segunda-feira, 20 de julho de 2015

MARINA SILVA ROMPE SEU SILÊNCIO SOBRE EDUARDO CUNHA E RENAN CALHEIROS

E DEFENDE QUE ELES SE AFASTEM PARA NÃO ATRAPALHAR INVESTIGAÇÕES
19/07/15 19:29 - Fuso horário de Brasília - Atualizado em 20/07/2015 - 07:30

SEM CITAR NOMES

DEMOROU...MAS...NÃO REPETIU O FIASCO DE AÉCIO NEVES, embora pareça ter esquecido que ela, por sua campanha ao lado de EDUARDO CAMPOS, ainda não esclareceu a questão do JATINHO. Convém Marina não esquecer ainda que, muitos dos integrantes do PSB, seu atual partido, já foram citados como tendo recebido dinheiro ilegal de doleiros, portanto....e que o pedido de FORA DILMA, é uma questão política, e o PEDIDO "FORA CUNHA", já é, ou será em questão de horas, CASO DE POLÍCIA.

007BONDEBLOG - Não me calo, não me intimidam.
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Em artigo, Marina Silva defende afastamento de denunciados
Publicação: 19/07/2015 

Terceira candidata mais votada na última eleição presidencial, a ex-ministra Marina Silva defendeu, em artigo, que políticos que forem formalmente denunciados pela Procuradoria-Geral da República se afastem dos cargos. Para ela, o perigo é que políticos usem seus poderes para interferir nas investigações.

"Devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas desde já precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem", escreveu Marina em artigo enviado ao blog do jornalista Matheus Leitão, do G1.

A ex-senadora critica o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem acusa de usar a manipulação da crise para aumentar seu poder. Segundo Marina, por isso "é normal que ele agora tente explicar as denúncias de corrupção que recebe como sendo manipulação dos outros". No entanto, Marina aponta que os que gritam "fora Cunha" querem desviar atenção dos gritos de "fora Dilma".

Na avaliação de Marina, o Congresso divide com o governo a responsabilidade pela crise. "Neste momento, deveria predominar entre eles (parlamentares) a consciência de que o Poder Legislativo é maior que seus membros, mesmo aqueles que ocupam cargos de direção", disse.

A candidata do PSB nas eleições de 2014 pede que, "ao menos em nome do bom senso", os denunciados evitem "mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra onde os litigantes disparam contra os outros".

No texto, Marina defende a ação da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça na Lava Jato e argumenta que o Brasil é capaz de sair do momento atual para outro momento positivo, assim como na crise que culminou no impeachment de Fernando Collor. "O que está em curso no Brasil não é apenas a desconstrução de um sistema político que revela, a cada dia, sua falência. Há também uma lenta construção da democracia e de instituições independentes e fortes, instrumentos de navegação em meio às crises", argumenta.

No texto, a ex-senadora mantém a esperança de que os culpados sejam punidos. "Se temos que respeitar as instituições que eles, infelizmente, dirigem tão mal, e respeitar a população que lhes confiou seu voto, temos também que manter viva nossa esperança de que a Justiça será feita e os erros serão punidos", escreveu.


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Um comentário:

Apelido disponível: Sala Fério disse...

Marina e seus asseclas atacam sempre Dilma - não importa sobre quem falem ou sobre o que falem.

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