segunda-feira, 10 de março de 2014

VENEZUELA URGENTE - A VERDADE QUE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NÃO MOSTRAM


Os GOLPES, ou tentativas de golpes em países da América Latina, sempre contaram com a prestimosa participação dos meios de comunicação.

Eles apresentam sempre a versão de que é o Governo (se for de esquerda) quem reprime com violência e mata manifestantes. Convém não esquecer que recentemente, aqui no Brasil, um jornalista da REDE GLOBO afirmou que viu quando a Polícia disparou o artefato que atingiu e causou a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes. Felizmente, para que a verdade dos fatos chegasse ao conhecimento da opinião pública, imagens de outras fontes vieram à tona, desmentindo a afirmação irresponsável da referida pessoa e canal de TV.

Na INTERNET existem ainda dezenas de vídeos que mostram como as emissoras de TV editam imagens para mostrar apenas os atos violentos de um dos lados que entram em confronto durante protestos, manipulando assim a informação e prejudicando por parte da opinião pública uma tomada de posição com base em fatos reais. 

A IMPRENSA, em toda a América Latina é basicamente controlada por MONOPÓLIOS que tem ligação com o conservadorismo e o CAPITALISMO de DIREITA. No Brasil, contribuíram para o GOLPE de 64, na VENEZUELA tentaram apoiar os EUA no GOLPE para derrubar Hugo Chaves. Agora, tentam novamente na VENEZUELA apoiar um golpe que está em MARCHA contra o governo de Maduro.

Leia a matéria AQUI indicada, assistam os VÍDEOS, e vejam que, a verdade dos fatos está muito longe daquilo que a MÍDIA apresenta.

12 comentários:

LRM disse...

Uma classe de alunos em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza, ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas serão concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aquele sque tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosferadas aulas daquela classe.

A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina...

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela e o Brasil e Argentina, que estão chegando lá.."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

LRM disse...

A outra verdade que os meios de comunicação não mostram, Sr. Bond, é o calote da Venezuela em diversas empresas brasileiras, que venderam seus produtos e não receberam pagamento. Eu conheço pelo menos uma dezena de casos assim, e posso comprovar.

José Antônio disse...

Bond, há outro documentário bastante esclarecedor do jornalista Australiano, John Pilger, sobre os princípios que norteiam, e a metodologia empregada, para minar a democracia no continente e, por que não generalizar, no mundo:

https://www.youtube.com/watch?v=oeHzc1h8k7o

José Antônio disse...

"Os Estados Unidos e a Polônia chegaram a um acordo para o envio de uma unidade da Força Aérea Americana ao país para reforçar a vigilância do espaço aéreo báltico por conta da crise na Ucrânia e a ameaça russa de anexar aregião da Crimeia. De acordo com o Ministério de Defesa polonês, 12 caças F-16 seguirão para a Polônia.

http://oglobo.globo.com/mundo/crise-na-ucrania-eua-enviam-12-cacas-para-polonia-11830724

O que os EUA e a Polônia pretendem? Atacar Moscou?

É claro que a Polônia se encontra tão ameaçada pelos Russos quanto a Finlândia.

Por que então todo esse teatro?

Receio que estejam querendo jogar um balde de gasolina ao fogo.




LRM disse...

Se a Criméia for anexada pela Rússia os EUA e a OTAN têm o dever de atacar a Rússia. Putin não seria louco a esse nível.

José Antônio disse...


D. Lucia defendendo os golpistas neonazistas e antissemitas da Ucrânia?

José Antônio disse...

A Crimeia, no entanto, que tem um governo local e goza de relativa autonomia, jamais deixará de ser pró-Rússia porque essa é a vontade da esmagadora maioria do seu povo, que é russa. Talvez seja esse o preço de Putin por uma derrota no resto da Ucrânia, que, a esta altura, parece certa.

O que está escrito aí? O óbvio. Quase 60% dos habitantes da Crimeia são russos étnicos. Os ucranianos não chegam a um quarto da população. Enquanto estavam todos sob a ditadura soviética, os rancores ficavam mitigados. Agora não. A propósito: a Ucrânia é ainda um eco da redefinição de fronteiras na esteira do fim do comunismo. Nem sempre isso se deu da melhor maneira, como sabem as repúblicas que compunham a antiga Iugoslávia.

