terça-feira, 13 de maio de 2014

ATAQUE A EMBAIXADA DO BRASIL NA ALEMANHA - E ATAQUE DA REVISTA DER SPIEGEL AO BRASIL - E SE FOSSE UM ATAQUE A EMBAIXADA DA ALEMANHA NO BRASIL ?

MONKEY SUCHEN DEUTSCH DEINEN SCHWANZ
O QUE A NOSSA IMPRENSA ESTARIA DIZENDO DISSO - O QUE A IMPRENSA INTERNACIONAL ESTARIA (ESTÁ) DIZENDO DA INSEGURANÇA NO BRASIL !

MACACO ALEMÃO, OLHA O TEU RABO !

VEJAM A MATÉRIA CALHORDA, A CAPA INCENDIÁRIA DA REVISTA, E OS ARGUMENTOS IMBECIS UTILIZADOS PELA DER SPIEGEL


VAI TER COPA - E o presente ataque a nossa Embaixada na Alemanha ao invés de prejudicar a imagem do Brasil, só reforça a certeza de que, em qualquer parte do mundo, mesmo em países ditos civilizados, desenvolvidos e bem governados, ocorrem atos criminosos, inclusive estes  do tipo bem grave. A polícia da poderosa Alemanha, da potencia européia, não foi capaz de evitar o ataque e nem de prender os autores. Se o fato ocorresse em Brasília, e o ataque fosse a uma embaixada estrangeira, a esta hora os nosso "VIRA-LATAS COMPLEXADOS" já estariam proferindo as sandices de sempre - "isso só acontece no Brasil".

Tá provado, acontece até na ALEMANHA ! Onde, mendigos e desempregados, e a ALEMANHA TAMBÉM TEM MENDIGOS E DESEMPREGADOS, não vão aos ESTÁDIOS, e onde existem GRUPOS RADICAIS que como em diversos outros pontos ditos NOBRES da EUROPA, promovem baderna, destruição e até ATAQUES A SEDES DE EMBAIXADAS.
Redação BONDeblog
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Revista alemã publica reportagem sobre possível fiasco do Mundial no Brasil

Rio - Para a maior revista da Alemanha, que vende 900 mil exemplares por semana, a Copa na terra do futebol poderá ser um fiasco. Com uma matéria de dez páginas e uma capa que traz o título “Morte e Jogos”, em que aparece uma bola de fogo tendo ao fundo o Pão de Açúcar, a ‘Der Spiegel’ diz que “os cidadãos estão enfurecidos com os estádios superfaturados e políticos corruptos”.

A reportagem, que foi dividida em três partes, diz que o clima na cidade carioca não é de Copa, mas isso pode mudar, caso a seleção brasileira vença o Mundial . Por enquanto, o cenário no Rio é de policiais e traficantes “se enfrentando de maneira sangrenta” nas favelas. Se houver um desempenho ruim dos jogadores, a revista lança um questionamento sobre o que deve acontecer. “Os jogos vão terminar em pancadaria nas ruas? Políticos e funcionários da Fifa serão perseguidos por uma multidão enfurecida?”.
Revista alemã critica Copa no BrasilFoto: Reprodução Internet

Ao falar dos projetos, a revista cita o exemplo do Maracanã com um estádio que, ao ser reformado, ficou elitizado. Antes, cita a reportagem, os ingressos eram tão baratos que até mendigos poderiam comprá-los. “Hoje o Maracanã tem a cara de qualquer estádio da Fifa. Podia estar em Londres, em Frankfurt ou em Yokohama”.

Nesta segunda-feira, no mesmo dia em que a revista começou a circular, houve um ataque na Embaixada do Brasil, em Berlim. A assessoria de imprensa da representação diplomática informou que um grupo encapuzado atirou pedras nas janelas do prédio, na madrugada, quebrando vidraças.

Como o prédio tem vidro reforçado, as pedras não entraram nos escritórios. Os responsáveis pelo ataque fugiram antes da chegada da polícia. Imagens gravadas por câmeras estão sendo analisadas. O movimento chamado Indymedia assumiu a autoria numa carta na sua página na internet. “Para chamar a atenção para o que a Copa do Mundo significa e derrubar a Fifa, fizemos uma ação com as armas mais simples do povo, as pedras”, escreveu o grupo.

