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sexta-feira, 27 de março de 2015

AVISEM DONA MÍRIAM LEITÃO - NÃO VAI HAVER RACIONAMENTO DE ENERGIA !

HÁ !!!! DONA MÍRIAM, A SENHORA ERROU DE NOVO !


Como diria o finado MARIO VIANNA: EEEEEEERRRRROOOOUUUU !!!!


LUCAS VETTORAZZO - Folha.com
DO RIO - 27/03/2015

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) estima que os reservatórios da região Sudeste, considerada a caixa d'água do país, cheguem ao final de abril, quando termina o período chuvoso no país, entre 32% e 35%.

O Nordeste, que detém segunda maior capacidade de reserva de água, deve chegar, na estimativa do operador, em torno de 26,5%.

A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (27) pelo diretor geral do ONS, Hermes Chipp, durante seminário sobre energia elétrica na Firjan, no Rio. De acordo com Chipp, esses volumes afastam a possibilidade de racionamento até o final do ano.

Segundo Chipp, os percentuais permitirão chegar ao final do ano com a média dos reservatórios do sistema elétrico acima de 10%. No início do ano, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, estipulou como limite um percentual abaixo de 10% para que fossem tomadas medidas de racionamento.

"Vamos perseguir até a última gota a garantia física de oferta de energia. A princípio, com esses volumes, não precisaremos chegar a racionamento. O ONS não racionamento preventivo", disse Chipp.

Os motivos para que o ONS afastasse a possibilidade de tomar medidas extremas de redução de demanda foram dois: as "águas de março" e do final de fevereiro e o baixo desempenho da atividade econômica do país.

A expectativa de iniciar o período seco, que vai de abril a novembro, com um nível razoável de reservatórios ocorre, segundo o ONS, mesmo com a possibilidade do período seco registrar chuvas em volume de 35% do esperado.

O mau desempenho da economia brasileira fez o ONS reduzir também a expectativa de crescimento de consumo de energia no país neste ano, de 3,2% para 0,2%. Essa estimativa ainda não foi divulgada oficialmente pelo ONS. Esse percentual é usado pelo operador para calibrar a operação e basear as decisões de ligar o desligar as usinas térmicas.

Pesam na expectativa de crescimento baixo do consumo de energia fatores como o fraco desempenho do PIB de 2014, que cresceu 0,1%, segundo divulgou IBGE nesta sexta, o prolongado mau momento da indústria e a indicação de desaceleração do setor de serviços. Aliado a isso, há o aumento das tarifas, que reduzem o consumo, e a crise da Petrobras, que fez parar diversas obras pelo país.

A alta das tarifas e o fim do período de forte calor registrado em janeiro afastam também a possibilidade de haver novamente um apagão como o registrado em janeiro, em que o ONS promoveu um corte proposital no fornecimento de energia porque a oferta não estava dando conta da demanda. "Não vai ter mais nenhum corte de energia este ano", disse Chipp.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

SAI DAS CORDAS DILMA !

PRESIDENTE PRECISA SAIR DAS CORDAS, FALAR AO PAÍS, VISITAR OBRAS.


A Presidente Dilma está adotando uma tática muito perigosa e que pode ter efeitos desastrosos em relação a sua aprovação e apoio por parte dos brasileiros que a elegeram.

Primeiro é preciso reafirmar os compromissos assumidos na campanha eleitoral, e fazer a diferença entre AUSTERIDADE e ARROCHO. Um governo austero, que gaste de forma responsável, que tenha suas contas equilibradas, é o que com certeza a nação deseja. 

A manutenção das políticas sociais e ganhos na área econômica pelos trabalhadores brasileiros, são conquistas que não se admite sejam descartadas. O Brasil votou em Dilma por acreditar que ela e o PT são capazes de conciliar as duas agendas.

Pode-se entender algum tipo e nível de "ajuste", os excessos e abusos cortados, por certo que terão a aprovação do país. Já, enveredar por uma política RECESSIVA e de CONFISCOS NÃO !

Foi no governo de Lula, e depois no de Dilma, que o Brasil valorizou o salário MÍNIMO e PRESERVOU o trabalho, emprego e renda. Durante os últimos DOZE ANOS o Brasil cresceu e tirou da MISÉRIA MILHÕES DE PESSOAS. Como negar o esforço feito para alcançar esses objetivos, e que as políticas adotadas estavam corretas ?

