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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ELIANE CANTANHEDE - A PATÉTICA FALA DE UMA JORNALISTA COLONIZADA E OCA


A jornalista ?? Eliane Cantanhêde faz parte de um programa de jornalismo ?? da Globo News - "EM PAUTA".

Apresentado por Sérgio Aguiar, o programa de ontem tratava sobre a questão do ZIKA VÍRUS, quando lá pelas tantas, DONA ELIANE, após ouvir do apresentador que a presidente Dilma havia conversado com o presidente dos Estados Unidos sobre o assunto, tascou essa:

_ "Para a presidente Dilma, que sofre um processo de IMPEACHMENT aqui no Brasil, é importante passar a imagem de que ainda consegue conversar com o presidente da maior nação do mundo."

IMPRESSIONA

A forma como o jornalismo das emissoras GLOBO é dirigido para atacar o governo Dilma, e o ex-presidente Lula, impressiona, ao extrapolar os limites da crítica jornalística, e se transformar numa verdadeira campanha de ódio.

Interesses MONSTRUOSOS e INCONFESSÁVEIS, devem estar por trás das mensagens que procuram desmoralizar, ridicularizar e pintar como a encarnação da CORRUPÇÃO, o PT, DILMA e Lula. 

Desse festival de manipulação e desinformação GLOBAL, alguns jornalistas / colunistas, participam de forma bastante ativa, não se importando em dizer e escrever BATATADAS, por certo, mais preocupados que estão em agradar os patrões, e garantir seus empregos. 


09/02/16 10:04
Fuso horário de verão de Brasília

quinta-feira, 2 de abril de 2015

REGULAÇÃO DA MÍDIA - JORNAL O GLOBO MANIPULA E DESINFORMA SOBRE O QUE ISSO SIGNIFICA


O Jornal O GLOBO insiste através de seus editoriais e via seus colunistas, boa parte deles verdadeiros garotos de recado defendendo o pensamento e os interesses de seus patrões, em divulgar que REGULAÇÃO DA MÍDIA conforme proposta do governo e do PT, significa estabelecer algum tipo de CENSURA ao conteúdo do noticiário e a opinião de quem quer que seja.

O Jornal O Globo, seus jornalistas e colunistas, como de resto toda a imprensa, continuarão a ter, como tem hoje, plena liberdade de expressão, inclusive para continuar na linha da mentira, da calúnia, da deturpação e defesa subliminar de interesses econômicos e partidários.

Poderão manter a sua conduta de SUPERVALORIZAR erros do governo ou atos ilícitos ou supostamente ilícitos de petistas, enquanto MINIMIZAM, ESCONDEM, ESCAMOTEIAM, os fatos graves em que estão envolvidos, no passado e no presente, membros da OPOSIÇÃO e da própria IMPRENSA, como os integrantes de famílias controladores de monopólios de comunicação.

O único preço que pagarão por isso, é a crescente perda de credibilidade e audiência, além é claro, das ações na justiça que já sofrem e poderão vir a sofrer, por calúnia e difamação.

É MENTIRA - (REPETINDO) - É MENTIRA que a regulação da MÍDIA como proposta pelo PT, signifique CENSURA. 

Antes, ela vai democratizar a informação, contribuir para uma maior PLURALIDADE de veículos de comunicação, dando a eles condições inclusive sob a questão econômica de sobreviver.

É isso o que O GLOBO = GRUPO GLOBO = e alguns outros GRUPOS como FOLHA / ESTADÃO / ABRIL, não querem que aconteça, passando então a DIFUNDIR / DIVULGAR A MENTIRA de que a proposta de REGULAÇÃO DA MÍDIA (O que já existe em quase todos os países ditos LIVRES e DEMOCRÁTICOS) significa estabelecer CENSURA.

domingo, 15 de setembro de 2013

EMBARGOS INFRINGENTES / MENSALÃO - JURISTAS PEDEM EM CARTA ABERTA QUE STF NÃO SE TRANSFORME EM TRIBUNAL MIDIÁTICO E DE EXCEÇÃO.


