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domingo, 22 de fevereiro de 2015

CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO - A BEIJA-FLOR E OS MORCEGOS DA HIPOCRISIA SOBRE AS ESCOLAS DE SAMBA.


Levantam-se vozes e mais vozes para criticar a Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis pelo ENREDO sobre a GUINÉ EQUATORIAL, país africano governado por uma DITADURA.

Curioso essa cobrança, querendo introduzir aspectos como MORALIDADE e LISURA, ou o politicamente correto, no SUB (MUNDO) do CARNAVAL e do SAMBA, na esfera das Escolas de Samba.

É sabido, e recentemente até o "PUXADOR" de samba NEGUINHO DA BEIJA-FLOR declarou em alto e bom som, que a CONTRAVENÇÃO / CONTRAVENTORES - diga-se, sem eufemismo, CRIME ORGANIZADO, controla as ESCOLAS e manda no CARNAVAL da SAPUCAÍ. Que foi a contravenção QUEM COLOCOU ORDEM NA "CASA".

A SOCIEDADE toda que participa das escolas, quem frequenta ensaios, quem desfila, a imprensa, a emissora de TV que tem contrato com a Liga que controla as Escolas de Samba, os governantes, a POLÍCIA, a JUSTIÇA, sabem disso, e não é de HOJE. 

"BICHEIROS" PERCORRENDO A AVENIDA, desfilando na condição de PATRONOS, DANDO ESPORRO em PASSISTA, promovendo suas SENHORAS como RAINHA DE BATERIA da ESCOLA que eles BANCAM com o dinheiro SUJO que ganham, já virou coisa NORMAL e aceita, SEM UM PIO, por todos QUE PARTICIPAM DA FESTA.

QUEM se importa com CORRUPÇÃO, SONEGAÇÃO, COM O TRÁFICO DE ARMAS, com a LAVAGEM DE DINHEIRO, com o MATAR E MANDAR MATAR, desafetos, mulheres infiéis, sambistas rebelados...desde que a ESCOLA esteja na "AVENIDA" bela e reluzente no próximo CARNAVAL.

PORTANTO, DEIXEMOS DE HIPOCRISIA, de FALSOS MORALISMOS e de MORDER E SOPRAR, jogando para a PLATÉIA.

terça-feira, 4 de março de 2014

FÁTIMA BERNARDES "ATRAVESSA O SAMBA" E TEM UMA VOLTA DESASTROSA À SAPUCAÍ

SAPECA AÍ - SEM RITMO, SEM GRAÇA, DESCONHECENDO O ENREDO, SEM CRIATIVIDADE. ZERO ! NOTA ZERO !



Coadjuvante: Fátima Bernardes assiste Luís Roberto de Múcio entrevistar integrante da Portela

Por DANIEL CASTRO, em 04/03/2014 · Atualizado às 06h50 NOTÍCIAS da TV - UOL

A Globo escalou a jornalista Fátima Bernardes para ser a grande estrela da transmissão do Carnaval do Rio. Mas quem brilhou no "estúdio Globeleza" foi Tiago Leifert. O apresentador do Globo Esporte SP, sim, entrou no clima de informalidade e alegria pedido pela emissora. Fez entrevistas nos intervalos e tiradas durante os desfiles, como o comentário "Se acontecer algo com a Grande Rio o Projac acaba" e referências "estéticas" bem carnavalescas ("A partir daí, o silicione está liberado").


Fátima foi coadjuvante de Luís Roberto de Múcio, o comandante das transmissões no vídeo. A ex-apresentadora do Jornal Nacional não conseguiu se libertar da bancada de telejornal e foi burocrática. Anunciava alas e carros alegóricos que as legendas muitas vezes identificavam antes. "Aí estão as carrancas", afirmou, enquanto a TV mostrava... carrancas. Eventualmente, acrescentava alguma informação de bastidor ou algum número volumoso apurado pela produção.

No desfile da União da Ilha, Tiago Leifert, de infância mais próxima, tomou a liderança e apresentou personagens do universo infantil retratado no desfile. "O enredo é sobre ser criança", explicou logo de cara. E a mulher de William Bonner dizia "sim" e "exatamente" para quase tudo.

Fátima, enfim, foi burocrática, óbvia. Para o telespectador mais exigente, ela foi irritante. Não houve um desfile que não dissesse no mínimo uma dezena de adjetivos. "Emocionante", "impressionante", "muito legal", "legal", "máximo", "lindo" e "linda" eram seus mantras. "Olha como seria o frevo no espaço. Muito legal", "Muito legal o efeito das portas se fechando", "Que efeito lindo, né? Que lindo!", "Linda, linda, não? Linda", "Tá lindo esse carro, hein? Lindo, lindo. E é o abre-alas, abriu muito bem", "Olha vocês na tela como vocês estavam lindos dançando! Olha que maravilha!".

Na equipe de transmissão da Globo no Rio, merece "destaque" ainda o ator Eri Johnson. Depois de dois dias de desfiles, não deu para entender o que ele estava fazendo e por qual motivo estava no estúdio da emissora. Suas intervenções eram raríssimas e ainda mais óbvias do que as de Fátima Bernardes: "No final, tudo dá certo", comentou sobre um carro alegórico que tinha problemas.