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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

PSDB IMPEDE APURAÇÃO DE CORRUPÇÃO E PROPINA NO CARTEL SIEMENS / TUCANOS EM SÃO PAULO

QUE MORAL TEM ESSA OPOSIÇÃO AO GOVERNO FEDERAL PARA FALAR ALGUMA COISA ?

BASE ALIADA DO GOVERNO GERALDO ALCKMIN (PSDB - SP ) IMPEDE CPI PARA APURAR DENÚNCIA SOBRE O MAIS ANTIGO - DURADOURO - BILIONÁRIO E VERGONHOSO CASO DE CORRUPÇÃO NO BRASIL

23/12/2013
PSDB barra investigações sobre cartel na Assembleia
PAULO GAMA - FOLHA DE SÃO PAULO

A base de sustentação do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na Assembleia Legislativa de São Paulo conseguiu blindar o Palácio dos Bandeirantes contra investigações sobre o cartel que atuou em licitações do Metrô e da CPTM durante sua administração e em outros governos tucanos.

Sem número suficiente de deputados para instalar uma CPI, a oposição tentou convocar autoridades, empresários e consultores envolvidos com o cartel a prestar depoimentos em duas comissões.

Desde agosto, foram apresentados 38 requerimentos para que fossem chamadas 26 pessoas. Dessas, só três foram ouvidas pelos deputados.


As comissões em que os pedidos foram feitos –de Transportes e Infraestrutura, ambas com maioria governista– adiaram a análise de vários pedidos indefinidamente, rejeitaram outros e ainda transformaram convocações em convites, o que desobriga o convidado de comparecer.

"Eles estão obstruindo justamente para dificultar o processo investigativo", disse o líder dos petistas na Assembleia, Luiz Cláudio Marcolino.

Os deputados governistas dizem que não houve blindagem e que as três pessoas ouvidas eram as mais relevantes: o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e os atuais presidentes do Metrô, Luiz Antonio Pacheco, e da CPTM, Mário Manuel Bandeira.

"As pessoas mais importantes foram chamadas, e todos os deputados puderam tirar suas dúvidas. Foi tão transparente que nenhum questionou qualquer resposta dada por eles", disse João Caramez (PSDB), presidente da Comissão de Transportes.

O requerimento que levou Fernandes à Assembleia foi uma concessão da base de Alckmin para enfraquecer o discurso do PT, que usava o argumento de que as comissões não investigavam o caso para tentar criar uma CPI.

Para adiar a análise dos requerimentos, os aliados do governador se valem de uma norma do regimento da Assembleia que permite que cada deputado peça vistas do pedido uma vez, adiando a votação por uma semana.

A oposição usa a mesma tática para adiar votações e evitar que pedidos sejam derrubados nos dias em que há maioria governista presente na reunião da comissão.

Entre as pessoas que deixaram de depor está Pedro Benvenuto, ex-assessor da Secretaria de Transportes Metropolitanos acusado de repassar informações do Metrô e da CPTM a um consultor.

Sua convocação foi transformada em convite a pedido de um deputado do PPS e aprovada, mas ele não compareceu no dia marcado.

Os presidentes do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Vinicius Carvalho, e da Siemens, Paulo Stark, e o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) também ignoraram convites das comissões e não compareceram.

Estão pendentes na pauta da Comissão de Transportes pedidos para ouvir os executivos da Siemens que denunciaram o cartel ao Cade, entre eles Everton Rheinheimer, que disse à Polícia Federal que políticos do PSDB receberam propina do esquema.

A comissão derrubou ainda requerimentos para ouvir João Roberto Zaniboni, ex-diretor da CPTM que recebeu US$ 836 mil numa conta na Suíça, e José Fagali Neto, consultor que recebeu informações de Pedro Benvenuto.

Para os governistas, os pedidos feitos pela oposição são "eleitoreiros" e "não passam de politicagem". "Se deixar por conta deles, todo dia tem dois ou três servidores pra ser ouvidos", disse Dilador Borges (PSDB), da Comissão de Infraestrutura. "Não nos podemos dar o luxo de ficar ouvindo as pessoas por ouvir."

A oposição também tentou evitar constrangimentos. Quando o tucano Caramez pediu que o presidente do Cade fosse chamado para explicar suas ligações com o PT, foi a vez de o deputado petista Gerson Bittencourt pedir o adiamento do requerimento.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

MINISTRO DA JUSTIÇA NÃO SE INTIMIDA COM FACTÓIDE DOS TUCANOS E AVISA: O TEMPO DOS ENGAVETADORES ACABOU


Faz bem e faz certo o Ministro da Justiça em subir o tom, e responder de forma bastante dura ao factóide dos políticos do PSDB, que tentam de forma desesperada barrar as investigações e lançar no descrédito as denúncias referentes a relação bastante próxima entre a SIEMENS e integrantes de vários governos do PSDB de São Paulo, referente ao caso das LICITAÇÕES VICIADAS e PROPINAS para CAIXA 2, nas obras e compra de equipamentos para TRENS e METRÔ.

Cardozo diz que processará pessoas que o ofenderam no caso do Metrô de São Paulo
28/11/2013 - 
Nacional - 
Heloisa Cristaldo - 
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse hoje (28) que processará criminalmente e por danos morais as pessoas que o ofenderam no caso de investigação do Metrô de São Paulo. No entanto, o ministro não especificou os nomes de quem pretende acionar judicialmente. “Todos, sem exceção, os que me chamaram de vigarista, de membro de quadrilha, de sonso, e outras adjetivações 'tão elegantes', serão processados criminalmente”.

“O ministro de Estado da Justiça não pode aceitar ser chamado de 'vigarista' e 'sonso', no sentido de dissimulado. [Não pode] aceitar ser chamado de membro de quadrilha e não reagir, ele não defende seu cargo, porque esse é um cargo de Estado. Acusar um ministro de vigarista é inaceitável e atinge o próprio cargo”, ressaltou, em entrevista coletiva.

Cardozo disse que irá na próxima terça-feira (3) ao Senado Federal e na quarta-feira (4) na Câmara para falar sobre as denúncias de irregularidades em licitações para obras do metrô de São Paulo envolvendo políticos do PSDB.

Ontem (27), o PSDB ingressou com representação contra o ministro na Comissão de Ética Pública. O partido acusa Cardozo de ter usado informações falsas para incriminar adversários do governo e do PT. Durante a entrevista coletiva, o ministro subiu o tom ao reiterar que a polêmica desvia o foco do assunto principal.

“Querem uma cortina de fumaça em relação aos fatos. Parece que se tem perdido um pouco a dimensão de que essa investigação que ocorre relativo às obras do metro não é apenas brasileira, é mundial e está diretamente relacionada ao que ocorre em vários países do mundo. Temos vários países que já investigaram e já puniram o cartel”, disse. “Acho inaceitável, seja que pretexto for, seja para tentar desviar a atenção de uma investigação séria, seja para intimidar, que pessoas atinjam a honra com tão baixo nível”.

Cardozo informou que mais de 30 terabites de informações já foram encaminhados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ao Ministério Público Federal. O documento contém informações detalhadas sobre as investigações com fotografias, contrato, planilha, tabelas, matérias de jornais que falam de outras operações feitas pela Polícia Federal. “Há muitos fatos narrados, se são procedentes ou não, é isso que vamos investigar”, disse o ministro.