Afirmo ainda o óbvio: Putin já perdeu. Perdeu o quê? O resto da Ucrânia. Era um satélite da Rússia e não será mais. Qualquer que seja o governo eleito, será pró-Ocidente, pró-Europa. O presidente russo está pedindo uma compensação: a Crimeia. Apenas por orgulho ferido? Não! A questão é, antes de mais nada, militar. Pesquisem um pouquinho sobre a chamada “Frota do Mar Negro”, que data do século 18, e tem na cidade de Sebastopol, na Crimeia, a sua maior base.

Não estou justificando, obviamente, as ações de Putin. Eu as estou explicando. Em outro texto, escrevi também que tivessem os EUA e a Europa líderes um pouquinho mais sensatos e responsáveis, a crise não teria chegado a esse ponto. É claro que a destituição do presidente Viktor Yanokovich foi um erro. Alguém deveria ter advertido Obama — e, se possível, Angela Merkel: “A Rússia não vai aceitar uma solução hostil por causa da Crimeia”.

Cumpre também baixar a bola da retórica. Só uma cretina como Hillary Clinton ousaria, como ousou, comparar a ação de Putin à de Hitler. É de tal sorte estúpido que mal se acha o fio por onde contestar a bobagem. O, por assim dizer, império russo está minguando, não se expandindo; não existe um movimento no país para alargar as suas fronteiras; luta-se ali é para preservar uma presença militar de mais de dois séculos. Política também se faz com os fatos.

“Ah, então, agora, é festa. Putin vai invadindo, fazendo referendos e anexando territórios…” É uma simplificação grosseira; todo mundo sabe que não é assim. De resto, insisto, ele já perdeu. O resto da Ucrânia já mudou de lado. Da Crimeia, no entanto, ele não vai abrir mão.

O que significa “não abrir mão”? Vamos ver. Que a Crimeia não será “ucraniana”, ah, isso não será.


Quem teria escrito o texto acima?

No mínimo um anti-americano primário, tentando se passar por isento, atacando também a Rússia de Putin, não?

Bem... sinto desapontá-los, principalmente à D. Lucia, apoiadora do novo governo, ilegítimo de natureza neonazista e antissemita, da Ucrânia.

O autor do texto acima é o rottweiler que D. Lucia tanto adora.

Acho que D. Lucia acaba de sofrer um traumatismo ucraniano.

José Antônio disse...


Discutir a questão da Ucrânia, da Crimeia e da Rússia sem um mínimo de embasamento histórico, tem o potencial de transformar a discussão em um uma manifestação histérica.

Por exemplo:

"Se a Criméia for anexada pela Rússia os EUA e a OTAN têm o dever de atacar a Rússia. Putin não seria louco a esse nível."

Há um historiador, pesquisador e autor inglês, que não parece ser nem de direita nem de esquerda, vá saber?, que andou estudando com mais profundidade as intrincadas relações entre as citadas nações ao longo dos últimos séculos.

Trata-se de Timothy Garton Ash, o qual segundo a apresentação que faz o jornal espanhol, 'El Pais', é "catedrático de Estudos Europeus na Universidade de Oxford e autor de Os fatos são subversivos: Escritos políticos para uma década sem nome."

Para aqueles que desconhecem a história dessas três nações, desejam aprender algo e não querem entrar em discussões histéricas, seria interessante ler o artigo de ontem, do citado historiador, no 'El País', cuja versão em português é indicada abaixo:

Ucrânia, Crimeia e a dissolução dos impérios

http://brasil.elpais.com/brasil/2014/03/07/opinion/1394206343_327393.html

Um pouco de estudo pode poupar horas e horas de discussões improdutivas e estéreis, no estilo D. Lucia.

Se vai discutir, estude um pouco sobre o assunto que será discutido para não passar vexame.

D. Lucia sendo desmentida pelo seu guru mor é um tanto quanto desmoralizante.

José Antônio disse...


