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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

DELAÇÃO NÃO GRAVADA É ATENTADO AO DIREITO DE DEFESA DE JOSÉ DIRCEU

O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DO PARANÁ PASSA ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA. E NÓS NÃO ACEITAMOS RECEBER ATESTADO DE OTÁRIOS.


Como aceitar que uma DELAÇÃO dessa importância não tenha sido gravada ? Qual o critério, ou melhor, FALTA DE CRITÉRIO, para gravar ou não gravar. O que está ocorrendo é GRAVÍSSIMO, pois, a DEFESA do acusado e preso (José Dirceu) está sendo seriamente prejudicada, além do que, a IMAGEM do MPF do Paranã vai ficar ainda mais arranhada.

O DELATOR Fernando Moura, MUDOU O TEOR de sua "DELAÇÃO" e desmentiu várias das afirmações feitas em relação a JOSÉ DIRCEU. Em novo depoimento ao Juiz Moro, o DELATOR deixou no AR a SUSPEITA de que foram acrescentados ao seu depoimento alguma palavras que ele não disse. 

FAZ-SE ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO APURAR O FATO, e para isso, a GRAVAÇÃO da primeira DELAÇÃO seria FUNDAMENTAL, mas...o MPF do Paraná diz que "NÃO GRAVOU PARTE DA DELAÇÃO". Curiosamente ao que parece, justamente a PARTE que interessa para a DEFESA de José Dirceu é a que NÃO FOI GRAVADA.

Estamos aí, diante de mais um dos absurdos, e das inconsistências dessas DELAÇÕES, VAZADAS e de conteúdo nem sempre correspondente ao que o DELATOR declarou. Resta saber se o juiz MORO, todo PODEROSO, vai dizer que, "ISSO NÃO VEM AO CASO" e que com ele processo "SÓ ANDA PARA FRENTE".

Na VIDA, e até em QUESTÕES DE SE FAZER JUSTIÇA, as vezes é sinal de MATURIDADE e CORREÇÃO, dar uma PARADA, e até um ou dois PASSOS para TRÁS.

LEIA AQUI A MATÉRIA DA FOLHA

MPF diz que não gravou depoimentos de delator sobre Dirceu

27/01/16 18:30
Fuso horário de verão de Brasília

domingo, 23 de novembro de 2014

E AGORA FHC ? PEDRO BARUSCO CONFESSA QUE SANGRAVA PETROBRAS DESDE 1996

FERNANDO BAIANO DIZ EM DEPOIMENTO QUE OPERAVA COM A EMPRESA DESDE 2000 !


SERÁ QUE FHC AINDA ESTÁ COM "VERGONHA" DO QUE ACONTECE NO BRASIL ?

Fernando Henrique Cardoso ocupou o noticiário dos jornalões parceiros, para em manifestação de puro oportunismo político e hipocrisia deslavada declarar que tinha "vergonha de falar sobre o que está acontecendo na Petrobras e no Brasil".

VAZAM agora (A PF e o MP do Paraná precisam urgentemente de um ENCANADOR) os depoimentos de PEDRO BARUSCO (Delação Premiada que deveria ser absolutamente sigilosa) e Fernando Baiano (Nem havia acabado de depor e a imprensa já sabia tudo o que ele disse).

BARUSCO confessou (segundo o grande PIG) que praticou desvios e recebeu PROPINA na Petrobras desde 1996, até 2010 quando se aposentou. Que por ter participado dessas NEBULOSAS NEGOCIATAS durante tantos anos, conseguiu acumular o grande "patrimônio", que pretende devolver aos cofres públicos visando mitigar sua punição. 

Já o chamado OPERADOR do PMDB - Fernando Baiano - disse que desde 2000 opera com a PETROBRAS, mas, sempre de forma honesta. Resta saber o que o senhor Baiano considera ser "honestidade".

Tais declarações, somadas ao que já disse o delator Paulo Roberto Costa, alçado à condição de DIRETOR da empresa no governo de FHC, e o mesmo se dando com Renato Duque (2000), colocam os TUCANOS numa situação pouco confortável.

Das DUAS, UMA. Ou os tucanos e FHC são incompetentes e ou corruptos como foram os petistas ao não detectar ou compactuar com a corrupção na empresa, ou o referido esquema que vem de muito longe, muito, muito, muito longe, era de fato muito bem estruturado e garantido por PODEROSAS FORÇAS que nunca permitiram que se fizesse como agora está sendo feito, em termos de investigação e transparência do problema da corrupção na empresa.

