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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

LULA DEFENDE O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA E ESCRACHA COM A HIPOCRISIA DO PROGRAMA FANTÁSTICO DA TV GLOBO


O ex-presidente Lula chamou de hipócritas e preconceituosos, muitos  dos que ao longo desses DEZ ANOS fizeram críticas absurdas e infundadas ao Programa Bolsa Família. Lula foi direto e bastante objetivo, chamando inclusive de cruel, aqueles que defendiam a "tese' de que o Bolsa Família estimula a preguiça e cria dependência. De fato, o tempo se encarregou de calar a boca dos que sempre se opuseram ao Programa, que hoje, já é copiado em boa parte do mundo e apontado pela ONU como importante instrumento de erradicação da miséria.

Lula diz que críticas ao Bolsa Família foram desconstruídas ao longo do tempo
Pedro Peduzzi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o evento comemorativo dos dez anos do Bolsa Família para lembrar que as críticas feitas ao programa foram desconstruídas ao longo do tempo. Lula disse ver com naturalidade a ocorrência de tantas dúvidas e questionamentos em um país com um histórico de exclusão social tão grande quanto o Brasil.

“De todas as críticas, a mais cruel é que o Bolsa Família ia estimular preguiça, dependência e vagabundagem”, disse Lula. “Mas 70% das famílias beneficiadas têm [outra] renda fixa. Isso acaba com a crítica”, argumentou o ex-presidente. Ele relatou outras críticas que o desenvolvimento do programa desmentiu.

“Um jornal disse que o Bolsa Família forma mendigos. Outro companheiro, que virou adversário político, dizia que era uma tragédia social. Outro dizia ser fácil entrar no programa, mas que seria muito difícil sair dele. Outros o chamavam de enganação, bolsa cabresto, bolsa ilusão, bolsa eletrodoméstico”, disse o ex-presidente. Para ele, havia preconceito: “Não admitiam que se comprasse algo que não fosse feijão”.

A tese de que o programa foi recebido com intolerância pelas elites do país foi repetida em outros trechos do discurso. “Eu sei que incomoda muita gente os pobres estarem evoluindo. Afinal, eles estão usando o maiô que só uma parte da sociedade usava, a empregada está usando o mesmo perfume da patroa, os jardineiros estão atravancando o trânsito ou ocupando lugar no avião. Eu sei que isso é duro”, ironizou.

Lula lembrou de uma matéria do Fantástico em que foram visitadas três cidades de três estados para denunciar que pessoas sem necessidade econômica conseguiram receber o Bolsa Família. “Ou seja, um erro de cadastro em um programa que atende a quase 14 milhões de famílias foi tratado por alguns hipócritas como se fosse corrupção ou fraude, sem o menor respeito”, disse.

Em outro caso, ele recordou que um jornalista disse que a exigência de frequência escolar das crianças para recebimento do benefício pela família não teria relevância. “Espero que quem escreveu esteja escondido, porque não tem coragem de dizer isso hoje”.

O ex-presidente acrescentou que, se tivesse de voltar no tempo, com a experiência que tem hoje, não mudaria a estratégia que usou antes e começaria outra vez o governo pelo combate à fome e à desigualdade, tendo como carro-chefe o Bolsa Família.

“Nenhum outro programa teve tanto impacto para a construção de um novo Brasil. Eu disse, na época, que começaria pelo necessário, para fazer o possível e depois o impossível. Essa tarefa foi absolutamente necessária para construirmos o país que estamos construindo, porque a maioria da população habitava uma não pátria”.

“O Bolsa Família é um programa vitorioso que, em seu tempo, está mudando o curso da história de nosso país. Dinheiro publico aplicado em saúde, educação, renda e família nunca mais pode ser tratado como gasto, mas sim como investimento”, disse. “Não basta receber alimentos. É preciso ter geladeira para conservar e fogão para cozinhar. Precisa também de limpeza na casa”, acrescentou.

Para o ex-presidente, os resultados do Bolsa Família ainda não foram esgotados. “Vamos deixar bem claro: este é um programa que acaba de completar dez anos em um país onde a injustiça acaba de completas cinco séculos. É a porta de entrada para uma era de desenvolvimento com inclusão social”, explicou.

