domingo, 23 de março de 2014

EDUARDO CAMPOS - VÍDEO / TRAIÇÃO

A CARA DA TRAIÇÃO E DA política com p minúsculo.


Governador de Pernambuco diz que jogada é estratégia para desvalorizar e vender a empresa

Nem Aécio Neves ousou lançar mão de um argumento e ataque tão baixo. A insinuação / pseudo-suspeita levantada por Eduardo Campos, só pode ser classificada como MOLECAGEM. Como alguém que até seis meses atrás estava de braços dados com o governo, alguém que conviveu por SETE ANOS como aliado desse governo e dele recebeu toda ajuda e apoio para Pernambuco, pode agora ter um comportamento tão desonesto.

Ser adversário é uma coisa, mas, até na política e diante de uma disputa acirrada como é a de presidente da República, é preciso ter um mínimo de decência. A postura de Eduardo Campos é inacreditável, é decepcionante, é de fazer corar o maior dos sem vergonha.


PARA UM ELEMENTO DESSE NAIPE, SÓ CANTANDO...VOCÊ PAGOU COM TRAIÇÃO A QUEM SEMPRE LHE DEU A MÃO...


Eduardo Campos levanta suspeita de desvalorização proposital da Petrobrás


Governador de Pernambuco diz que jogada é estratégia para desvalorizar e vender a empresa
22 de março de 2014 - 

Tiago Décimo - O Estado de S. Paulo

Ao comentar sobre as suspeitas de irregularidades em contratos da Petrobrás, o governador de Pernambuco e pré-candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos, levantou suspeita sobre uma possível desvalorização proposital no valor de mercado da empresa, durante um evento realizado neste sábado, em Salvador.

"Às vezes, fico desconfiado se isso não faz parte de um jogo para desvalorizar e vender a Petrobrás", disse o presidenciável. "Queremos que as posições sejam deixadas claras. Em 2010 (durante a campanha eleitorial), a hoje presidente (Dilma Rousseff) acusou o candidato do PSDB (José Serra) de querer fazer um processo de privatização da Petrobrás. Três anos depois, a empresa vale metade do que valia e está mais endividada. É preciso ter um debate muito consistente, que não omita da sociedade o que houve, efetivamente."

Campos também criticou a condução da crise, por parte do governo e do conselho de administração da empresa. "A gente não pode achar que a saída de uma pessoa pode resolver um problema que é mais complexo", comentou, sobre a demissão do diretor financeiro da BR Distribuidora, Nestor Cerveró. "A gente não pode achar que agora está tudo normal. É fundamental o esclarecimento sobre essas questões."

Apesar da suspeita, o governador pernambucano disse considerar ser "cedo" para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as ações da empresa. "Vários parlamentares da bancada do PSB já assinaram o pedido de criação da CPI, mas nós, da direção partidária, achamos que temos de ter tranquilidade para cumprir as etapas necessárias. Isso para que, depois, não venham fazer leituras equivocadas, de que estamos nos valendo (politicamente) de uma situação de constrangimento do governo, mesmo que tenha sido gerada pelo próprio governo."

O PSB é um dos partidos que pediu a convocação da presidente da Petrobrás (Graça Foster) e do ministro das Minas e Energia (Edison Lobão) para prestar os esclarecimentos necessários ao Congresso. "É necessário primeiro ver a etapa das convocações, ver os esclarecimentos prestados, para que a bancada do PSB possa tomar uma posição", explicou. "Se os esclarecimentos forem insuficientes, não teremos problema em decidir formalmente, pela direção do partido, pela criação da CPI."

Segundo Campos, é necessário "cuidado" na condução dos processos de investigação, para não prejudicar a empresa. "Minha preocupação, neste momento, é não deixar a Petrobrás vulnerável, é preservar a empresa por tudo o que ela significa para o Brasil e para a economia brasileira", observou. "A gente tem esse tipo de preocupação, que não haja uma disputa política sobre o tema."

O presidenciável participou, neste sábado, do 3º Encontro Regional Programático, evento promovido por PSB, Rede Sustentabilidade e PPS para a confecção do programa de governo que será apresentado pela coligação durante a campanha eleitoral. Também estiveram na reunião os líderes do PPS – deputado Roberto Freire, do PE – e da Rede (Marina Silva), além de deputados, senadores e lideranças regionais dos partidos, como as pré-candidatas do PSB ao governo baiano, Lídice da Mata, e ao senado, Eliana Calmon.

2 comentários:

José Antônio disse...


Bond,

O caso de Eduardo Campos é um caso para ser analisado a luz da psicanálise.

Um político jovem que, com a grande ajuda do governo federal, pode fazer uma pequena revolução em seu estado, estavam em pleno processo de ascensão e... de repente... joga todo o seu futuro político pela lixeira.

Lembra aqueles adolescentes, arrogantes, que acham que já sabem de tudo e que seus pais, "coitados", não sabem de nada.

Tenho a impressão, Bond, que Eduardo Campos nunca mais se levantará politicamente.

Seu casamento com Marina Silva já tem data marcada para o divórcio.

Só Freud para explicar essas coisas.

E Marina, coitada, se pintou e também desperdiçou seu capital político, caminhando hoje para o ostracismo. É uma pena.


BONDeblog S. O. disse...

José

Vejo duas situações distintas. Acho que Campos sempre foi esse sujeito falso e politiqueiro. Cresceu nas costas do nome de Arraes (assim como Aécio só está onde está por causa de Tancredo) e na primeira oportunidade não conseguiu esconder sua verdadeira face. Está morto e enterrado politicamente, será uma espécie de Jarbas Vasconcellos / Roberto Freire / - mais um poço de amarguras e ressentimentos. Descambará a direita raivosa.

Já Marina, essa, pelo amor de deus. Eu lamento. Tinha futuro, se soubesse equilibrar suas posições religiosas com a realidade da "vida na terra" poderia dar uma contribuição ao nosso país.

Radicalizou e se deixou envolver por opções infelizes. Vai ser uma Heloísa Helena.

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