É curioso verificar que a Folha.com / UOL apresente matéria tão CONTUNDENTE no desmonte da falácia de que reduzir o número de MINISTÉRIOS representaria economia significativa dos gastos do governo federal. A matéria da folha mostra ainda que o gasto com o funcionalismo não é o principal "peso no orçamento".
Vale dar uma olhada nos gráficos apresentados para concluir que a teoria de estado mínimo e de redução de ministérios não passa de atitude de jogar para galera, e que o chamado choque de gestão é mera cortina de fumaça, através dos quais Aécio Neves e Renan Calheiros fingem entender de administração pública.
Defendida pelo PMDB, redução do número de pastas a 20 não garante mudança relevante nos gastos. Aumento das despesas tem pouca relação com a expansão do quadro de pessoal.


