ATÉ NO CONGRESSO DOS ESTADOS UNIDOS MICHEL TEMER É REJEITADO E CONSIDERADO UMA FRAUDE À DEMOCRACIA
O deputado democrata Alan Grayson (Flórida) defendeu a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), e criticou o governo interino de Michel Temer (PMDB) durante um discurso no Congresso norte-americano nesta quarta-feira (13).
Segundo ele, Dilma foi reeleita "porque a maioria dos brasileiros queria seguir com sua agenda política progressista". "Mas logo após a sua reeleição, alguns membros da oposição de direita começaram a questionar os resultados da eleição e, apoiados pela mídia conservadora do Brasil, a acusaram de manipular o orçamento do Estado para o pagamento de programas sociais", declarou Grayson.
O parlamentar afirmou que, após o afastamento temporário de Dilma, o governo interino passou a implementar " as mesmas políticas que foram rejeitadas pela maioria dos eleitores brasileiros: austeridade, corte de programas sociais, cortes na educação, cortes na habitação, cortes em programas de saúde".
Em seguida, Grayson expandiu o discurso ao criticar políticos de direita no mundo. "Vemos a direita em todo o mundo tentando negar poder às forças democráticas que venceram eleições. Isso precisa parar. A democracia é importante", concluiu.
Fonte: UOL
Fonte: UOL

2 comentários:
Isso precisa ser mais divulgado.
Obrigado.
Prezado Trezentos
Se o amigo pegar o link da matéria e fizer comentários em outros blogs, desses que são progressistas, a maioria deles, simplesmente não vão publicar seu comentário.
Num esforço louvável de divulgar matérias de interesse e de relevância para a boa informação, o amigo sempre vem aqui e publica links. Eu mantenho seu comentário, visito o link e até já publiquei matérias dando um reforço na divulgação.
Infelizmente, não tenho por parte dos figurões, nenhuma reciprocidade. Nem mesmo os meus comentários, eles publicam.
Digo ao amigo, porém, que o blog está a sua disposição. PODE E DEVE continuar a divulgar os LINKS que considerar importante. Não pagarei com a mesma moeda daqueles que deveriam ser parceiros, e não o são.
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