Mostrando postagens com marcador REAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador REAL. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de dezembro de 2013

AS PREVISÕES PARA A ECONOMIA DO BRASIL EM 2014 - É MELHOR ACREDITAR EM VIDENTES E SUAS BOLAS DE CRISTAL


A matéria é do Jornal do Brasil, e traz de forma bastante interessante, como as chamadas previsões, feitas pelos economistas e especialistas para o ano de 2014, são um verdadeiro exercício de "adivinhação". Já são 11 anos em que alguns anunciam o CAOS, que não chegou e pelo que parece não chegará em 2014. Ao colocar uma dose ALTA de PESSIMISMO, os especuladores e "consultores", conseguem, com a prestimosa ajuda da imprensa partidarizada e afinada com a USURA e AGIOTAGEM, emplacar o pensamento de que é preciso ARROCHO e JUROS ALTOS. Alguns pregam DESCARADAMENTE o DESEMPREGO e a paralisação de OBRAS como a "SOLUÇÃO" para o Brasil.

Eu consultei uma VIDENTE, e ela me garantiu que em 2014 a INFLAÇÃO não passa de 6%; o CRESCIMENTO vai surpreender e superar o de 2013; o PLENO EMPREGO continua, muitas OBRAS serão inauguradas, Dilma será reeleita para mais 4 ANOS DE GOVERNO e o Brasil vai ganhar a COPA do MUNDO, derrotando o URUGUAI - 3 X 0.

QUEM VIVER, VERÁ !

Nota do Blog - A matéria é longa e por isso está com a publicação disponibilizando a opção de leia mais - As fotos que ilustram o texto são de nossa responsabilidade

Economistas fazem suas apostas para o Brasil em 2014
Entre previsões pessimistas e otimistas, o crescimento é senso comum
Jornal do Brasil - Pamela Mascarenhas

Ano de Copa do Mundo e eleições, 2014 inspira cuidados e preocupa alguns economistas. Aumentou a apreensão em relação à dívida pública, que deve ficar em 62% do PIB em 2014 contra os 53% de 2010, de acordo com dados da Tendências Consultoria. É certo, até para os mais pessimistas, contudo, que a situação não será marcada por nenhuma tragédia. Haverá crescimento, sim, mas ele será "medíocre" para alguns e bem melhor que o deste ano para outros. Para o PIB, as projeções vão desde 1,8% de expansão até algo em torno de 4%. Já a inflação oscila entre 4%, para os mais otimistas, e 6%. O investimento estrangeiro deve permanecer no patamar em que está e, para a balança comercial, as perspectivas são melhores, motivadas pelos efeitos do câmbio.

O economista Nelson Barbosa, pesquisador do Ibre/FGV, apresentou suas projeções durante o seminário “Perspectivas da economia brasileira 2014”, realizado em novembro, de uma forma que explica bem as diferentes projeções. Ele as dividiu em otimistas, pessimistas e de mercado, que prevê crescimento de 2,2%, com base na desaceleração do investimento; enquanto os otimistas esperam avanço em torno de 3%, de olho na recuperação do investimento pela infraestrutura, câmbio estável de R$ 2,30 e reajuste de energia e gasolina; e, os pessimistas, de 1,5%, com base no aumento da inflação, aumento do câmbio e cancelamento das desonerações.Há uma incerteza muito grande em torno da economia brasileira, e se formou uma convenção pessimista, que tem gerado estimativas pessimistas

“Há um incerteza muito grande em torno da economia brasileira e se formou uma convenção pessimista, que tem gerado estimativas pessimistas”, acredita Pedro Rossi, professor doutor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica da Unicamp. Rossi avalia que o próximo ano deve atrair um crescimento robusto, puxado pelos investimentos realizados, como das concessões, que devem surtir efeito já em 2014.

“Eu acredito em um crescimento do PIB em torno de 4% para 2014. Os motivos que causaram a queda recente se dissiparam. Um dos principais foi a desaceleração do investimento em 2011, que foi um erro, do ponto de vista da política econômica. O ano passado foi muito ruim em investimento. Mas [o investimento] está acelerando neste ano, recuperando o ano passado. Eu acho que a tendência é que tenhamos um crescimento maior”, avalia Rossi. No acumulado dos quatro trimestres terminados no terceiro trimestre de 2013, o PIB registrou crescimento de 2,3% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Quanto à inflação, Rossi projeta uma taxa entre 4% e 5%, embora pondere que é muito difícil fazer previsões para o índice. Ele sublinha que tivemos um “choque” importante no final do ano passado e no início deste, e que não há motivo para esperar que o “choque” volte. O consumo, que vinha crescendo, deve desacelerar um pouco. “O ano que vem vai ser melhor que 2013. Não compartilho das estimativas que estão sendo feitas. O Brasil tem base para crescer.”