O AUMENTO DESENFREADO DA SELIC só serve ao RENTISMO. Quanto mais ALTA A SELIC maior a DÍVIDA PÚBLICA.

Os ajustes nos impostos, como a volta da cobrança de IOF (de 1,5% para 3%) nas operações de crédito, e da retomada da CIDE incidindo sobre a gasolina, além das alíquotas de IPI sofrendo algum tipo de aproximação com o cobrando antes do processo de desoneração, podem ser consideradas uma movimentação correta para recomposição da arrecadação. Já a perpetuação da correção do IR de pessoa física em 4,5% é injusta e significa mais um "confisco" de salário, quando o que se deve TAXAR é a RENDA, os grandes patrimônios e fortunas. 

Dilma precisa melhorar a sua comunicação, precisa valorizar quem lhe apoiou, PRECISA SAIR DAS CORDAS e enfrentar quem lhe ataca diuturnamente, inclusive na questão da suposta falta de ENERGIA.

Mostrar as OBRAS que estão em ANDAMENTO, e o quanto foi feito nesse sentido é FUNDAMENTAL para MARCAR a diferença entre a atuação dos governos do PT em âmbito federal no suprimento de energia, apesar da SECA que assola o país, e o DESASTRE que é a forma como o governo do PSDB tratou dessa questão: VINTE ANOS e NENHUMA OBRA PARA EVITAR O COLAPSO DO SISTEMA CANTAREIRA.

terça-feira, 6 de maio de 2014

ESTIAGEM EM 2014 É IGUAL A DE 2001 - MAS O GOVERNO É DIFERENTE, POR ISSO....



Risco de racionamento de energia é seis vezes menor que em 2001, diz ministério
06/05/2014 - 
Rio de Janeiro
Vinícius Lisboa-Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

Atualmente o sistema elétrico é equilibrado, disse o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann Marcello Casal Agência Brasil

O risco de racionamento de energia elétrica no Brasil é seis vezes menor do que em 2001, afirmou hoje (6) o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann. Representando o ministério no Encontro Nacional dos Agentes do Setor Elétrico, que começou hoje (6) no Rio, Zimmermann afirmou que não há necessidade de medida adicional para garantir o fornecimento diante dos baixos níveis dos reservatórios.

"O sistema na época estava desequilibrado. Hoje, ele é equilibrado e qualquer um pode observar [na comparação da série histórica] que os riscos chegavam a ser seis vezes maiores do que são agora", disse o ministro, ao acrescentar que amanhã, na reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, serão divulgados mais detalhes sobre os riscos de déficit no sistema elétrico, após o fim do período chuvoso.

Saiba Mais

Zimmermann antecipou que o risco de déficit na série histórica em maio deste ano está em 3,7%, enquanto em 2001 a possibilidade chegou a 24,7%. Na série sintética, o risco está em 6,7%, enquanto em 2001 os dados indicavam 18,7%.

No Nordeste, onde o risco em maio de 2001 chegou a 44,4% na série histórica, o valor atual é zero. Na série sintética, a diferença é semelhante, de 44% para 1,9%.

Para 2015, Zimmermann afirma que também não há necessidade de medidas diferentes: "pelos dados de maio, também não está caracterizada nenhuma situação além do alerta atual".

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, fez uma avaliação parecida com a de Zimmermann, ao mencionar que o aumento da capacidade instalada e a diversificação da matriz energética contribuem para o menor risco, apesar da situação climática semelhante.

"Temos uma situação estrutural totalmente distinta de 2001", disse o presidente, que destacou ainda a capacidade das linhas de transmissão, que dobrou: "Em 2001, sobrou energia no Sul, mas não havia capacidade de transmiti-la para o Sudeste. Aumentou-se enormemente a capacidade de intercâmbio entre as regiões."

quarta-feira, 30 de abril de 2014

ONS DESMENTE NOTÍCIAS DIVULGADAS PELA IMPRENSA SOBRE RACIONAMENTO DE ENERGIA

REDE DE BOATOS COM FINALIDADE DE CRIAR AMBIENTE DESFAVORÁVEL AO GOVERNO E INFLUIR NAS ELEIÇÕES 2014



Nota à imprensa (29/04/2014) 


Com relação às notícias improcedentes divulgadas na mídia hoje – de que o ONS teria 
sugerido ao governo cortes de carga – o Operador Nacional considera da maior importância 
esclarecer à sociedade que: 

1. Dentro de suas atribuições institucionais, o ONS avalia as condições atuais e futuras 
de suprimento eletroenergético no SIN, considerando diferentes cenários de evolução 
das condições hidrológicas e de armazenamento dos reservatórios. 

