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terça-feira, 26 de abril de 2016

AGRIPINO MAIA - A FOLHA CORRIDA DE UM DOS CARRASCOS DE DILMA ROUSSEFF (No.1)

SENADOR PELO DEM/RN - AGRIPINO MAIA, QUE É RÉU NO STF, TEM UMA LONGA HISTÓRIA DE PARTICIPAÇÃO EM GOLPES.
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FOLHA CORRIDA
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Agripino Maia tem Dilma Rousseff atravessada na garganta não é de hoje. E votará pelo seu afastamento, mesmo sabendo que ela é inocente do crime de responsabilidade que é acusada.

Perdeu para DILMA, estando ela na condição de aliada de Lula ou como candidata direta, as QUATRO ÚLTIMAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS, visto que ele, AGRIPINO, e seu partido (ANTES chamado PFL e agora DEM), apoiou SERRA, APOIOU ALCKMIN e APOIOU AÉCIO NEVES, todos DERROTADOS pelo PT/LULA e DILMA.

Mas há um fato que marcou a vida de AGRIPINO em relação à PRESIDENTE DILMA. Foi em 2008, (ela era MINISTRA DE LULA), na CPI, quando Dilma foi convocada e deu uma DURA RESPOSTA, sobre TORTURA, VERDADES E MENTIRAS. 

DILMA DESMONTOU AGRIPINO MAIA. 
É possível ver senadores aplaudindo à depoente, inclusive o hoje GOLPISTA ROMERO JUCÁ, enquanto Agripino exibe um semblante de desconforto e humilhação. Assista o vídeo.

A FOLHA CORRIDA DE AGRIPINO MAIA 

Membro de uma das famílias mais PODEROSAS e INFLUENTES do Rio Grande do Norte, Agripino Maia é um legítimo representante do CORONELISMO na política do NORDESTE do Brasil. O controle da MÍDIA é fundamental nesse aspecto, e não por acaso é proprietário de estações de rádio e da TV Tropical, afiliada da Rede Record em Natal.

A PRIMEIRA MAMATA que se tem notícia de Agripino Maia, veio na condição de PREFEITO BIÔNICO DE NATAL - Indicado pelo então governador do estado, Lavoisier Maia (SEU PRIMO), Agripino assume a prefeitura da Capital do Rio Grande do Norte, na leva GOLPISTA dos "prefeitos biônicos" (nomeados pelo regime militar, sem eleição, para comandar as capitais dos estados e manter os objetivos do golpe militar de 1964).

O PRIMEIRO ESCÂNDALO que se tem conhecimento na vida pública de Agripino Maia, é que após ser eleito GOVERNADOR do RN, se envolveu no caso conhecido como "Escândalo do Rabo-de-Palha", pelo qual, ele, Agripino Maia, teria supostamente instruído cabos eleitorais a comprar votos de eleitores pobres em favor da candidata à prefeitura de Natal Wilma de Faria, à época, pelo PDS.

AGRIPINO FOI UM FIEL LACAIO DA DITADURA MILITAR, a qual serviu e da qual se serviu. Enquanto brasileiros eram sequestrados, torturados e mortos de verdade, inclusive com seus corpos sendo ocultados para sempre, Agripino fazia cara de paisagem e se elegia por um dos partidos que davam sustentação aos GOLPISTAS de 1964.

FEZ SUA CARREIRA POLÍTICA sempre à direita e sempre longe dos reais interesses do povo brasileiro, em especial do povo pobre do NORDESTE.

SENADOR PELO DEM, EX-PFL, EX-PDS, EX-ARENA.

NOS VÁRIOS ESCÂNDALOS EM QUE SEU PARTIDO SE ENVOLVEU, conseguiu passar ao LARGO de ser diretamente associado aos principais acusados. AGRIPINO MAIA, com o instinto de sobrevivência das velhas raposas políticas, não teve dúvidas em jogar às FERAS, os ex-correligionários - JOSÉ ROBERTO ARRUDA e DEMÓSTENES TORRES.

MAS HOJE É RÉU NO STF, COM O SIGILO QUEBRADO, acusado em dois PROCESSOS como RECEBEDOR DE PROPINA. EM DELAÇÃO PREMIADA, foi dito que EXIGIU DINHEIRO PARA SUA CAMPANHA DE SENADOR, em troca de INTERFERIR para liberar um contrato de INSPEÇÃO VEICULAR NO RIO GRANDE DO NORTE. SEU NOME É CITADO COMO RECEBEDOR DE PROPINA POR EMPREITEIRAS QUE CONSTRUÍRAM A "ARENA DAS DUNAS", ESTADIO EM NATAL PARA A COPA DO MUNDO DE 2014.

