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sábado, 23 de agosto de 2014

ABORTANDO O PROCESSO DE ATAQUE CONTRA A PETROBRAS - GRAÇA FOSTER ENVIA ESPONTANEAMENTE DOCUMENTOS AO TCU

PRESIDENTE DA PETROBRAS E EMPRESA AFIRMAM QUE DOAÇÕES DE TRÊS APARTAMENTOS AOS FILHOS, FOI LEGAL, REALIZADA EM 2013 E, PORTANTO, SEM NENHUMA CONOTAÇÃO COM O CASO DA REFINARIA DE PASADENA.

QUEM NÃO DEVE NÃO TEME

Alguns não sabem, ou fingem não saber, o motivo da Petrobras sair em defesa de sua Presidente Graça Foster. Há uma campanha SÓRDIDA visando fragilizar a EMPRESA, para tornar um futuro processo de privatização mais fácil e rendoso para seus "compradores". Derrubar Graça Foster faz parte da tática de ENTREGA da PETROBRAS e também de derrotar a presidente Dilma Rousseff nas próximas eleições.

Petrobras envia ao TCU documentação sobre doação de imóveis de Graça Foster
Alana Gandra - Agência Brasil

Em nota divulgada hoje (22) à imprensa, a Petrobras informou ter apresentado ontem (21), de forma voluntária, “antecipando-se a qualquer solicitação formal do Tribunal de Contas da União [TCU]”, toda documentação comprobatória dos processos de doação de três imóveis feitos pela presidenta da empresa, Graça Foster, em favor de seus filhos. 

De acordo com a nota, fazem parte da documentação enviada, entre outros papéis, “avaliações dos imóveis, obtenção de certidões, verificação do valor dos custos e tributos incidentes, elaboração das minutas de escrituras e sua posterior formalização, bem como os competentes registros imobiliários”.

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A Petrobras esclareceu que a documentação encaminhada ao TCU comprova que a doação dos imóveis foi um processo regular, cujo início remonta a junho de 2013 e, portanto, “bem anterior à mencionada decisão de 23 de julho de 2014, referente ao processo da Refinaria de Pasadena”.

A empresa salientou na nota que o nome da presidenta Graça Foster não foi mencionado durante as manifestações dos relatórios técnicos ocorridas durante o processo no TCU sobre a refinaria, inclusive na decisão de julho deste ano.

Editor Fábio Massalli

quarta-feira, 9 de abril de 2014

GABRIELLI ACUSA IMPRENSA DE CAMPANHA MENTIROSA SOBRE A REFINARIA DE PASADENA

NEGÓCIO DA PETROBRAS COM A REFINARIA DE PASADENA NADA TEM DE IRREGULAR, AFIRMA SÉRGIO GABRIELLI
JÁ NO TRENSALÃO TUCANO E NO PORTO DE SUAPE...?!

Ex-presidente da Petrobras diz que valores da compra de refinaria são diferentes
Carolina Gonçalves - Agência Brasil - 08.04.2014 


O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse hoje (8) que as informações divulgadas sobre a compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, são “mentirosas”, ao falar sobre o negócio com deputados petistas. Entre as informações apresentadas pelo ex-dirigente da estatal, está a de que o preço pago pelo sócio belga Astra inclui, além dos US$ 42 milhões já conhecidos, o pagamento de dívidas que chegariam a mais de US$ 200 milhões. Além disso, o preço pago pela Petrobras foi US$ 486 milhões, e não US$ 1,1 bilhão, segundo garantiu.


Como em outras vezes em que esteve no Congresso Nacional para falar sobre o assunto, Gabrielli mostrou números que, segundo ele, comprovam que o negócio transcorreu de forma legal e adequada. A compra da refinaria está sendo investigada pela Polícia Federal, pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público e Congresso Nacional por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas. Os parlamentares governistas que participaram do encontro a portas fechadas se declararam tranquilos em relação ao negócio.

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Segundo Garbielli, nas contas que vêm sendo divulgadas, não têm sido incluídos os valores que o grupo belga Astra Oil, responsável pela compra da outra metade das ações da refinaria, em 2006, pagou em dívidas, passivos trabalhistas e investimentos para adequação ambiental daquela indústria.

O ex-dirigente da estatal explicou que foi convidado pela bancada do partido para “esclarecer fatos e combater as versões fantasiosas e eleitoreiras que estão sendo veiculadas”. Segundo ele, “uma mentira repetida inúmeras vezes vira verdade”. De acordo com o ex-presidente, o grupo belga Astra não pagou apenas US$ 42 milhões na parte da refinaria porque teve que pagar outros valores em dívidas que chegaram a mais de US$ 200 milhões.

“E a Petrobras pagou US$ 486 milhões, e não US$ 1,1 bilhão. A diferença foi referente a estoques que foram vendidos, despesas bancárias para garantir a comercialização do produto e despesas judiciais. Foi um negocio absolutamente normal”, detalhou.

