quinta-feira, 10 de julho de 2014

TERRORISMO DE ESTADO - ISRAEL BOMBARDEIA GAZA E MATA INOCENTES COMO VINGANÇA.

VERGONHA !

Já era esperado. Para vingar a morte de três jovens israelenses, sequestrados e barbaramente mortos, provavelmente por integrantes do grupo armado HAMAS, o Estado de Israel desencadeia mais uma de suas ações desproporcionalmente violenta e igualmente criminosa.

Por seu turno, o HAMAS, despeja agora novos e mais potentes mísseis sobre Israel. O poder de fogo do Hamas, apesar de toda a repressão que Israel exerce na região, só faz aumentar, o que comprova a tese de que, as ações de Israel que matam crianças, mulheres e civis, de nada tem adiantado para conter o inimigo.

A história se repete faz tempo, morrerão muitas pessoas, majoritariamente palestinos, as baixas em termos de números são pequenas do lado de Israel. Como toda vida é preciosa, e deva ser sempre respeitada, é de se lamentar todas as que estão sendo perdidas, as muitas de um lado e as poucas do outro.

Essa é uma guerra que não tem fim. É certo que tem muita gente que se alimenta desse ódio, precisa dele para viver, ganham dinheiro com armas e se mantém no poder as custas da desgraça de milhões de pessoas. Sempre que um acordo está prestes a ser firmado para encaminhar uma solução pela via pacífica, ocorre algum incidente que coloca tudo a perder. 

Isso não é por acaso.

=====================================================================
Operação israelense contra Gaza mata 27 pessoas e fere mais de 100

A operação lançada por Israel contra militantes em Gaza matou ontem (8) 27 pessoas e feriu mais de 100, anunciaram os serviços de emergência no dia mais violento na região desde 2012.

Ataques aéreos contra a Faixa de Gaza mataram 23 pessoas, incluindo uma criança de 8 anos e dois adolescentes, enquanto as forças israelenses mataram quatro militantes do Hamas que tentavam assaltar uma base do Exército ao Norte.

No pior ataque, sete pessoas morreram quando um míssil atingiu uma casa na cidade de Khan Yunis (Sul), no momento em que as pessoas se juntavam em um escudo humano para protegê-la.

O porta-voz dos Serviços de Emergência, Ashraf Al Qudra, disse que dois adolescentes estavam entre os mortos e que pelo menos 25 pessoas ficaram feridas.

Uma criança de 8 anos acabou morrendo por causa dos ferimentos. Segundo testemunhas, um drone israelense fez um disparo de alerta, levando parentes e vizinhos a juntarem-se em torno da casa como um escudo humano. No entanto, pouco depois, um F-16 disparou um míssil que destruiu o edifício.

Em resposta, o Hamas anunciou que "todos os israelenses" seriam alvos potenciais de retaliação. As 27 mortes de ontem ocorreram horas depois de Israel anunciar o início da Operação Limite Protetor, que visa a acabar com os disparos contra o Sul do país e destruir a infraestrutura militar do Hamas.

Cerca de 120 mísseis foram disparados contra Israel, 23 dos quais foram interceptados pelo sistema de defesa, enquanto a maioria caiu ao chão sem causar feridos ou danos.

A tensão entre Israel e as facções armadas palestinas intensificou-se desde o desaparecimento, em 12 de junho, de três jovens israelenses na Cisjordânia, cujos cadáveres foram localizados há sete dias em Hebron.

A situação agravou-se ainda mais na semana passada, com a morte de um palestino de 16 anos, cujo cadáver queimado foi encontrado em um bosque de Jerusalém. A polícia considera o crime uma possível vingança de nacionalistas judeus.

18 comentários:

LRM disse...

Israel está se defendendo e tem todo o direito disso. Os novos mísseis do HAMAS já atingem todo o território israelense e não apenas as cidades da fronteira.

O HAMAS se mistura à sua população civil para provocar baixas entre elas e a condenação de Israel, essa é a verdadeira VERGONHA que a esquerda chinfrim internacional omite, assim como omite os mais de 300 mil mortos na Síria, a maioria crianças, velhos e mulheres, porque isso lhe é conveniente.