Edição: Fábio Massalli
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

POLÍCIA FEDERAL NO CALCANHAR DO PSDB - AÉCIN FICA PUTIN PORQUE CARDOZIN MANDA INVESTIGAR TRENSALÃO TUCANO EM SÃO PAULO


"Quando a PF investiga algum adversário político, tido como adversário do governo, dizem que o ministro está instrumentalizando a PF para os desígnios governamentais. Mas quando a PF investiga aliados do governo, dizem que o ministro perdeu o controle da PF. Não há escapatória."


Parece até conversa de BÊBADO. 

O senador Aécio Neves - PSDB - MG - não gostou de saber que o Ministro da Justiça - José Eduardo Cardozo - CUMPRIU COM A SUA OBRIGAÇÃO e enviou à Polícia Federal, farta e explosiva documentação sobre o TRENSALÃO ou PROPINODUTO, que liga a SIEMENS ao TUCANATO de São Paulo, no escândalo dos CARTÉIS e LICITAÇÕES REGADAS À PROPINA.

Aécio queria que Cardozo tivesse no presente caso, que envolve vários TUCANOS de ALTA PLUMAGEM, além de alguns políticos aliados da BASE de Geraldo Alckmim, uma conduta diferente da que se adota, regularmente, em situações assim. Cardozo só mandou que a Polícia Federal tome ciência dos fatos e, se for o caso, INVESTIGUE e remeta para a JUSTIÇA.

Quantas e quantas vezes, com base em nada, ou em acusações irresponsáveis e mentirosas, integrantes do governo e do PT foram linchados e jogados na lama, para depois (de investigados pela polícia ou MP) se constatar que não incorreram em nenhuma irregularidade ? A oposição é "useira e vezeira" em querer convocar para depor em comissões, políticos e ministros do governo, quando acusados até por bandidos fichados. Essa mesma oposição, (que mais uma vez está enrolada em uma grave acusação de corrupção) já até se reuniu com um PM de Brasília, um elemento cheio de broncas e nenhuma credibilidade, que contribuiu para derrubar o então ministro dos Esportes Orlando Silva, acusado de corrupto, execrado e depois inocentado.

Mas, agora, começando por AÉCINHO, o tucanato não quer a POLÍCIA no seu CALCANHAR. Vai que ela descobre alguma coisa e confirma metade do TREM de acusações contra os governos de COVAS, SERRA E ALCKMIN.



Cardozo diz que apenas cumpriu seu papel

Ministro diz que adotou procedimento padrão ao enviar para a Polícia Federal documentos recebidos de deputado sobre cartel de trens

Fausto Macedo e Ricardo Chapola - O Estado de S.Paulo


O ministro José Eduardo Martins Cardozo (Justiça) disse hoje que simplesmente cumpriu o seu papel e dever ao encaminhar para a Polícia Federal relatório que apontava suposto esquema de corrupção envolvendo políticos tucanos em cartel no setor metroferroviário de governos do PSDB em São Paulo, entre 1998 e 2008. Cardozo disse que o relatório, acompanhado de documentos, lhe foi entregue pelo deputado licenciado Simão Pedro (PT), secretário municipal de Serviços da gestão Fernando Haddad (PT).

O relatório não estava assinado, diz o ministro. O Estado identificou Everton Rheinhemer, ex-executivo da Siemens, como autor do documento. Ele fez delação premiada na Polícia Federal e na promotoria estadual – em troca do perdão judicial, conta o que diz saber sobre conluio de multinacionais e propinas para agentes públicos.

"Em junho, aproximadamente, o Simão me procurou e entregou essa documentação com o relatório e pediu-me que encaminhasse à PF. Ali tinha uma característica: era um relatório minucioso em alguns aspectos, acompanhado de cópias de documentos. Adotei o procedimento padrão. Mandei para a PF examinar a plausibilidade."

Cardozo disse que, nesses casos, a PF faz uma análise preliminar antes de decidir que procedimento deve seguir. Como a documentação fazia referência a propinas para políticos e também a cartel de trens – esta parte já sob investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) –, a PF em Brasília decidiu enviar a documentação com 16 apensos para a Superintendência Regional da PF em São Paulo, onde é conduzido inquérito sobre o caso.

domingo, 24 de novembro de 2013

MENSALÃO DA SIEMENS PARA OS TUCANOS DE SÃO PAULO - EX-DIRETOR ESTÁ COM MEDO E NEGA TER DADO NOME AOS BOIS

É compreensível que o ex-diretor da SIEMENS tente se resguardar. Agora, porém, é tarde para negar o que disse, da mesma forma que outros já disseram.


A Polícia Federal já está no caso, após receber documentos que, numa atitude correta do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, lhe foram encaminhados. 

Pressionado por delação, ex-diretor afirma que documento é ' anônimo'
Ex-executivo da Siemens que escreveu relatório que cita propinas recua em nota e aponta 'distorção' no que foi publicado
23 de novembro de 2013

O Estado de S.Paulo

Horas depois de o Ministério da Justiça assumir a autoria do repasse do relatório com acusações contra tucanos à Polícia Federal, o ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer também divulgou uma nota. Nela, disse que o documento com as denúncias "é anônimo". "Eu nunca encaminhei tal documento ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica ou à Polícia Federal."

Apesar de tentar se esquivar da autoria do relatório que faz parte dos autos do inquérito da Polícia Federal que investiga cartel e corrupção no sistema metroferroviário dos governos do PSDB entre 1998 e 2008, Rheinheimer fez uma delação premiada, na Polícia Federal e no Ministério Público Estadual.

Nessa delação premiada, mantida em sigilo, ele confirma os dados do relatório revelado pelo Estado na quinta-feira. Em troca da delação, o ex-executivo da Siemens pode obter redução de pena ou perdão judicial - no texto que divulgou ontem, ele diz que "sempre colaborou com as autoridades competentes" e que "jamais fez acusações levianas".

O pacto de delação impõe uma série de condições, entre elas a blindagem do delator, com a preservação de sua identidade.

O depoimento de Rheinheimer à PF oficialmente não está encartado aos autos do inquérito que investiga o cartel dos trens e corrupção no setor metroferroviário de governos do PSDB, entre 1998 e 2008. A medida é comum: faz parte do acordo para que os investigados não tenham acesso às revelações do delator.

Proteção. Para se proteger ainda mais, o ex-diretor prestou, no dia 5 de novembro "termo de declarações" no inquérito da PF em que diz se "reservar ao direito de permanecer em silêncio". Esse tipo de procedimento é usual nos acordos de delação.

Rheinheimer diz, na própria nota que divulgou ontem, estar colaborando com as investigações. "Sempre colaborei com as autoridades competentes no que me cabia (...). Meu depoimento à Polícia Federal foi dado antes do escândalo midiático atual, sempre respeitando o sigilo inerente às investigações." Ele faz menção ao relatório que cita corrupção. "O documento mencionado, assim como todo o restante da investigação, é sigiloso." "Sendo assim, não posso comentar sobre o que consta do inquérito. Porém, vejo-me na obrigação de esclarecer que os documentos devassados e as informações publicadas como se fossem de minha autoria, foram distorcidos e não condizem com a realidade."