Mais um artigo, desta vez do autor, Mauro Santayana, ideologicamente oposto ao guru de D. Lucia:

A Arquitetura da Balcanização"

http://www.maurosantayana.com/2014/03/a-arquitetura-da-balcanizacao.html

"Se houver combate entre as tropas que estão entrando na Criméia para defender a população de origem russa que vive na região, e esses confrontos se degenerarem em prolongada guerra civil, a responsabilidade por esse novo massacre será dos Estados Unidos e da União Européia.

Seria inadmissível que Putin enviasse um senador para discursar diretamente aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street, en Nova Iorque, como fez John Mcain no centro de Kiev, ou que os russos promovessem em Porto Rico a prolongada campanha de desinformação e provocação que o “Ocidente” está desenvolvendo há meses na Ucrânia, empurrando a parte da população que não é de etnia russa para um conflito contra a segunda maior potência militar do planeta e a maior da região.

A OTAN sabe muito bem que não poderá intervir militarmente - e atacar Moscou, que conta com milhares de ogivas atômicas, que podem atingir em minutos Berlim, Londres e Paris - para defender os manifestantes que ela jogou o tempo todo contra o governo ucraniano
.

Sua intenção é levar o país ao caos, pressionando Yanukovitch a tentar recuperar o poder com apoio de Putin, para depois acusá-lo - junto com o líder russo - de déspota e de genocida, e posar de defensora dos direitos humanos, da liberdade e da “democracia”.

Se conseguir alcançar seu objetivo de desestruturar o país, o “Ocidente” poderá somar os milhares de mortos, de estupros, de refugiados, e os bilhões de dólares de prejuízo da destruição da Ucrânia, a uma longa lista de crimes perpetrados nos últimos 12 anos, no contexto de sua Arquitetura da Balcanização.

José Antônio disse...

Finalmente, um Jornalista que costumo sempre citar aqui, pois o considero bastante isento, Paulo Moreira Leite, trouxe artigo bastante sensato de Marcelo Zero, assessor legislativo do PT:

Barril Nuclear

http://istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/351406_BARRIL+NUCLEAR+

"Nesse episódio, a ação dos EUA e, até certo ponto, da União Europeia chegou às raias da mais cínica irresponsabilidade. Os EUA e a União Europeia podiam ter pressionado os grupos mais exaltados a respeitarem o acordo feito em 21 de março, pelo qual se criaria um governo de transição e seriam convocadas novas eleições gerais para maio. Nesse quadro, haveria espaço para negociações internas entre as forças políticas ucranianas, isolando os neonazistas e evitando um aprofundamento da divisão do país, bem como para negociações diplomáticas entre EUA, UE e Rússia, evitando um conflito geopolítico maior.

Não obstante, o Departamento de Estado, sôfrego pelo enfraquecimento da Rússia, parecer ter querido apostar no tudo ou nada. O resultado é essa Ucrânia à beira da guerra civil, profundamente dividida entre o oeste pró-Ocidente e o leste e sul pró-Russo. O resultado é um governo ucraniano com participação destacada de forças claramente nazistas e antissemitas, cuja primeira medida foi a proibição do idioma russo como uma das línguas da Ucrânia.
"

José Antônio disse...


Mais um pouco de bom senso a fim de evitar discussões histéricas sobre história, pode ser retirado de artigo, escrito por Alberto Dines, e publicado no dia 08 no mesmo jornal 'El País':

A finlandização da Ucrânia

http://brasil.elpais.com/brasil/2014/03/08/opinion/1394284248_876484.html


Depois de Reinaldo Azevedo, Timothy Garton Ash, Mauro Santayana, Paulo Moreira Leite, Marcelo Zero e Alberto Dines, seis expoentes das mais variadas linhas de pensamento do arco ideológico, achar que os EUA têm o dever de atacar Moscou por causa da Crimeia é, no mínimo, uma demonstração de grande ignorância, somente comparada a daquela louca varrida da Sarah Palin.

José Antônio disse...

De O Globo:

Na Ucrânia, a extrema-direita nacionalista ganha influência

. Partido com raízes no nazismo agora dialoga com representantes dos EUA

http://oglobo.globo.com/mundo/na-ucrania-extrema-direita-nacionalista-ganha-influencia-11821726


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