domingo, 9 de março de 2014

GOVERNADOR AGNELO QUEIROZ RESPONDE E ATACA CONDUTA DO JUIZ BRUNO RIBEIRO


Finalmente alguém se dispõe a enfrentar as medidas do juiz da VEP de Brasília, Bruno Ribeiro, e coloca o dedo na ferida de sua atuação que tem fortes indícios de arbitrariedades e parcialidade. A VEP, com base em matérias de jornais, vem punindo preventivamente condenados ligados ao PT, sem que as sindicâncias em andamento tenham sido concluídas, portanto, sem comprovação das alegadas irregularidades, que se baseiam em notícias de jornal sem qualquer tipo de maior fundamento. Com base no disse me disse, o juiz Bruno Ribeiro mandou Delubio de volta ao regime fechado e impediu que a análise do pedido para Dirceu trabalhar continuasse.

Agnelo pediu que ÓRGÃOS correcionais da Justiça avaliem a conduta do juiz e disse que ele fez afirmações falsas. Disse ainda o governador que Bruno Ribeiro não tem jurisdição sobre ele Agnelo e que, na condição de GOVERNADOR do Distrito Federal faz visitas aos presídios quando quer.

Pelas ligações familiares que tem (o pai do juiz é integrante do PSDB do DF), Bruno Ribeiro jamais deveria ter sido posto em situação de decidir a vida prisional de membros do PT. Por questão de BOM SENSO, de TRANSPARÊNCIA e JUSTIÇA, ele não deveria ter sido indicado por Joaquim Barbosa, e, sendo indicado, deveria ter se considerado impedido. Parece entretanto que esse cuidado foi desconsiderado. 

Agnelo sugere investigação do juiz que inqueriu sobre regalias de presos
MARIANA HAUBERT - MATHEUS LEITÃO - DE BRASÍLIA - Folha.com - 07/03/2014 


O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), acusou hoje o juiz da VEP (Vara de Execuções Penais) do DF, Bruno Ribeiro, de ter feito afirmações falsas "sem qualquer indício da prática de atos ilegais e ilegítimos" no tratamento dado aos presos do mensalão. O governador sugere ainda que conduta do juiz seja apurada.

A declaração consta no ofício enviado por Agnelo à Vara de Execuções Penais do DF no fim da tarde desta sexta-feira (7) com respostas às quatro perguntas feitas por Ribeiro na semana passada sobre denúncias de que os presos do mensalão estavam obtendo benefícios e regalias nas prisões.

Questionado se seria capaz de manter os condenados no sistema prisional, garantindo a isonomia de tratamento entre eles e os demais presos comuns de forma a evitar ingerências políticas na administração das prisões, Agnelo respondeu que o Distrito Federal tem "plenas condições de custodiar quaisquer presos provisórios".

O governador garantiu ainda que há a "completa ausência de qualquer ingerência de natureza política na administração do sistema penitenciário do DF" e acusou o magistrado de ter feito uma afirmação falsa, "despida de qualquer indício de prática de atos ilegais e ilegítimos". Por isso, Agnelo considera que a conduta do juiz "merece a devida apuração pelos órgãos correcionais competentes". Agnelo afirma ainda que Ribeiro não tem "jurisdição" sobre ele.

Agnelo afirmou ainda que o juiz se baseou apenas em reportagens publicadas e não especificou quais seriam as regalias concedidas. O governador pediu, inclusive, que o magistrado indique onde, quando e por quem foram feitas as denúncias.

O governador garantiu ainda que o comando do sistema prisional está a cargo da Subsecretaria do Sistema Penitenciário e encontra-se normalizado.

Em entrevista concedida na tarde desta sexta, Agnelo afirmou que a atuação da Justiça do DF no caso é uma tentativa de politizar o caso dos presos pelo mensalão.

Na semana passada, Ribeiro determinou que o governo informasse em até 48 horas, se já havia sido iniciada uma investigação interna para apurar o responsável pelos supostos privilégios.