Em relação à possível redução de estímulos pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano), Rossi diz que o mercado, de certa forma, já precificou este acontecimento, o que já causou muita volatilidade. “O mercado já entendeu que, mesmo que as mudanças ocorram, a taxa de juros nos EUA vai ficar baixa por muito tempo. A recuperação americana é um sinal positivo, mas vai ser muito lenta. Não acredito nessa possibilidade de crise cambial”.

Já em relação ao investimento estrangeiro, medido pelo IDE (investimento Direto Estrangeiro), o economista chama a atenção para a estabilidade e tendência que continue forte, sem querer arriscar se vai aumentar ou diminuir. A balança comercial, por sua vez, deve melhorar, muito por conta do ajuste cambial, que demora um tempo para fazer efeito, mas que deve aparecer já no ano que vem, melhorando o déficit em transações correntes.

Segundo números da Tendências Consultoria, o próximo ano deve ter um déficit nominal de 3,6%, expansão de 2,1% no PIB, inflação de 6% e dívida pública de 62% (do PIB). Felipe Salto, economista da Tendências, destaca que o quadro é de crescimento baixo em 2014, próximo de 2%, devido a restrições novas, principalmente a externa, e limitação para o consumo.O quadro não é desastroso, mas as limitações para que o crescimento vigore são cada vez maiores

“O modelo baseado no déficit em conta corrente, que vinha sendo financiado por entrada forte de capital externo, como modelo, chegou ao limite. Não tem mais entrada forte de capital. O ajuste vai se dar nas variáveis domésticas, o consumo cresce menos. Vai se reforçando aquelas restrições quase históricas para que a rende per capita avance, produtividade e investimentos. Nem no ano que vem nem a médio prazo esses dois entraves parecem equacionados. Por isso um PIB de 2,1%, um quadro fiscal que se agrava, o déficit nominal cresce, a taxa de juros vai ser maior, o juros da dívida longa está aumentando. O quadro não é desastroso, mas as limitações para que o crescimento vigore são cada vez maiores. ”, explica Salto.

O IDE, acredita Salto, deve permanecer em R$ 58 bilhões no ano que vem, já que ele vinha numa trajetória ascendente, mas neste ano desacelerou. O saldo de pagamentos não é mais financiado pelo IDE, pois não é mais suficiente. Já a balança comercial deve se recuperar, com a taxa de câmbio mais desvalorizada, a uma taxa de 8,2%. “O Brasil continua a ser primário exportador, os termos de trocam dependem da demanda por esse tipo de produto. Esse ciclo se encerrou em 2012, então a balança sofreu esse efeito, que a indústria não conseguiu se recuperar, como a indústria do resto do mundo. O Serviço se tornou mais importante que a indústria. A relação câmbio e salário prejudicou muito o setor produtivo nacional. A balança vai se ajustar, como câmbio desvalorizando aumenta a rentabilidade das exportações. Agora, se isso vai ter impacto sobre o crescimento, é uma dúvida muito grande. É preciso uma mudança da política estratégica macroeconômica. É preciso novos acordos comerciais que estimulem as importações, tecnologia que estimule o aumento da produtividade. Em todas essas frentes, nós estamos muito aquém”.

O ano de 2014, então, para Salto, será o ano em que a política fiscal vai ser “cozinhada em banho maria, com crescimento medíocre, contas externas medíocres e déficit em conta corrente de 3,7% do PIB, o que não será nenhuma tragédia, pois temos reservas de R$ 400 bi”.

Equipe de Economia Aplicada do Ibre também apresenta diferentes visões

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

13o. SALÁRIO VAI INJETAR R$ 143 BILHÕES NA ECONOMIA

A projeção é do DIEESE


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O DÓLAR FURADO - MOEDA AMERICANA CAI 1,13% - COTAÇÃO R$ 2,18

A moeda americana voltou ao valor/cotação de 18 junho deste ano. Curioso ver que foi mais um alarme FALSO de que ocorreria um descontrole no câmbio com a contaminação da economia brasileira, gerando inflação desenfreada. O BC agiu, as reservas cambiais contribuíram para colocar um freio nos especuladores e as condições da economia americana, essa sim, beirando um colapso com CALOTE, acabaram por se somar e reverter a desvalorização do REAL frente o DÓLAR. 