Segundo ele, outra ideia falsa “implantada” pela oposição é a de que a compra foi um mau negócio. “Foi um bom negócio, que refletiu a estratégia [da estatal] de conseguir refino nos Estados Unidos. É falso dizer que foi ruim”, disse. A explicação de Gabrielli é a de que a refinaria é um negócio que foi afetado pelas mudanças no mercado decorrentes da crise internacional de 2008 e do aproveitamento do gás de xisto pelo mercado norte-americano.

Na conversa com jornalistas, depois da reunião da bancada do PT, o ex-presidente da Petrobras ainda explicou que a cláusula Marlim foi considerada inválida pela Justiça dos Estados Unidos, na disputa judicial entre a Petrobras e a Astra. Ele ainda disse que a cláusula do tipo Put Optiontambém não prejudicou a estatal “É um acordo de divórcio. Uma cláusula normal quando se refere a grandes negócios. Continuo defendendo que o negocio foi correto”, disse.

As cláusulas foram omitidas em um resumo executivo elaborado pela área internacional da Petrobras, comandada pelo ex-diretor Nestor Cerveró. O documento provocou uma crise depois que o Planalto divulgou nota explicando que a autorização do negócio dada pelo conselho de administração da empresa, presidido na época por Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, se baseou em relatório com informações incompletas sobre o negócio.

Gabrielli acrescentou que quem tomou a iniciativa de entrar na Justiça em 2008 foi a Petrobras, que queria modernizar a refinaria. Em julho de 2008, o grupo Astra entrou contra a Petrobras alegando que tinha que ser aplicada a cláusula Marlin. “Em 2012, a Justiça concluiu que a cláusula Marlin não é válida e que o cálculo seria feito a partir da Put Option, considerando os termos do contrato original, dentro das condições econômicas da época”, explicou.


Com as informações nas mãos, o PT decidiu que não vai tentar dialogar com a oposição para tentar barrar os impasses em torno da instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar as denúncias. “Quem disse que não queremos CPI?”, questionou o líder do PT na Câmara dos Deputados, Vicentinho (SP), ao falar das assinaturas recolhidas para uma comissão de inquérito ampliada para investigar outras denúncias, como o do metrô de São Paulo. “Estamos dispostos e queremos que a Mesa [do Congresso] defina, para apurarmos todos esses casos”, afirmou.

A compra da refinaria é um dos negócios da Petrobras que estão na lista de investigação que partidos da oposição querem fazer no Congresso, a partir de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI). Mas a instalação desse colegiado e as dimensões que a CPI deve ter, tanto em relação ao objeto de apuração quanto ao tamanho (se uma CPI exclusiva do Senado ou mista) ainda esbarra em impasse entre as bancadas da oposição e do governo.

Editor: Davi Oliveira

sexta-feira, 4 de abril de 2014

REFINARIA DE PASADENA - A VERDADE ESTÁ COM A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF

As declarações do advogado Edson Ribeiro sobre quando os membros do Conselho da Petrobrás receberam o contrato da operação de compra de metade da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), não batem com o contido em NOVE DOCUMENTOS anexados a ATA da reunião do dia 03 de fevereiro de 2006. A presidente Dilma Rousseff já havia declarado que não teve acesso ao documento de forma antecipada. Das duas uma, ou o advogado fez uma afirmação inverídica ou o que ele disse foi mal interpretado e distorcido pela imprensa.

Documentos contrariam versão de ex-diretor da Petrobrás sobre Pasadena
Avaliação completa sobre refinaria de Pasadena ficou pronta na véspera de reunião do conselho
04 de abril de 2014 

Sabrina Valle e Vinicius Neder - O Estado de S. Paulo

RIO - Embora o advogado do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, Edson Ribeiro, tenha dito anteontem que o contrato da operação de compra de metade da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), foi enviado ao Conselho de Administração da estatal com 15 dias de antecedência à reunião na qual o negócio foi aprovado, documentos internos da companhia com dados fundamentais do caso ficaram prontos às vésperas da reunião.

Nove documentos estão anexados à ata dessa reunião, datados entre 27 de janeiro e 2 de fevereiro de 2006. Sua leitura mostra que uma série de alertas foi omitida do resumo executivo apresentado por Cerveró ao conselho. Todo o processo foi feito a toque de caixa.

Procurado ontem, o advogado de Cerveró informou, por nota, que não falaria. "Eventuais esclarecimentos serão prestados por Cerveró, após seu depoimento, em 16/04, na Câmara dos Deputados", disse Ribeiro.

O advogado esclareceu, porém, que nas declarações de quarta-feira se referia de forma genérica ao prazo de entrega de documentos ao conselho, e não ao caso específico de Pasadena.

A reunião de conselho sobre Pasadena foi dia 3 de fevereiro de 2006. A reunião da diretoria executiva que encaminhou o assunto ocorreu na véspera, dia 2. Da mesma data é o Documento Interno do Sistema Petrobras (DIP) com detalhes do negócio, apreciado na reunião de diretoria.

Recebido por Cerveró, esse documento, de nove páginas, deveria embasar o resumo executivo de duas páginas e meia que a presidente Dilma Rousseff, em nota ao Estado, chamou de "falho".

O relatório foi elaborado pelo então gerente executivo de Desenvolvimento de Negócios Internacional, Luis Carlos Moreira. Embora Cerveró tenha carimbado o recebimento do documento em 2 de fevereiro, o resumo executivo foi "originado pelo diretor da área Internacional" em 31 de janeiro, dois dias antes.

sábado, 22 de março de 2014

MINISTRO JOSÉ JORGE DO TCU - FUNDADOR DO PDS - PFL - INIMIGO HISTÓRICO DO PT E UM DOS RESPONSÁVEIS PELO APAGÃO NO GOVERNO FHC

ESSE É O HOMEM QUE VEM COLOCANDO LENHA NA FOGUEIRA DA COMPRA DA REFINARIA DE PASADENA


É preciso observar bem a conduta do Ministro do TCU - José Jorge - Ex-deputado e ex-senador, ex-ministro de Minas, APAGÃO e FALTA DE ENERGIA no governo FHC, que sempre foi um homem da direita, o que, com raríssimas exceções...é o pior que pode ocorrer em termos de politica públicas em benefício do povo.

José Jorge é quem tem em grande parte, na condição de relator do processo que corre no TCU, abastecido a imprensa com 'informações", logo transformadas em deformações sobre a compra/venda da Refinaria de PASADENA pela Petrobras. 

Não cabe a um Ministro do TCU ficar aparecendo dia sim e outro também na imprensa, dando declarações (que mais se parecem com opinião de integrante da oposição) a respeito de suposições disso ou daquilo, como está hoje publicado em O Globo (22/03 - pág.26)

Diz o Ministro JOSÉ JORGE do TCU, segundo o jornal:

_Isso é muito grave, o que pode fazer com que deixe de ser um mau negócio para se tratar de falsificação. O TCU agora vai ter de examinar se a diretoria enviou ao conselho de Administração da Petrobras o processo completo ou se houve tentativa de burla _


sexta-feira, 21 de março de 2014

PRESIDENTE DA EDITORA ABRIL SAI EM DEFESA DA COMPRA DA REFINARIA DE PASADENA


A compra da Refinaria de Pasadena pela Petrobras, acabou se revelando até aqui um mau negócio para a empresa. Como o Mercado de Petróleo é altamente volátil, é possível que no futuro, isso mude. Nada porém justifica, por parte da imprensa, essa fúria de acusações e de noticiário totalmente distorcido. mentiras sobre preços e condições de compra, estão sendo divulgadas, enquanto outras informações importantes para se entender o que de fato ocorreu, são omitidas.

Nesse contexto é até "engraçado" ver a manifestação do Presidente da Editora Abril - Fabio Barbosa - que saiu em defesa do negócio, e por tabela do governo e da presidente Dilma Rousseff. 

Fabio era conselheiro / integrante do Grupo de Administração da Petrobras quando da compra da Refinaria. Vai ser um prazer assistir a VEJA defendendo o governo, enquanto a outra BANDA da oposição MIDIÁTICA vai continuar tentando transformar um mau negócio, em negócio feito por maus.
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Compra de Pasadena pela Petrobras era um bom negócio
A descoberta do pré-sal mudou os planos da empresa

Jornal do Brasil


Nesta sexta-feira (21) outra voz se fez ouvir em defesa do governo e da decisão de comprar a refinaria. De acordo com matéria publicada no site da Veja, Fábio Barbosa, atual presidente da Editora Abril, que edita as revistas Veja e Exame – cujas linhas editoriais são raivosamente contra o governo – se pronunciou em defesa da compra da refinaria. Barbosa era conselheiro da Petrobras, na época em que a operação foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, do qual também fazia parte a presidente Dilma Rousseff.

"A proposta de compra de Pasadena, submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, da qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado", declarou Fábio Barbosa.

Outros empresários, ouvidos pelo site também defenderam o negócio. O ex-conselheiro Claudio Luiz Haddad, economista e empresário, afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que o ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Ceveró, fez apresentação consistente do negócio e recomendou sua aprovação. Haddad também lembrou que as negociações foram assessoradas por uma instituição financeira, que deu aval às condições de compra da refinaria. "O banco atestou que o preço se enquadrava à prática do mercado, e as condições eram normais. Sendo uma apresentação consistente, não havia nada que oferecesse qualquer tipo de duvida", disse.