Israel é o único país do mundo que avisa a população do país a ser atacado sobre quando e onde vai atacar.
A mistura de arsenais de guerra e soldados junto à população civil é considerado CRIME DE GUERRA. Porque o senhor não publica nenhum post mostrando os mísseis escondidos nos terraços das escolas palestinas?

Israel não tem outra escolha: ou defende a sua população ( 20% dela palestina) correndo o risco de provocar mortes de inocentes do outro lado palestino, ou verá os inocentes de seu lado caírem.

Acho que é uma escolha de fácil decisão.

LRM disse...

E antes que eu me esqueça: DESPROPORCIONAL é a reação da mídia internacional e das esquerdas contra Israel.

José Antônio disse...


O ano, era 1944;

O mês, era junho;

O dia, era 10;

O país, era a França;

A cidade, era Oradour-sur-Glane, a qual como o nome diz, é atravessada por um pequeno rio, denominado Glane.

Infelizmente, o nome de Oradour-sur-Glane nos traz, também, terríveis lembranças de um dos mais covardes episódios ocorridos durante a segunda guerra, exatamente no dia 10 de junho de 1944.

Precisamente há 70 anos e 1 mês.

O episódio, eu copio da Wikipedia:

"Em 10 de junho de 1944, nas proximidades da vila de Oradour-sur-Glane, o comandante de um dos batalhões da divisão, Sturmbannführer Adolf Diekmann, comunicou a seus oficiais subordinados que havia sido avisado por dois civis franceses da região que um oficial SS havia sido preso pelos guerrilheiros na cidade e seria executado e queimado publicamente nos próximos dias.

No começo da tarde, os pelotões da SS cercaram e fecharam a pequena cidade de Oradour e o comando convocou toda a população para a praça principal a fim de fazer uma verificação de documentos. Homens e mulheres foram separados, os homens levados a celeiros e garagens das redondezas e as mulheres e crianças fechadas na igreja do vilarejo.

Nos celeiros, onde os habitantes masculinos eram esperados por metralhadoras montadas em tripés, todos foram fuzilados e os celeiros queimados com seus corpos dentro. Dos 195 homens de Oradour presos, apenas cinco escaparam. Enquanto isso, outros SS jogavam tochas incendiárias dentro da igreja onde se encontravam trancadas as mulheres e crianças, causando um incêndio generalizado.

Os sobreviventes que tentavam escapar pelas janelas eram metralhados por soldados colocados em posição do lado de fora. Apenas uma mulher, Marguerite Rouffanche, conseguiu escapar entre as 452 mulheres e crianças que morreram carbonizadas na chacina, pulando por um pedaço de janela quebrada pelo fogo sem ser percebida. Após a imolação, a tropa queimou a cidade até o chão. No total, 642 habitantes de Oradour foram mortos pelas Waffen-SS em algumas horas, de um total de pouco mais de mil habitantes.
"

Do jornal "O Globo", hoje:

"Desde o início da operação batizada de “Limite Protetor” na segunda-feira à noite, Israel lançou mais de 800 ataques, contra 250 foguetes e morteiros disparados a partir do território do Hamas. Até o momento, as forças israelenses realizaram apenas ataques aéreos em Gaza. A continuação do lançamento de mísseis por militantes palestinos pode reforçar o coro de ultranacionalistas que defendem uma ofensiva terrestre. Na segunda-feira, 40 mil reservistas foram convocados, e iniciou-se a construção de uma força na fronteira.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, entre os 84 mortos palestinos haviam 22 crianças, 15 mulheres e 12 idosos. Outras 537 pessoas ficaram feridas, a maioria civis. Os bombardeios aéreos atingiram ainda oito membros de uma mesma família palestina — incluindo cinco crianças — que foram mortas em duas casas em Khan Younis, no Sul da Faixa de Gaza. Alguns palestinos feridos atravessaram a fronteira com o Egito depois que as autoridades egípcias permitiram sua reabertura, segundo informações da imprensa em Gaza.
"

As histórias não são iguais: os anos não são os mesmos; os meses não são os mesmos; os países não são os mesmos; os atacantes não são os mesmos; as vítimas não são as mesmas; as motivações não são as mesmas; os métodos não são os mesmos; o pretexto não é o mesmo, embora o dia seja o mesmo, dia 10.