No Cade, ele esteve pelo menos duas vezes. Reuniu-se com Vinícius Carvalho, presidente do conselho. A primeira vez, no ano passado. A segunda no fim do primeiro semestre - quando reclamou que o acordo de leniência da Siemens tratava apenas do cartel e não citava suspeitas de corrupção. / FAUSTO MACEDO

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

SECRETÁRIO DO GOVERNO ALCKMIN, RODRIGO GARCIA, RECEBEU DOAÇÃO DE DENUNCIANTE DO CARTEL DA SIEMENS

O TREM da Corrupção e do CARTEL - SIEMENS - ALSTOM - BOMBARDIER...vai chegando cada vez mais perto da ESTAÇÃO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES. 

O caso passou de denúncias e suspeitas relacionadas aos diretores do METRÔ e da CPTM e atingiu agora secretários do atual governo tucano, além de deputados, até um senador do PSDB. Na medida em que documentos são revelados fica mais evidente que a relação entre as referidas empresas e os governos de Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, nunca estiveram nos trilhos da correção e do interesse público.


22/11/2013
Ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer fez doações a secretário de Alckmin
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO - 
MARIO CESAR CARVALHO - 
DE SÃO PAULO




O secretário de Desenvolvimento Econômico do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Rodrigo Garcia (DEM), recebeu doações de R$ 1 mil em 2006 e R$ 2 mil em 2010 do ex-diretor de vendas da Siemens, Everton Rheinheimer, segundo registros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).



Em 2006, Garcia era candidato a a deputado estadual; em 2010, a federal, cargo para o qual foi eleito e licenciou-se em maio de 2011 para ocupar a secretaria.

Em nota, a assessoria de Garcia diz que as doações foram feitas na forma de compra de convite para jantar.


O secretário diz ter visto o ex-diretor da Siemens nesses eventos, mas não manteve relações com ele depois. A venda a Rheinheimer foi feita por colaboradores da campanha, segundo Garcia. Um irmão do secretário, Marco Aurélio, é investigado pelo Ministério Público e pela Controladoria Geral do Município por suspeita de lavagem de dinheiro da máfia do ISS (Imposto sobre Serviços). Fiscais são acusados de cobrar propina para diminuir o valor do ISS a ser recolhido.

O nome de Marco Aurélio apareceu em dois episódios na apuração sobre os fiscais: 1) o imóvel usado pelo grupo foi alugado pelo empresário e emprestado a Ronilson Rodrigues, acusado de liderar o grupo de fiscais; 2) Marco Aurélio diz que vendeu um flat a Ronilson por R$ 1 milhão, mas a documentação permanece em seu nome porque fizeram contrato de gaveta.

Esse tipo de contrato é usado por quem não tem recursos legais para a compra ou quer esconder o imóvel. Rodrigo Garcia diz não ter relações comerciais com o irmão. Rheinheimer não foi localizado pela reportagem.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

CARTEL DA SIEMENS - Everton Rheinheimer ACUSA PSDB E DEM DE CAIXA 2 E CORRUPÇÃO EM SÃO PAULO

DENÚNCIA GRAVE, PESADA E DIRETA - CONHEÇA ALGUNS DOS ACUSADOS


Ex-diretor da Siemens aponta caixa 2 de PSDB e DEM e cita propina a deputados

Segundo executivo que participou de acordo de leniência com o Cade, lobista de esquema de setor metroferroviário disse a ele que Edson Aparecido, hoje homem forte do governo Alckmin, e Arnaldo Jardim eram beneficiários de comissões; eles negam
21 de novembro de 2013 | 2h 02

Fernando Gallo, Ricardo Chapola e Fausto Macedo - O Estado de S.Paulo

Em relatório entregue no dia 17 de abril ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer afirma dispor de "documentos que provam a existência de um forte esquema de corrupção no Estado de São Paulo durante os governos (Mário) Covas, (Geraldo) Alckmin e (José) Serra, e que tinha como objetivo principal o abastecimento do caixa 2 do PSDB e do DEM".


Conheça os acusados - Edson Aparecido

O ex-diretor da empresa alemã diz também que o hoje secretário da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin (PSDB), deputado licenciado Edson Aparecido (PSDB), foi apontado pelo lobista Arthur Teixeira como recebedor de propina das multinacionais suspeitas de participar do cartel dos trens em São Paulo entre os anos de 1998 e 2008.

O ex-executivo, que é um dos seis lenientes que assinaram no mês seguinte um acordo com o Cade em que a empresa alemã revela as ações do cartel de trens, também cita o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), aliado dos tucanos, como outro beneficiário.


Conheça os acusados - Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)

Trata-se do primeiro documento oficial que vem a público que faz referência a supostas propinas pagas a políticos ligados a governos tucanos. Até agora, o Ministério Público e a Polícia Federal apontavam suspeitas de corrupção que envolviam apenas ex-diretores de estatais como a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

As acusações do ex-diretor foram enviadas pelo Cade à Polícia Federal e anexadas ao inquérito que investiga o cartel em São Paulo e no Distrito Federal.

No texto, Rheinheimer escreve que o cartel "é um esquema de corrupção de grandes proporções, porque envolve as maiores empresas multinacionais do ramo ferroviário como Alstom, Bombardier, Siemens e Caterpillar e os governos do Estado de São Paulo e do Distrito Federal".


Conheça os acusados - Arnaldo Jardim - PPS

Proximidade. Outros quatro políticos são citados pelo ex-diretor da Siemens como "envolvidos com a Procint". A Procint Projetos e Consultoria Internacional, do lobista Arthur Teixeira, segundo o Ministério Público e a Polícia Federal, é suspeita de intermediar propina a agentes públicos.


José Aníbal - PSDB - SP

O documento faz menção ao senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), e aos secretários estaduais José Aníbal (Energia), Jurandir Fernandes (Transportes Metropolitanos) e Rodrigo Garcia (Desenvolvimento Econômico).

Rheinheimer foi diretor da divisão de Transportes da Siemens, onde trabalhou por 22 anos, até março de 2007.

Ele e outro leniente prestaram depoimento à Polícia Federal em regime de colaboração premiada - em troca de eventual redução de pena ou até mesmo perdão judicial, decidiram contar o que sabem do cartel. Esses depoimentos estão sob sigilo.

Menções. Sobre Aparecido e Jardim, Rheinheimer sustenta em seu texto que "seus nomes foram mencionados pelo diretor-presidente da Procint, Arthur Teixeira, como sendo os destinatários de parte da comissão paga pelas empresas de sistemas (Alstom, Bombardier, Siemens, CAF, MGE, T'Trans, Temoinsa e Tejofran) à Procint".

De Aloysio, Jurandir e Garcia, diz ter tido "a oportunidade de presenciar o estreito relacionamento do diretor-presidente da Procint, Arthur Teixeira, com estes políticos". Sobre Aníbal, anotou: "Tratava diretamente com seu assessor, vice-prefeito de Mairiporã, Silvio Ranciaro".


Conheça os acusados - Ex-Governador de Brasília - José Roberto Arruda - EX-DEM

Ele ainda apontou o vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filippelli (PMDB), e o ex-governador do DF José Roberto Arruda como "políticos envolvidos com a MGE Transportes (Caterpillar)". A MGE é apontada pelo Ministério Público e pela Polícia Federal como a outra rota da propina, via subcontratações - a empresa era fornecedora da Siemens e de outras companhias do cartel.