Dólar cai 1,13% e fecha dia cotado a R$ 2,18 para venda
Stênio Ribeiro - 
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O dólar caiu 1,13% no pregão de hoje (10) e terminou o dia cotado a R$ 2,181 para venda, menor valor desde 18 de junho deste ano, quando a moeda norte-americana fechou o pregão em R$ 2,178.

Contribuíram para a queda do dólar a elevação da taxa básica de juros (Selic) para 9,5% ao ano, determinada ontem (9), e a consequente sinalização do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de que o processo de ajuste monetário deve continuar.

A decisão do Copom reforçou o mercado de câmbio, que adquiriu estabilidade desde que o BC iniciou os leilões diários de dólares, em 23 de agosto. Hoje, por exemplo, o BC vendeu todo o lote de 10 mil contratos de swapcambial (equivalente à venda futura de dólares), com vencimento em 5 de março de 2014, no valor de US$ 497,5 milhões.

Avanços nas negociações entre democratas e republicanos para acabar com o impasse fiscal nos Estados Unidos também animaram os investidores, que aplicaram tanto no dólar quanto no mercado de ações.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão com valorização de 0,85%, aos 52.996 pontos, depois de fechar 822.140 negócios no valor de R$ 6,275 bilhões.

Edição: Nádia Franco
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

DÓLAR EM QUEDA - GOVERNO JOGA XADREZ E DÁ XEQUE-MATE NOS 'MERCADOS'

Com US$ 370 BILHÕES em RESERVAS, o Banco Central do Brasil possui BALA NA AGULHA para ofertar moeda em quantidade suficiente, impedindo assim que o DÓLAR seja utilizado como fator de especulação, oscilando de uma forma brusca e alcançando uma relação com o REAL muito acima do que seria o aceitável, levando-se em conta os fatores, principalmente externos que estão determinando sua valorização. Tudo indica que a moeda americana vai se estabilizar num patamar bom para a economia brasileira, não causando impacto significativo na taxa de inflação e ainda favorecendo nossas exportações.

Dólar opera em forte baixa nesta sexta-feiraStênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A estratégia do Banco Central (BC), de adotar leilões diários no mercado de câmbio para oferecer liquidez ao mercado, freou o ímpeto dos investidores, que vinham comprando dólares nos últimos dias. Pelo segundo dia consecutivo, a cotação da moeda americana está em queda. Depois de cair 0,78% ontem (22), o dólar registrava, às 15h30 de hoje (23), queda de 2,37%, cotada a R$ 2,368.

A inversão na cotação cambial deu-se depois que o dólar chegou a R$ 2,45 na última quarta-feira (21), o que levou o Banco Central a anunciar a venda de US$ 4 bilhões, ontem (22), em operações com compromisso de recompra futura. A tática deu certo e, com o mercado mais irrigado de dólares, o BC reforçou a estratégia ao anunciar, depois do fechamento do mercado, que leiloará mais US$ 60 milhões das reservas internacionais até o fim do ano.

A ideia é continuar com os leilões diários de US$ 500 milhões em swaps cambiais (venda de dólares no mercado futuro) de segunda a quinta-feira e, às sextas-feiras, oferecer US$ 1 bilhão em leilões de venda direta, com recompra futura. O primeiro deles foi feito hoje, reforçando a oferta da véspera. O BC não informou, porém, quanto conseguiu vender nos dois dias. Isso só será conhecido quarta-feira (28), dia em que o BC costuma divulgar o fluxo cambial até o encerramento da semana anterior.

Edição: Nádia Franco

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir a matéria, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

segunda-feira, 24 de junho de 2013

ECONOMIA DO BRASIL - NA ROTA DA NORMALIDADE COM VIÉS DE RETOMADA

A economia se apresenta em perfeita normalidade. Como se vê pelos links abaixo, não há nada que indique descontrole. Até o Dólar, que poderia ter sofrido uma pressão maior, está em trajetória de queda. A balança comercial, após a anotação das importações da Petrobrás adiadas de 2012 para 2013, voltou a apresentar SUPERAVIT robusto e a dívida pública federal caiu. São dados que podem, na semana seguinte, no mês seguinte, oscilar para melhor ou pior, o que é normal, e não justifica esse terrorismo que vemos nas colunas de economistas de aquário.

Copa das Confederações deverá impulsionar arrecadação de julho, diz secretário da Receita

Sem intervenção do Banco Central, dólar fecha em queda pela segunda sessão seguida

Prazo médio da dívida pública volta a bater recorde em maio

Vencimento de títulos prefixados faz Dívida Pública Federal cair R$ 5 bilhões em maio

Balança comercial registra superávit de US$ 1,294 bilhão na terceira semana de junho

Arrecadação federal cresce 5,8% em maio e bate recorde para o mês