Da Coluna de Ilimar Galvão - 15/09/2013


O OUTRO LADO

Juristas, entre os quais o professor emérito Celso Bandeira de Mello, enviaram carta aberta ao STF sobre embargos infringentes que diz: "Mudar o entendimento da Corte sobre a validade dos embargos referendaria conclusão de que estamos diante de julgamento de exceção".


Conheça o DOCUMENTO e quem o assina

Carta Aberta ao Supremo Tribunal Federal

O Supremo Tribunal Federal, guardião secular da Justiça no Brasil, tem diante de si, na análise que fará sobre os embargos infringentes na Ação Penal 470, uma decisão histórica. Se negar a validade dos recursos, não fará história pela exemplaridade no combate à corrupção, mas sim por coroar um julgamento marcado pelo tratamento diferenciado e suscetível a pressão política e midiática.

Já no ano passado, durante as 53 sessões que paralisaram a Corte durante mais de quatro meses, a condução do julgamento já havia nos causado profunda preocupação depois de se sobrepor a uma série de garantias constitucionais com o indisfarçável objetivo de alcançar as condenações desejadas no fim dos trabalhos.

Aos réus que não dispunham de foro privilegiado, fora negado o direito consagrado à dupla jurisdição. Em muitos dos casos analisados também se colocou em xeque a presunção da inocência. O ônus da prova quase sempre coube ao réus, por vezes condenados mesmo diante da apresentação de contraprovas.

No último mês, a apreciação dos embargos de declaração voltou a preocupar dando sinais de que a dinâmica condenatória ainda prevalece na vontade da maioria dos ministros. Embora tenha corrigido duas contradições evidentes do acórdão, outras deixaram de ser revistas, optando-se por perpetuar erros jurídicos em um julgamento em última instância.

Não rever a dosimetria para o crime de formação de quadrilha mostrou que há um limite na boa vontade do Supremo em corrigir falhas. Na sessão do dia 5 de setembro, o ministro Ricardo Lewandowski expôs de maneira transparente que a pena base desta condenação foi muito mais gravosa se comparada com os outros crimes. "Claro que isso aqui foi para superar a prescrição, impondo regime fechado. É a única explicação que eu encontro", afirmou o ministro. Ele e outros três ministros ficaram vencidos na divergência.

Na mesma sessão, outro sinal ainda mais grave: o presidente Joaquim Barbosa votou pela inadmissibilidade dos embargos infringentes, contrariando uma jurisprudência de 23 anos da Casa e negando até mesmo decisões tomadas por ele no mesmo tribunal ao analisar situações similares.

Desde que a Lei 8.038 passou a vigorar, em 1990, regulando a tramitação de processos e recursos em tribunais superiores, a sua compatibilidade perante o Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal nunca foi apontada como impedimento para apreciação de embargos infringentes. Em todos os casos analisados em mais de duas décadas, prevaleceu a força de lei do Regimento em seu artigo 333, parágrafo único.

Outro ponto de aparente contradição entre a Lei 8.038 e o Regimento Interno do STF diz respeito à possibilidade de apresentação de agravos regimentais. Neste caso, assim como ocorrera com os infringentes nos últimos 23 anos, os ministros sempre deliberaram à luz de seu regimento, acolhendo a validade dos agravos.

A jurisprudência sobre os infringentes foi reconhecida e ressaltada em plenário pelo ministro Celso de Mello durante o julgamento da própria Ação Penal no dia 2 de agosto de 2012 e, posteriormente, registrada em seu voto no acórdão publicado em abril deste ano.

O voto do presidente Joaquim Barbosa retrocede no direito de defesa, o que não é admissível sob qualquer argumento jurídico. Mudar o entendimento da Corte sobre a validade dos embargos infringentes referendaria a conclusão de que estamos diante de um julgamento de exceção.