Em nota, a polícia de Berlim afirmou que não está excluída a possibilidade de motivação política para o atentado.

Itamaraty confirma ataque à embaixada brasileira em Berlim

Da Agência Brasil - Agência Brasil - 12.05.2014

O Ministério de Relações Exteriores confirmou hoje (12) que quatro pessoas cometeram atos de vandalismo contra o prédio da embaixada brasileira em Berlim, Alemanha. O incidente, na madrugada de hoje, danificou vidraças do andar térreo da embaixada atingida por pedras. Ninguém ficou ferido. O caso é investigado pelas autoridades alemãs.

De acordo com informações da imprensa alemã, os autores do ataque estavam encapuzados. Um grupo de esquerda teria assumido a autoria do atentado, e divulgado um manifesto na internet. Nele diz ser responsável pelo vandalismo e que o ataque foi em “protesto contra os gastos excessivos com a Copa do Mundo”. O texto, publicado em alemão, em plataformas esquerdistas no país, teria terminado com a expressão “Não vai ter Copa”.

O Itamaraty informou que o vigilante da embaixada comunicou a presença dos encapuzados assim que o ataque foi iniciado e que policiais alemães chegaram rapidamente ao local. Os responsáveis pelo incidente fugiram com a chegada da polícia. As imagens do circuito de segurança da embaixada foram entregues à polícia.

Editor Beto Coura

5 comentários:

H.P. disse...

Esse ataque NÃO TEM NADA A VER COM "VANDALISMO".
Esse ataque É TERRORISTA.
Hoje os TERRORISTAS atacam pedras. Amanhã serão TIROS OU BOMBAS, para eles tanto faz.
Esses TERRORISTAS são incitados, a esses ATENTADOS, pela DIREITA MIDIATICA DAQUI.
A DIREITA MIDIATICA daqui, esta pouco se lixando se qualquer funcionário da embaixada seja morto, ou gravemente ferido, com uma pedrada, um tiro ou uma bomba.
A DIREITA MIDIATICA daqui, com reflexo no exterior, tem pouco apreço, ou nenhum, pela vida de quem quer que seja. Seus inconfessáveis propósitos, sempre estarão acima de qualquer ser humano.
A Alemanha, OBRIGATÓRIAMENTE e sem tréguas, tem que prender esses TERRORISTAS e saber quem os financiou ou incitou a praticarem esse CRIME, sob pena de DESMORALIZAÇÃO INTERNACIONAL.
A integridade física, dos funcionários da embaixada, tem que ser preservada a QUALQUER CUSTO!

H.P. disse...

Só para constar.

Agora vai indo bem e, para não esquecer, as ORGANIZAÇÕES GLOBO tem, obrigatoriamente, que ser DENUNCIADAS NOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS também.

247 – A defesa do ex-ministro José Dirceu apresenta nesta terça-feira à Comissão Interamericana de Direitos Humanos denúncia contra a AP 470.

Os advogados José Luis Oliveira Lima e Rodrigo Dall'Acqua pedem que o Estado brasileiro seja investigado por desrespeito aos direitos humanos do petista no processo do chamado “mensalão”.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, eles alegam que Dirceu foi julgado em instância única (ou seja, só pelo Supremo Tribunal Federal), o que definem como "grave violação" à Convenção Americana de Direitos Humanos. "Não restou outra alternativa senão bater às portas dessa comissão", afirmam.

Eles alegam ainda que o tratamento aos réus do "mensalão do PT" foi diferente daquele dado pelo Supremo aos do "mensalão tucano". Depois da renúncia de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), o caso foi encaminhado à primeira instância, o que garantirá a ele o duplo grau de jurisdição.

LRM disse...

Quer dizer que algum bêbado passa de madrugada e atira uma pedra num prédio qualquer da Alemanha,por acaso nossa embaixada, e a polícia de lá, bem mais relaxada que a nossa pois não enfrenta tantos casos de violência, não impede. Gera críticas.

