sexta-feira, 22 de agosto de 2014

BNDES TEM O MAIOR LUCRO DE SUA HISTÓRIA E RESULTADO INFERNIZA A VIDA DA BANCA DE AGIOTAS

E AGORA DONA MÍRIAM ?


Outra vez a economista de aquário se vê desmoralizada diante dos fatos.O BNDES vai muito bem obrigado. Apesar dos juros muito mais baixos dos que os praticados pelos demais BANCOS, a Instituição BNDES que de fato FINANCIA os grandes projetos de desenvolvimento do Brasil, e ainda oferece recursos para empresas de todos os tamanhos, conseguiu um lucro fabuloso.

O BNDES continua sendo uma PEDRA NO SAPATO da BANCA de AGIOTAS que deseja ver o Banco fora do financiamento dos grandes projetos nacionais.

Lucro do BNDES no primeiro semestre é o maior da história para o período
22/08/2014 - 
Rio de Janeiro
Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco

O lucro líquido registrado pelo Sistema BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no primeiro semestre deste ano foi R$ 5,47 bilhões, com aumento de 67,8% em comparação com o resultado do mesmo período do ano passado. Divulgado hoje (22), o lucro é o maior da história da instituição, superando o recorde anterior de R$ 5,3 bilhões em igual semestre em 2011.

Contribuiu para o resultado do Sistema BNDES o desempenho da subsidiária de participações Bndespar, cujo lucro, de R$ 2,148 bilhões, ficou 236,4% acima do resultado dos seis primeiros meses de 2013.

Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, o aumento do lucro líquido consolidado resultou de três fatores: alta de 31,8% da receita com dividendos e juros sobre capital próprio, totalizando R$ 2,634 bilhões no primeiro semestre dese ano, contra R$ 1,999 bilhão em 2013; melhora do resultado com derivativos, que subiu de R$ 187 milhões para R$ 657 milhões no acumulado janeiro a junho de 2014; e queda de 57,7% da despesa com provisão para perdas em investimentos (de R$ 795 milhões para R$ 336 milhões).

Adicionalmente, “o resultado de intermediação financeira do banco contribuiu com R$ 1 bilhão de aumento”, disse à Agência Brasil o chefe do Departamento de Contabilidade do BNDES, Carlos Frederico Rangel. A expansão do resultado de intermediação financeira ficou em 19,3%, passando de R$ 5,025 bilhões no primeiro semestre de 2013 para R$ 5,994 bilhões em igual período de 2014.

Além do resultado apresentado pela Bndespar, o lucro líquido do Sistema BNDES foi composto pelos resultados do banco e da Finame (linha de crédito do BNDES que financia a produção e comercialização de máquinas e equipamentos nacionais). Enquanto a holding do Sistema BNDES teve lucro no semestre de R$ 2,994 bilhões, contra R$ 1,969 bilhão em junho de 2013, a Finame lucrou R$ 330,9 milhões, mostrando redução ante o lucro de R$ 443,9 milhões registrado em junho do ano passado.

4 comentários:

H.P. disse...

ESPERAMOS SER SÓ ISSO QUE A MATÉRIA FALA. SERÁ?

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi internado na tarde desta sexta-feira (22) no Incor, na capital paulista. O governador foi diagnosticado com infecção intestinal, segundo sua assessoria.

Alckmin cumpriu agenda nesta manhã na capital paulista, mas se sentiu mal no começo da tarde e foi levado ao hospital.

De acordo com assessores, ele está bem e a expectativa é que a internação seja breve. Entretanto, os compromissos previstos para esta tarde foram cancelados.

BONDeblog S. O. disse...

H. Pires

Boa noite.

Candidatos nessa época de eleição costumam comer de tudo para aparecer como popular junto ao eleitorado.

Alckmin deve ter comido alguma "PAMONHA" passada, ou algum BOLINHO DE XUXU frito com óleo reaproveitado.

Pior é se bebeu algum suco feito com água do volume morto da Cantareira.

No mais, que ele recupere a saúde, e perca a eleição, é o que desejo.

José Antônio disse...


Como era previsto, o uso de "armas de destruição de massa" começam a ser ventiladas, e até mesmo empregadas, à medida que o dia 05 de outubro vai se aproximando.

A vitória, praticamente certa, de Dilma nas eleições de 2014, com a única dúvida se seria no primeiro ou no segundo turno, deixa os eventuais e possíveis perdedores em situação de extremo nervosismo.

Muitos golpes ainda virão a caminho.

Alguns já estão em execução.

Se não dá para ganhar as eleições limpamente, há sempre a possibilidade de alguém querer melar o jogo.

