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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

VENINA E O VENENO DA MENTIRA DETECTADO POR ESPECIALISTA EM ANÁLISE DE VOZ

 LAUDO DE VOZ AFIRMA QUE EX-DIRETORA DA PETROBRAS NÃO ESTÁ FALANDO A VERDADE


CONFIRA AQUI

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Nota do Blog: Não existe 100% de confiabilidade (segundo especialistas) no chamado DETECTOR DE MENTIRAS ou técnicas similares, para apurar se num depoimento ou em interrogatório, a pessoa submetida ao APARELHO está dizendo a verdade. 

Para saber mais sobre "DETECTORES"


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

EU NÃO DESISTO DO BRASIL E NEM DA VERDADE DOS FATOS

 A POLÍTICA VELHA PRATICADA EM PERNAMBUCO


Sobre a possibilidade de Renata Campos vir a ser a vice na chapa de Marina Silva, e diante da dúvida se ela pode ou não, legalmente, visto que há controvérsia sobre a questão da formalização da desincompatibilização, sobrou a questão da esposa de Eduardo Campos ter sido "cedida" pelo TCE de Pernambuco para trabalhar no governo do estado, portanto, ao lado do marido.

Convenhamos, o falecido ex-governador tem um histórico de nomeações de parentes nada condizente com a 'fama' que lhe atribuíam do "novo" na política, e com o discurso de que é preciso combater "as raposas". Não parece haver nada de ilegal nessas 'nomeações' e 'empréstimos' mas, também é certo que em tudo isso, a moralidade pública passa longe, e desmonta o discurso de fazer política de forma diferente.

Faz-se necessário atentar para isso. Com todo respeito pela perda do ser humano, do chefe de família e pela dor dos seus, pega muito mal essa prática de querer transformar em "MODELO", POLÍTICOS APÓS A MORTE, esquecendo seus defeitos e erros.

Eduardo Campos, o político, a quem por diversas vezes critiquei, não tinha em muitos aspectos, uma prática condizente com o discurso que fazia. A prova disso são as aliança que selou, ao arrepio da vontade de sua então VICE, Marina Silva, e a nomeação por 7 anos de sua mulher para fazer parte do governo ao seu lado.

Uma coisa são as primeiras DAMAS sem vínculo com o serviço público, outra, as que tem vínculo com o serviço público. Até onde se sabe, Dona Renata Campos foi cedida pelo TCE, portanto, recebendo seus vencimentos, normalmente, durante todos esses anos. E não vale nem o argumento de que ela não poderia ficar no TCE / PE por ser o órgão que controla o governo. A parentada toda está por lá, ela que fosse para algum outro órgão, secretaria, menos trabalhar no Palácio das Princezas.

Salvo melhor juízo, fica aqui a pergunta: QUEM CONTROLAVA O PONTO ?

Redação 007BONDeblog
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"Renata Campos é filiada ao PSB desde 1991. Auditora do TCE-PE, foi cedida ao governo do Estado em 2007, quando Campos assumiu o governo, e devolvida em em 7 de abril, logo após o marido deixar o governo para concorrer à Presidência".

LEIA AQUI

quarta-feira, 9 de abril de 2014

GABRIELLI ACUSA IMPRENSA DE CAMPANHA MENTIROSA SOBRE A REFINARIA DE PASADENA

NEGÓCIO DA PETROBRAS COM A REFINARIA DE PASADENA NADA TEM DE IRREGULAR, AFIRMA SÉRGIO GABRIELLI
JÁ NO TRENSALÃO TUCANO E NO PORTO DE SUAPE...?!

Ex-presidente da Petrobras diz que valores da compra de refinaria são diferentes
Carolina Gonçalves - Agência Brasil - 08.04.2014 


O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse hoje (8) que as informações divulgadas sobre a compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, são “mentirosas”, ao falar sobre o negócio com deputados petistas. Entre as informações apresentadas pelo ex-dirigente da estatal, está a de que o preço pago pelo sócio belga Astra inclui, além dos US$ 42 milhões já conhecidos, o pagamento de dívidas que chegariam a mais de US$ 200 milhões. Além disso, o preço pago pela Petrobras foi US$ 486 milhões, e não US$ 1,1 bilhão, segundo garantiu.