A decisão foi uma resposta ao Ministério Público do DF que pediu na semana passada medidas para acabar com supostas regalias a presos do mensalão divulgadas na mídia.

Segundo o governador, ainda não foi aberta nenhuma investigação para apurar as irregularidades apontadas pelo Ministério Público. A investigação das denúncias é um dos pontos levantados pelo juiz nos ofícios enviados ao governo.

"Eu não posso falar em tese supostas irregularidades. Se tiver qualquer irregularidade será feita toda a investigação e a aplicação da lei rigorosamente e a aplicação da lei indistintamente", disse Agnelo.

A assessoria de imprensa do governo informou que as respostas aos questionamentos do Judiciário serão enviadas ainda hoje. Também questionada pela Justiça, a Subsecretaria do Sistema Penitenciário já enviou as suas respostas.

Segundo a assessoria de imprensa da VEP, Ribeiro não irá comentar o conteúdo da resposta enviada pelo governo e deverá se manifestar sobre o caso apenas nos autos do processo.

VISITA A DIRCEU

Questionado sobre as duas visitas que fez ao ex-ministro José Dirceu, preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde novembro, Agnelo confirmou os encontros dentro da prisão. "Sou governador do DF e vou a qualquer hora no presídio e visito quem eu quiser no presídio".

3 comentários:

Anônimo disse...

Quer dizer, então, q o PT, q apanha, mas gosta, tá ficando cansado de levar pancada, é?

No Senado, no máximo, tem apenas uma senadora. Entre os governadores, no máximo, tem apenas um Agnelo.

Eita partidinho fácil de ser coagido.

José Antônio disse...

Bond, o artigo abaixo do blog da cidadania, contêm 2 vídeos importantes para saber como foi o processo que levou ao golpe (felizmente fracassado) contra Hugo Chávez.

http://www.blogdacidadania.com.br/2014/03/a-prova-de-que-nao-ha-censura-na-venezuela/

O método foi o de utilizar franco atiradores contra dois grupos contrários de manifestantes, para semear o pânico e acusar, através de edição de imagens, ao governo de Hugo Chávez.

O mesmo método foi utilizado no Paraguai onde uma manifestação de "sem-terras" foi atacada pela polícia. Franco atiradores dispararam contra os dois lados.

O Presidente Lugo foi responsabilizado pelos fatos.

O mesmo ocorreu, agora, na Ucrânia.

Hoje, na Venezuela, procura-se reeditar o mesmo cenário. Já ocorreram várias mortes e a imprensa acusa o governo Maduro.

Há duas manifestações previstas em S. Paulo para o próximo dia 22.

A primeira procurando reeditar aquela marcha com deus pela família de 64 e pedindo claramente um golpe militar.

A segunda está sendo convocada como uma reação ao fascismo da primeira.

Nossa polícia é totalmente despreparada e o cenário para confrontos com mortes está montado. Não será possível contar com a imparcialidade dos meios de imprensa.

Eu acho que não devemos subestimar o poder dos fascistas inimigos da democracia.

É necessário denunciar a manobra antes que ocorra um confronto com vários mortos e feridos o qual seria utilizado como o pretexto para uma intervenção militar.

Eles sabem que nas urnas não têm chances. As previsões são de que o PSDB perca suas principais vitrines, a partir das próximas eleições. A única maneira que eles estão vendo é a de impedir a ocorrência das eleições democráticas.

Os dois vídeos encontrados no link acima devem ser vistos com muita atenção.

Vão tentar fazer o mesmo aqui.

M. Exenberger disse...

O terrorista Cesare Battisti recebia autoridades, celebridades e pessoas comuns a qualquer hora na Papuda. Nunca a Justiça reclamou. A classe médica e os ricos criticam Agnelo, pq ela está melhorando os hospitais, contratando médicos e professores e ajudando os que mais precisam. Essa gente ainda vai sentir falta do governador Agnelo. Hoje em dia, qualquer político vagabundo, de oposição, pode ir para TV, em horário nobre, e atacar o governador. Que lei é essa?

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