domingo, 22 de fevereiro de 2015

O CASO Swiss Leaks / HSBC E O GLOBO - SONEGAÇÃO DE DINHEIRO E DE INFORMAÇÃO


O HSBC já admitiu, e o fato começa a ser investigado em vários países, inclusive no Brasil, que o BANCO facilitou que seus correntistas SONEGASSEM DINHEIRO / IMPOSTOS, depositados em contas SECRETAS, preferencialmente na SUÍÇA, esse país EUROPEU que é UM PARAÍSO FISCAL PARA BANDIDOS E FRAUDADORES.

A SUÍÇA, por seu comportamento através de uma LEGISLAÇÃO que favorece esse tipo de crime, deveria ser ACIONADA pela ONU. Onde já se viu, servir de ABRIGO para DINHEIRO de origem DUVIDOSA ?

A outra SONEGAÇÃO, essa nunca admitida, é a que faz o jornal O Globo, como na sua edição de HOJE - Domingo 22/02/2015. O Jornal SONEGA INFORMAÇÃO, escolhe que tipo e que supostos autores de CORRUPÇÃO vão ser noticiados.

Para uns, várias PÁGINAS, já para esse escândalo do HSBC, em que o nome de vários BRASILEIROS já foi detectado, o Jornal não deu UMA LINHA nesse dia nobre, em que mais se compra o Jornal IMPRESSO.

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Swiss Leaks: entenda a fraude fiscal no HSBC

Criado em 20/02/15
Por Luiz Claudio Ferreira Edição:Portal EBC

Um escândalo financeiro de repercussão em todo o mundo, que envolve a filial suíça do banco HSBC, tem chamado a atenção tanto pelos valores envolvidos quanto pela relevância das descobertas e do possível desenrolar do caso. Documentos secretos revelaram que a instituição financeira atraiu 106 mil clientes, entre suspeitos de sonegação e de diversos crimes (incluindo traficantes e terroristas) em 203 países entre os anos de 1988 e 2007. 

A quantia somada chegou a US$ 100 bilhões. Nomes de 8.667 brasileiros estão na lista. Os dados vieram à tona a partir de uma apuração do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ na sigla em inglês), que não divulgou a lista total dos correntistas suspeitos. O caso, chamado de “Swiss Leaks” (que significa vazamentos suíços, em alusão ao projeto Wiki Leaks, de Julian Assange), chamou a atenção de autoridades e organismos de controle em todo o mundo.

A entidade de jornalistas recebeu o material vazado por um ex-funcionário do HSBC, Herve Falciani, para autoridades francesas em 2008. O consórcio e o jornal francês Le Monde enviaram o conteúdo para 140 jornalistas de 45 países. A apuração dos jornalistas aponta que a filial suíça aproveitou-se das falhas nas regras fiscais do país para ajudar quem estivesse disposto a sonegar ou esconder dinheiro. 

A lista, segundo o ICIJ, inclui artistas, celebridades e esportistas. Apenas 65 nomes foram revelados. Estão entre os suspeitos antigos e atuais políticos da Grã-Bretanha, Rússia, Ucrânia, Geórgia, Quênia, Romênia, Índia, Liechtenstein, México, Líbano, Tunísia, República Democrática do Congo, Zimbábue, Ruanda, Paraguai, Djibouti, Senegal, Filipinas e Argélia. Sobre a divulgação parcial dos dados, o consórcio justifica que apenas nomes de “interesse público” serão revelados.

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