Alguns fatos, já ocorridos, dão lugar a preocupações neste sentido.

Até a morte de Eduardo Campos a discussão era se Dilma ganharia já no primeiro turno ou se haveria uma disputa entre ela e Aécio no segundo.

Aécio não empolgava muita gente e tinha empacado em torno dos 20%.

Eduardo Campos não conseguia transferir o suposto potencial de votos de Marina para a sua candidatura.

A esperança de um possível segundo turno era muito frágil e residia principalmente nos votos dos nanicos.

A queda, agora cada vez mais misteriosa, do avião que transportava Eduardo Campos, mas que graças à intervenção divina, havia poupado Marina Silva, deu uma boa chacoalhada nesse quadro.

Há novidades estranhas aparecendo agora: desde o proprietário misterioso do jatinho; passando pela falta de áudio entre a tripulação; até a suposta violação da legislação eleitoral sobre o uso deste aeronave.

Mas esta pode não ser a única arma para interferir no resultado das eleições.

Talvez exista outra arma que possa melar, de vez, a ocorrência das eleições.

Depois de muitos anos em relativo silêncio, Míriam Leitão que havia sido covardemente torturada quando grávida, no início dos anos 70, resolve entrevistar corajosamente, ainda em 2012, um general da reserva, que chega a duvidar, publicamente, da ocorrência das torturas sobre a ex prisioneira e atual Presidenta do país.

Mais recentemente, em decorrência da resposta vazia que os comandantes das forças armadas teriam dado ás solicitações da Comissão da Verdade sobre se dependências militares teriam sido utilizadas sob desvio de função, Míriam Leitão realizou indignada entrevista com o Ministro da Defesa Celso Amorim.

Nesta entrevista ficou visível o desconforto do ministro ante a contundência das perguntas da jornalista, bem como a sua "impossibilidade" de responder à altura do cargo que ostenta.

Esse desconforto do Ministro, certamente resulta menos do seu posicionamento diante da questão do que, muito provavelmente, de que, até hoje, as FFAAs não terem tido a coragem de desautorizar a participação de militares que traíram o Brasil e os brasileiros, tendo se comportado a serviço de uma potência estrangeira ao longo de 21 anos.

Percebia-se claramente, pela maneira como o Celso Amorim gaguejava nas respostas, que o Ministro se encontrava refém de seus (in)subordinados militares.

(continua...)

José Antônio disse...


(Continuação...)

Hoje, a apenas 45 dias das eleições de outubro, 'O Globo' publica explosiva notícia de que a ordem para que os comandantes militares omitissem as informações requeridas pelo MPF-RJ teria sido dada por, nada mais nada menos, que pelo Comandante do Exército e General da Ativa, Enzo Peri.

A notícia, certamente, tem o potencial de causar graves tensões entre as FFAAs e o Ministério Público.

Pior ainda, por ser o Comandante do Exército, em teoria, subordinado ao Ministro da Defesa, Celso Amorim, e este subordinado à Presidenta da República, Dilma Rousseff, essas tensões tem o potencial de posicionar o Governo Federal em rota de colisão com o comportamento de ostensiva desobediência das FFAAs a um órgão da Justiça brasileira.

Apesar da morte trágica e, já agora se tornando suspeita, de Eduardo Campos, os prognósticos para a reeleição de Dilma Rousseff permanecem bastante otimistas.

Ao mesmo tempo, Rodrigo Constantino teve um artigo censurado por seus patrões, na Veja, por ter insinuado que quem deveria pedir desculpas à sociedade brasileira seria Míriam Leitão e não seus torturadores.

Não sou adepto de teorias de conspiração. Mas enquanto nossas FFAAs não assumirem seus erros do passado e permanecerem em postura de arrogância corporativa, nossa sociedade jamais poderá dormir tranquila, com a certeza de que outros episódios, como os de 64, jamais se repetirão.

Há muita gente que não esconde mais o apelo para que nova intervenção militar venha a ocorrer para, "democraticamente", evitar mais uma derrota eleitoral que se avizinha.

À medida que comece a ficar mais claro que a "troca" de Eduardo Campos por Marina Silva não tenha alterado substancialmente as previsões dos resultados eleitorais, receio que a exploração de golpes baixos venha a aumentar significativamente.

Esta seria uma maneira de transformar o clima eleitoral, de um exercício democrático de festiva participação popular, em um clima de grande agitação, envolvendo, inclusive, as FFAAs em eventual confronto contra o governo legitimamente constituído.

O pretexto para "adiar" as eleições seria mais uma vez empregado por "nossos eternos salvadores da pátria".

Não sou Regina Duarte, mas dessa gente eu tenho medo.

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