Rheinheimer diz ser o autor da carta anônima que deflagrou a investigação do cartel dos trens, enviada em 2008 ao ombudsman da Siemens. Ele relata ter feito as denúncias para se "defender de rumores sobre seu envolvimento neste escândalo". O executivo assevera que, apesar de suas denúncias, a Siemens optou por "abafar o caso".

Ameaça. No texto, ele se diz disposto a contar o que sabe, mas sugere receber em contrapartida sua nomeação para um alto cargo na mineradora Vale. (mais informações ao lado)

domingo, 17 de novembro de 2013

EX-DIRETOR DA SIEMENS ACUSA JOSÉ SERRA E TUCANOS DE PARTICIPAÇÃO DIRETA NOS ACERTOS DE FORMAÇÃO DE CARTEL EM SÃO PAULO

CORRUPÇÃO E CARTEL EM SÃO PAULO


Nelson Branco foi direto em seu depoimento e sustentou a interferência / pressão, que membros do governo de São Paulo faziam para que as "concorrências" fossem levada adiante sem atrasos e sem a interposição de recursos. ACUSOU o ex-governado José Serra (PSDB-SP) de ter participado de conversas com ele para tentar mudar a posição da SIEMENS. A empresa recebeu, segundo Branco, oferta de ficar com parte considerável da licitação em forma de subcontratação.

Ex-diretor da Siemens relata 'pressão' do governo paulista em concorrência
Nelson Branco Marchetti denunciou à Polícia Federal interferência de membros da administração estadual em licitação da CPTM aberta em 2007

7 de novembro de 2013
FAUSTO MACEDO, FERNANDO GALLO - O Estado de S.Paulo

O engenheiro Nelson Branco Marchetti, ex-diretor técnico da divisão de transportes da Siemens, relatou à Polícia Federal ter sofrido "pressão" de setores do governo de São Paulo, em 2008, para que a multinacional alemã desistisse de recurso administrativo e de medidas judiciais contra a escolha da espanhola CAF na licitação de 320 vagões para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Marchetti é um dos 6 executivos que trabalharam na Siemens e assinaram acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para revelar a ação de carteis no setor metroferroviário que teriam conquistado licitações milionárias nos governos do PSDB Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, de 1998 a 2008. A PF investiga suposto esquema de corrupção.

"No edital havia a exigência de um capital social integralizado que a CAF não possuía. Mesmo assim, o então governador do Estado (José Serra) e seus secretários fizeram de tudo para defender a CAF", afirma o ex-executivo da Siemens, em depoimento de 5 de novembro.

Ele disse que José Luiz Portella, secretário estadual dos Transportes Metropolitanos na época, "determinou que os concorrentes tentassem solução de subfornecimento" para demover a Siemens do plano de contestar a qualificação da CAF.

O engenheiro afirma que Portella "sugeriu que a Siemens desistisse dos recursos e, como forma de se beneficiar de parte da licitação, passasse a buscar um acordo com a CAF para ser subfornecedora de peças".

Marchetti ocupou o cargo na Siemens entre fevereiro de 2007 e dezembro de 2008. "Era encarregado de manter contato com agentes públicos. Contatos frequentes com Portella e seu vice, João Paulo de Jesus Lopes. Da CPTM, contatos com seu presidente, Sérgio Avelleda, que depois se tornou presidente do Metrô, bem como com diretores da CPTM."

Sucedeu a Everton Rheinhemer, a quem é atribuída a autoria de carta anônima, de 2008, ao ombudsman da Siemens na Alemanha, na qual relata condutas anticompetitivas de multinacionais no Brasil e pagamento de propinas nos setores de energia e dos transportes públicos.

O depoimento de Marchetti preenche 6 páginas. Ele disse que houve "tentativa de formação de cartel com a Alstom". Revelou combinações de preços, ajustes prévios, reuniões reservadas, além de grande empenho de autoridades do governo paulista, na ocasião, em fechar contrato com a CAF. Alega ter explicado a Portella que a Siemens tinha condições de prosseguir sozinha no projeto, não tinha motivos para desistir da licitação. "A CAF foi qualificada e a Siemens apresentou recurso administrativo, que foi negado."

Liminar. A Siemens foi à Justiça, com mandado de segurança. Pediu suspensão da licitação e revogação da qualificação da CAF. A liminar foi concedida em primeira instância judicial - depois caiu. "Aumentou a pressão da CPTM, através de Avelleda, e da Secretaria dos Transportes para que a Siemens desistisse e deixasse o contrato ser firmado rapidamente com a CAF."

Marchetti relatou encontro com Serra e Portella, "em meio a esse período de pressão", durante evento em Amsterdã da International Union of Railways (UIC). "Aproveitei para dizer que entendia que minha empresa estava certa e que não tinha intenção de desistir de recorrer." Em resposta, diz, "foi informado por Serra que, se a CAF fosse desqualificada em razão do mandado de segurança impetrado pela Siemens, o governo iria cancelar a licitação e não simplesmente adjudicar o objeto ao segundo colocado, porque a diferença de preços entre as propostas do primeiro e do segundo colocados era grande e o governo não concordava em pagar o valor mais alto da proposta oferecida pela Siemens".

Segundo Marchetti, o secretário, seu vice e Avelleda alegavam "objetivo de que não houvesse atrasos no fornecimento dos trens, pois o projeto era de relevante interesse social". Ele disse que era procurado diretamente "pelo sr. Portella (...) e pelo sr. João Paulo". "A argumentação usada era sempre o aspecto social e a importância de a licitação ser concluída logo."

As reuniões ocorriam na Secretaria dos Transportes. Avelleda "também fazia contatos, pressionando para a licitação se concluir logo e sem entraves".

A PF o indagou sobre e-mail de 27 de setembro de 2007, que dizia. "Como resultado, o Governo de São Paulo gostaria de ver a Siemens sendo contemplada com pelo menos 1/3 do pacote (cerca de 128 carros) em parceria com a equipe acima que, por sinal, já foi informada pelo Governo de São Paulo." Ele disse. "Realmente teve uma reunião com Portella, na Rua Boa Vista, o Governo apresentou o desejo de que a Siemens participasse da licitação."

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

GERALDO ALCKMIN E A INCOMPETÊNCIA DOS PROCURADORES DE SEU GOVERNO - JUSTIÇA MANDA REFAZER AÇÃO SOBRE O CARTEL



O governador de São paulo continua fazendo cara de paisagem, como se nada tivesse com o caso do CARTEL - SIEMENS - ALSTOM - BOMBARDIER e outras empresas, no ESCÂNDALO das licitações fraudadas para o METRÔ e os TRENS do Estado de São Paulo. A forma como a ação movida pelo Estado governado pelo tucano está estruturada e proposta, citando apenas a empresa SIEMENS e deixando uma série de brechas, parece ter sido um trabalho de "estagiários" e não de profissionais de saber jurídico e experiência, como é o caso de se pensar que são, os que integram a Procuradoria Geral do Estado. Durante mais de 15 anos um CARTEL fez o que quis no que diz respeito aos preços cobrados e nas condições em que se estabeleceram os contratos entre empresas corruptoras e funcionários corruptos que representavam sucessivos governos de São Paulo, um estado dominado pelo PSDB como se fosse uma Capitania Hereditária. Esse conluio entre as empresas e os representantes do METRÔ e da Companhia de Trens, causou enormes prejuízos aos cofres públicos. Apesar de todas as denúncias e as evidências fortes do que se passava, nem Mario Covas, José Serra ou Geraldo Alckmin tiveram competência para deter o crime continuado. No mínimo, para ficar no terreno de não acusar sem provas finais, foram OMISSOS. Agora, quando o escândalo é jogado na cara dos brasileiros, fruto de uma DELAÇÃO PREMIADA, o governo de São Paulo se mostra incapaz de tomar as medidas necessárias, e ainda parece querer atrapalhar o CADE e a JUSTIÇA de fazê-lo.