É esse político pequeno, de passado condenável, que sempre apoiou eleições indiretas, dela foi beneficiário, que apoiou GOLPE MILITAR e dele se serviu, e que tem o nome envolvido em diversos escândalos ao longo da vida, que será um dos CARRASCOS que vai votar pela deposição da Presidente Dilma Rousseff.

É UM AVERGONHA, E NÃO RESTA DÚVIDA QUE SE TRATA DE UM GOLPE.
25/04/16 09:30
Fuso horário de Brasília

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O PEPINO DO AGRIPINO - SENADOR DO DEM É ACUSADO DE RECEBER PROPINA

SENADOR AGRIPINO MAIA É ACUSADO EM DELAÇÃO PREMIADA DE TER COBRADO PROPINA

quinta-feira, 7 de junho de 2012

A DITADURA MILITAR DE 1964 NO BRASIL ERA ASSIM - MATAVA - QUEBRAVA OSSOS E DEPOIS INCINERAVA OS CORPOS

E PENSAR QUE GENTE QUE APOIOU ESSA MONSTRUOSIDADE AINDA ESTÁ NA POLÍTICA ATÉ HOJE, E OUTROS DÃO NOME À FUNDAÇÃO.


Ex-delegado do Dops reafirma em programa da TV Brasil crimes da ditadura militar
06/06/2012 
Da Agência Brasil

Brasília – O ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) Cláudio Guerra foi um dos policiais mais poderosos a atuar na repressão do regime militar entre as décadas de 1970 e 1980. Embora, segundo ele, tenha matado quase uma centena de pessoas, ressaltou que nunca torturou. Em entrevista ao programa Observatório da Imprensa, da TV Brasil, transmitido na noite de ontem (5), Guerra relatou ao jornalista Alberto Dines, âncora do programa, os crimes e os bastidores da ditadura militar (1964-1985).

“Eu tinha aversão, não participava e era contra a tortura. Por isso nunca entrei nos lugares [de tortura], como a Casa da Morte [centro clandestino de tortura e assassinatos em Petrópolis, na região serrana fluminense]. Aqui no Espírito Santo, eu procurava tirar da minha equipe os policiais que torturavam”, disse Guerra em sua primeira entrevista após o lançamento do livro Memórias de uma Guerra Suja, originado de seus relatos aos jornalistas Rogério Medeiros e Marcelo Netto.

Aos 71 anos, Guerra é hoje pastor evangélico. Ele se converteu na cadeia, enquanto cumpria pena em regime fechado pela morte de um bicheiro. Atualmente, está sob prisão domiciliar. A vontade de contar a verdade, segundo ele, foi motivada pelo arrependimento após a conversão. “Se eu tive coragem naquele passado lá de fazer as coisas erradas, muito mais coragem eu tenho hoje de falar a verdade e de poder ajudar e reparar um pouquinho as coisas erradas que eu fiz”, disse.

Guerra também declarou que foi responsável pela incineração de corpos de militantes de esquerda na Usina Cambaíba, em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense. “[Os agentes da ditadura estavam] querendo eliminar mais inimigos. Enterravam como indigente, com nome trocado. Só que isso estava começando a aparecer, e eles queriam uma alternativa. Queriam o negócio do fogo. Foi quando eu apresentei o Eli Ribeiro, dono da Usina Cambaíba, a eles”.

Segundo o ex-delegado, todos os corpos dos presos políticos chegavam seminus, castrados e com fraturas expostas. “São cenas que me deixam muito abalado. Para mim, a pior época foi essa”, lamentou. No entanto, Guerra acredita que isso o motivou a revelar às famílias o que de fato ocorreu. “Tenho um grande compromisso com as famílias, porque foi o que mais me machucou. Tinha apagado isso da minha mente, mas muita coisa está voltando à minha memória”.

Para ex-delegado do Dops, os militares daquela época não estavam preparados para lidar com a oposição ao regime. Para ele, o caso da morte do jornalista Vladimir Herzog, em 1975, é um exemplo disso. “Sabia que ali não tinha sido suicídio, foi uma burrada, mais um morto sob tortura. A pessoa que comandou aquilo prejudicou mais. O grupo de direita queria trazer a simpatia da sociedade para a causa deles, mas foi justamente o contrário. Aquilo foi um tiro no pé”, revelou.

De acordo com Guerra, durante a ditadura militar, era comum militares receberem “gratificações” de empresários. “Eles participavam e davam prêmios para quem executava líderes. “Eu não cheguei a ganhar bônus direto. Recebia um [bônus] mensal. Eu tinha duas contas, em nome de Cláudio Guerra e de Stanislaw Meireles”.

Após a publicação do livro, Guerra disse que foi ameaçado de morte. No entanto, para ele, “morrer é lucro”, uma vez que agora é um homem religioso. “Já recebi um monte de aviso. Mas não vão me calar. Não sou dedo-duro, vou falar na primeira pessoa. Não me sinto dedo-duro de ninguém”.


Edição: Aécio Amado