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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O DÓLAR FURADO - MOEDA AMERICANA CAI 1,13% - COTAÇÃO R$ 2,18

A moeda americana voltou ao valor/cotação de 18 junho deste ano. Curioso ver que foi mais um alarme FALSO de que ocorreria um descontrole no câmbio com a contaminação da economia brasileira, gerando inflação desenfreada. O BC agiu, as reservas cambiais contribuíram para colocar um freio nos especuladores e as condições da economia americana, essa sim, beirando um colapso com CALOTE, acabaram por se somar e reverter a desvalorização do REAL frente o DÓLAR. 

Dólar cai 1,13% e fecha dia cotado a R$ 2,18 para venda
Stênio Ribeiro - 
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O dólar caiu 1,13% no pregão de hoje (10) e terminou o dia cotado a R$ 2,181 para venda, menor valor desde 18 de junho deste ano, quando a moeda norte-americana fechou o pregão em R$ 2,178.

Contribuíram para a queda do dólar a elevação da taxa básica de juros (Selic) para 9,5% ao ano, determinada ontem (9), e a consequente sinalização do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de que o processo de ajuste monetário deve continuar.

A decisão do Copom reforçou o mercado de câmbio, que adquiriu estabilidade desde que o BC iniciou os leilões diários de dólares, em 23 de agosto. Hoje, por exemplo, o BC vendeu todo o lote de 10 mil contratos de swapcambial (equivalente à venda futura de dólares), com vencimento em 5 de março de 2014, no valor de US$ 497,5 milhões.

Avanços nas negociações entre democratas e republicanos para acabar com o impasse fiscal nos Estados Unidos também animaram os investidores, que aplicaram tanto no dólar quanto no mercado de ações.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão com valorização de 0,85%, aos 52.996 pontos, depois de fechar 822.140 negócios no valor de R$ 6,275 bilhões.

Edição: Nádia Franco
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

DÓLAR EM QUEDA - GOVERNO JOGA XADREZ E DÁ XEQUE-MATE NOS 'MERCADOS'

Com US$ 370 BILHÕES em RESERVAS, o Banco Central do Brasil possui BALA NA AGULHA para ofertar moeda em quantidade suficiente, impedindo assim que o DÓLAR seja utilizado como fator de especulação, oscilando de uma forma brusca e alcançando uma relação com o REAL muito acima do que seria o aceitável, levando-se em conta os fatores, principalmente externos que estão determinando sua valorização. Tudo indica que a moeda americana vai se estabilizar num patamar bom para a economia brasileira, não causando impacto significativo na taxa de inflação e ainda favorecendo nossas exportações.

Dólar opera em forte baixa nesta sexta-feiraStênio Ribeiro

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A estratégia do Banco Central (BC), de adotar leilões diários no mercado de câmbio para oferecer liquidez ao mercado, freou o ímpeto dos investidores, que vinham comprando dólares nos últimos dias. Pelo segundo dia consecutivo, a cotação da moeda americana está em queda. Depois de cair 0,78% ontem (22), o dólar registrava, às 15h30 de hoje (23), queda de 2,37%, cotada a R$ 2,368.

A inversão na cotação cambial deu-se depois que o dólar chegou a R$ 2,45 na última quarta-feira (21), o que levou o Banco Central a anunciar a venda de US$ 4 bilhões, ontem (22), em operações com compromisso de recompra futura. A tática deu certo e, com o mercado mais irrigado de dólares, o BC reforçou a estratégia ao anunciar, depois do fechamento do mercado, que leiloará mais US$ 60 milhões das reservas internacionais até o fim do ano.

A ideia é continuar com os leilões diários de US$ 500 milhões em swaps cambiais (venda de dólares no mercado futuro) de segunda a quinta-feira e, às sextas-feiras, oferecer US$ 1 bilhão em leilões de venda direta, com recompra futura. O primeiro deles foi feito hoje, reforçando a oferta da véspera. O BC não informou, porém, quanto conseguiu vender nos dois dias. Isso só será conhecido quarta-feira (28), dia em que o BC costuma divulgar o fluxo cambial até o encerramento da semana anterior.

Edição: Nádia Franco

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