da campanha do candidato EDUARDO CAMPOS. Ou seja, a agência e o marqueteiro vão receber ao mesmo tempo, dinheiro PÚBLICO e PRIVADO (DO PSB) para promover a administração de EDUARDO CAMPOS e a campanha de EDUARDO CAMPOS. Como separar uma coisa de outra ?
Caso isso se confirme, estaremos diante de um absurdo sem tamanho. QUEM IMAGINA o MARQUETEIRO DE DILMA recebendo uma BOLADA de R$ 50 MILHÕES para fazer propaganda do governo federal, e ao mesmo tempo fazer a campanha da presidente para a releição ?
LEIA AQUI
O valor deve ser aplicado em um ano e será o maior já gasto para divulgar os feitos de sua gestão desde que ele tomou posse, em 2007. Até 2012, o governador de Pernambuco gastava R$ 55 milhões anuais com propaganda. No ano passado, reajustou o valor em 25%. Agora, o aumento será de 42,9%.
Metade dessa verba é dedicada à publicidade institucional do governo. Nos últimos cinco anos, a tarefa foi destinada à agência Link Bagg, do publicitário Edson Barbosa, marqueteiro de Campos.
Ao mesmo tempo em que atendia o Estado, sendo remunerado com recursos públicos, ele coordenou as campanhas eleitorais do governador e do prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB). Além disso, produziu os programas do PSB na TV, incluindo as peças que apresentaram Campos ao eleitorado nacional como pré-candidato ao Planalto.
A nova concorrência chegou à sua fase final na última sexta-feira, com o julgamento das propostas técnicas. A Link Bagg saiu na frente para continuar com a principal conta do Estado. Ficou em primeiro lugar para comandar a publicidade institucional, um contrato de R$ 50 milhões até o fim do ano.
Em 2013, a empresa recebeu R$ 42,5 milhões para realizar o serviço. A empresa e o governo afirmam não ver conflito de interesses ou impedimento legal na contratação. O ranking das empresas que participam da licitação foi publicado no sábado pelo "Diário Oficial" de Pernambuco. O Estado disse que ainda aguarda a entrega das propostas de preço para anunciar o resultado oficial.
O segundo lote da concorrência prevê R$ 25 milhões em publicidade de utilidade pública. Neste segmento, a disputa é liderada pela agência Blackninja, do cientista político Antonio Lavareda.
A exemplo da Link Bagg, a empresa aparece como favorita para manter uma conta que já comanda no governo. No ano passado, recebeu R$ 13,75 milhões, segundo informações da Casa Civil. Até 2012, ganhava R$ 11 milhões.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
MARINA SILVA ATUA COMO AGENTE INFILTRADA DO PT - CASAMENTO REDE + PSB NÃO VAI NADA BEM
É O QUE DIZ RICARDO NOBLAT
Para Noblat, Marina "atrapalha tanto" que pode ajudar o PT a ganhar a eleição em São Paulo, elegendo Padilha, governador. Noblat, quem diria, admite até que: são grandes as chances do PT eleger os governadores do Rio (Lindbergh) e de Minas (Fernando Pimentel).
Segundo Ricardo Noblat, Eduardo Campos é: REFÉM de Marina Silva, ainda que o colunista faça a ressalva do: "POR HORA". Resta saber se, sendo assim agora, esse ambiente de DOMINAÇÃO em que Marina empareda Eduardo e seu PSB, não vai agravar, quando ela for apresentada como vice na chapa. Uma ruptura depois disso definido, jogaria na vala a candidatura de Campos. Quem garante que, depois do PAPEL PASSADO, Marina não vai com mais força querer ser a DONA DA CASA ?
Noblat faz ainda uma afirmação curiosa - Segundo o colunista de O Globo "No geral, Marina se comporta como se fosse uma agente do PT infiltrada no PSB, dificultando o mais que pode qualquer aproximação entre o partido e o PSDB. Foi o que fez no caso de São Paulo" _ e ali ganhou a parada.
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Ainda é preciso esperar um pouquinho para se ter a definição se a união de Marina e Campos foi positiva para o governador de Pernambuco. Pelo andar da carruagem, parece que não foi.
Já, para Marina, é sabido que foi. Ela se mantém em evidência no noticiário político e, a cada acordo que consegue MELAR entre Campos e as forças conservadoras, sustenta a sua imagem de "diferente".