Como em outras vezes em que esteve no Congresso Nacional para falar sobre o assunto, Gabrielli mostrou números que, segundo ele, comprovam que o negócio transcorreu de forma legal e adequada. A compra da refinaria está sendo investigada pela Polícia Federal, pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público e Congresso Nacional por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas. Os parlamentares governistas que participaram do encontro a portas fechadas se declararam tranquilos em relação ao negócio.

Veja também no Portal EBC:


Segundo Garbielli, nas contas que vêm sendo divulgadas, não têm sido incluídos os valores que o grupo belga Astra Oil, responsável pela compra da outra metade das ações da refinaria, em 2006, pagou em dívidas, passivos trabalhistas e investimentos para adequação ambiental daquela indústria.

O ex-dirigente da estatal explicou que foi convidado pela bancada do partido para “esclarecer fatos e combater as versões fantasiosas e eleitoreiras que estão sendo veiculadas”. Segundo ele, “uma mentira repetida inúmeras vezes vira verdade”. De acordo com o ex-presidente, o grupo belga Astra não pagou apenas US$ 42 milhões na parte da refinaria porque teve que pagar outros valores em dívidas que chegaram a mais de US$ 200 milhões.

“E a Petrobras pagou US$ 486 milhões, e não US$ 1,1 bilhão. A diferença foi referente a estoques que foram vendidos, despesas bancárias para garantir a comercialização do produto e despesas judiciais. Foi um negocio absolutamente normal”, detalhou.

Segundo ele, outra ideia falsa “implantada” pela oposição é a de que a compra foi um mau negócio. “Foi um bom negócio, que refletiu a estratégia [da estatal] de conseguir refino nos Estados Unidos. É falso dizer que foi ruim”, disse. A explicação de Gabrielli é a de que a refinaria é um negócio que foi afetado pelas mudanças no mercado decorrentes da crise internacional de 2008 e do aproveitamento do gás de xisto pelo mercado norte-americano.

Na conversa com jornalistas, depois da reunião da bancada do PT, o ex-presidente da Petrobras ainda explicou que a cláusula Marlim foi considerada inválida pela Justiça dos Estados Unidos, na disputa judicial entre a Petrobras e a Astra. Ele ainda disse que a cláusula do tipo Put Optiontambém não prejudicou a estatal “É um acordo de divórcio. Uma cláusula normal quando se refere a grandes negócios. Continuo defendendo que o negocio foi correto”, disse.

As cláusulas foram omitidas em um resumo executivo elaborado pela área internacional da Petrobras, comandada pelo ex-diretor Nestor Cerveró. O documento provocou uma crise depois que o Planalto divulgou nota explicando que a autorização do negócio dada pelo conselho de administração da empresa, presidido na época por Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, se baseou em relatório com informações incompletas sobre o negócio.

Gabrielli acrescentou que quem tomou a iniciativa de entrar na Justiça em 2008 foi a Petrobras, que queria modernizar a refinaria. Em julho de 2008, o grupo Astra entrou contra a Petrobras alegando que tinha que ser aplicada a cláusula Marlin. “Em 2012, a Justiça concluiu que a cláusula Marlin não é válida e que o cálculo seria feito a partir da Put Option, considerando os termos do contrato original, dentro das condições econômicas da época”, explicou.


Com as informações nas mãos, o PT decidiu que não vai tentar dialogar com a oposição para tentar barrar os impasses em torno da instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar as denúncias. “Quem disse que não queremos CPI?”, questionou o líder do PT na Câmara dos Deputados, Vicentinho (SP), ao falar das assinaturas recolhidas para uma comissão de inquérito ampliada para investigar outras denúncias, como o do metrô de São Paulo. “Estamos dispostos e queremos que a Mesa [do Congresso] defina, para apurarmos todos esses casos”, afirmou.

A compra da refinaria é um dos negócios da Petrobras que estão na lista de investigação que partidos da oposição querem fazer no Congresso, a partir de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI). Mas a instalação desse colegiado e as dimensões que a CPI deve ter, tanto em relação ao objeto de apuração quanto ao tamanho (se uma CPI exclusiva do Senado ou mista) ainda esbarra em impasse entre as bancadas da oposição e do governo.