*Colaborou Thais Leitão e Danilo Macedo

Edição: Davi Oliveira

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

JORNAL DO BRASIL ACUSA FHC DE DEPREDAR PATRIMÔNIO DO BRASIL, E PEDE O BANIMENTO DELE E SUA TURMA DA VIDA PÚBLICA


Não é por acaso que o Jornal do Brasil sempre sofreu uma feroz perseguição e até foi alvo de concorrência desleal. É um dos poucos JORNAIS que mantém uma posição independente, e não se curva aos interesses do capital internacional ou dos inúmeros traíras que tentam boicotar o desenvolvimento do Brasil e a melhora de vida do seu povo.

Economistas que privatizaram Vale deveriam se envergonhar de criticar Libra

O Campo de Libra foi vendido por R$ 15 bilhões e demandará um investimento inicial de R$ 770 milhões por ano apenas para dar início à montagem de sua estrutura para exploração de petróleo no pré-sal. Esses investimentos durarão alguns anos até que a extração esteja a todo o vapor.

Este pesado investimento inicial se multiplicará no Brasil, resultando em criação de empregos e literalmente injetando combustível no desenvolvimento industrial, naval e de infraestrutura.

Quando a Vale do Rio Doce foi privatizada, em 1997, era uma empresa saudável, que não precisava de investimento e gerava lucro. Na ocasião, ela custou cerca de R$ 3,3 bilhões, o que equivaleria hoje a R$ 12,2 bilhões. Quem a adquiriu obteve retornos magníficos, com o valor do minério saltando de US$ 15 para US$ 120 a tonelada. Seu valor de mercado atualmente é de R$ 183 bilhões.

Contudo, a Vale privatizada não seguiu os mesmos trilhos da projeção de seus números, pelo menos no que diz respeito à geração de empregos. Não foram poucas as demissões - 1.300 em 2008 -, que levaram inclusive o então presidente Lula a reagir energicamente.

Os homens da época deveriam se envergonhar de, hoje, falar em privatização quando se referem ao leilão de Libra. O país deveria cobrar o fim da vida pública desses homens pelas depredações que fizeram no patrimônio nacional.

Citamos a Vale porque não queremos fazer aproximações com a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), vendida em 1993 a R$ 1,2 bilhão, valor que hoje equivale a aproximadamente R$ 5 bilhões, e cujo atual valor de mercado é de R$ 17 bilhões.

Ou mesmo com a Light, vendida em 1996 por cerca de R$ 2,2 bilhões, que corrigidos dariam R$ 8,8 bilhões, e cujo valor de mercado atual é de R$ 4 bilhões. Hoje, os dividendos dos lucros distribuídos aos acionistas somados ao atual valor de mercado da empresa ultrapassam estes R$ 8,8 bilhões. Vale lembrar também que, recentemente, uma participação pequena da empresa foi negociada a R$ 2 bilhões.

Ou ainda da Telebrás, privatizada em 1998, quando foi vendida por cerca de R$ 22 bilhões, valor que hoje equivale a R$ 76 bilhões. Somente a Telefônica, que integrava o grupo da Telebrás, vale hoje no mercado R$ 54 bilhões.

Lamentavelmente, as últimas manifestações públicas do FMI - a quem o Brasil já foi devedor e hoje é credor, graças a empréstimos feitos no governo Lula - nos permite imaginar que há um início de tentativa de forçar agências de risco a preparar, por razões políticas, um rebaixamento da nota do Brasil.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O BRASIL VAI ACABAR COM A POBREZA EXTREMA - PAÍS É EXEMPLO PARA A ONU

Brasil conseguirá eliminar a pobreza extrema
29/04/2013
Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Jorge Chediek, disse que o Brasil conseguirá cumprir uma das principais promessas da presidenta Dilma Rousseff e tirar toda a população da pobreza extrema. Ele falou depois de conhecer o estudo Vozes da Nova Classe Média, divulgado hoje (29) pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. Segundo ele, as políticas do governo brasileiro para a nova classe média influenciarão a Organização das Nações Unidas (ONU).

“Vemos que políticas públicas sociais e econômicas farão com que o Brasil atinja o resultado de 100% de redução da pobreza extrema. E a ONU tem um compromisso assumido de combate à pobreza. Pensamos muito nisso, mas [pensamos] pouco no ponto de chegada, que é a classe média. É muito útil o Brasil estar pensando neste ponto de chegada”, disse o representante do Pnud.

Ministro da SAE e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Marcelo Neri disse que “o fim da miséria é apenas o começo”. Segundo ele, a desigualdade teve uma “queda espetacular”, após o índice de Gini ter caído de 0,64 para 0,54 nos últimos dez anos. Este índice, pelo qual zero representa a igualdade total de renda, é um dos mais usados para comparações socioeconômicas entre países.

