quinta-feira, 5 de junho de 2014

HENRIQUE PIZZOLATO FICA NA ITÁLIA - JOAQUIM BARBOSA VAI EMBORA SEM O GOSTINHO DE PRENDÊ-LO


Dificilmente Henrique Pizzolato será extraditado. A CORTE DE APELAÇÃO de Bolonha considerou que não recebeu as garantias que solicitou para sequer começar a estudar o caso. Adiado para Outubro o veredito, que ainda poderá ser objeto de recurso pelas partes, o caso tende a se arrastar.


Justiça italiana adia decisão sobre extradição de Pizzolato

A Corte de Apelação de Bolonha, na Itália, adiou para o dia 28 de outubro a decisão sobre a extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, que fugiu do país durante o julgamento do mensalão. 

A decisão foi adiada porque o governo do Brasil não enviou todos os documentos necessários para garantir "condições mínimas" para ele nas prisões brasileiras. 

A Corte de Apelação de Bolonha iniciou o julgamento do pedido do governo brasileiro para extraditar o ex-diretor de Marketing do BB, condenado a 12 anos e sete meses de prisão por lavagem de dinheiro e peculato na Ação Penal 470, o processo do mensalão. 

Pizzolato fugiu do Brasil em setembro do ano passado, antes do fim do julgamento, e foi preso em fevereiro, em Maranello, na Itália. Para acompanhar o julgamento, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou à Itália os procuradores Vladimir Aras e Eduardo Pelella. A defesa da extradição será feita por um escritório de advocacia contratado pela Advocacia-Geral da União (AGU). 

O pedido de extradição foi feito pela PGR e entregue ao governo italiano pelo Ministério das Relações Exteriores, em fevereiro. 

No entendimento da procuradoria, mesmo tendo cidadania italiana, Pizzolato pode ser extraditado para o Brasil. "O tratado de extradição firmado em 1989 entre o Brasil e a Itália não veda totalmente a extradição de italianos para o Brasil, uma vez que cria apenas uma hipótese de recusa facultativa da entrega. O Código Penal, o Código de Processo Penal e a Constituição italiana admitem a extradição de nacionais, desde que expressamente prevista nas convenções internacionais", diz a PGR. 

Na defesa entregue ao tribunal italiano, o ex-diretor afirmou que não pode ser extraditado para o Brasil por ter cidadania italiana. Pizzolato também alegou que foi submetido a julgamento político pelo Supremo Tribunal Federal.

3 comentários:

José Antônio disse...


Pena, Bond, que a nova data foi marcada para o dia 28 de outubro.

Um julgamento antes das eleições poderia ser um argumento fortíssimo para comprovar a maneira persecutória como os réus foram julgados aqui.

LRM disse...

A Itália está certa. O criminoso deles ficou por aqui, o Battisti.

Nada mais justo do que manter nosso criminoso covarde na Itália, o "Pizzolatro".

Enquanto isso, a cúpula do PT passa as férias na Papuda.

LRM disse...

Atenção petistas de plantão! Até o Lulla já reconheceu que a inflação está alta. Os senhores não precisam mais negar o óbvio.

http://oglobo.globo.com/economia/lula-diz-que-remedio-contra-inflacao-tem-que-ser-tomado-ja-12737986

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