Editor: Davi Oliveira

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CPMI DO CACHOEIRA - OS QUE QUEREM TODA A VERDADE X OS QUE QUEREM A PARTE DA VERDADE QUE LHES INTERESSA


Até aqui a CPMI que apura a Organização criminosa, que provavelmente é liderada por Carlos Cachoeira, tendo como um de seus principais cúmplices o ainda Senador DEMóstenes Torres vem apresentando um bom ritmo de trabalho e um cronograma de depoimentos que obedece a coerência de uma investigação equilibrada, sem estardalhaços e sem postergações.

Na tarde de hoje a CPMI fez importantes avanços;

Aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de CLAUDIO ABREU - ex-diretor da empresa Delta Construções na Região Centro-Oeste.
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-17/cpmi-aprova-quebra-de-sigilo-bancario-fiscal-e-telefonico-de-ex-diretor-da-delta

Certamente em breve, como desdobramento dessa decisão, o ex- presidente da DELTA, Fernando Cavendish deverá sofrer o mesmo tipo de ação. Começar por apurar as ações da DELTA na região Centro-Oeste, onde o foco de corrupção das Organizações Cachoeira é mais atuante, é perfeitamente coerente, descartar de antemão estender a apuração sobre as atividades e negócios da Construtora em outros  Estados, seria indecente.

Na tarde de hoje a CPMI aprovou a Convocação para depor de 51 pessoas, mas não colocou nem em votação outros tantos requerimentos nesse sentido, entre eles os dos governadores de Goiás, Brasília, Tocantins e Rio de Janeiro. Em Junho próximo, logo no início do mês, outra reunião para decidir por convocados para depor será realizada. Priorizar os nomes agora chamados é perfeitamente normal e correto, dizer que Marconi Perillo, Agnelo Queiroz e Sérgio Cabral não tem o que explicar na CPMI seria um atentado à moralidade pública. O relator da CPMI, Deputado Odair Cunha não pode se precipitar, nem para mais nem para menos.  
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-17/cpmi-adia-decisao-sobre-convocacao-de-cavendish-e-quebra-de-sigilo-da-delta

A CPMI pediu ao STF o fim do sigilo sobre os processos de Cachoeira e também a indisponibilidade dos seus bens. Importantes estas duas medidas. Transparência e ação para impedir prejuízos aos cofres públicos. 
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-17/cpmi-pedira-ao-supremo-suspensao-do-sigilo-de-processos-sobre-cachoeira

Quanto ao jornalista Policarpo Jr, parte dos Deputados e Senadores está fazendo uma "pequena confusão". Não interessa saber se o ex-presidente Collor tem alguma motivação de fundo baseada em desejo de vingança em relação a Revista Veja. Interessa saber se existem indícios de que a relação de Cachoeira com o Jornalista ultrapassou os limites éticos e legais. Por tudo que já chegou ao conhecimento do 'respeitável público' parece que sim, esses limites foram ultrapassados. Que medo é esse, que procura criar uma blindagem para o Policarpo Jr ? Quem tem, se é que tem, e porque tem, medo da Mídia, e se acovarda querendo posar de arauto de defensor da liberdade de imprensa, algo que nem de longe está ameaçada no Brasil ?
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-17/relator-da-cpmi-do-cachoeira-rejeita-pedido-de-informacoes-de-jornalista

Um apuração como essa que a CPMI tem para realizar não é tarefa fácil, embora, a Polícia Federal já tenha fornecido material de "sobra" para ser investigado. No decorrer dos trabalhos, com os seguidos depoimentos e seus inevitáveis desdobramentos, vamos conhecer gradativamente mais e mais fatos. O Brasil vai ver ainda se existem e quem são, os que desejam da CPMI apenas uma parte da verdade, querendo blindar uns e defenestrando outros, ao sabor de sua conveniências e "sociedades"

Caberá aos brasileiros que desejam a VERDADE POR INTEIRO, denunciar, protestar e não permitir que isso aconteça.