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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

A JUSTIÇA BRASILEIRA E SEUS JUÍZES NO BANCO DOS RÉUS

Ultimamente temos assistido a uma série de investidas dos membros do poder judiciário contra os outros dois poderes da República. Cuidam, ou pretendem cuidar da casa dos outros, esquecidos da sua própria casa. Corrupção, desmandos, privilégios, desperdício de dinheiro público, viagens supostamente irregulares, abuso de poder e arbitrariedades, tem, cotidianamente, ocupado o noticiário, mediante o envolvimento de juízes, desembargadores e até ministros de tribunais superiores.

Qual a moral de quem vai até um RÉU lhe pedir apoio para indicação futura ? Qual a honestidade de quem vende sentenças ? Como pode tanta SOBERBA, caminhar ao lado do comportamento de realizar transação imobiliária no exterior, eivada de suspeitas de irregularidades, quando nada, pelo lado da moralidade pública ?

DATA VÊNIA !!

Número de processos contra juízes no CNJ mais que dobra em 2013

Dados divulgados nesta quinta-feira, 2, mostram o aumento dos procedimentos administrativos contra juízes e desembargadores; pena máxima foi aplicada em quatro casos
por Mateus Coutinho

Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instaurou mais que o dobro de Processos Administrativos Disciplinares contra magistrados do que em 2012. Os dados foram divulgados pelo CNJ nesta quinta-feira, 2, e mostram que, no ano passado, foram abertos ao todo 24 processos contra juízes e desembargadores. Em 2012 o número de ações chegou a 11.

Segundo o balanço das atividades do Conselho, dos 24 processos autuados e distribuídos em 2013, 10 deles resultaram no afastamento cautelar de 13 magistrados investigados. As penas aplicadas a magistrados nestes tipos de processos podem ir de advertências até a aposentadoria compulsória (na qual o magistrado continua recebendo os vencimentos proporcionais).

Desde sua criação, em 2005, o CNJ aplicou 67 penalidades que atingiram 64 magistrados (sendo dois deles em mais de um processo). Ao todo, o órgão de fiscalização do Judiciário aplicou 44 aposentadorias compulsórias, 11 censuras, seis disponibilidades, quatro remoções compulsórias e duas advertências.

Além dos processos distribuídos e autuados em 2013, no ano passado também foram aplicadas 19 punições. Doze delas foram aposentadorias compulsórias, quatro censuras, uma advertência, uma remoção compulsória e uma disponibilidade.

Pena máxima. Dentre os PADs julgados em 2013, quatro deles envolveram a aplicação da pena máxima de aposentadoria compulsória. Foram os casos do desembargador Bernardino Lima Luz, do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO), dos desembargadores Osvaldo Soares Cruz e Rafael Godeiro Sobrinho, ex-presidentes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) e do o desembargador Edgard Antônio Lippmann Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

Bernardino Lima Luz foi acusado pelo MPF de ter se utilizado do cargo de corregedor-geral de Justiça para obter vantagens pessoais e para terceiros, além de ter ameaçado outras autoridades. A denúncia foi acatada pelo CNJ em outubro.

Já os desembargadores Osvaldo Soares Cruz e Rafael Godeiro Sobrinho foram julgados em junho acusados de envolvimento em um esquema que desviou R$ 14,195 milhões destinados ao pagamento de precatórios.


Em setembro, o CNJ julgou o desembargador Edgard Antônio Lippmann Júnior, acusado de ter recebido cópias de documentos sigilosos de inquérito do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e tê-las repassado a advogados. Na ocasião, o magistrado deveria ter encaminhado o caso aos órgãos competentes para apurar o vazamento dos documentos. O desembargador já havia sido penalizado pelo CNJ com aposentadoria compulsória em outro processo.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

QUER CONHECER UM HOMEM ? DÊ A ELE O PODER ! - JOAQUIM BARBOSA E A DITADURA DA CANETA.

  BARBOSA ATROPELA O BOM DIREITO E DESRESPEITA STF E CNJ

Ao executar prisões, Barbosa desrespeitou resolução do CNJ, órgão que preside
Por Wilson Lima - iG Brasília - 20/11/2013 - 06:00

Conselho Nacional de Justiça determina que prisões devem ser feitas apenas com cartas de sentenças, mas réus do mensalão foram presos apenas com mandados

No momento em que determinou a execução de prisões de 12 condenados no mensalão durante feriado da Proclamação da República, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, desrespeitou uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), expedida em 2010, que regulamenta o trâmite para o início do cumprimento das penas de prisão. Além do STF, Barbosa também preside o CNJ.

Essa resolução (113/2010) foi expedida pelo então presidente do CNJ, Gilmar Mendes. A ideia desse documento não somente era organizar a execução de prisões em todo o Brasil, mas também evitar que o preso ficasse por um tempo indeterminado cumprindo um regime ao qual ele não foi condenado. Na ocasião, a resolução foi considerada um avanço pela magistratura.

