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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

GOVERNO FHC É DELATADO POR NESTOR CERVERÓ - PROPINA DE US$ 100 MILHÕES NA COMPRA DA Pérez Companc

E AGORA FHC ?

COM A PALAVRA A OPOSIÇÃO HIPÓCRITA, A MÍDIA VENDIDA, E A ELITE BOLORENTA.


O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou que a venda da empresa petrolífera Pérez Companc envolveu uma propina ao Governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2003) de US$ 100 milhões. As informações constam de documento apreendido no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), ex-líder do governo no Senado.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirma que declarações "vagas como essa, que se referem genericamente a um período no qual eu era presidente e a um ex-presidente da Petrobras já falecido (Francisco Gros), sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação".

O papel apreendido é parte do resumo das informações que Cerveró prestou à Procuradoria-Geral da República antes de fechar seu acordo de delação premiada. O documento foi apreendido no dia 25 de novembro, quando Delcídio foi preso sob acusação de tramar contra a Operação Lava Jato. O senador, que continua detido em Brasília, temia a delação de Cerveró.


FONTE UOL

11/01/16 16:42
Fuso horário de verão de Brasília

sábado, 24 de outubro de 2015

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - "O OMISSO" - EM VÍDEO


O pouco que já se conhece do livro de FHC, que será lançado em breve, revela como o ex-presidente é um homem tomado pela vaidade e estrelismo.

O livro seria lançado apenas após sua morte, mas...morto...FHC não poderia dar entrevistas e nem "saborear" ser notícia, como está acontecendo agora. Então, entre ser odiado por aqueles a quem no livro de meias memórias, apresenta como oportunistas e bandidos, e perder uma oportunidade de aparecer, FHC prefere, lógico, aparecer. 

Como ele mesmo diz, não será candidato a mais nada mesmo, então, que lhe importa o ódio de TEMER e SARNEY.

O que chama a atenção, porém, dentre o pouco que já foi dado a conhecer das "revelações do Sociólogo", é o quanto ele foi OMISSO. Pela prévia, tudo leva a crer, que ao final do livro, quem ler, vai constatar que FHC não exerceu de fato a presidência da REPÚBLICA. Foi, sem nunca ter sido.

E pensar que ESSE SUJEITO ainda se sente com autoridade moral para criticar LULA e DILMA.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

FHC ABRE A BOCA, ATACA OS POBRES E O ELEITOR DO PT - A DECÊNCIA TAMPA OS OUVIDOS QUANDO A MAGDA DOS TUCANOS FALA

PULHA QUE CHAMOU APOSENTADOS DE VAGABUNDOS AGORA DIZ QUE ELEITORES DE DILMA SÃO "POBRES E DESINFORMADOS"


O CAUDILHO DO GOLPE SUJO DA REELEIÇÃO AINDA FALTOU COM O RESPEITO À PRESIDENTA DILMA, A QUEM CHAMOU DE "GORDINHA"

Tomara que FHC se empolgue e continue falando. Ele é uma espécie de OFÉLIA ou MAGDA dos TUCANOS. Fala muita bobagem, não por acaso, integra a nova leva de imortais da ABL, que virou um ninho TUCANO de despreparados.

O que disse o boquirroto: 

À jornalista Sonia Racy, do Estado de S. Paulo:
_A "presidente Dilma não é pobre, está gordinha".

Ao jornalista Josias de Souza, do portal Uol:
"O PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados".



sábado, 7 de junho de 2014

RENTISTAS E EMPRESÁRIOS GANANCIOSOS CONLUIADOS CONTRA O GOVERNO DILMA ROUSSEFF

É PROIBIDO DISTRIBUIR RENDA, REDUZIR JUROS E MEXER NA MARGEM DE LUCROS


'Conluio antidistributivo' puniu Dilma, e campanha será mais radicalizada, diz sociólogo
ELEONORA DE LUCENA - FOLHA DE SÃO PAULO
07/06/2014 



Há um "conluio antidistributivo" no Brasil que puniu a presidente Dilma quando ela tentou reduzir as taxas de juros e desvalorizar o real. Empresários compensaram queda no rendimento de aplicações com alta de preços, impedindo uma guinada na política econômica.