Alckmin terá que refazer ação judicial contra cartel

A Justiça de São Paulo obrigou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a refazer a ação proposta em agosto contra a multinacional Siemens caso pretenda receber alguma indenização das empresas acusadas de formar um cartel para fraudar licitação do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A decisão foi tomada na terça-feira, pela juíza Celina Kiyomi Toyoshima, da 4ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que mandou o governo refazer a ação, incluindo outras empresas acusadas de participar do esquema. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

A ação movida pelo governo cita apenas a Siemens, o que gerou estranheza no meio jurídico, já que não é comum uma denúncia de cartel com a presença de apenas uma empresa. "As sociedades que integram o cartel ou consórcios empresariais e que agiram em diversas licitações levadas a cabo pela CPTM e Metrô deverão integrar o polo passivo", escreveu a juíza em sua decisão. "A integração de todas é indispensável, sob pena de se dar brecha a decisões conflitantes, caso haja propositura de futuras ações."

A decisão manda o governo corrigir falhas na ação inicial. Ela não apontou os valores dos contratos sob suspeita, por exemplo, e sem isso é impossível calcular o eventual sobrepreço e a indenização devida. O Ministério Público pediu que a Justiça rejeitasse a ação por inépcia. Segundo a Promotoria, não faz sentido pedir indenização à Siemens sem antes investigar as responsabilidades de cada empresa participante do cartel.

A Procuradoria Geral do Estado informou, por meio de nota, que vai cumprir a decisão da Justiça, mas defendeu a ação inicial argumentando que somente a Siemens é ré confessa no caso até agora.

sábado, 21 de setembro de 2013

"OCUPA ALCKMIN" COMPLETA 50 DIAS DE PROTESTOS CONTRA O MENSALÃO DA SIEMENS PARA O PSDB

GRANDE IMPRENSA BOICOTA NOTICIÁRIO SOBRE O CARTEL DOS TRENS E METRÔ EM SÃO PAULO


Acampados por 50 dias seguidos em frente ao PALÁCIO DOS BANDEIRANTES em São Paulo, um grupo de jovens protesta, pedindo transparência e agilidade na apuração do caso de SUBORNO e CARTEL da qual a empresa SIEMENS é protagonista em conjunto com membros do governo do PSDB de São Paulo. APESAR DA GRAVIDADE DO FATO, o assunto se encontra simplesmente "esquecido" e fora do noticiário dos jornalões e da TV. Revistas e Sites da Veja, Época, Globo.com, Folha e ESTADÃO nem tocam no assunto espinhoso.

Integrantes do “Ocupa Alckmin” contam rotina e prometem continuar diante da sede do governo por “transparência” nas contas da CPTM e do Metrô


Os ativistas chegaram no dia 3 de agosto, depois de um protesto que pedia a saída de Alckmin do cargo, e querem permanecer na calçada da avenida Morumbi até que São Paulo tenha mais “transparência nas contas da CPTM e do Metrô”. Além disso, pedem a eleição de membros da sociedade civil para “averiguar” denúncias de cartel nas licitações do transporte público do Estado. “Viemos para cá por conta do propinoduto (como foi apelidado o esquema de cartel no Metrô). Estamos pedindo a transparência das contas publicas da CPTM e do Metrô. Mas, assim, não queremos CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). A CPI vai acabar em pizza como sempre porque os partidários dele (Alckmin), obviamente, vão passar o pano. A gente quer uma auditoria pública independente, eleita pelo povo, para que haja averiguação e consequentemente julgamento.

LEIA + AQUI

E AQUI - ADESIVO É DISTRIBUÍDO ALERTANDO SOBRE O SUPERFATURAMENTO NOS TRENS E METRÔ DE SÃO PAULO.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

CORRUPÇÃO ABALA PSDB COM ESCÂNDALO DA SIEMENS E TIRA FHC DAS PÁGINAS DE O GLOBO


FHC vai ter de pensar como apresentar seu artigo dominical / quinzenal nas páginas de O Globo. O estouro do escândalo do CARTEL Siemens / Alston / PSDB, tirou Fernando Henrique Cardoso dos "trilhos".


Reiteradamente, FHC utiliza o espaço que O Globo lhe abre, para atacar o PT, o ex-presidente Lula ou a atual presidente Dilma Rousseff. Um artigo sim, outro também, o CARDEAL TUCANO fala de corrupção, de necessidade de Ética na política, sempre atribuindo ao PT a culpa de um possível agravamento dos casos de corrupção no cenário político atual.


FHC gosta de desmemoriados, mas, esse não é o meu caso. Nunca esqueci o que FHC disse e escreveu, e muito menos o que fez. A MÍDIA e o mundo acadêmico, rendem LOAS para um homem que CAUDILHESCAMENTE quando no poder, RASGOU A CONSTITUIÇÃO, e no mais grave episódio de compra de apoio que já se viu no Brasil, conseguiu aprovar a EMENDA DA REELEIÇÃO para si mesmo.

Muitos fingem que isso não aconteceu, mas, no momento, apesar dos esforços da MÍDIA partidarizada para mudar de assunto, há outro fato grave envolvendo os TUCANOS com prática de corrupção e desvio de dinheiro público. Muito dinheiro, numa engenhosa engrenagem de contratos e licitações viciosas, que se arrasta por quase VINTE ANOS e SUCESSIVOS governos do PSDB em São Paulo. A ROUBALHEIRA é tão GRANDE, a abundância de provas é tamanha, o teor da DENÚNCIA E DELAÇÃO é tão contundente, que não dá para deixar para lá, como tantas outras denúncias de corrupção envolvendo os TUCANOS já foram deixadas.

Vai ficar difícil de entender, FHC não tocar no assunto CARTEL / SIEMENS / São Paulo. NÃO havendo como defender seus COMPADRES (Serra e Alckmin), no mínimo da acusação de OMISSÃO e INCOMPETÊNCIA, FHC pode preferir, em parceria com O Globo, passar em branco por algumas semanas. Assim que for possível, ele volta a olhar para o "rabo do PT" fingindo não ver o seu próprio 'rabo'.

sábado, 24 de agosto de 2013

"MARÍLIA" A CONTA "MUSA" DO PSDB - SUJEIRA RESPINGA EM FHC


ISTO É - UM SENHOR ESCÂNDALO - E UMA SENHORA ROUBALHEIRA ?