2. Os resultados de nossos estudos são apresentados em reuniões formais com as 
autoridades setoriais, nos órgãos colegiados do setor, como o Comitê de 
Monitoramento do Setor Elétrico, com os agentes associados de geração, transmissão 
e distribuição de eletricidade, no âmbito do Programa Mensal de Operação, e com o 
seu Conselho de Administração. 

3. A divulgação de informações para a sociedade é feita exclusivamente pelo Diretor Geral 
do ONS, que mantém o compromisso com a unicidade e exatidão de seu conteúdo, em 
função de sua importância estratégica para o setor e para o País. Dessa forma, o ONS 
não reconhece notícias oriundas de “técnicos do Operador” ou de uma suposta atuação 
do ONS “nos bastidores”. 

4. Os estudos técnicos realizados de acordo com os critérios vigentes, com base na atual 
situação dos reservatórios e nas condições hidrológicas previstas não indicam a 
necessidade de adoção de cortes de energia. Portanto, em nenhuma circunstância o 
ONS recomendou, defendeu ou sugeriu a imediata implantação de medidas restritivas. 

5. No entanto, caso ocorra um agravamento das condições hidrológicas no período de 
maio a novembro, diferentemente do que é atualmente esperado, o ONS poderá propor 
medidas adicionais às autoridades setoriais, de forma que fique garantido o 
fornecimento de energia elétrica para a sociedade. 

Hermes Chipp 
Diretor Geral do ONS

quinta-feira, 24 de abril de 2014

AGÊNCIA DE RISCO MOODY'S VATICINA RACIONAMENTO E QUER DIZER AO GOVERNO COMO ADMINISTRAR O PAÍS

GOVERNO TEM DE RESPONDER COM FIRMEZA E COLOCAR ESSES ESPECULADORES NO SEU DEVIDO LUGAR


"PREVISÃO DE RACIONAMENTO" É INTERFERÊNCIA INDEVIDA EM SITUAÇÃO NÃO CONFIRMADA.

As agências de classificação de risco tem uma dificuldade enorme de avaliar situações reais e fatos consumados. Erram muito e não possuem nenhuma credibilidade. Imagina o tamanho da possibilidade de ERRO quando o assunto é uma "SIMULAÇÃO" de um HIPOTÉTICO e pouco provável racionamento de energia no Brasil. Dá até para especular, já que especular é o que essa 'turma' mais gosta de fazer, que a referida agência está tentando interferir nas próximas eleições, imaginando uma situação desfavorável, trabalhando em cima de previsões e simulações que ninguém pode afiançar serem factíveis e corretas, criando assim um cenário desfavorável para o governo Dilma.

Redação BONDeblog
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Racionamento pode custar R$ 28,7 bi e elevar tarifas em 10,2%, diz Moody's
Agência de classificação de risco simula cenário com um corte de 20% de energia por 12 meses
24 de abril de 2014


O racionamento de energia provocaria uma perda de até R$ 28,7 bilhões aos geradores e forçaria um aumento de até 10,2% nas tarifas de energia para evitar que as distribuidoras quebrassem. Estas são algumas das conclusões de um estudo produzido pela agência de classificação de risco Moody's.

Quer ler + >>> AQUI


segunda-feira, 7 de abril de 2014

GOVERNOS DO PSDB AUMENTAM CONTA DE LUZ PELO TRIPLO DA INFLAÇÃO

CEMIG 14,24% - MG (GOVERNO ANASTASIA) e CPFL 16,46% (GOVERNO GERALDO ALCKMIN)


EIS AÍ O RESULTADO DA POLITICAGEM COLOCADA EM PRÁTICA PELOS TUCANOS, QUE APOSTAM NO QUANTO PIOR, MELHOR. NEM QUE PARA ISSO TENHAM QUE SACRIFICAR MILHÕES DE BRASILEIROS.
JÁ NO RIO DE JANEIRO...


