sexta-feira, 22 de novembro de 2013

GOVERNO ARRECADA R$ 20,8 BILHÕES COM A VITORIOSA CONCESSÃO DE AEROPORTOS DO GALEÃO E CONFINS


Contrariando os "ESPECIALISTAS" que diziam não haver interesse e nem espaço para disputa com lances acima do valor mínimo da outorga, os Aeroportos do GALEÃO e CONFINS permitiram ao governo arrecadar mais de R$ 20 BILHÕES. É prova de confiança de empresas nacionais e internacionais na economia e no potencial do Brasil. Como afirmou a presidente Dilma Rousseff: " QUEM APOSTAR CONTRA, VAI PERDER"

Governo concede aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG) por R$ 20,8 bi
MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO


O governo arrecadou R$ 20,84 bilhões com o leilão dos aeroportos de Confins (MG) e Galeão (RJ) realizado nesta sexta-feira (22) na BM&F Bovespa, em São Paulo. O valor é 251% superior aos R$ 5,9 bilhões mínimos previsto na disputa.


No último leilão de aeroportos, a diferença (ágio) havia sido de 373,5%, quando os consórcios pagaram ao todo R$ 24,5 bilhões por Cumbica (Guarulhos), Viracopos (Campinas) e Juscelino Kubitschek (Brasília).

O consórcio formado pela construtora Odebrecht e a operadora Changi, de Cingapura, venceu a disputa pelo aeroporto do Galeão, com uma proposta de R$ 19 bilhões. A disputa foi a viva-voz, mas nenhum concorrente se dispôs a melhorar a oferta, que representa uma diferança sobre o valor mínimo (ágio) de 294%.

A segunda maior proposta foi da construtora Carioca, no valor de R$ 14,5 bilhões. A EcoRodovias fez uma oferta de R$ 13,113 bilhões.

CONFINS

Já o leilão de Confins, foi vencido pela construtora CCR, com lance de R$ 1,82 bilhões, 66% acima do valor mínimo previsto. Os leilões aconteceram simultaneamente. Confins obteve lances na fase de viva-voz, com Queiroz Galvão disputando com a CCR.

Cinco consórcios concorrem para administrar os dois aeroportos. Todos disputaram Galeão, mas apenas três também fizeram propostas para Confins.

Disputaram apenas o Galeão os consórcios "Novo aeroporto Galeão", formado por EcoRodovias, Invepar e Fraport, e "Sócrates", formado pela construtora Carioca e pelos operadores dos aeroportos de Amsterdã e Paris.

Já os consórcio "Aeroportos do Futuro", formado por Odebrecht e Changi (operadora de Cingapura), "Aliança Atlântica Aeroportos" (Queiroz Galvão com Ferrovial, gestora espanhola que administra Heathrow, em Londres) e "Aero Brasil" (CCR com os operadores dos aeroportos de Munique e Zurique), apresentaram propostas para Galeão e Confins.

Confins e Galeão estão entre os maiores aeroportos do país. Respondem, juntos, pela movimentação de 14% dos passageiros e 12% dos aviões do tráfego aéreo brasileiro.

A concessão de Confins dará ao vencedor direito de administração por 30 anos. Para Galeão, o prazo é de 25 anos e em ambos há possibilidade de prorrogação por mais cinco anos.

Os consórcios terão de investir mais de R$ 7 bilhões em ampliações e adaptações ao longo do período de concessão. Entre as obras, estão um novo estacionamento, a construção de 26 pontes de embarque em Galeão e um novo terminal de passageiros em Confins.

O setor privado terá 51% de participação na nova sociedade que vai gerir os aeroportos. Já a Infraero possuirá 49%, sendo esse o limite máximo.

TRANSIÇÃO

A partir da celebração do contrato, haverá um período de transição de seis meses (prorrogável por mais seis meses), no qual a concessionária administrará o aeroporto em conjunto com a Infraero, detentora de participação acionária de 49% em cada aeroporto concedido.

Um comentário:

José Antônio disse...


Estou apostando uma passagem de ida para a Disney, como não demora muito tempo o candidato aécio irá criticar a Dilma pela "privatização" dos aeroportos.

EM DESTAQUE - LEIA AGORA

JOÃO DORIA E ACMN LEVAM UMA MERECIDA CHUVA DE OVOS EM SALVADOR - EM VÍDEO

OS OVOS CHOCARAM E APODRECERAM ASSIM QUE TIVERAM CONTATO COM A CABEÇA DOS DOIS PREFEITOS LEIA A MATÉRIA AQUI

AS DEZ MAIS LIDAS NO MÊS