Não queria me lembrar, nunca mais, desse covarde episódio da segunda guerra.

Até quando?

LRM disse...

Essa é pra quem diz que o PT " separou a Copa da política".

Editorial do Estadão: "Dilmar tropeça na bola".

Joga por água abaixo as desculpas esfarrapadas do PT de que não tentou tirar proveito político do episódio.

Agora o efeito vai ser o inverso. Vão apanhar como nunca.

E digo mais: Dilma e a equipe de marketing do PT torcem para a Argentina ser campeã. O motivo? Simples: ela vai dizer que as vaias estrondosas foram para "los hermanos".

Ótima saída.

José Antônio disse...


Mas o sabonete continua o mesmo.

BONDeblog S. O. disse...

Senhora Lucia

Alegar direito de defesa para bombardeios aéreos, com 600 feridos e
80 mortos, a maioria mulheres, idosos e crianças é querer nos fazer de idiotas. E não somos idiotas.

BONDeblog S. O. disse...

José

Tudo pode ser no dia de hoje, diferente do que foi no dia 10 de 1944, menos, o que está na base, no coração e na mente de pessoas que assim agem dessa forma.

Lamentavelmente a humanidade insiste no ódio, na vingança, violência e força, querendo assim resolver problemas.

José Antônio disse...


Pois é Bond...

Não sei por que esse dia 10 me trouxe estas terríveis lembranças.

LRM disse...

Pois é, Sr. Bond. Leia essa:

Mesmo para aqueles que não são particularmente simpáticos a Israel, Benjamin Netanyahu poderia obter uma boa medida da satisfação por esta entrevista com a Televisão britânica durante a retaliação contra o Hamas (bombardeio de Israel)
O entrevistador lhe perguntou: "Como tantos palestinos foram mortos neste conflito com israelenses? "(Uma questão desagradável se é que houve uma!)
Netanyahu: "Tem certeza que deseja começar a perguntar nesta direção?"

Entrevistador: (Caindo na armadilha) Por que não?
Netanyahu: "Porque os alemães mortos na Segunda Guerra Mundial foram mais do que os Ingleses e Americanos somados, mas não há nenhuma dúvida na mente de ninguém que a guerra foi causada pela agressão da Alemanha.
E em resposta à blitz alemã sobre Londres, os britânicos dizimaram por
inteiro a cidade de Dresden, queimando até a morte mais alemães do que o número de pessoas mortas em Hiroshima.
Além disso, eu poderia lembrar que em 1944, quando a RAF tentou bombardear a sede da Gestapo em Copenhague, algumas das bombas erraram o alvo e cairam em um hospital de crianças dinamarquesas, matando 83 crianças.
Talvez você tenha outra pergunta? "
Aparentemente, Benjamin Netanyahu deu uma entrevista e foi questionado sobre a ocupação de terras árabes por Israel
Sua resposta foi:
"É a nossa terra".
O repórter (CNN ou similar) ficou atordoado.

José Antônio disse...


Pois é...

A entrevista dada por Natanyahu mostra bem o tipo de pessoa que é.

Todos os historiadores são unânimes em classificar o bombardeio de Dresden como um crime de guerra.

Os responsáveis por este crime não foram sequer molestados, uma vez que a magnitude dos crimes alemães não davam muita margem a questionamentos sobre aqueles cometidos pelos aliados.

Já quanto à resposta "É a nossa terra". Bem... aí há muita coisa controvérsia. Para não irmos aos antecedentes da criação do Estado de Israel, é suficiente lembrar das fronteiras estabelecidas em 1948 e progressivamente alteradas ao longo desses 66 anos.

Sabe-se que há, entre alguns judeus de Israel, (embora não todos) quem ainda defenda que todo o território palestino "é a nossa terra".

Embora seja uma parcela da população, (não sei dizer qual a proporção), esta tese parece cada vez mais sustentada pelas forças políticas de extrema-direita que governam o país, já a algum tempo.

A insistência nesta tese, muito provavelmente poderá levar a resultados muito diversos dos pretendidos.

Há um velho ditado que diz "quem tudo quer, tudo perde".

Seria prudente pensar a respeito.

BONDeblog S. O. disse...

