Uma alegação de "falha administrativa", (inadmissível), como a de colocar em "pasta trocada" o pedido de investigação feito pelo MP da Suíça, motivou a investigação preliminar da conduta do Procurador da República em São Paulo (Rodrigo de Grandis) no caso ALSTOM, que se arrasta faz tempo, sem que se tenha uma definição sobre o escândalo de corrupção e propinas que envolvem a empresa e sucessivos governos TUCANOS em São Paulo.
Conselho do MP abre investigação preliminar sobre procurador do caso da Alstom
André Richter - Agência Brasil - 30.10.2013 - 23h13
Brasília – O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) instaurou hoje (30) um procedimento preliminar para investigar a conduta do procurador da República em São Paulo Rodrigo de Grandis, responsável pelo caso da Alstom, empresa francesa acusada pelo Ministério Público Federal (MPF) de fraude em licitação do Metrô de São Paulo. A investigação foi aberta pelo corregedor nacional do Ministério Público, Alessandro Tramujas.
Reportagem publicada, no último dia 26, no jornal Folha de S.Paulo, informa que o Ministério Público suíço arquivou o processo contra os investigados pelo fato de o MPF em São Paulo não ter atendido ao pedido, feito em 2011.
O MPF, em nota à imprensa divulgada segunda-feira (28), diz que uma falha administrativa impediu a tomada de depoimento de três envolvidos na denúncia de fraude e pagamento de propina pela Alstom. Os depoimentos foram solicitados pelo Ministério Público da Suíça, que também investiga o caso.
“Segundo apurado até o momento, em razão de uma falha administrativa, um pedido suplementar de diligências enviado pelas autoridades suíças em 2011, deixou de ser atendido até o momento uma vez que foi arquivado erroneamente em uma pasta de documentos auxiliares, quando deveria ser juntado ao processo de cooperação internacional principal”, alegou o órgão.
Ontem (29), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cobrou do MPF em São Paulo explicações oficiais sobre a falha que impediu a tomada de depoimento dos três envolvidos no caso.
Edição: Aécio Amado

4 comentários:
PEC 37. TRIBUNAIS INQUISITORIAIS.
BRUXAS. DIA DAS BRUXAS.
INOCÊNCIA. MORTES E SOFRIMENTOS SEM FIM. ASSASSINATOS. ORGANIZAÇÕES GLOBO. SUJEIRAS.
ORGANIZAÇÕES GLOBO. MENTIRAS, ACOBERTAMENTO DE CRIMES DOS AMIGOS. PEC. 37. DISTORÇÕES. ROUBOS QUE PROVOCAM MORTES DE CRIANÇAS. ORGANIZAÇÕES GLOBO. CONTORCIONISMOS. DOMINIO DO FATO(só para os inimigos). ORGANIZAÇÕES GLOBO. PERSEGUIÇÕES INFINDÁVEIS CONTRA A ESQUERDA. DIREITA-DITADURAS CIVIL-MILITARES-ORGANIZAÇÕES GLOBO-ASSASSINATOS.
Data: 16/06/2004
".....Vaticano volta a pedir desculpas pela inquisição
Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Conversas sobre julgamentos, bruxas queimadas e livros proibidos ecoaram no Vaticano na terça-feira, dia em que o papa João Paulo 2o. pediu perdão pela Inquisição, quando a Igreja Católica torturou e matou pessoas consideradas heréticas.
O papa fez seu apelo em uma carta lida durante uma entrevista coletiva convocada para o lançamento de um livro sobre a Inquisição.
João Paulo 2o. repetiu uma frase tirada de um documento de 2000, no qual pela primeira vez o pontífice pediu perdão pelos "erros cometidos a serviço da verdade por meio do uso de métodos que não têm relação com a palavra do Senhor".
A declaração refere-se à tortura, aos julgamentos sumários, às conversões forçadas e às fogueiras nas quais eram queimados os acusados de heresia.
Mas, na carta de terça-feira, o papa foi mais longe, dizendo que o pedido de perdão valia tanto para "os dramas relacionados com a Inquisição quanto para as feridas deixadas na memória (coletiva) depois daquilo".
O papa Gregório 9o. criou a Inquisição em 1233 para combater a heresia, mas autoridades da Igreja Católica logo começaram a contar com autoridades civis para multar, prender, torturar e matar supostos heréticos. As atividades inquisitoriais atingiram um pico no século 16, como resposta à Reforma.
O livro lançado na terça-feira baseia-se nos discursos feitos no simpósio acadêmico patrocinado pelo Vaticano seis anos atrás.
Mas a entrevista coletiva foi além disso.
Um mapa mostrou que a Alemanha registrou o maior número de "bruxos" e "bruxas" mortos por tribunais civis no começo do século 15. Foram cerca de 25 mil pessoas -- a população do território contava então com 16 milhões de pessoas.
Mas, em termos proporcionais, o recorde pertence a Lichtenstein, onde 300 pessoas, ou 10 por cento dos 3.000 habitantes da região, foram mortas por bruxaria...".
O fato é q eles, Procuradores da República e Subprocuradores-Gerais da República, acreditam mesmo estarem acima das leis.
Seria um bom começo pro Janot se ele botasse esse Rodrigo pra correr do Ministério Público.
E essas coisas envolvendo o MP têm q ser amplamente divulgada pelos sites e blogs independentes. Servirá pro povão saber q aquela instituição não é uma casa de santinhos e santinhas sempre preocupados com o bem da população.
Tenho a impressão, Bond, que há Rodrigos demais nessa história toda.
Quem sabe uma boa peneirada fosse saudável?
Sobre o atual novelo da Síria, que muitos simplificam demais, chegando até a apoiar invasões e bombardeios externos, seria conveniente ler essa entrevista com uma professora síria de origem curda:
http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/10/30/actualidad/1383154335_596587.html
Há gente que, ao contrário de trazer a paz em lugares conflagrados, trazem mais desesperança às populações envolvidas.
Este, infelizmente, parece ser o caso atual da Síria.
Por isso, todo o apoio às posições tomadas pelo Brasil, em nível internacional, sobre este grande problema.
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