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domingo, 24 de julho de 2016

JUIZ SERGIO MORO "APANHA" DE ADVOGADOS DE LULA


TENDENCIOSO E MIDIÁTICO, O JUIZ DA REPÚBLICA DO PARANÁ NÃO ESTÁ ACOSTUMADO A SER CONFRONTADO DE FORMA ALTIVA E CORAJOSA.

PRÉ-JULGA, SE EXCEDE, ABUSA DA AUTORIDADE

Os advogados do ex-presidente LULA partiram para a ofensiva contra o que consideram a parcialidade e desmandos do Juiz Sergio Moro. Cobraram a DECLARAÇÃO DE IMPEDIMENTO para o juiz continuar a julgar os processos envolvendo Lula, diante do que consideram FLAGRANTES SITUAÇÕES ANTERIORES de manifestação por parte de Moro, de sua posição pré-concebida de a qualquer custo condenar o ex-presidente.

Os advogados de Lula alegaram que Moro não poderia julgar o caso por ter escrito um artigo acadêmico em 2004, no qual se manifestou a favor da importância da opinião pública nas investigações contra políticos. Além disso, a defesa afirmou que o juiz participou de eventos políticos e que teria declarado, em um jantar com advogados do Paraná, que Lula “seria condenado até o fim do corrente ano”. - Fonte Agência Brasil


O juiz negou que tivesse participado de eventos políticos, mas, não negou a afirmação de que declarou a advogados que "Lula será preso até o final do ano". 
O juiz decidiu ontem que vai continuar na condução dos processos que envolvem o ex-presidente Lula, negando assim o pedido da defesa de Lula para se declarar impedido para julgar as causas.

Em razão disso, e de outras afirmações de MORO, os advogados de Lula liberaram a seguinte NOTA:

O juiz Sérgio Moro, ao se recusar em se declarar impedido, comete atentado contra a Constituição e aos tratados internacionais, que garantem julgamentos por juiz imparciais.

“A defesa apresentada por Moro, todavia, apenas deixou ainda mais evidente sua parcialidade em relação a Lula, pois a peça: (a) acusa; (b) nega, de forma inconsistente, as arbitrariedades praticadas; (c) faz indevidos juízos de valor; e, ainda, (d) distorce e ignora fatos relevantes”, destacou a defesa.

Sobre o grampo realizado no escritório de advocacia, Roberto Teixeira declarou que o juiz usa sua função para atacá-lo.

“É ridículo o argumento usado por Moro para me atribuir – sem a existência sequer de uma acusação formal do Ministério Público – a prática de ato criminoso. [...]Moro, ao que parece, pretende, em verdade, incriminar os advogados que se opõem às arbitrariedades por ele praticadas na condução da Operação Lava Jato e que são encobertas por alguns setores da imprensa em troca da notícia fácil”. 

Leia +

Para advogado de Lula, Moro tornou-se um 'juiz acusador'

23/07/16 09:25
Fuso horário de Brasília

terça-feira, 24 de novembro de 2015

JUIZ SÉRGIO MORO - "INJUSTO" E SEM CONEXÃO COM OS FATOS !

A má vontade do JUIZ SÉRGIO MORO para com o governo do PT é algo gritante. O juiz afirma, conforme matéria do ESTADÃO, que não vê iniciativas ou esforços do governo federal no combate à corrupção.

Equipar, contratar recursos humanos  e dar independência à Polícia Federal, foram iniciativas do governo do PT. O juiz Sérgio Moro não viu isso ?

Dar autonomia ao MINISTÉRIO PÚBLICO, com o PGR sendo indicado pelos membros do MP, foi decisão do PT. O juiz Sérgio Moro não viu isso ?

A criação de PORTAIS, como o TRANSPARÊNCIA, que permite uma FISCALIZAÇÃO CONSTANTE das medidas e dos "NEGÓCIOS" do governo, foi iniciativa / decisão do PT. O juiz Sérgio Moro não viu isso ?

Uma extensa gama de medidas e LEIS, foram propostas, formalizadas e colocadas em prática desde o governo LULA. A presidente DILMA, dando resposta ao chamado "clamor das ruas" não se omitiu, conforme trecho da matéria da BBC que reproduzimos.

Da BBC Brasil em São Paulo
18 março 2015


O governo da presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quarta-feira um pacote de medidas anticorrupção que será levado ao Congresso, em resposta a protestos populares.

As propostas incluem:
Um projeto de lei para criminalizar o caixa-dois (arrecadação não declarada de dinheiro em campanhas);
Apresentar uma emenda constitucional para confiscar bens adquiridos de forma ilícita;
Apresentar projeto de lei para que os mesmos critérios da Lei da Ficha Limpa sejam adotados para a nomeação de cargos de confiança no âmbito federal;
Acelerar a tramitação de projeto de lei que criminaliza o patrimônio injustificado e enriquecimento ilícito de agentes públicos;
Acelerar a tramitação de um projeto de lei que prevê a alienação antecipada de bens apreendidos após atos de corrupção, para evitar que sejam usados irregularmente por agentes públicos. Estes bens alienados seriam vendidos e o dinheiro ficaria depositado em juízo.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem coube anunciar as medidas, disse que também será criado um grupo de trabalho para buscar propostas visando acelerar processos criminais ligados à corrupção.

Após o anúncio, a presidente Dilma assinou decreto regulamentando a chamada Lei Anticorrupção - promovida pelo governo no calor dos protestos de 2013 para responsabilizar empresas pela prática de atos contra a administração pública. A medida foi aprovada, mas há um ano e meio aguardava a regulamentação, para definir como a lei será aplicada.

Dilma afirmou que a lei "não visa apenas a repressão a desvios, mas incentivar o setor privado a adotar medidas de transparência, integridade e prevenção (de atos ilícitos)".

"É uma verdadeira lei da empresa limpa", afirmou.

A maior parte das propostas estava contida nas promessas de campanha de Dilma Rousseff.


Talvez o juiz Sérgio Moro não tenha entendido ainda que, estando numa DEMOCRACIA, não pode o GOVERNO tomar decisões em certos níveis, sem que o LEGISLATIVO, e até o JUDICIÁRIO aprovem. 

Saiba ainda o excelentíssimo juiz, de que muitas FERRAMENTAS das quais se utiliza na operação LAVA JATO, foi o PT quem colocou em sua "oficina".
23/11/15 20:02
Fuso horário de verão de Brasília