Mostrando postagens com marcador GOVERNO BRITÂNICO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GOVERNO BRITÂNICO. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

BRITÂNICOS MATAM E ROUBAM BRASILEIROS EM LONDRES - TERRORISMO DE ESTADO


DAVID MIRANDA deu sorte de não ser morto ou de ter desaparecido em Londres

Lacaio dos americanos, o governo britânico vive de expedientes torpes para agradar, agora o governo de Barack Obama, como no passado viveu para agradar a George Bush. Mataram um brasileiro (Jean Charles) no Metrô de Londres. O jovem, inocente, foi executado covardemente com vários tiros pelas costas, sem ter chance de se defender ou explicar que corria por estar atrasado para o trabalho. Ele foi "confundido com um terrorista"

Ontem, os britânicos de forma ilegal, detiveram, colocaram em cárcere privado (sequestro) por 9 horas, outro brasileiro (David Miranda). Após o ato covarde e afrontoso às normas internacionais, ainda ROUBARAM todos os pertences de David (CELULAR - COMPUTADOR - MÁQUINA FOTOGRÁFICA E VÍDEO-GAME).

Agora, os safados do governo britânico, junto com os safados do governo americano, que na verdade foram os autores da ORDEM para que David fosse detido, colocado incomunicável e depois saqueado, vão PLANTAR em seus equipamentos, dados que possam lhe comprometer, assim como ao jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que mora no Rio de Janeiro e denunciou, em matérias publicadas no jornal britânico The Guardian, a estratégia de ciberespionagem do governo dos Estados Unidos. 


Itamaraty convoca embaixador britânico para tratar da retenção de brasileiro em Londres
19/08/2013


Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Ministério das Relações Exteriores convocou na manhã de hoje (19) o embaixador britânico em Brasília, Alexander Ellis, para demonstrar a insatisfação do governo brasileiro em relação à retenção de David Michael Miranda por nove horas no Aeroporto de Heathrow, em Londres, ontem. A informação foi divulgada há pouco pelo chanceler Antonio Patriota.

Para Patriota, não há explicação razoável para o que ocorreu no aeroporto londrino. “Não há justificativa para o tratamento que foi dado a um cidadão brasileiro sobre quem não pesa qualquer suspeita de envolvimento com o terrorismo ou outra atividade ilícita, retido durante nove horas incomunicável. Esperamos que isso não se repita. Será muito importante transmitirmos isso de maneira muito clara ao governo britânico”.

Patriota também pretende conversar ainda hoje com o chanceler britânico, William Hague, sobre a detenção do cidadão brasileiro. Ele participou no Rio de uma cerimônia em homenagem a Sérgio Vieira de Mello, brasileiro que morreu há dez anos em atentado terrorista em Bagdá, quando chefiava a representação das Nações Unidas no Iraque.

Antes de conversar com a imprensa no Rio de Janeiro, Patriota havia criticado “desmandos e desvios” que vêm sendo cometidos em nome do combate ao terrorismo no mundo, em discurso durante o evento. O chanceler brasileiro disse que o combate ao terror deve respeitar o direito internacional.

O brasileiro David Miranda é companheiro do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que denunciou, em matérias publicadas no jornal britânico The Guardian, a estratégia de ciberespionagem do governo dos Estados Unidos. As reportagens foram baseadas em documentos fornecidos por Edward Snowden, ex-funcionário de uma empresa terceirizada que prestava serviços à Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA).

Greenwold disse hoje, na chegada de David Miranda ao Rio, que o episódio era uma forma de intimidá-lo. O brasileiro desembarcou cedo no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão. Ele contou que foi abordado no aeroporto de Londres por vários homens que lhe disseram que seria levado a uma sala para ser interrogado. “Fizeram perguntas sobre a minha vida inteira e ainda levaram o meu computador, o videogame, celular, máquina fotográfica e cartões de memória”, relatou.

Edição: Davi Oliveira
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil