sábado, 6 de setembro de 2014

MARINA SILVA OUTRA VEZ EM CIMA DO MURO - OS ROYALTIES DO PETRÓLEO E OS ESTADOS PRODUTORES

MARINA MURINA


A CANDIDATA DO - PSB / REDE - PENSA QUE PODE FUGIR DE SE POSICIONAR CLARAMENTE SOBRE TEMAS DECISIVOS PARA O BRASIL.

O Jornal O DIA perguntou, confrontou, comparou, e ofereceu à candidata Marina Silva, todas as oportunidades de se explicar de forma clara e firme sobre a questão dos ROYALTIES do Petróleo e os ESTADOS PRODUTORES.

Outra vez o que se vê é a posição DÚBIA, de idas e vindas, com uso de expressões que podem ser de sim ou de não. Marina já se manifestara anteriormente contra os ESTADOS PRODUTORES, entre eles o RIO DE JANEIRO. E agora, com medo de perder votos, pois sua posição prejudicará de forma BRUTAL o Rio de Janeiro, ela foge de responder.

Marina Silva diz agora que nunca quis mudar lei dos royalties

Mas em 2010 afirmava que repasses deveriam ser distribuídos para todos os estados
NONATO VIEGAS

Rio - Marina Silva (PSB) contestou ontem, por nota, informações do DIA sobre suas posições quanto à distribuição dos royalties do petróleo. Segundo a nota, ela “jamais defendeu ou defenderá projeto para rever os contratos dos processos de exploração em vigor”. Escreve ainda que nos futuros acordos de exploração “das reservas da camada do pré-sal”, sua posição é de que a “distribuição dos recursos não prejudique os estados produtores e beneficie o conjunto do país”. No entanto, um dia antes, chefe de sua campanha confirmou à reportagem que Marina continuava a defender a partilha dos royalties a todos os estados.

Desde a quinta-feira, a reportagem questiona a postura da candidata do PSB quanto às regras de destinação do recursos de compensação pela exploração dos campos nos estados do Rio e do Espírito Santo. A ex-senadora não foi perguntada sobre a partilha do pré-sal, cuja divisão é regulada pela Lei dos Royalties. À época, a presidenta Dilma Rousseff vetou os artigos que prejudicavam os estados produtores, conforme informou a reportagem.

Ao O DIA, Marina, então candidata em 2010, declarara: “Penso que a distribuição dos royalties não deve ficar apenas com os estados produtores, que devem ser valorizados”. À época, como agora, a ex-senadora não detalhou sua proposta para compensar as perdas dos estados e municípios com as mudanças contidas na lei.

Na quinta-feira, seu chefe de comunicação, Nilson Oliveira, questionado se a opinião da ex-senadora mudara deste então, respondeu: “Nada mudou no posicionamento de Marina Silva quanto à redistribuição do petróleo. Ela defendia a participação (nos royalties) do restante da federação, como defende agora.” Embora perguntado, não entrou em detalhes sobre possíveis compensações aos estados produtores no caso de alterações das regras.

Após o Congresso derrubar os vetos da presidenta, o caso foi parar no Supremo Tribunal Federal. Ontem, após a reportagem do DIA, Marina afirmou, em Guarulhos (SP), que defende a “exploração do pré-sal sem prejuízo dos estados produtores em relação aos royalties”. Aos jornalistas, disse ser vítima de boatos do PT e do PSDB. 

Novamente, a reportagem passou o dia de ontem tentando detalhes sobre o que ela pensa a respeito das regras dos royalties. Ligou para e mandou e-mails a seus assessores, mas não obteve reposta. A compensação do pré-sal, pela Lei dos Royalties, será partilhada: 75% para Educação e 25% para a Saúde.

Aécio e Dilma defendem os contratos em vigor.


Um comentário:

Anônimo disse...
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