“Em 2012, mesmo com [baixo crescimento do PIB] o chamado Pibinho, 35% das pessoas subiram [de nível social], enquanto 14% caíram. Isso mostra que o país vive mais prosperidade e oportunidade, e menos desigualdade”, acrescentou o ministro Marcelo Neri, após apontar a Carteira de Trabalho como maior símbolo da classe média.

Para Jorge Chediek, os números apresentados pelo estudo “são impressionantes”. Ele avalia que a formalização do emprego foi fundamental para os bons resultados. “O que mais melhorou a situação do país foi a criação de empregos. [Também] por isso é muito importante conhecer a classe média”, acrescentou. “A presidenta Dilma Rousseff disse que quer fazer do Brasil um país de classe média. Queremos influenciar a política e ampliá-la para fazer, também do mundo, um mundo de classe média”

O estudo Vozes da Nova Classe Média mostra a contribuição do empreendedor para a expansão da nova classe média brasileira. Tem como um dos destaques o aumento na formalização dos empregos. Entre as conclusões que se pode tirar com base no estudo está a de que 40% dos postos de trabalho disponíveis foram gerados a partir de pequenos negócios.

Dos 15 milhões de novas vagas abertas entre 2001 e 2011, 6 milhões foram criadas pelos empreendimentos de pequeno porte. Além disso, 95% delas são empregos formais. Ainda de acordo com o estudo, 39% do total de remunerações do país estão relacionadas a pequenos empreendedores – volume que supera os R$ 500 bilhões por ano.


Edição: Beto Coura

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ESPORTES
FLAMENGO CONTRATA MARCELOMORENO

quarta-feira, 27 de março de 2013

PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF DIZ NÃO AO DESEMPREGO E RECESSÃO COMO FORMA DE COMBATER INFLAÇÃO

Felizmente o Brasil tem governo, e um governo que não aceita os métodos neo-liberais, que colocaram a Europa no olho do furacão. Há que se combater a inflação (os próximos índices vão apontar que ela está sob controle, sem risco de explosão), mas isso não pode ser feito pela lógica simplista de desempregar e provocar recessão.


Dilma: não concordo com redução do crescimento para combater inflação.



Durante conversa com jornalistas nesta quarta-feira (27) em Durban, na África do Sul, onde participa da 5ª Cúpula do Brics, a presidente Dilma Rousseff afirmou que discorda de políticas para controlar a inflação que visem um crescimento econômico menor.

"Eu não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico. Até porque, nós temos uma contraprova dada pela realidade", disse a presidente.

sexta-feira, 22 de março de 2013

PAPA FRANCISCO I MANDA QUE LÍDERES MUNDIAIS SIGAM O EXEMPLO DO BRASIL

PROTEJAM OS MAIS NECESSITADOS

Francisco I em sua fala inaugural do Pontificado, cobrou de líderes do mundo: PROTEÇÃO PARA OS MAIS NECESSITADOS.

O BRASIL DE LULA FEZ, E O BRASIL DE DILMA FAZ ISSO !

Sua Santidade, poderia e deveria, aproveitar seu encontro com a Presidente Dilma Rousseff, para conhecer como o Brasil vem tratando do assunto.

Gerando milhões de empregos nos últimos 10 Anos, valorizando o salário mínimo, retirando 16 MILHÕES da miséria extrema, outros tantos milhões elevando de classe social, propiciando melhor renda, além de baratear o custo da energia elétrica e reduzir impostos sobre os alimentos.

Francisco I deveria conhecer em detalhes, o BRASIL SEM MISÉRIA, O BOLSA FAMÍLIA, O PROUNI, o sistema de COTAS para negros, índios e pobres, que propiciam comida às famílias e aos jovens mais necessitados brasileiros, acesso à educação.

Sua Santidade ficará certamente surpreso com os resultados, e mais surpreso ainda, ao saber que por agir assim, o atual governo de DILMA, e o governo do ex-presidente LULA, recebem críticas contundentes da OPOSIÇÃO E DA IMPRENSA. A "ELITE" também não perdoa este modo de governar e, boa parte dela, que jura ser católica de carteirinha, comparece à MISSA, e até "CONFESSAM", vive dizendo que tudo isso, é assistencialismo eleitoreiro, que estimula vagabundos.

Vamos perdoá-los não é Francisco I, afinal, eles não sabem o que falam.