A MEDIDA É UMA SINALIZAÇÃO, AINDA LONGE DO QUE É NECESSÁRIO, DE QUE O GOVERNO DILMA NÃO PRETENDE FAZER OS AJUSTES NA ECONOMIA, EM CIMA SÓ DO TRABALHADOR.
Taxar com uma alíquota maior o lucro dos Bancos é um bom começo, mas é necessário atenção para as manobras que eles farão nos juros e nas tarifas bancárias.
É preciso avançar mais, e CRIAR o IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS, sobre grandes PROPRIETÁRIOS DE IMÓVEIS QUE VIVEM DE ALUGUEL, SOBRE LATIFUNDIÁRIOS QUE VIVEM DE ESPECULAR COM TERRAS. É preciso aumentar a alíquota do IR de quem ganha muito e reduzir a de quem vive de salário minguado.
Nesse momento, porém, tudo isso pode ser utópico. O governo enfrenta uma acirrada e vergonhosa oposição na CÂMARA e no SENADO FEDERAL. Tudo que o governo tenta fazer, ainda que necessário e correto, é de pronto objeto de rejeição por parte de EDUARDO CUNHA E RENAN CALHEIROS.
Não importa se a medida é boa para o país, o que importa para eles é enfraquecer e derrotar o governo.

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