Com  a palavra FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, para que não perca de vez a pouca credibilidade que tem, e se DECLARE ENVERGONHADO de ter RESPONSABILIDADE (GRANDE RESPONSABILIDADE) também nesse escândalo.

De resto, fica a lição de que, foi no governo do PT que Polícia Federal se estruturou e ganhou autonomia para investigar, o Ministério Público parou de ENGAVETAR e o Banco Central /COAF e Ministério da Fazenda, não foram calados e puderam denunciar a sangria das movimentações financeiras fraudulentas e volumosas, que deram origem a presente OPERAÇÃO LAVA-JATO.

domingo, 13 de abril de 2014

COMANDANTE DA MARINHA É INVESTIGADO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

MPF apura denúncia que ligaria militar à compra irregular de submarinos

Num inquérito civil público aberto há um ano e que estava guardado a sete chaves, o comandante da Marinha do Brasil, almirante Julio Soares de Moura Neto, é alvo de investigação da Procuradoria da República no Distrito Federal por improbidade administrativa. O Ministério Público Federal apura três denúncias feitas por um advogado, cujo nome está sendo mantido em sigilo. A principal delas, segundo o documento, é a aquisição de imóvel de luxo na Avenida Atlântica, no Leme, “que seria incompatível com sua renda e que estaria vinculada, de forma ilícita, à compra de submarinos franceses pelo Brasil”. 

Na quinta-feira, o inquérito foi redistribuído e agora está nas mãos do procurador da República Anselmo Henrique Lopes, do Núcleo de Combate à Corrupção. O prazo de apuração se expira no próximo mês, mas pode ser prorrogado até maio do ano que vem. 

As viagens para o exterior feitas pelo comandante da Marinha, ‘em tese, desnecessárias e em número excessivo’ —, também serão apuradas. Só em 2012 foram 64 dias fora do país. A última investigação é sobre a nomeação de um capitão-de-mar-e-guerra, que seria primo de sua mulher, para servir na Organização Marítima Internacional (IMO), sediada em Londres. Esse mesmo oficial deixou de ser promovido algumas vezes porque a Comissão de Promoção de Oficiais (CPO) o considerara inabilitado para comandar navios ou organizações militares, segundo fontes da Marinha.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

PARTIDO DOS TRABALHADORES REPRESENTA CONTRA PROCURADOR RODRIGO DE GRANDIS - ENGAVETAMENTO ?

COMPLICOU - A situação do Procurador Federal Rodrigo De Grandis ficou um pouco mais complicada com esta representação do Partido dos Trabalhadores.


Deputados entram com representação contra procurador Rodrigo de Grandis

Solicitação dos parlamentares pretende esclarecer engavetamento de pedido de colaboração do MP suíço


Deputados do PT deverão entrar com representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nesta segunda-feira (4/11) contra o procurador Rodrigo De Grandis no Conselho Nacional do Ministério Público por suspeita de engavetar o pedido de investigação do Ministério Público (MP) da Suíça sobre o possível envolvimento de autoridades do governo tucano de São Paulo em um esquema internacional de corrupção. A colaboração pretendia apurar o cartel envolvendo as empresas Siemens e Alstom em contratos com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

A representação dos deputados conta com a assinatura do líder da bancada do PT na Câmara, José Guimarães (CE), e os deputados Ricardo Berzoini (SP) e Edson Santos (RJ). No documento, eles solicitam que se apure o que realmente aconteceu com as violações aos preceitos legais que os indícios já apurados apontam. No documento, é solicitado ainda que, caso os fatos sejam verídicos, que haja aplicação de penalidade ao responsável pela omissão na investigação e apuração dos crimes de corrupção no caso do cartel da CPTM.

Os deputados petistas querem maiores esclarecimentos sobre o fato de Rodrigo de Grandis ter engavetado esses pedidos. Para o deputado Renato Simões (PT-SP), houve descumprimento dos deveres do procurador prejudicando uma investigação e não colaborando com o Ministério Público da Suíça, numa atitude que precisa ser melhor explicada.

Neste final de semana, informações publicadas na imprensa informaram que Rodrigo de Grandis engavetou desde 2010 não apenas um, como se divulgou inicialmente, mas oito ofícios do Ministério da Justiça com seguidos pedidos de cooperação feitos por autoridades suíças interessadas na apuração do cartel. O pedido do MOP suíço apurar as movimentações financeiras dos consultores Arthur Teixeira, Sérgio Teixeira e José Amaro Pinto Ramos, suspeitos de intermediar as propinas, e do ex-diretor da CPTM, João Roberto Zaniboni, suspeito de ter embolsado R$ 1,84 milhão da Alstom.