A análise é do sociólogo Adalberto Moreira Cardoso, 52, diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, que inclui no "conluio", parte da classe média rentista e o setor de serviços. Para ele, a campanha eleitoral deste ano será radicalizada, e as mídias sociais alimentam a animosidade.

Doutor pela USP e autor de dez livros –entre eles "A Construção da Sociedade do Trabalho no Brasil" (FGV, 2010) e "Ensaios de sociologia do mercado de trabalho brasileiro" (FGV, 2013)–, Cardoso enxerga Dilma como nome mais forte. Mas, ao contrário do que ocorreu com Lula, prevê que a presidente "não vai poder surfar acima das brigas entre candidatos. Ela vai ser o alvo principal dos ataques".

A seguir, trechos da entrevista concedida por telefone, do Rio de Janeiro.


Folha - Qual sua visão do processo eleitoral?

Adalberto Cardoso - A campanha será mais radicalizada, muito violenta. Não só em relação aos ataques pessoais entre candidatos, mas também nas ruas. Várias cidades há disputas muito intensas pelo poder. Pela primeira vez em 12 anos, a oposição está vendo de fato uma chance de voltar ao poder. No caso do PSB, de chegar ao poder. Ambos estão agindo de maneira muito dura na oposição. As novas mídias sociais estão permitindo o afloramento de um radicalismo raivoso por parte da população. Ele sempre existiu, mas antes não parecia. Nas redes sociais isso fica muito explícito. Isso alimenta uma animosidade entre os contendores muito pouco saudável para a dinâmica da democracia. As redes sociais não têm contribuído para formar opinião, mas para radicalizar as opiniões que as pessoas já têm. Isso é ruim numa dinâmica em que estarão em questão os horizontes da política, o futuro que queremos. Essa eleição reinaugura a disputa política propriamente dita. O PSDB, que agia de maneira errática nas últimas três eleições, está claramente com um projeto mais definido, mais conservador, mais à direita, definindo um eixo de retomada de um projeto que foi bem-sucedido no primeiro mandato de FHC. Mas que fracassou no segundo mandato. O que o Aécio tem afirmando é o projeto do segundo mandato de FHC. O primeiro foi mais claramente neoliberal, com políticas de abertura da economia. Todo o receituário neoliberal, com muita intensidade, foi implementado. No segundo, deu-se um passo adiante, do meu ponto de vista ainda mais equivocado. O primeiro mandato teve a virtude de ter controlado a inflação a um preço muito alto, que foi o do emprego formal, industrial. O Brasil entrou numa rota de desindustrialização a partir de 1995, 1996, que só se aprofundou com o tempo. Chegou-se ao final do segundo mandato com 40% de emprego formal. O emprego industrial, que tinha atingido 22%, foi para 11% da PEA. Houve uma desindustrialização dos empregos e um aumento brutal do desemprego. O custo social das políticas adotadas foi muito alto. As pessoas se esquecem de que o Brasil estava numa rota de dolarização quando Lula ganhou a eleição. O projeto de FHC era de dolarização da economia. Armínio Fraga já tinha transformado quase 40% da nossa divida interna em nominada em dólar, expondo profundamente a economia às intempéries internacionais.

O projeto Aécio é semelhante ao de FHC?

É de voltar às políticas de FHC. Seu possível ministro da Fazenda é Armínio Fraga, um dos responsáveis pela grande fragilidade do Brasil no segundo mandato do FHC. Ele colocou o Brasil numa rota de dolarização da economia num momento em que a dolarização já tinha destruído a economia da Argentina. Ele está fazendo o programa do PSDB, baseado nas políticas neoliberais de financeirização da economia.


quinta-feira, 3 de abril de 2014

PAGA ALUGUEL ? ENTÃO CUIDADO, ARMÍNIO FRAGA VEM AÍ !!!!


O IGPM EM 1999 - ano em que FHC / PSDB era Presidente, e Armínio Fraga seu ministro, quando essas medidas aí anunciadas pelo Jornal O Globo foram tomadas, fechou em 20,10%, NO ÚLTIMO ANO DO GOVERNO FHC, EM 2002, o índice foi de 25,30%.

Vou repetir a pergunta: VOCÊ PAGA ALUGUEL ? SIM !!!!

Então cuidado, ARMÍNIO FRAGA será MINISTRO DA FAZENDA caso Aécio Neves vença a eleição. Já pensou que DROGA !