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sábado, 11 de junho de 2016

O BRASIL NAS RUAS CONTRA O GOVERNO GOLPISTA DE MICHEL TEMER - 10 DE JUNHO DE 2016

MANIFESTAÇÕES EM 15 ESTADOS LEVAM MILHARES PARA EXIGIR O FORA TEMER E SUA TURMA

   FORA TEMER E SUA TURMA  
Acompanhe os protestos contra o governo Temer pelo Brasil NO SITE DO UOL


Protestos contra Temer ocorrem em diversas capitais brasileiras - 
Ex-presidente Lula participa do ato na Avenida Paulista - Jornal do Brasil
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Atos foram convocados por movimentos sociais e sindicatos; Lula participa em SP - O GLOBO
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10/06/16 20:42 - Fuso horário de Brasília

sexta-feira, 15 de abril de 2016

LULA EM VÍDEO - MENSAGEM AO POVO BRASILEIRO E PRINCIPALMENTE AOS DEPUTADOS NÃO CORRUPTOS !





15/04/16 14:08
Fuso horário de Brasília

segunda-feira, 28 de março de 2016

O MUNDO SE MOBILIZA CONTRA O #GOLPIMPEACHMENT NO BRASIL

CIENTISTAS, PROFESSORES DE RENOMADAS UNIVERSIDADES E PESQUISADORES DE DIVERSOS PAÍSES, ASSINAM MANIFESTO DENUNCIANDO QUE A DEMOCRACIA BRASILEIRA ESTÁ EM RISCO.


James Green, historiador da Universidade Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos
 - Foto: Reprodução / Facebook
Democracia brasileira enfrenta ameaça, dizem intelectuais estrangeiros
Um manifesto online, assinado por 51 acadêmicos especializados em estudos sobre o Brasil em universidades estrangeiras, diz que a democracia brasileira encontra-se “seriamente ameaçada” pelo atual clima político. O documento, que convoca intelectuais estrangeiros a aderirem ao texto, já recebeu mais de mil subscrições até a manhã desta segunda-feira, desde que foi lançado, há quatro dias.

Idealizado pelo historiador James Green, da Universidade Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos, e o sociólogo brasileiro Renan Quinalha, pesquisador convidado na Brown, o manifesto reconhece a legitimidade e a necessidade do combate à corrupção por meio de inquéritos como os da Operação Lava Jato, mas acusa o que seriam abusos na condução da 
investigação e afirma que “setores do judiciário, com o apoio de interesses da grande imprensa, 

O texto é assinado, entre outros, por brasilianistas como Barbara Weinstein (New York University), autora de diversos livros sobre o Brasil pós-colonial; Elizabeth Leeds (Massachussets Institute of Technology – MIT), que é também cofundadora e presidente de honra do Fórum Brasileiro de Segurança Pública; e Jean Hébrard, professor na Ecóle de Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris. Assinam ainda intelectuais brasileiros que no momento atuam fora do país, como o especialista em literatura brasileira Pedro Meira Monteiro, que leciona na Universidade Princeton, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e o historiador Sidney Chalhoub, professor convidado na Universidade Harvard, em Massachussets (EUA).
Impeachment

No manifesto, os acadêmicos enxergam um sério risco de que a retórica contra a corrupção esteja sendo usada para desestabilizar um governo democraticamente eleito, citando que o mesmo expediente fora utilizado antes da queda do ex-presidente João Goulart (1964), dando espaço à ditadura militar subsequente. Barbara Weinstein criticou o processo de impeachment em curso no Congresso. 

“Caso surjam evidências de algo mais sério do que 'contabilidade criativa', ou se você puder encontrar uma maioria de dois terços da Câmara dos Deputados que se acredite nunca ter cometido qualquer ato que possa ser descrito como 'corrupto' ou 'desonesto', então talvez eu possa considerar legítimo que eles decidam se Dilma permanece no cargo ou é impedida”, disse Weinstein. “Acho muito improvável.”

Para Chalhoub, um dos historiadores brasileiros de maior projeção internacional, “o processo de impeachment tem bases muito frágeis, como já mostraram vários juristas. E está sendo conduzido por parlamentares sobre os quais pesam acusações de gravidade ímpar. Destituir uma presidenta desse modo fragiliza a democracia, é um golpe contra ela, traduz apenas o inconformismo dos derrotados nas eleições de 2014. Esse é um momento decisivo da democracia brasileira”, disse ele.