150 DIAS DE EXCEÇÃO E SOB O ARBÍTRIO DE JOAQUIM BARBOSA
CONDENADO AO REGIME SEMI-ABERTO, EX-MINISTRO JOSÉ DIRCEU, QUE É ODIADO PELA IMPRENSA PARTIDARIZADA E PELA ELITE E DIREITA RAIVOSA, É MANTIDO EM REGIME FECHADO, E TEM SEU DIREITO DE TRABALHAR FORA DO PRESÍDIO NEGADO E POSTERGADO, COM BASE NUMA SÉRIE DE DENÚNCIAS FEITAS PELA IMPRENSA, QUE GERARAM APURAÇÕES LENTAS, E QUE, MESMO DEPOIS DE CONCLUÍDAS SEM NADA COMPROVAR CONTRA DIRCEU, SÃO IGNORADAS, IMPEDINDO QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA.
TÍPICO CASO DE POSICIONAMENTO ARROGANTE E ABUSIVO POR PARTE DO JUDICIÁRIO. ALIÁS, VALE DIZER, O PODER JUDICIÁRIO NO BRASIL, FAZ O QUE QUER, QUANDO QUER, COMO QUER E COM QUEM QUER. CASOS MOFAM NAS PRATELEIRAS DOS JUÍZES, A VIDA DAS PESSOAS FICA ENTREGUE A UMA MOROSIDADE VERGONHOSA, ISSO SEM FALAR NOS ACERTOS QUE GERAM VENDA OU TROCA DE SENTENÇAS POR FAVORES OU MUITO DINHEIRO. QUAL A PUNIÇÃO PARA JUÍZES E DESEMBARGADORES QUE ASSIM AGEM ? APOSENTADORIA COM SALÁRIO INTEGRAL !!
JÁ OS LADRÕES DE GALINHA SÃO JOGADOS PELA JUSTIÇA ?? NAS MASMORRAS FÉTIDAS QUE SÃO NOSSOS PRESÍDIOS, ENQUANTO RICOS SENHORES, ALGUNS ATÉ TRAFICANTES DE DROGAS E SONEGADORES CONTUMAZES, CONSEGUEM SE LIVRAR, COLOCANDO A CULPA NO "PILOTO OU NO CONTADOR".
Redação BONDeblog
“Promotoria incluiu Palácio do Planalto em quebra de sigilo telefônico”, afirma defesa de Dirceu
Em petição ao STF, advogados de ex-ministro da Casa Civil juntam documento que mostra alcance de rastreamento para identificar se ele fez uso de celular dentro da Papuda
por Fausto Macedo
A defesa de José Dirceu afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o Ministério Público do Distrito Federal incluiu o Palácio do Planalto no pedido de rastreamento telefônico a fim de identificar para quem o ex-ministro chefe da Casa Civil ligou, ou de quem recebeu ligação, mesmo confinado no Complexo Penitenciário da Papuda, onde cumpre pena como réu do Mensalão.
A área do levantamento requerido pela promotoria alcança todas as ligações por celular, efetuadas e recebidas, no período de 1.º a 16 de janeiro de 2014, provenientes de Estações de Rádio Base (ERBs) instaladas em duas coordenadas distintas.
Ao requerer a Joaquim Barbosa, ministro presidente do STF, “pronta análise do pedido de trabalho externo em favor de José Dirceu” – que cumpre pena em regime semi aberto –, seus defensores juntaram documento intitulado “Relatório de Localização de Coordenadas”.
O documento, subscrito pelo engenheiro agrônomo Juvenal José Ferreira, revela o alcance da quebra de sigilo pedida pelo Ministério Público. Na análise das coordenadas indicadas pelo Ministério Público o engenheiro resumiu em ponto 1 e ponto 2 a área de cobertura das ERBs.
“O mais grave é que um dos pontos físicos estabelecidos no pedido de quebra de sigilo, ao que indicam as coordenadas fornecidas pelo Ministério Público/DF, corresponde ao Palácio do Planalto, sede do governo brasileiro”, destacam os criminalistas José Luís Oliveira Lima, Rodrigo Dall’Acua e Camila Torres César, que representam o ex-ministro da Casa Civil.
“Para investigar uma nota de jornal (sobre o suposto uso de celular por Dirceu) que já foi investigada, o Ministério Público do Distrito Federal pede que cinco operadoras de telefonia enviem todas as ligações de celulares, efetuadas e recebidas, envolvendo todos os usuários que trabalham no Palácio do Planalto no intervalo de 16 dias”, protestam os advogados do ex-ministro.
Oliveira Lima classifica a medida de “genérica, absurda, indiscriminada, sem considerar, ainda, a sua absoluta falta de justa causa, uma vez que possui como base fática somente uma nota de jornal que já foi cabalmente investigada e, procedimento que contou com a participação do Poder Judiciário e do Ministério Público.
A defesa de Dirceu juntou à petição ao presidente do STF declaração de 11 de março e extratos telefônicos espontaneamente fornecidos pelo secretário do Governo da Bahia, James Correia, “revelando a ausência de ligações que indiquem o suposto contato feito com o ex-ministro em Brasília na data do imaginado telefonema”.
“Esse pedido de investigação do uso de celular pelo meu cliente, é a demonstração cabal do absurdo do requerimento feito pelo Ministério Público, bem como da perseguição sofrida pelo ex-ministro José Dirceu”, protesta o criminalista José Luís Oliveira Lima.




