domingo, 8 de junho de 2014

O POVO NÃO TEM VEZ !? CONSULTA E PARTICIPAÇÃO SOCIAL ASSUSTA REACIONÁRIOS DA ELITE BOLORENTA



Dilma defende decreto e diz que é a favor da consulta 
e da participação social

08/06/2014
Brasília - 
Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil - Edição: Stênio Ribeiro

A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (5) a participação social e a consulta no processo de decisão de políticas do governo, em referência à Política Nacional de Participação Social (PNPS), criada por decreto no fim de maio.

O decreto, que consolida a participação social como método de governo e fortalece instâncias como os conselhos e as conferências, tem sido alvo de críticas da oposição no Congresso Nacional.

“Nós somos a favor da consulta, somos a favor da participação de todos os segmentos no processo de estruturação das políticas de governo. Muitas cabeças pensam mais do que só a cabeça do Executivo. É uma convicção que nós temos, e faz parte da construção da democracia no nosso país”, disse a presidenta em discurso durante abertura da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão.

Na semana passada, o DEM apresentou à Mesa da Câmara um projeto de decreto legislativo para suspender o decreto presidencial que instituiu a política. A oposição diz que a medida contraria a Constituição e invade as prerrogativas do Congresso.

Dilma disse que os Poderes têm papeis diferentes, e o processo de consulta não interfere nesse equilíbrio. “Nada comprometendo o papel do Legislativo. São papeis diferentes. O Legislativo apoia, aprova o corpo. E de onde a gente tira as características do corpo? De uma consulta à sociedade. Agora, ela é revista e reolhada pelo Executivo, o que também mostra, da nossa parte, um compromisso com os conselhos e a consulta”, ponderou, dirigindo-se aos ministros, empresários e representantes da sociedade civil que integram o Conselhão.

No começo da semana, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, também saiu em defesa da PNPS, e disse que a iniciativa foi construída num longo processo de debate com os movimentos sociais. Carvalho atribuiu a tentativa de derrubar o decreto a uma “excessiva vontade de perseguição”, por parte de alguns parlamentares.

Um comentário:

José Antônio disse...


Nossa imprensa passa anos batendo na tecla de que "esses políticos não nos representam".

Eu até concordo, em parte com a frase. Alguns desses políticos, a maioria, não me representam.

Mas a mídia acha que a Suíça, por exemplo, é um país bolivariano, por que lá o povo é mais consultado do que aqui... e, portanto, devemos continuar, como sempre, sendo representados por "esses políticos que não nos representam".

Ou ainda, quem sabe, com um poder ditatorial, civil ou militar, que represente apenas os interesses da minoria à qual eles pertencem?

Sabemos bem que aqui mesmo no blog, uma comentarista, se pudesse, apoiaria esta "democrática proposta", desde que quem estivesse no comando fosse ela ou algum entre os seus amiguinhos que a representam.

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