AMPLA

No caso da Ampla, distribuidora que atende mais de 2,5 milhões de consumidores em 66 municípios do Rio de Janeiro, o reajuste foi negativo para as residências.

A conta de luz ficará 0,74% mais barata para consumidores residenciais que são atendidos pela empresa.

Para a indústria e outros grandes consumidores, o efeito do reajuste aprovado representa um aumento de 8,11%.

Na média geral –considerando todos os tipos de consumo–o efeito do reajuste equivale a um aumento médio de 2,64%.

A decisão tem efeito retroativo, portanto, será aplicado sobre o consumo de todos os atendidos pela Ampla desde 15 de março deste ano.

Fonte: Folha.com

segunda-feira, 8 de abril de 2013

RACIONAMENTO DE ENERGIA - NADA INDICA QUE O BRASIL PASSARÁ POR ESSE PROBLEMA


Pode até ser que na COPA DO MUNDO ocorram alguns problemas pontuais de falta de energia - interrupções em áreas de grande concentração de eventos - pois, é sabido que as concessionárias de energia não primam pela excelência dos serviços que prestam, adiam ou reduzem investimentos que são necessários faz tempo, e a ANEEL, não "regula bem". Mas, daí a publicar matéria - com chamada de capa - dizendo que o risco de RACIONAMENTO de energia dobrou para o biênio 2013/2014, vai uma diferença enorme. Alardear que há relação entre redução de chuvas e atrasos nas obras como fator que pode causar RACIONAMENTO, é falso, é não primar por informar corretamente.

Os reservatórios monitorados pela ONS continuam apresentando elevação dos seus níveis, estão perto do máximo na REGIÃO NORTE, próximos de sua capacidade normal para o período do ano no SUL, em níveis já considerados satisfatórios no SUDESTE. No NORDESTE, a situação ainda é crítica, o que é natural diante do quadro de seca que a REGIÃO atravessa, uma das piores nos últimos 40 anos. Vale dizer que na virada de 2012/2013 as chuvas demoraram mais a chegar. Estamos em ABRIL vivendo uma época típica de CHUVAS DE MARÇO, fechando o VERÃO em pleno OUTONO.

Não há, entretanto, que se falar em risco de racionamento, ao menos até 2015. Em breve, com a entrada em operação de 8.000 KM de linhas de transmissão, já quase concluídas, além da entrada em operação de novas USINAS e outras fontes de energia (Eólica e Biomassa) participando de forma mais significativa de nossa matriz energética, esse "risco" de falta de oferta será jogado para mais adiante. Em se tratando de energia, será sempre assim, ao menos se o país continuar crescendo, visto que a demanda exigirá novos investimentos que garantam o abastecimento.

O que não pode acontecer, é voltarmos ao tempo da falta de planejamento e de investimento no setor, que levou ao apagão durante o governo FHC. Felizmente a presidente agora se chama Dilma, vai concluindo obras do governo Lula e iniciando outras.

O RETRATO DOS RESERVATÓRIOS


Situação dos Principais Reservatórios do Brasil - 07/04/2013

REGIÃO SUDESTE / CENTRO-OESTE (situação atual 56.55%)

Rio Parnaíba

37,76% da regiãoEmborcação(10,82% da região)41.46%
Nova Ponte(11,39% da região)37.27%
Itumbiara(7,89% da região)45.18%
São Simão(2,54% da região)77.94%

Rio Grande

25,80% da regiãoFurnas(17,46% da região)65.25%
Mascarenhas de Moraes(2,18% da região)81.47%
Marimbondo(2,72% da região)60.54%
Água Vermelha(2,22% da região)65.73%

Rio Paraná

3,08% da regiãoIlha/3 Irmãos(3,08% da região)83.47%

Rio Paranapanema

5,83% da regiãoJurumirim(2,01% da região)65.94%
Chavantes(1,64% da região)46.27%
Capivara(1,95% da região)95.43%
Outras
(27,53% da região)

REGIÃO SUL (situação atual 63.88%)