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
OS GURUS DE MARINA SILVA NA VISÃO DO VICE-PRESIDENTE DO PSB - ROBERTO AMARAL BALANÇA A REDE
Publicamos aqui apenas trecho do artigo do Vice-Presidente do PSB - Roberto Amaral - disponibilizando o link da Revista Carta Capital para os que queiram ler a sua íntegra.
Roberto Amaral coloca o dedo na ferida da visão econômica neoliberal, ataca violentamente a era FHC, e cita nominalmente dois dos GURUS de Marina Silva, para questões nesse campo (ECONOMIA). É bom que se diga, que Lara Rezende e Gianette, são defensores de políticas restritivas/recessivas, tais como fim do ganho real para o salário mínimo, alteração nas regras previdenciárias, JUROS NAS ALTURAS para conter o consumo, desestímulo ao pleno emprego e concessão de liberdade total aos "mercados". Fica difícil de entender como Marina Silva se "consulta" com esses senhores para formar suas convicções "programáticas" e se auto-intitula como o "novo" na política brasileira. Curiosamente, e de forma nem um pouco democrática, o artigo de Roberto Amaral foi CENSURADO no site do PSB.
De tática e de estratégia
A eleição presidencial, do ponto de vista político-ideológico, será travada em condições mais difíceis para o campo progressista
O governo Dilma, não obstante a persistente crise financeira internacional, não só dá continuidade ao binômio desenvolvimento-distribuição de renda, como ousa enfrentar o capital financeiro, ao promover a baixa dos escandalosos juros praticados desde sempre em nossa economia. Esbarra, entretanto, no alto preço que o presidencialismo brasileiro, dito de ‘coalizão’, cobra para a governabilidade que fugiu das mãos de João Goulart. Rende-se, no Congresso, à base conservadora, constituída por oportunistas de todos os matizes, sob a liderança paralisante do PMDB. O fato objetivo é que nenhum governo democrático brasileiro conseguiu realizar a reforma do Estado. Os pontos principais das ‘reformas de base’ levantadas por Jango estão dramaticamente atuais.
A disputa, portanto, dar-se-á, no plano programático-ideológico, a partir dessa realidade fática. De um lado estará o nosso adversário estratégico, o campo conservador, que trabalha sob o marco da tragédia que foi o governo neoliberal de FHC, definido como exemplar por Mailson, Malan, Armínio Fraga, Lara Rezende, Gianetti e outros, incensados no cotidiano pela mídia vassala. Do outro lado, o campo progressista, ao qual cabe consolidar e aprofundar essas conquistas da democracia brasileira, ela própria uma conquista, como a distribuição de renda, espargindo seus benefícios por um número ainda maior de brasileiros e, ademais, melhorando a qualidade desses benefícios.
Prever o futuro, adiantar os fados, isso é obra de cartomantes, pitonisas e astrólogos. Não possuo esses dons. Posso, porém, ad argumentandum, projetando para 2014 os dados de hoje, afirmar que as eleições presidenciais, do estrito ponto de vista político-ideológico, ressalte-se, travar-se-ão em condições mais difíceis para o campo progressista (considerando-se a ambiência em que se desenvolveram as eleições de 2002 até aqui), posto que, a despeito das inegáveis conquistas dos últimos 10 anos, as esquerdas se acomodaram ao presidencialismo de coalizão e perderam espaço na formulação de propostas governamentais,, o que só é amenizado pela evidência de que a direita se apresenta, partidariamente, envolta em contradições internas insuperáveis no eixo São Paulo - Minas. Não tenhamos, entretanto, ilusões. Para o imperialismo americano o Brasil é muito importante, não só do ponto de vista econômico como, principalmente, geopolítico. Na hora apropriada, a direita marchará unida, com o apoio da mídia goebbeliana, a trombetear a revisão histórica das conquistas até aqui havidas e o retorno ao delírio neoliberal.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
RONALDO CAIADO PASSA A MOTO-SERRA EM EDUARDO CAMPOS
NÁUFRAGO
O Deputado Ronaldo Caiado passou a MOTO-SERRA na conduta política do governador Eduardo Campos. Segundo Caiado, Campos lhe decepcionou, ao mentir, dizendo que entre eles não havia nenhum acordo. Caiado foi até bastante comedido nas imputações que fez, mas, ficou evidente que, Eduardo Campos, caiu em desgraça junto aos ruralistas.
O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) afirmou nesta sexta-feira (11) ter sido "jogado em alto mar", em referência à aliança entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a ex-senadora Marina Silva.
