Políticos, intelectuais, Centrais sindicais e artistas do mundo todo, tem se manifestado contra o impeachment da presidente DILMA ROUSSEFF.
É evidente, que não existem motivos, não existe crime de responsabilidade que JUSTIFIQUE e AMPARE a decisão de CASSAR o mandato da Presidente.
Todos sabem, inclusive os que ARQUITETARAM e colocam em prática esse GOLPE, que o impeachment é uma FARSA, é um ATENTADO À DEMOCRACIA, ao ESTADO DE DIREITO, e que terá para além do MAL que já vem causando, desdobramentos seríssimos.
Infelizmente, a JUNÇÃO das forças políticas golpistas, com a participação de membros do judiciário, somados aos AGIOTAS e RENTISTAS dos chamados MERCADOS, e a MÍDIA MONOPOLIZADA, é muito forte, conseguindo então quase que consumar o GOLPE.
Mas, a reação dentro e fora do BRASIL continua grande, e não de cessar enquanto esses usurpadores não forem depostos, caso consigam de fato tomar o poder de assalto.
Artistas estrangeiros se unem à campanha contra impeachment
ARTISTAS BRASILEIROS TAMBÉM CONTRA O GOLPE
Grupo rasga a Constituição em protesto silencioso em Brasília

Em Brasília - 25/08/201618h04
ARTISTAS BRASILEIROS TAMBÉM CONTRA O GOLPE
Grupo rasga a Constituição em protesto silencioso em Brasília

Em Brasília - 25/08/201618h04
- Eraldo Peres/AP Photo
Atores do grupo artístico "Desvio Coletivo" realizaram a performance "Cegos" na Praça dos Três Poderes
Um protesto silencioso aconteceu na Esplanada dos Ministérios, na tarde desta quinta-feira, primeiro dia do julgamento final do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, no Senado. Trinta e sete pessoas, vendadas e com as vestes tingidas de barro, rasgaram a Constituição Federal.
"Representamos com arte algo que está ocorrendo de fato no Senado", afirmam os organizadores. A instalação urbana é organizada pelo grupo Desvio Coletivo e Laboratório de Práticas Performativas da USP. A criação é de Marcos Bulhões e Marcelo Denny. "São políticos sujos e cegos", conta Denny. A performance já foi realizada em Lisboa. "Sempre adaptamos de acordo com a cegueira política local."
Giro UOL

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