Senhora Lucia

Um erro não legitima o outro, um massacre não torna o outro menos doloroso e covarde.

O argumento do líder de ISRAEL é absolutamente IMBECIL como defesa de sua forma de agir agora.

Aliás, se for para trazer HITLER, e a ALEMANHA de então, por tudo o que os JUDEUS sofreram, impotentes em se defender e sendo brutalmente perseguidos e massacrados, era para pensarem hoje diferente, e nem de longe fazer com o povo palestino o que fazem. Israel tem todo o direito de se defender, e tem como se defender, sem fazer o que faz, essa é a questão.

É no uso abusivo de sua força militar de guerra incomensuravelmente desproporcional, que o ESTADO DE ISRAEL através de seus dirigentes, se torna um criminoso pior do que o HAMAS e o FATHA.

Para três jovens israelenses mortos por um grupo dito terrorista, dezenas de crianças e adolescentes da Palestina serão mortos pelas BOMBAS do Estado de Israel. E aí, ISRAEL perde qualquer razão, e atrai sobre si a IRA do mundo, e alimenta contra seus cidadãos ódios e preconceitos, e pior, esses sentimentos de perseguição e as agressões que já assistimos por aí. Os JUDEUS estão abandonando em massa a FRANÇA estão sendo literalmente perseguidos.

Me diga senhora Lucia, quem pode viver ao som de sirenes que alertam sobre foguetes caindo ? Nem TELAVIV está mais segura. Quando será o próximo atentado mandando pelos ares um ônibus cheio de turistas israelenses ? E a resposta para isso ? BOMBAS, BOMBAS, BOMBAS, MUROS, MUROS, CERCAS DE ARAME FARPADO, GUARITAS, GUARITAS...

LRM disse...

"Para três jovens israelenses mortos por um grupo dito terrorista, dezenas de crianças e adolescentes da Palestina serão mortos pelas BOMBAS do Estado de Israel."
************
Sr. Bond, há diveros erros na sua interpretação. A começar por insinuar que o HAMAS não seria um grupo terrorista. Além disso, como o senhor conhece os problemas do OM apenas superficialmente, saiba que a ação de Israel não foi em represália aos 3 meninos judeus mortos, mas contra as centenas de mísseis despejados pelo HAMAS sobre Israel. Que proporcionalidade o senhor queria? Que Israel atirasse os mesmos mísseis contra a Faixa de Gaza? Sinto dizer que nesse caso os danos contra a população seriam os mesmos. Israel tem um exército muito bem treinado e tecnologia para não falhar. Os mísseis palestinos só não causaram tantos danos porque a tecnologia de defesa de Israel é mais acurada. E Israel só não provocou mais danos civis porque sua tecnologia acurada permitiu bombardeios cirúrgicos. Israel não pode ficar de braços cruzados assistindo mísseis inimigos cruzarem os céus de suas cidades.Qualquer outra força militar teria gerado muito mais danos civis do que Israel.
Se o problema é proporcionalidade, ali ao lado, na Síria, temos um conflito bem mais grave cujo número de mortos daria para encher todos os estádios superfaturados da Copa.
Mas a condenação é sempre contra Israel. Aos terroristas, no máximo, o benefício da dúvida.

LRM disse...

Sr. José Antônio,
Tel Aviv já existia bem antes de 48.
ALém disso, há diversos documentos provando que boa parte das terras de Israel, a maioria um deserto improdutivo, foram compradas pelos judeus de negociantes árabes. Há fotos desses negociantes árabes comemorando o bom negócio que fizeram vendendo aquelas terras sem valor. O resto foram terras tomadas em guerras onde os israelenses foram atacados e boa parte delas já devolvidas, como a própria Faixa de Gaza.

José Antônio disse...


"ALém disso, há diversos documentos provando que boa parte das terras de Israel, a maioria um deserto improdutivo, foram compradas pelos judeus de negociantes árabes. Há fotos desses negociantes árabes comemorando o bom negócio que fizeram vendendo aquelas terras sem valor."

D. Lucia, eu procurei me restringir apenas à guerra pós independência em 1948, já que a guerra de independência tem passagens bastante sombrias e o Estado de Israel foi reconhecido pela ONU em reunião histórica naquele ano.