Rio Iguaçu

50,93% da regiãoS. Santiago(16,30% da região)70.28%
G. B. Munhoz(30,39% da região)63.98%
Segredo(2,29% da região)61.27%

Rio Jucuí

16,08% da regiãoPasso Real(15,02% da região)73.42%

Rio Uruguai

29,77% da regiãoPasso Fundo(8,72% da região)48.02%
Outras
(3,22% da região)

REGIÃO NORDESTE (situação atual 43.65%)

Rio São Francisco

96,86% da regiãoSobradinho(58,20% da região)40.05%
Três Marias(31,02% da região)53.31%
Itaparica(6,62% da região)26.26%
Outras
(3,14% da região)

REGIÃO NORTE (situação atual 94.29%)

Rio Tocantins

99,84% da regiãoSerra da Mesa(45,35% da região)49.09%
Tucuruí(53,49% da região)99.46%
Outras
(0,16% da região)
RegiãoCapacidade Máxima Instalada MW/Mês
SUDESTE / CENTO-OESTE201.717
SUL19.873
NORDESTE51.859
NORTE14.267

sábado, 5 de maio de 2012

LUZ PARA TODOS E A UM PREÇO JUSTO - O NOVO DESAFIO DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF




O governo da Presidente Dilma Rousseff vem dando prosseguimento ao trabalho de colocar o Brasil na rota do crescimento sustentável e da redução da miséria e desigualdades.

Vem obtendo extraordinário resultado, de forma especial nas ações da área econômica casadas com políticas sociais. Mais emprego, mais renda, mais oportunidade, diminuição da mortalidade infantil e do analfabetismo. Menos inflação e mais comida na mesa do povo brasileiro. 

Nos últimos dias assistimos a uma atuação forte e corajosa de enfrentamento dos especuladores do mercado financeiro, com a redução das TAXAS de juro praticadas pelos Bancos. Medida igualmente corajosa e inteligente, acaba de criar condição para  que a TAXA SELIC BAIXE À UM PATAMAR NUNCA ANTES ALCANÇADO, graças a forma de remuneração dos novos depósitos da Caderneta de Poupança, sem confisco e sem quebra de contrato, sem prejuízo para o poupador. 

Num outro campo, o governo vem atuando na questão da desoneração. Vários segmentos da nossa economia tem sido contemplados com medidas que diminuem os impostos, dando fôlego para que o setor produtivo invista e resista a crise internacional.

É aí que a questão da redução do custo de energia entra de forma à permitir que de uma só vez o governo alcance vários objetivos, beneficiando todos os brasileiros e todos os segmentos da economia. 

Reduzir, desonerar o custo/energia significa alcançar 100% dos brasileiros, dando-lhes um justo e merecido alívio, em uma das despesas de maior peso seja no orçamento familiar ou no custo das empresas, indústria, comércio e serviços. Tal medida terá ainda significativo efeito sobre a inflação, pois, se bem articulado tal processo, além dos pontos diretos e automáticos para menos no cômputo da energia nos índices de inflação, ainda poderemos ter redução do preço final de alguns produtos.

A presidente Dilma Rousseff está assim diante de uma "janela de oportunidades", escancarada para superar mais um entrave na economia do Brasil, visto que chegou a hora de como fazer com a questão das concessões de geração, transmissão e distribuição de energia, todas prestes a vencer depois de prorrogadas.

Prorrogar ou promover novos leilões é uma questão que está em debate. Particularmente acho que novos Leilões seriam o caminho correto, mas, como não sou especialista no assunto, não quero aqui firmar uma posição nesse sentido, pois, existem opiniões abalizadas que defendem as duas opções.

Uma coisa, porém, eu sei. De um modo ou de outro, o custo da energia no Brasil precisa ser reduzido de forma significativa. Já pagamos por essa energia e não há razão para ela continuar tão cara.

Nas mãos da Presidente Dilma, aguardando mais uma medida que vá ao encontro dos interesses do povo brasileiro, está o poder de decidir.

LUZ PARA TODOS E AUM PREÇO JUSTO.

Saiba um preço mais à respeito do tema

Site da Campanha
http://www.energiaaprecojusto.com.br/

No Jornal do Brasil
http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2012/05/05/cinco-vezes-dilma/