Marina se filiou ao PSB no último sábado (5), após a Justiça Eleitoral rejeitar a criação da Rede Sustentabilidade, e deverá compor chapa com Campos na disputa pela Presidência.
Na terça-feira (8), Marina acusou Caiado de ser "inimigo histórico dos trabalhadores rurais" e sinalizou que não há espaço para uma aliança entre o PSB e o deputado ruralista, que havia se aproximado de Campos no início do ano.
"Um pedido meu era que pelo menos tivessem me avisado que eu havia sido vendido e jogado em alto-mar", disse Caiado em entrevista à rádio JC News, do Recife. "Dizer que não tem nenhum acordo comigo foi um gesto que me deixou extremamente decepcionado."
O deputado afirmou que havia fechado acordo para apoiar a candidatura de Campos ao Planalto e disse que ficou surpreso ao ler as declarações de Marina na imprensa.
"Lutei por ele, busquei apoios espontaneamente. [...] Eu depositei muita esperança nesse jovem, mas realmente foi uma decepção ímpar pela maneira fraca com que não soube se impor diante das pessoas que aderiram a ele em tão pouco tempo", disse Caiado, líder ruralista histórico.
Caiado também fez críticas ao fato de Campos ter aderido ao discurso de Marina. "O que me causou estranheza foi o governador ter assumido a identidade da ex-senadora Marina Silva em ter um tratamento tão raivoso contra a classe rural brasileira", afirmou.
"Em vez de a Marina aderir ao governador Eduardo Campos, que construiu isso, de repente ele é que aderiu à Marina e incorporou o espírito dela? Essa é a interrogação que fica", disse o deputado. E alfinetou: "Eu pensei que o candidato a presidente fosse o Eduardo Campos e não a Marina Silva".
Em entrevista à Folha, Marina disse que tanto ela como Campos eram "possibilidades" para 2014, levantando dúvidas sobre o nome que deverá encabeçar a chapa. Ontem, Campos voltou a dizer que a composição da chapa será definida apenas no próximo ano
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
LULA E FHC ENTRAM NA DISPUTA CONTRA MARINA SILVA QUE PODE TER ENTERRADO A CANDIDATURA DE EDUARDO CAMPOS - TEMPORADA DE ESPECULAÇÕES
ACREDITE SE QUISER E ENTENDA SE FOR POSSÍVEL
Está aberta a temporada de especulações quanto ao quadro decisório de quem serão os candidatos nas próximas eleições presidenciais. A filiação de Marina Silva ao PSB de Eduardo Campos, EMBOLOU A DISPUTA e já abriu até uma campanha na INTERNET/Redes Sociais, onde pelo Twitter e Facebook, os militantes do REDE pedem que Eduardo Campos seja vice de Marina Silva.
Campos pode ter um problema pela frente: As pesquisas de opinião são favoráveis à candidata Marina e não a ele. Ou seja, Campos pode ter dado um tiro no próprio pé, ou, na própria cabeça. Talvez Campos não tenha se dado conta de que, eleitoralmente seria engolido pela popularidade de Marina. No Brasil, a tese de que VICE não manda nada é muito forte. Achar que tendo Marina como vice isso vai lhe atrair muitos votos é uma aposta temerária, a pressão para que ele ceda o lugar para Marina vai ser muito forte. Dentro do PSB já surge quem afirme que MARINA deu um GOLPE DE MESTRE, e o PSB/Eduardo Campos, caíram na REDE.
Já a movimentação de Lula e FHC parece pouco provável. Dilma está bem na FOTO, Lula trabalha de forma coordenada com ela. FHC sabe de seu imenso telhado de vidro, sabe que teria poucas possibilidades. Uma coisa é o FHC das páginas de jornal, outra é o ex-presidente que chamou aposentados de vagabundo, arrochou salários, gerou desemprego e rasgou a Constituição. De tudo isso, o mais provável é que José Serra venha candidato pelo PSDB. Aécio Neves sairia do cenário por agora, evitando se queimar numa derrota fragorosa, e se resguardando para 2018.
Ele é jovem, pode esperar, Serra não tem mais tempo.
Marina pode ser surpreendida com Lula e Fernando Henrique
Decisão da ex-senadora acendeu sinal de alertaJornal do Brasil
Após a surpresa de todo o país com a união de Marina Silva e Eduardo Campos, começam agora as contas das perdas e ganhos dos novos coligados e seus adversários com a formação dessa chapa para 2014. Enquanto PSB e Rede ainda comemoram, a apreensão tomou conta da cúpula do PT e do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves. A decisão de Marina pode ainda ter desencadeado outros processos que estava hibernado à espera dos acontecimentos, como a candidatura de Lula e Fernando Henrique Cardoso.