Aqui no Brasil, terroristas urbanos metralham uma fachada inteira de um prédio, como ocorreu na Prefeitura dp Rio, e os casos são nivelados?

Faça-me o favor, Sr. Bond.........

BONDeblog S. O. disse...

Senhora Lucia

Quem minimiza fatos é a senhora, não eu.

Aqui critico e denunciou a falta de segurança, no Rio e no Brasil, inclusive e no momento principalmente em São Paulo governado pelo seu partido o PSDB.

O grupo que atirou pedras a EMBAIXADA do Brasil é um conhecido movimento de protestos na Alemanha. Eles fazem por lá o que os Black Blocs fazem por aqui. Eles podem até ser drogados, mas, de simples bêbados atirando uma pedra, o episódio não tem nada.

O alvo deles é a FIFA, e quando a COPA foi na Alemanha, ocorreram protestos da mesma forma, só que, os Alemães não tem complexo de vira-lata (esse que a senhora por exemplo é portadora) e a imprensa de lá, embora crítica, não é vendida.

José Antônio disse...


Por Janio de Freitas, hoje, na Folha de S, Paulo:

Isso é que é Justiça

13/05/2014 02h00

"Um componente comum a quase todas as manifestações públicas e reações a ocorrências violentas é o protesto contra a impunidade. Assim genericamente mesmo, por uma razão simples e forte: a consciência coletiva de que a impunidade cobre todos os níveis e formas de poder sobrepõe-se à necessidade de especificações. Valem mais a garganta, o braço e o fogo, juntos ou separados.

Apesar de outros serem os alvos dos protestos, é no Judiciário que se consuma a impunidade. Atribuí-la aos recursos de defesa, aos inquéritos policiais malfeitos, às insuficiências do Ministério Público e à quantidade de processos são verdades que nem por isso são justificativas. Há incontáveis comprovações da diferença de produção entre juízes e entre tribunais; de comodismo e de incompetência que se curvam a procedimentos protelatórios; de magistrados, eles próprios, que retêm processos por anos intermináveis, inclusive no Supremo Tribunal Federal, frequentemente com um simples "pedido de vistas" cuja intenção não se precisaria adivinhar. O Supremo mesmo é um museu de processos que esperam julgamento.

A impunidade gritada nas ruas tem duas fontes: os fatos objetivos para motivá-la e o Judiciário para completá-la. Diante do clamor público, porém, esse culposo Judiciário é um corpo inerte, sem iniciativa, sem nervos, sem sensibilidade. Até hoje, dispensa-se de reconhecer e de atirar-se ao problema, com o muito que pode fazer. Os governos recebem todos os petardos, e os aceitam como se fossem os únicos causadores do clamor público contra a impunidade.

É a tal Judiciário que desejo saudar, diante dele me curvo em reconhecimento a mais um feito grandioso: o Judiciário condenou, no Pará, o principal acusado de um crime de morte. Não, de mortes. Cinco. O principal acusado chegou a estar preso, mas o Superior Tribunal de Justiça soltou-o, para esperar o julgamento em liberdade. Por acaso, ele fugiu, e, como gosta de São Paulo e seu nome naquela altura não lhe convinha, viveu muito bem entre os paulistanos e com outro nome.

O crime? Bem, foi o sequestro de quatro agricultores, assassinados a tiros depois de dois dias de torturas terríveis, cujos corpos foram amarrados juntos, com pedras como lastro, e jogados em um rio. Assim quis fazer o fazendeiro Marlon Alves Pidde, assim foi feito. O ano? Esses pormenores não importam muito, mas vá lá: foi em 1985
. Aquele em que a ditadura ruía, e começava a retomada da democracia. Desde então, um dos coautores, embora condenado, já se livrou da prisão, por seus 70 anos. O fazendeiro Marlon logo chega lá também.

Na Comissão Interamericana de Direitos Humanos há um processo contra o Brasil, considerando o que passou no Judiciário a propósito do crime. Talvez alguém ache, por lá, que 29 anos sem julgamento equivalem a impunidade. É que lá fora costumam ter certa má vontade com o Brasil. Mas, podemos ter orgulho, um Judiciário que leva 29 anos para julgar um crime monstruoso não é para qualquer país.
"

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