Com 26 artigos, esse documento determina que o processo de execução da sentença deve ter, além da carta de sentença, outras 12 peças jurídicas entre as quais “qualificação completa do réu”, “interrogatório do executado na polícia e em juízo”, “cópias da denúncia”, “cópias da sentença, votos e acórdãos (íntegra do julgamento) e respectivos termos de publicação”.

A execução das prisões dos 11 réus do mensalão - um está foragido - ocorreu apenas com o mandado de prisão expedido pelo STF, mas sem as cartas de sentença com o detalhamento do tempo de prisão de cada condenado. As cartas de sentenças somente foram encaminhadas ao juiz de Execução Penal do Distrito Federal, Ademar de Vasconcelos, no final de semana. Os documentos chegaram ao juiz somente na tarde do último domingo.

Até a manhã de segunda-feira, os advogados dos réus não tiveram acesso às cartas de sentenças. Até ministros do Supremo tinham dúvidas sobre a execução de algumas penas dos condenados.

Nesta terça-feira, o ministro Marco Aurélio Mello questionou a forma como as prisões foram executadas e os motivos pelos quais os presos foram deslocados para Brasília. Mello afirmou que “tem que haver a carta de sentença necessariamente” antes da execução das penas. “O cumprimento se dá onde o réu, o reeducando, e tomara que todos saiam reeducados, onde o reeducando tem raízes, tem domicilio”, explicou Mello.

Outros dois ministros foram questionados sobre a execução de sentenças do mensalão. Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso evitaram falar sobre isso.

Nesta terça-feira, uma comissão de juristas divulgou um manifesto criticando as prisões. Entre os juristas que assinaram o documento, estão profissionais como Dalmo Dallari e Celso Bandeira de Mello. Ele afirmaram no documento que “a imprecisão e a fragilidade jurídica dos mandados expedidos em pleno feriado da República, sem definição do regime prisional a que cada réu teria direito, não condizem com a envergadura da Suprema Corte brasileira”.

Fonte: Portal Último Segundo/ iG

Nossa Opinião: Fica a cada momento mais evidente que a decisão de Joaquim Barbosa foi arbitrária - ilegal - irresponsável. Não sendo possível que ele, pelos cargos que ocupa - PRESIDENTE DO STF e do CNJ - desconheça LEIS e Normas, só resta mesmo concluir que, infelizmente, para fazer valer sua vontade de: punir além do permitido - execrar e humilhar os presos transferidos - ele agiu como um DITADOR  que usa a CANETA para se impor diante do ordenamento jurídico e o mais elementar direito das pessoas que ele mandou prender.

Ficou em evidência no noticiário por quase uma semana. Se é exposição na MÍDIA o que deseja, aparecendo como SUPER HERÓI DA MORALIDADE, o ministro Joaquim Barbosa está conseguindo isso.

terça-feira, 21 de maio de 2013

JOAQUIM BARBOSA SE CRIA E BUSCA OS HOLOFOTES ATACANDO LEGISLATIVO E EXECUTIVO


PARTIDOS DE MENTIRINHA - CADÊ O TROCO QUE BARBOSA MERECE ?

Existe um ditado popular que diz - OLHA O TEU RABO E DEIXA O RABO DOS OUTROS - O Ministro Joaquim Barbosa tem tanta coisa para se preocupar e melhorar no Judiciário, onde ele preside a mais ALTA CORTE e o CNJ, do que ficar buscando espaço em jornais e TVs com ataques fora de hora e de propósitos duvidosos aos partidos políticos e demais poderes da República.

Como já disse, o que se espera de um Ministro do STF é sobriedade e bom senso. Comportamentos belicosos e provocativos, falas oportunistas e que cheiram à bravata, não se coadunam com o cargo que Barbosa ocupa. Mas, ele insiste em assim se comportar.

No fundo, o Ministro Joaquim Barbosa busca com tais declarações, ocupar espaço na MÍDIA, continuando com sua campanha de pseudo herói da SUPREMA HONESTIDADE.

É sabido que o nosso Judiciário também é "JUSTO de MENTIRINHA", e que não julga em tempo HÁBIL a maioria dos processos que acumulam prateleiras e gavetas empoeiradas dos TRIBUNAIS por todo o Brasil. Existem denúncias gravíssimas de NEPOTISMO, DESVIO, CORRUPÇÃO, FAVORECIMENTOS e GASTOS ABSURDOS E IMORAIS, envolvendo juízes, desembargadores...

Faria melhor sua Excelência, se cuidasse do seu QUINTAL, que anda sujo e mal conservado, e abordasse temas relativos aos outros poderes, de forma mais respeitosa e menos midiática.

Os HOLOFOTES vão acabar deixando o ministro Joaquim Barbosa "cego".