Agora, com base numa pilha de documentos que o Ministério da Justiça recebeu das autoridades suíças com informações financeiras e quebras de sigilo bancário, já é possível saber detalhes do que os investigadores avaliam ser uma das principais contas usadas para abastecer o propinoduto tucano. De acordo com a documentação obtida com exclusividade por ISTOÉ, a até agora desconhecida “conta Marília”, aberta no Multi Commercial Bank, hoje Leumi Private Bank AG, sob o número 18.626, movimentou apenas entre 1998 e 2002 mais de 20 milhões de euros, o equivalente a R$ 64 milhões. O dinheiro é originário de um complexo circuito financeiro que envolve offshores, gestores de investimento e lobistas.


Uma análise preliminar da movimentação da “conta Marília” indica que Alstom e Siemens partilharam do mesmo esquema de suborno para conseguir contratos bilionários com sucessivos governos tucanos em São Paulo. Segundo fontes do Ministério Público, entre os beneficiários do dinheiro da conta secreta está Robson Marinho, o conselheiro do Tribunal de Contas que foi homem da estrita confiança e coordenador de campanha do ex-governador tucano Mário Covas. Da “Marília” também saíram recursos para contas das empresas de Arthur Teixeira e José Geraldo Villas Boas, lobistas que serviam de intermediários para a propina paga aos tucanos pelas multinacionais francesa e alemã.


Além do processo administrativo aberto pelo Cade sobre denúncia de formação de cartel nas licitações de São Paulo e do Distrito Federal, outras duas ações sigilosas, uma na 6ª Vara Federal Criminal e outra na 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, apuram crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa. Além de altos funcionários do Metrô, como os já citados Lavorente e Fagali, as investigações apuram a participação do ex-secretário de Energia e vereador Andrea Matarazzo, em razão de contratos celebrados entre a Companhia de Energia de São Paulo (CESPE) e a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica S.A. (EPTE).

RELAÇÃO COM FHC
Um dos beneficiários da propina oriunda da Suíça, Geraldo Villas Boas
mantinha uma conta conjunta com Jorge Fagali Neto, ex-diretor de projetos do
Ministério da Educação (2000 a 2003) na gestão de Fernando Henrique Cardoso


As fotos e imagens ( 2 e 3), além do título e sub-título da matéria, são de nossa responsabilidade 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

MENSALÃO DA SIEMENS PARA O PSDB - JUSTIÇA NEGA NOVO PEDIDO DO GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN


A argumentação fajuta do governo de São Paulo - 
Segundo o governo paulista, a Corregedoria-Geral de Administração do Estado de São Paulo deve apurar, imediatamente, as prováveis infrações noticiadas - não cola, não convence a Justiça e nem ao cidadão bem informado. 

Justiça nega novo pedido do governo paulista para ter acesso a documentos sobre cartel
22/08/2013
Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A Justiça indeferiu pedido do governo de São Paulo para ter acesso aos documentos em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que supostamente mostram a existência de cartel em licitações para aquisição de trens de linhas de metrô e de trens. O pedido foi o segundo feito pelo Estado, que já teve o acesso negado pela 2ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal. Segundo o governo paulista, a Corregedoria-Geral de Administração do Estado de São Paulo deve apurar, imediatamente, as prováveis infrações noticiadas.

De acordo com o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, o Estado alega que o Cade violou direito à informação constitucionalmente previsto e que não pretende revelar dados que sejam particulares àqueles que estejam inseridos no procedimento de cooperação com as investigações. O Cade ressaltou que não se opôs ao empréstimo das provas, desde que o trâmite e a eficácia do processo sejam preservados.

Para o desembargador Kassio Nunes Marques, o estado de São Paulo não apresentou elementos de fato ou de direito que autorizem a concessão do pedido de acesso às informações. “Revelam os autos que o procedimento investigatório promovido pelo Cade, em razão da dimensão material da medida administrativa adotada e pela complexidade técnica do trabalho desempenhado pelos agentes públicos responsáveis pela análise e separação dos dados, demonstra a necessidade das medidas restritivas aplicadas”, explicou.

Edição: Beto Coura
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terça-feira, 13 de agosto de 2013

A SIEMENS, O CARTEL, GERALDO ALCKMIN E VALDIRZINHO, O LADRÃO DE GALINHAS

QUALQUER SEMELHANÇA SOBRE O 'MODUS OPERANDI' PODE NÃO SER MERA COINCIDÊNCIA.


Quando eu era um menino, morador no subúrbio do Grande Méier, havia perto de minha casa um "vizinho" que se chamava Valdir, conhecido pelo VULGO de Valdirzinho, que era dado ao expediente de pular no terreno dos outros para praticar pequenos furtos. Valdirzinho roubava roupas do varal, sapatos esquecidos na soleira das portas, galinhas...e, sempre que era pego coma boca na BOTIJA, não se fazia de rogado e começava a gritar PEGA LADRÃO, PEGA LADRÃO, e saia correndo, pulando muros, ia pelas ruas gritando PEGA LADRÃO, apontando para um fugitivo imaginário, até que bem longe do local e já fora das vistas de quem tinha surrupiado alguma coisa, sentava para fazer o balanço do GANHO. Depois, Valdirzinho malocava o produto roubado e voltava para dizer ao morador da casa que ele havia invadido, que não conseguiu pegar o LADRÃO, que, na sua imensa safadeza, era outro, e não ele.

Pois bem, o governador Geraldo Alckmin - PSDB / SP tem agido de forma bem parecida com a do 'Valdirzinho'. Eu não estou dizendo que ALCKMIN e SERRA roubaram, participaram do ato de corrupção e formação de CARTEL, denunciado pela SIEMENS nas concorrências VICIADAS de TRENS E METRÔ do Estado de São Paulo. A participação de Alckmin e Serra no ESQUEMA criminoso é algo que precisa ser investigada, portanto, por enquanto eles são inocentes. Mas, o governador de São Paulo, com a PRESTIMOSA ajuda da MÍDIA PARTIDARIZADA, vai tentando enfiar pela GOELA ABAIXO da opinião pública brasileira, que ele não tem nenhuma responsabilidade sobre tudo o que aconteceu. Alckmin tenta passar a mensagem de que O ESTADO ( E ELE PRÓPRIO) são vítimas da SIEMENS e de outras empresas que praticaram o CARTEL, como se isso fosse possível de ser feito, durante tantos anos seguidos, sem a CONIVÊNCIA e PARCERIA DE agentes públicos, EM NÍVEL BASTANTE ALTO, no período em que a ROUBALHEIRA aconteceu, quando ele e SERRA estavam à frente do governo.

Repetindo a CANTILENA de que vai querer reaver o dinheiro roubado/desviado, processando as empresas que venceram as licitações fraudadas, sem dizer que vai investigar para identificar e punir os funcionários e ex-funcionários, diretores de empresa e secretários dos governos do PSDB que ao longo desses anos podem ter participado das falcatruas, é querer passar ATESTADO DE OTÁRIO nos brasileiros.

O conchavo entre o PSDB e parte da imprensa brasileira já é bastante conhecido e REPUDIADO, ninguém cai mais nessa esparrela, portanto, nem toda a ajudinha que tentem lhe dar, vai impedir que Alckmin tenha de se explicar direitinho.

EM TEMPO: Tantas o Valdirzinho fez, que um dia, quando ele gritou 'PEGA LADRÃO', alguém disse, TEJE PRESO, e o VALDIRZINHO finalmente pagou pelo crime cometido e sempre atribuído aos outros.

