DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, DOIS PARTIDOS
TRATADOS DE FORMA DIFERENTE, PELA JUSTIÇA ??? E PELA IMPRENSA !!!???
PARA O PT E OS ACUSADOS NO MENSALÃO DA BASE ALIADA, PRESSA, PRESSA, PRESSA !!! PRESSÃO, PRESSÃO,PRESSÃO DA IMPRENSA SOBRE OS MEMBROS DO STF, para que o caso fosse julgado A JATO. DEU RESULTADO e... os ministros do SUPREMO, MATARAM NO PEITO e se saíram com PÉROLAS DO TIPO:
_O ÔNUS DA PROVA CABE À DEFESA_
_NÃO TEM PROVA, MAS, ELE NÃO TINHA COMO NÃO SABER_
_É MANOBRA PARA AUMENTAR A PENA SIM_
Já no caso do MENSALÃO TUCANO...UM ANO DE PROCESSO PARADO EM MINAS GERAIS, VARA SEM JUIZ PARA JULGAR, DIVERSOS RÉUS LIVRES POR PRESCRIÇÃO DE PRAZOS, E O PRINCIPAL ACUSADO, O EX-GOVERNADOR DO PSDB, EDUARDO AZEREDO, CONTINUA SOLTO, PRESTES A SAIR IMPUNE DO CASO.
ALIÁS, EM SE TRATANDO DE ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO ENVOLVENDO INTEGRANTES DO DEM E DO PSDB...TODOS SOLTOS !
QUE VERGONHA É A NOSSA JUSTIÇA ??? E A NOSSA IMPRENSA ???!!!
NOTA DO BLOG: A matéria da Folha, deve ter salvo uma centena de almas do purgatório.
LEIA AQUI !
Caso do mensalão tucano está parado na Justiça de MinasPAULO PEIXOTO
DE BELO HORIZONTE
Um ano depois de o Supremo Tribunal Federal determinar que o processo do mensalão tucano contra o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) deveria ser julgado na primeira instância da Justiça em Minas Gerais, nada foi feito para concluir o caso, que se arrasta há quase uma década.
Além de o julgamento não ter acontecido, desde 7 de janeiro a 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, onde tramita a ação, está sem juiz, porque a titular se aposentou.
O processo de Azeredo chegou a Minas já totalmente instruído pelo Supremo e pronto para ser julgado. Nenhuma audiência mais é necessária, basta o julgamento.
Parte da demora também pode ser explicada pela lentidão do Judiciário. O STF decidiu devolver o caso para Minas no dia 27 de março do ano passado. Depois disso, foram necessários cinco meses para que a ação chegasse à 9ª Vara. O processo só chegou no dia 22 de agosto de 2014.
Quanto maior a demora, maior é o risco de que os crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República prescrevam e fiquem impunes.

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