No tabuleiro do xadrez político, a situação de Aécio Neves é sem sombra de dúvida a mais delicada. Em terceiro nas pesquisas e sem conseguir superar a casa dos 12% das intenções de voto, o candidato tucano está assistindo à união de seus possíveis aliados num segundo turno e com grande possibilidade de um encolhimento já nas próximas pesquisas. Como alternativa de sobrevivência, Aécio poderia ceder o lugar para outro tucano, talvez o da mais alta plumagem do partido: Fernando Henrique Cardoso que teria o próprio Aécio como vice.
Indagado sobre essa possibilidade, Fernando Henrique desconversa, mas não assume uma posição frontalmente contrária a essa hipótese. Ao se tornar imortal, assumindo a cadeira 36 da Academia Brasileira de Letras (ABL), disse que já havia dado sua contribuição para o país quando esteve na presidência, argumento um tanto vago para quem não quer concorrer. No PSDB a possibilidade de Fernando Henrique e Aécio concorrerem em 2014 vem sendo vista como a chapa dos sonhos do partido.
Já na outra ponta, a decisão de Marina também assanhou os que defendem a volta de Lula para concorrer no próximo ano no lugar de Dilma. Essa ala do PT acha que a possibilidade da presidente ter que encarar um segundo turno, com Marina e Campos, seria um risco muito grande. Lula, ainda com altos índices de popularidade em todo o país, poderia matar a fatura logo no primeiro turno. A percepção do eleitorado com relação a Dilma é de que a presidente é honesta e trabalhadora, mas não consegue fazer com que a economia do país reaja. Caso os indicadores continuem patinando até o início do, as chances do retorno de Lula aumentarão consideravelmente.
sábado, 5 de outubro de 2013
MARINA SILVA SE FILIA AO PSB - QUEM SERÁ O CANDIDATO DO PARTIDO ? AO VIVO AQUI !
Ao final do discurso de Eduardo Campos, veio a resposta - "BRASIL PRA FRENTE, EDUARDO PRESIDENTE" - Talvez, Marina Silva seja vice na chapa montada entre PSB e REDE. Eduardo Campos continua candidato, mas, se ele não decolar... A ex-senadora Marina Silva demonstrou toda a sua mágoa pela negativa do registro do Partido REDE. Considerou um casuísmo cartorial a decisão do TSE, e atacou (com meias palavras) o governo Dilma e sua base, a quem atribuiu a ação de tentar uma LEI que lhe inviabilizasse a candidatura.
Assista ao vivo: Marina anuncia filiação ao PSB em coletiva
Portal EBC - Leyberson Pedrosa - 05.10.2013
No site oficial do Partido Socialista Brasileiro (PSB), comandado pelo governador de Pernambuco Eduardo Campos, há uma nota que anuncia a formação de "coligação política e eleitoral do PSB e da Rede Sustentabilidade para as eleições de 2014". A confirmação da parceria está prevista para ser feita em coletiva neste sábado, às 15h30, em Brasília.
Durante a entrevista, é previsto que a ex-senadora Marina Silva informe também que participará das eleições de 2014 pelo PSB.
A formalização da candidatura de Marina Silva pelo PSB, se confirmada durante a coletiva, ocorre dois dias depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o registro ao partido Rede Sustentabilidade, fundado por Marina Silva. Na alegação do tribunal, o partido não atingiu o número suficiente de assinaturas exigidas para o registro dentro do prazo legal. Já os advogados da Rede alegam que alguns cartórios eleitorais demoraram a reconhecer parte das assinaturas.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
O PSB RACHADO COM A CANDIDATURA DE EDUARDO CAMPOS
CID GOMES VAI PARA O NOVO PARTIDO "PROS" E NO RIO DE JANEIRO É DECRETADA A INTERVENÇÃO NO DIRETÓRIO ESTADUAL DO PSB COM O AFASTAMENTO DE ALEXANDRE CARDOSO
Cid Gomes sela saída do PSB; Eduardo Campos aponta para 'desenlace' amigável
O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), deverá oficializar na noite desta quinta-feira (26) sua saída do partido, levando consigo 38 prefeitos, dez deputados estaduais e quatro deputados federais.