Subescrevemos esta carta em nome da Constituição e do amplo direito de defesa. Reforçamos nosso pedido para que o Supremo Tribunal Federal aja de acordo com os princípios garantistas que sempre devem nortear o Estado Democrático de Direito.

Setembro de 2013

Antonio Fabrício - presidente da Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas
Aroldo Camillo - advogado
Celso Bandeira de Mello - jurista, professor emérito da PUC-SP
Durval Angelo Andrade - presidente da comissão de Direitos Humanos da ALMG
Fernando Fernandes - advogado
Gabriel Ivo - advogado, procurador do estado em Alagoas e professor da Universidade Federal de Alagoas
Gabriel Lira, advogado
Lindomar Gomes - vice-presidente dos Advogados de Minas Gerais
Jarbas Vasconcelos - presidente da OAB-PA
Luiz Tarcisio Teixeira Ferreira - advogado
Marcio Sotelo Felippe - ex-procurador-geral do Estado de São Paulo
Pedro Serrano - advogado, membro da comissão de estudos constitucionais do CFOAB
Pierpaolo Bottini - advogado
Rafael Valim - advogado
Reynaldo Ximenes Carneiro - advogado
Roberto Auad - presidente do Sindicato dos Advogados de Minas Gerais
Ronaldo Cramer - vice-presidente da OAB-RJ
Wadih Damous - presidente da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB
William Santos - presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-MG

Mais as entidades:

Associação dos perseguidos, presos, torturados, mortos e desaparecidos políticos do Brasil
NAP - Núcleo de advogados do povo MG
RENAP- Rede Nacional de Advogados Populares MG
Sindicato dos Advogados de Minas Gerais
Sindicato dos Jornalistas Profissionais MG
Sindicato dos empregados em conselhos e ordens de fiscalização e do exercício profissional do Estado de Minas Gerais

segunda-feira, 6 de maio de 2013

VAMOS "ASSASSINAR" BARACK OBAMA - O QUE ACONTECERIA COM UM AMERICANO QUE OUSASSE ESCREVER ISSO ?


Ele seria tratado como POP-STAR ?

Receberia da Mídia dos Estados Unidos as reportagens mais elogiosas? Receberia citações de aprovação e com destaque positivo para a sua "obra"?

Certamente que não.

Mas, aqui no Brasil... nossa MÍDIA... nossa elite, transforma uma apelação dessa natureza em algo dos mais significativos. LOBÃO está aproveitando muito bem este LADO CANALHA da nossa MÍDIA e da nossa sociedade.

EM INSTANTES O: "VAMOS ASSASSINAR JOAQUIM BARBOSA" 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

MERVAL PEREIRA - O IMORTAL GAROTO DE RECADOS DE JOAQUIM BARBOSA

A que ponto chegou (desceu) o jornalismo atualmente no Brasil, com profissionais que adotam a linha de Merval Pereira. O colunista do "maior jornal do país" se presta ao papel de ser o porta-voz do ministro Joaquim Barbosa, atuando como se fosse um "garoto de recados", publicando por dois dias seguidos a opinião e versão do presidente do STF, sem trazer como é de se esperar, a versão e opinião do outro lado, no caso, os RÉUS do mensalão e os representantes das associações de classe do Judiciário, duramente atacadas por Barbosa.

Confirma-se hoje, o que ontem foi escrito aqui, Barbosa e Merval estão "unidos".

Merval, inimigo "MORTAL" do PT, será cada vez mais a voz de Barbosa, visando assim "contribuir" para fortalecer a imagem do presidente do STF, para que ele possa continuar "atropelando" direitos fundamentais e tratando com extrema arrogância a todos que a ele se opõe, que serão sempre, no que depender de Barbosa e das letras de Merval, rotulados como corporativistas e até corruptos. 

TV GLOBO MENTE, O FANTÁSTICO MENTE - A BLOGOSFERA MOSTRA A VERDADE