RICARDO NOBLAT SE FAZ DE MORTO - OU DE "ANÃO" ADORMECIDO

O TERMO "ANÃO" PARA QUALIFICAR RICARDO NOBLAT, NÃO GUARDA QUALQUER RELAÇÃO COM SUA ESTATURA FÍSICA, E SIM COM A CONDUTA JORNALÍSTICA.

Charge da charge - Original Amarildo

Noblat quer que o "GIGANTE SE MANTENHA ACORDADO", desde é claro, que foque em seu estado de 'vigília' somente os assuntos/temas que possam ser embaraçosos para o governo de Dilma Rousseff.

Em sua coluna de hoje no jornal O Globo, Noblat mostra bem a sua baixíssima estatura jornalística. O tema do momento é, sem sombra de dúvida, o caso do CARTEL da Siemens e outras empresas, que em conluio com com os sucessivos governos do PSDB de São Paulo, ao longo de aproximados últimos 18 anos arrombou os cofres do tesouro paulista em licitações fraudadas, mas, Noblat preferiu outros temas para destacar em sua coluna, e foi lacônico quanto ao caso, que no mínimo comprova a incompetência dos tucanos. 

"A CARA DE BOM moço do PSDB foi seriamente desfigurada pelo escândalo das licitações dirigidas".

E mais não disse.

ANÃO ESQUISITO, esse NOBLAT, faz o maior auê sobre determinados casos e pessoas, e sobre outros, se cala, se omite, se faz de morto ou se recolhe. É ou não é um dos 171 ANÕES que infestam a imprensa brasileira.

domingo, 11 de agosto de 2013

PSDB - OS CARDEAIS TUCANOS E A CORRUPÇÃO PADRÃO SIEMENS


É forçoso admitir, diante da DELAÇÃO que funcionários da SIEMENS fizeram, e que o CADE - MPF e PF já estão apurando, e com a quantidade de provas já reveladas, que ninguém pratica corrupção e desvio de dinheiro público tão bem como parte dos integrantes do PSDB. Só mesmo uma quadrilha muito bem preparada e "competente", para assaltar os cofres públicos durante tantos anos, passar por três governadores diferentes em períodos alternados desde 1998, e ninguém, apesar das denúncias, acertos escandalosos em licitações, combinação de preço, subcontratação, pagamento de propina, formação de cartel, sempre os mesmos, os mesmos, ganhando muito às custas de prejuízos enormes para o erário, e ninguém nos altos escalões e cúpula do PSDB ficar sabendo de nada, ninguém nunca soube de nada. A isso podemos chamar CORRUPÇÃO PADRÃO FIFA ? OU PADRÃO SIEMENS ?

Pelo que se vê, a 'raia miúda do PSDB' que ocupou os cargos chave na área de transportes e obras públicas, sempre praticou a roubalheira tão bem, mas tão bem, e com tanta autonomia, que os governadores do PSDB de São Paulo (Mario Covas, Geraldo Alckmin e José Serra ) nunca souberam de nada. Eles nem desconfiaram, apesar das gritantes evidências de que toda a roubalheira rolou solta debaixo do nariz de cada um deles.

Como tem dito o governador Geraldo Alckmin PSDB/SP _"SE HOUVE CARTEL, O ESTADO É VÍTIMA".

O governador Geraldo Alckmin ainda tem dúvida, se houve cartel ??!!, mas, está CORRETÍSSIMO quando diz que, SE HOUVE, o ESTADO É VÍTIMA.

O ESTADO DE SÃO PAULO É VÍTIMA, a população de São Paulo é vítima, o Brasil é vítima, NO MÍNIMO, da incompetência e negligência com que ALCKMIN, SERRA e COVAS se portaram quando à frente do governo do Estado. Só governantes muito desatentos, omissos, deixariam tais fatos correr durante tanto tempo. Só um partido, o PSDB, com boa parte dos seus integrantes infiltrados na administração paulista, conseguiria essa façanha, de ter em seus quadros, tantos "especialistas" em assaltar os cofres públicos, sem que durante quase vinte anos, ninguém conseguisse estancar a roubalheira. 

A "raia miúda" do PSDB conseguiu "ENGANAR OS CARDEAIS do PARTIDO" e driblar a vigilância da nossa "INCORRUPTÍVEL IMPRENSA", e passar assim tanto tempo sem ocupar os jornais, sendo apontados agora, como envolvidos em um dos casos mais longos, continuados e renitentes de corrupção. UM VERDADEIRO MENSALÃO DE DUA DÉCADAS. 

Restou comprovado que os TUCANOS em termos de CORRUPÇÃO, são como os MACACOS, nunca olham para o seu RABO, e que a maior parte da nossa imprensa é seletiva no denunciar, acompanhar e destacar casos de CORRUPÇÃO em que haja indício de envolvimento do PSDB.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

NOTA DE FALECIMENTO - A CONFIANÇA DE MERVAL PEREIRA NOS TUCANOS "MORREU"

NÃO DÁ MAIS PRA SEGURAR, EXPLODE MENSALÃO "TUCANO"


CALIBRE DAS DENÚNCIAS DO MENSALÃO DA SIEMENS PARA OS TUCANOS FURA BLINDAGEM E FERE DE MORTE O PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA.

MERVAL JOGA A TOALHA

PSDB em xeque - MERVAL PEREIRA
O GLOBO - 09/08

"As evidências estão se avolumando nas revelações feitas nos últimos dias, e dificilmente o partido sairá imune desses episódios, mesmo que o trabalho de investigação tanto do Cade quanto da Polícia Federal tenha se reduzido a São Paulo e Distrito Federal, sem a abrangência que as denúncias da Siemens revelam. Outras cinco capitais - Salvador, Recife, Fortaleza, Porto Alegre e Belo Horizonte - estão na relação de acordos denunciados pela empresa alemã, com a participação da estatal federal Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), mas as investigações não estão sendo feitas.

O PSDB atribui esse direcionamento a um trabalho político do Cade, mas o fato é que as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público deixam poucas dúvidas de que houve corrupção em diversas licitações em empresas públicas paulistas nos últimos governos do PSDB".
O jornalista Merval Pereira pensou que poderia fazer com esse escândalo, o que fez com tantos outros, onde, simplesmente ignorou os fatos, se fez de MORTO (logo ele que é um "IMORTAL") nada disse e deixou que o tempo se encarregasse do resto.

Assim, fez com o Livro "A PRIVATARIA TUCANA", assim fez recentemente sobre as denúncias de SONEGAÇÃO praticadas pelas ORGANIZAÇÕES GLOBO, assim fez, ao fingir que não viu que a GLOBO foi alvo de manifestações de repudio nos protestos de rua espalhados por todo o Brasil.

Ainda que, PEGANDO LEVE, bem mais leve que pegaria se o fato fosse de denúncia contra o PT e seus membros, Merval está sendo OBRIGADO a tocar no assunto.

NÃO DÁ MAIS PRA SEGURAR, EXPLODE MENSALÃO "TUCANO"

terça-feira, 6 de agosto de 2013

MENSALÃO TUCANO EM DOSE DUPLA - MERVAL PEREIRA ROMPE O SILÊNCIO DOS INDECENTES....