Ele é contra a candidatura própria do partido à Presidência da República, desejo do governador de Pernambuco e presidente nacional da legenda, Eduardo Campos. Gomes é a favor da reeleição da presidente Dilma Rousseff. O Pros, partido recém-aprovado pela Justiça Eleitoral, deverá ser o destino do governador e de seu irmão, o ex-ministro Ciro Gomes.
A decisão ocorrerá numa reunião do diretório estadual do PSB, marcada para as 19h de amanhã, em Fortaleza.
No entanto, preocupado com os efeitos desse movimento político em relação aos mandatos dos parlamentares que deverão se retirar do partido junto com ele, Cid enviou dois emissários para uma espécie de missão diplomática junto a Eduardo Campos: o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PSB), e o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, José Albuquerque (PSB).
O objetivo da conversa com Campos, segundo eles, era garantir uma "saída amigável". Traduzindo, Cid quer garantir que o PSB não pedirá o mandato dos parlamentares "infiéis". A resposta de Eduardo Campos foi positiva.
"Nós vamos fazer um desenlace, se assim entenderem os companheiros do Ceará, com muita boa vontade, tranquilidade. Não há nenhum ânimo de ir à Justiça por qualquer questão da parte da direção nacional do partido", afirmou. "Desde segunda-feira [quando conversou com Cid Gomes], afirmei a disposição de fazer o diálogo mais fraterno possível, fazer tudo que vamos fazer, vamos fazer num ambiente de diálogo, de conversa, de respeito mútuo, sem estresse."
Nesse sentido, segundo Eduardo Campos, uma delegação foi designada pela direção nacional do PSB para conduzir essas conversas até o fim da semana.
Questionado sobre como encarava a perda de um governo como o Ceará, além das figuras políticas dos irmãos Cid e Ciro Gomes, o potencial candidato à Presidência da República desconversou.
"Agora é a hora de olhar as entradas no partido. Olhar pra frente, olhar o que o partido ganha de sintonia com a sociedade", disse.
RIO DE JANEIRO
Em reunião na tarde desta quarta-feira (25), a direção nacional do PSB decidiu decretar intervenção no diretório estadual do partido no Rio de Janeiro. A cúpula do partido também decidiu pela suspensão do mandato partidário de Alexandre Cardoso, prefeito de Duque de Caxias (RJ) e presidente do diretório fluminense.
De acordo com o deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ), autor da representação contra Cardoso no diretório nacional, o prefeito de Duque de Caxias é um "laranja do PMDB" dentro do PSB.
Segundo a representação, Alexandre Cardoso estaria trabalhando para atrair filiados ao PMDB do governador Sérgio Cabral.
"Está havendo um trabalho de militantes de nosso partido em favor de outro partido, o que é completamente um absurdo do ponto de vista estatutário", disse Eduardo Campos.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS E SEU OPORTUNISMO ELEITOREIRO E COVARDE - O CASO MOLINA
Preste muita atenção na conduta do governador Eduardo Campos. Esse homem se mostra capaz de tudo, das iniciativas mais baixas, como utilizar o Diário Oficial de Pernambuco para fazer auto-promoção, passando por abandonar seu estado e sair gastando rios de dinheiro numa aventura pelo país procurando votos, até trair os seus até então companheiros, como Dilma e Lula.
A ação canalha do momento, que o Governador de Pernambuco coloca em prática, é a de utilizar o episódio do senador boliviano Roger Pinto Molina, que fugiu de seu país com a ajuda de um membro da embaixada brasileira. Campos, correu para aparecer na imprensa, dando os 'parabéns' ao diplomata Sabóia, por este ter "salvo uma vida".
Que Aécio Neves explore o fato, é do jogo político, visto que ele é OPOSIÇÃO à Dilma, mas, que CAMPOS faça o mesmo, é inaceitável.
Uma covardia, das piores que se podia cometer. Oportunismo barato e eleitoreiro, que deixa bem claro, do que Eduardo Campos é capaz para chegar à presidência da República.
domingo, 24 de março de 2013
LEIA NO "O LOBO" - EDUARDO CAMPOS E A FAMÍLIA - FARINHA POUCA, O PIRÃO DELES PRIMEIRO !
domingo, 24 de março de 2013
GOVERNADOR EDUARDO CAMPOS (PSB-PE) EMPREGA A PARENTADA - À FAMÍLIA TUDO !
Matéria do Jornal O GLOBO mostra que o Governador Eduardo Campos é adepto da prática política do "façam o que digo, mas não façam o que faço".
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