A senhora, entretanto, veio buscar episódios pré independência. E estes não se constituíram em uma mera partida de futebol.

Infelizmente, a ocupação de terras não se deu apenas de modo "escritural": compra e venda de terras diante de um notário.

Houve de tudo. Inclusive aquilo que a senhora conta. Mas a senhora conta apenas uma parte da história.

A senhora esconde as passagens mais cabulosas.

Não era minha intenção entrar neste assunto, já que ele é bastante complexo e dá margem para muitas discussões.

Mas a senhora que é especialista em organizações terroristas, deve saber alguma coisa sobre as organizações Haganah, Palmach e Irgun.

A senhora deve conhecer as histórias não muito honrosas dessas organizações, envolvidas em massacres de aldeias árabes-palestinas, tais como Deir Yassin e Balad al-Shaykh e que precederam a criação do Estado de Israel.

Tais massacres me fazem lembrar, outra vez, o de Oradour-sur-Glane.

Estou querendo, como disse acima, não me lembrar mais deste covarde episódio, mas a todo o momento a senhora faz com que ele venha a minha lembrança.

Então, para a senhora refrescar a sua memória, aqui vão alguns links da Wikipedia:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Deir_Yassin

https://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Balad_al-Shaykh

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Irgun_attacks

São textos superficiais, mas resumem um pouco, a complexidade das encarniçadas lutas, não muito leais, e que deram origem àquilo que Netanyahu chamou de "é a nossa terra".

José Antônio disse...


Outra coisa, D. Lucia,

Proponho restringir o debate sobre a guerra no Oriente Médio apenas aos anos que sucederam a independência de Israel.

Tenho para mim que esta foi uma decisão que não deve mais ser questionada por ter sido avalizada por Assembleia Geral da ONU em 1948.

Quaisquer debates sobre episódios anteriores levarão naturalmente a outros questionamentos.

E a senhora sabe, tão bem ou melhor do que eu, quantos interesses existem em anular tal decisão. Pela força política ou pela força militar.

LRM disse...

Sr. Jose Antônio,
Um massacre sempre gera outro. A história da região está repleta disso. Ambos os lados cometeram atrocidades e ficar contando quem matou mais não vai resultar em nada. O que eu condeno é a campanha sistemática e insidiosa somente contra Israel, que não é pior do que nenhum de seus vizinhos.
Sim, a Irgun e a Haganah de Menachen Begin e Itzhak Shamir eram grupos terroristas que foram combatidos pelo próprio estado nascente de Israel, por ninguém menos do que Ben Gurion. E o HAMAS? Quem combate? Mahmud Abbas abdicou do terror e fez as pazes com Israel. A Cisjordânia prosperou. Claro que falta muita coisa, mas houve evolução. Já a Faixa de Gaza, dominada pelo HAMAS virou palco de lançamento de foguetes. Eis o problema.
Todas as conquistas árabes junto à Israel foram conseguidas nas mesas de negociações e nunca nos campos de batalha.

LRM disse...

Aliás, estou lendo um livro muito interessante sobre o assunto chamado "Em Defesa de Israel" escrito pelo jurista americano Alan Deshovitz. Narrado na forma de acusação, fundamentação dos fatos e defesa, como num tribunal. Veja o link:

http://books.google.com.br/books?id=CznuqBrF_-kC&pg=PA38&hl=pt-BR&source=gbs_toc_r&cad=4#v=onepage&q&f=false

Alexandria Junior disse...

Existe desculpa pra isso? Por que Israel não sai dos territórios ocupados? Algum país invadido, por décadas, esperaria incólume a retirada das tropas israelitas de seu solo, seja por intervenção da ONU ou por voluntariedade do Estado invasor? Israel não teve o seu passado terrorista para forçar a criação de seu Estado? Mas oremos para israelenses e palestinos. Toda guerra é insana.

EM DESTAQUE - LEIA AGORA

JOÃO DORIA E ACMN LEVAM UMA MERECIDA CHUVA DE OVOS EM SALVADOR - EM VÍDEO

OS OVOS CHOCARAM E APODRECERAM ASSIM QUE TIVERAM CONTATO COM A CABEÇA DOS DOIS PREFEITOS LEIA A MATÉRIA AQUI

AS DEZ MAIS LIDAS NO MÊS