...E ADMITE QUE PSDB TERÁ DE ENFRENTAR ACUSAÇÃO DE CORRUPÇÃO


EM MINAS O MENSALÃO QUE PARIU MARCOS VALÉRIO, EM SÃO PAULO O MENSALÃO DA SIEMENS PARA SUCESSIVOS GOVERNOS DO PSDB.

O calibre das denúncias da SIEMENS é muito grosso, MUNIÇÃO PESADA que acabou inexoravelmente por furar a BLINDAGEM com que a MÍDIA PARTIDARIZADA sempre protegeu o PSDB e seus integrantes, de denúncias de corrupção.

Nesse momento não dá mais fingir que o caso SIEMENS / CARTEL / METRÔ E TRENS de São Paulo / Sucessivos governos do PSDB - Mario Covas, José Serra, Geraldo Alckmin - SUBORNO - DESVIOS MILIONÁRIOS - ACERTOS - PREJUÍZO PARA OS COFRES PÚBLICOS - Roubalheira - não existiu.

Para não aumentar o seu descrédito e tornar ainda mais escancarado o seu posicionamento partidário pró-PSDB, o colunista de O Globo, jornalista Merval Pereira, abordou hoje, com o título = AGENDA ELEITORAL = o assunto:  

"A denúncia de um cartel nas licitações de obras do metrô de São Paulo desde a gestão do governador Mario Covas colocou na agenda eleitoral um obstáculo importante para o PSDB. Os principais caciques do partido estão sendo atingidos pelas denúncias, que cobriram os governos Covas, Alckmin e José Serra."

Merval lembra ainda que o julgamento do Mensalão TUCANO envolvendo o hoje Deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) deve ocorrer às vésperas das próximas eleições.

Há uma "PÉROLA" no que Merval escreve;

"O pior dos mundos para a Democracia seria ficar provado o que os petistas chapas-brancas já dão como certo: que o esquema seria uma espécie de irrigação permanente de dinheiro ilegal para as campanhas eleitorais dos tucanos".

Eu chamei isso desde o início de: O MENSALÃO DA SIEMENS PARA O PSDB.

domingo, 4 de agosto de 2013

O DOMÍNIO DO FATO E O CARTEL EM SÃO PAULO - POLÍCIA FEDERAL ABRE INQUÉRITO !

GERALDO ALCKMIN E JOSÉ SERRA "NÃO TINHAM COMO NÃO SABER"


Tergiversar e tentar imputar ao CADE uma "perseguição", além de, com o apoio da imprensa partidarizada, minimizar a responsabilidade de sucessivos governos do PSDB, não vai adiantar. O CALIBRE das denúncias acabou por furar a blindagem e os TUCANOS estão expostos. No mínimo são incompetentes, visto que os fatos que causaram enormes prejuízos aos cofres públicos se arrastam por anos, atravessando os governos de Mario Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.

Do Site R7

A Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar a formação de cartel em licitações do metrô e de trens metropolitanos nos governos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB. O primeiro inquérito já foi relatado e está no Ministério Público. O segundo foi aberto há cerca de um mês, quando o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fez busca e apreensão de documentos nas empresas investigadas.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, "foram abertos inquéritos, a partir desses fatos, para apurar a ocorrência de eventuais crimes", Segundo ele, a Polícia Federal acompanhou a busca e apreensão.

Cardozo definiu como "lamentável e descabido" o comportamento do governo de São Paulo, que acusou o Cade de atuar como "polícia política" do PT. Subordinado ao Ministério da Justiça, o Cade apura um conluio entre empresas nacionais e estrangeiras para licitações de obras do metrô de São Paulo e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

— É chegada a hora de os agentes públicos perceberem que é descabido aplaudirem uma investigação quando os investigados são seus adversários e acusarem o Cade de perseguição política quando quem eles são seus parceiros. É lamentável que se tente politizar uma investigação séria, feita por um órgão isento, reconhecido internacionalmente por sua qualidade técnica.


Foi a empresa alemã Siemens quem revelou ao Cade a conivência de agentes do Estado para a formação de um cartel para a compra de equipamento ferroviário, construção e manutenção de linhas de trens e metrô em São Paulo e no Distrito Federal, conforme reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

Documentos obtidos pelo Estado mostraram que o superfaturamento das obras provocou prejuízo de R$ 577,5 milhões aos cofres públicos, em São Paulo e no Distrito Federal. A suspeita é de que agentes públicos tenham recebido propina das empresas para fazer vista grossa ao cartel, que teria agido de 1998 a 2008, durante os governos de Covas, Alckmin e Serra, em São Paulo.

No Distrito Federal, a suspeita atinge o governo de José Roberto Arruda, que teve o mandato cassado em 2010.

Cardozo disse que, se for comprava a lesão aos cofres públicos "todos os envolvidos terão de responder nos termos da lei" e previu a possibilidade de sanções pesadas.

— O Estado brasileiro não pode ficar complacente com a situações ilícitas.

sábado, 20 de julho de 2013

SIEMENS PAGA MENSALÃO POR VINTE ANOS SEGUIDOS AOS GOVERNOS DO PSDB DE SÃO PAULO

NOS TRILHOS DA CORRUPÇÃO TUCANA


Fotomontagem - 007BONDeblog

Só em contratos com os governos comandados pelo PSDB em São Paulo, duas importantes integrantes do cartel apurado pelo Cade, Siemens e Alstom, faturaram juntas até 2008 R$ 12,6 bilhões. “Os tucanos têm a sensação de impunidade permanente. Estamos denunciando esse caso há décadas. Entrarei com um processo de improbidade por omissão contra o governador Geraldo Alckmin”, diz o deputado estadual do PT João Paulo Rillo. Raras vezes um esquema de corrupção atravessou incólume por tantos governos seguidos de um mesmo partido numa das principais capitais do País, mesmo com réus confessos – no caso, funcionários de uma das empresas participantes da tramoia, a Siemens –, e com a existência de depoimentos contundentes no Brasil e no Exterior que resultaram em pelo menos 15 processos no Ministério Público. Agora, espera-se uma apuração profunda sobre a teia de corrupção montada pelos governos do PSDB em São Paulo. (trecho da matéria)

Fartamente documentada, a edição da 'REVISTA ISTO É' aborda o tema de mais uma grave denúncia de corrupção envolvendo os governos do PSDB de São Paulo. Um escândalo dessa magnitude, envolvendo VALORES altíssimos, por mais de 20 ANOS SEGUIDOS, atravessando vários governos da CAPITANIA HEREDITÁRIA em que São Paulo se transformou dos TUCANOS, com provas testemunhais, fiscais e documentais das mais diversas, seria motivo de muito barulho e ataques por parte da MÍDIA, caso o PT e seus integrantes fossem os BENEFICIÁRIOS DA CORRUPÇÃO. Como os BENEFICIÁRIOS DA CORRUPÇÃO ESTÃO LIGADOS AO PSDB, e como os governadores Mario Covas (falecido) - José Serra e Geraldo Alckmin- são todos do PSDB, a grande MÍDIA não dá destaque, não faz alarde, não faz campanha por apuração, NÃO APRESENTA MATÉRIA NO JORNAL NACIONAL, nem sai na coluna do NOBLAT e do Merval.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA