sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

E AGORA MÍRIAM LEITÃO ? BNDES APRESENTA LUCRO E SOLIDEZ



A jornalista/economista Míriam Leitão passou o ano de 2013 fazendo pesadas críticas ao BNDES. Repercutiu a posição da BANCA DE AGIOTAS que não se conforma em ver o BNDES financiar com juros BAIXOS empresas nacionais que queiram investir em produção. O BNDES é uma PEDRA no sapato dos Bancos privados que querem emprestar dinheiro a curto prazo e com taxas exorbitantes. Sai agora o resultado do BALANÇO do BNDES em 2013, e fica comprovada o acerto da política por ele colocada em prática.


Mais uma vez Dona Míriam errou, e errou feio.

Lucro do BNDES atinge R$ 8,15 bilhões em 2013
28/02/2014 - Brasília
Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 8,150 bilhões em 2013, resultado semelhante a 2012 (R$ 8,126 bilhões, valor ajustado para seguir novas regras de contabilidade).

Os resultados do balanço do ano passado também mostram melhora em outros indicadores relevantes, com destaque para a redução do nível de inadimplência, que atingiu a mais baixa taxa histórica do Banco, e para a melhora na provisão para risco de crédito.

De acordo com a instituição financeira, o resultado de 2013 foi assegurado “por uma significativa melhora no desempenho da Finame, que compensou oscilações dos resultados das operações próprias do BNDES e da BNDESPAR”. A Finame (financiamento para produção e aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional) contribuiu com R$ 1,538 bilhão do resultado de 2013, aumento de R$ 710 milhões em relação ao de 2012.

As operações próprias do BNDES contribuíram com R$ 4,894 bilhões (60,1%) deste resultado, ante R$ 5,393 bilhões no exercício de 2012. De acordo com o banco, redução em relação ao ano anterior ocorreu devido à queda dosspreads (diferença entre a taxa de captação de recursos pelo banco e a cobrada dos clientes).

A contribuição da BNDESPAR foi R$ 1,712 bilhão, ligeiramente inferior ao número de 2012 (R$ 1,910 bilhão). “Um dos fatores que explicam esta redução é o menor volume de desinvestimentos, dado o momento de baixas cotações”, informou o banco.

A inadimplência do Sistema BNDES caiu, atingindo o percentual de 0,01% em 31 de dezembro de 2013, sua menor taxa histórica. Em setembro de 2013, a inadimplência do BNDES estava em 0,02% e em 31 de dezembro de 2012, em 0,06%. 

O patrimônio líquido do Sistema BNDES totalizou R$ 60,626 bilhões em 2013. Em 31 de dezembro de 2012, o PL era de R$ 49,993 bilhões. De acordo com o banco, o crescimento do patrimônio ocorreu, principalmente, devido à captação de R$ 15 bilhões do Tesouro Nacional.

O índice de adequação de capital (Índice da Basileia) registrado pelo BNDES foi de 19,2%, superior aos 17,7% registrados no balanço de setembro de 2013 e aos 15,4% de 2012. Esses percentuais indicam a capacidade do banco de emprestar, levando em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos. O índice é um conceito internacional definido pelo Comitê de Basileia. No Brasil, o patamar mínimo é 11%, ou seja, para cada R$ 100 emprestados, os bancos precisam ter R$ 11 de capital.

Os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 782 bilhões em 31 de dezembro de 2013, apresentando crescimento robusto de R$ 66,5 bilhões em relação ao saldo em 31 de dezembro de 2012. O saldo da carteira de crédito e repasse, líquido de provisão para risco de crédito, atingiu R$ 565,2 bilhões em 31 de dezembro de 2013, dos quais 80,8% correspondiam a créditos de longo prazo.

O PIG, POR CAUSA DO PIB, BATE CABEÇA



Dica - Leitor José Antonio

22 comentários:

LRM disse...

Sr. Bond,
o problema do BNDES é só emprestar dinheiro para quem não precisa. Eis a razão da nossa tragédia. Enquanto isso, milhares de micro e pequenas empresas caem nas garras dos bancos privados e públicos pagando juros exorbitantes. Por isso 70% das jovens empresas fecham em menos de 1 ano. Ah, e o BNDES também financia obras na Bolívia, Cuba e Venezuela, três importantes "estados" brasileiros.

Como disse o historiador Marco Antônio Villa, o PT fez um acordo com a base e o topo da pirâmide social, distribuindo para o primeiro bolsa-esmola e para o segundo bolsa-BNDES. Para a classe do meio, uma banana!!!!!!!!!!!!!!!

BONDeblog S. O. disse...

Senhora Lucia

O BNDES empresta dinheiro para todos os tipos de empresas, de todos os tamanhos. Evidente que não há dinheiro para todas, e nem todas tem estrutura para se habilitar aos empréstimos, mas, existem mecanismos de financiamento até para cooperativas, que repassam aos sócios.

Eu não sei se a senhora se deu ao trabalho de ler a matéria. A inadimplência é quase ZERO, o patrimônio cresceu R$ 60 BI.

Pode melhorar ? Pode. Mas, é preciso parar de criticar por criticar, sem conhecer como as coisa são de verdade.

José Antônio disse...

Historiador Marco Antônio Villa????

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!

Historiador??????????????????????


José Antônio disse...

Bond, por favor, divulgue a foto que saiu no blog SQN:

http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/02/porcalismo.html

Merece ser reproduzida ao longo de todo o ano!!

José Antônio disse...

Valeu, Bond...

Complementou bem o post da Urubóloga que já completou 13 anos de previsões catastrofistas que nunca se materializam...

H.P. disse...

UMA "AULA", dada em 13/10/2011 pelo MINISTRO LUIZ ROBERTO BARROSO, que fala coisas "interessantes" sobre a DIREITA MIDIATICA, que julga, condena, prende e arrebenta qualquer um que ela desejar.

http://www.youtube.com/watch?v=x8WVdIbvMNE#t=337

H.P. disse...

CHUMBO GROSSO!

GLOBO, NÃO TEM ESCAPATÓRIA, VOCÊS ESTÃO COM COLETE A PROVA DE CHUMBO QUENTE?

Lá no G 1.

"O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki admitiu a revisão criminal apresentada pela defesa do ex-deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), preso no Complexo Penitenciário da Papuda, nos arredores de Brasília. O magistrado entendeu que o processo, que permite a rediscussão da condenação imposta pelo próprio tribunal, preenche os requisitos previstos na legislação.

A ação argumenta que houve ilegalidade no processo, desde a decisão de julgar o parlamentar em 2010, quando ele já havia renunciado ao cargo, até a fixação da pena, mais elevada que a de outros acusados que responderam pelos mesmos fatos na Justiça comum....

Os condenados do processo do mensalão também poderão solicitar a revisão...".

José Antônio disse...

Para quem quiser ver e ouvir como se deve responder às provocações tucanas, nada melhor que ver este vídeo:

http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2014/02/27/gleisi-faz-aloysio-em-300-mil-pedacinhos/

O Senador tucano, Aloysio Nunes, deve ter se arrependido de ter nascido.

Anônimo disse...

INDIGNAÇÃO NACIONAL

http://brazilleaks.wordpress.com/2014/03/01/corruptos-no-stf-vergonha-nacional-gracas-a-6-vagabundos-genoino-pode-sair-em-agosto-e-dirceu-podera-deixar-cadeia-em-2015/

Posso apostar que não vai ter Copa e o gigante vai acordar de novo. Vamos ter uma Venezuela e Ucrânia nas ruas, e tudo por culpa do PT.

José Antônio disse...

Indignação nacional é o que o anônimo acima está provocando!

E não é culpa do PT.

LRM disse...

Pois é, anônimo. Só agora a ficha caiu: UM STF QUE MODIFICA A PRÓPRIA SENTENÇA À VONTADE DO "ACIONISTA MAJORITÁRIO" : O GOVERNO DO PT .

Estou estupefata e vou fazer uma confissão: estava disposta a anular meu voto, mas acho que agora votarei em qualquer rábula ou rastaquera que possa varrer o PT do poder.

Isso é repugnante, e sempre na calada da noite ou na beira do carnaval.

LRM disse...

E vou dizer mais: os militares estão vendo tudo isso. Cuidado, petistas, não abusem da sorte! Tudo tem um limite.

José Antônio disse...

O instinto autoritário daquela que:

. Contrariada pretende jogar coquetéis Molotov no Congresso Nacional;
. Quando a justiça decide a seu favor aplaude, mas quando decide contra é por que cede à vontade "do acionista majoritário";
. Na impossibilidade de ganhar nas urnas, pois o povo sabe quem é quem, apela para os tanques,

assusta qualquer um que espera que em uma sociedade civilizada, as questões políticas sejam resolvidas... politicamente e não na base da força física..

A máscara dessa senhora já caiu, faz tempo.

Não há uma única, repito, uma única, intervenção desta senhora em que não aflore seu instinto autoritário. Muitas vezes apoiando crimes de maneira despudorada.

José Antônio disse...

Para quem ainda tenta se iludir a respeito da lisura em que todo o processo, apelidado de "mensalão do PT" ocorreu, vale este excelente artigo do Jornalista Paulo Moreira Leite.

A LENDA DOS DOIS MINISTROS

Por Paulo Moreira Leite

http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/colunista/48_PAULO+MOREIRA+LEITE

"Quem critica escolha de dois ministros que ajudaram a derrubar crime de quadrilha deveria lembrar como foi escolha de Joaquim Barbosa

Em tom de acusação mal disfarçada, comentaristas de veículos conservadores tem divulgado a versão, lançada por Joaquim Barbosa apos a derrota no julgamento dos embargos sobre formação de quadrilha, de que a mudança deve ser atribuída a dois ministros indicados por Dilma Rousseff para o STF, Luiz Roberto Barroso e Teori Zavaski.

Eu acho inacreditável que se possa sugerir que Barroso e Zavaski entraram no julgamento como votos de cabresto.

Nessa visão, o julgamento da AP 470 foi tão imaculado, tão patriótico, que qualquer dissidência só se explica por motivos baixos.

O fundo desse raciocínio é esconder a decepção profunda de quem esperava que o debate sobre embargos fosse uma simulação, um joguinho de aparências para livrar a cara do STF depois que vários aspectos condenáveis do julgamento – como a ausência de um segundo grau de jurisdição -- começaram a causar constrangimento entre juristas respeitados, dentro e fora do país.

Por fim, vamos começar lembrando o seguinte. Qualquer que seja sua opinião sobre a qualidade dos dois novos ministros, sua isenção, sua competência, será difícil negar que, em qualquer caso, a escolha dos dois obedeceu a critérios mais adequados e consistentes, do ponto de vista da Justiça e do Direito, do que os métodos empregos em 2003, quando Luiz Inácio Lula da Silva escolheu Joaquim Barbosa para integrar o STF. Por exemplo.

Tanto para indicar Zavaski como para apontar Barroso a presidente deixou de lado questionáveis critérios extrajurídicos que tiveram peso na escolha de Joaquim. Lula deixou claro, em 2003, que pretendia quebrar um parâmetro no STF e decidiu escolher um jurista negro para ocupar uma das vagas em aberto. A partir daí, em várias consultas, o ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos começou conversar com possíveis candidatos. Fez duas entrevistas, gostou dos nomes, mas os dois candidatos possuíam impedimentos maiores. O governo até pensou em desistir por um momento mas já era tarde.

A notícia de que Lula pretendia indicar um negro para o STF fora divulgada pela coluna de Monica Bergamo, na Folha, colocando os movimentos de luta contra o racismo de pé, cobrando a nomeação. Foi assim que surgiu o nome de Joaquim Barbosa, que havia se apresentado a um velho amigo de Lula, Frei Betto, numa sala de espera da Varig. A candidatura teve um apoio social importante, muito além de lideranças do movimento negro. Então um sindicalista de prestígio no governo Lula, o próprio Henrique Pizzolato – hoje preso na Itália – foi acionado para ajudar na escolha de Joaquim e defendeu seu nome junto a Gilberto Carvalho.
"

(Continua...)

José Antônio disse...

(Continuação...)

"Cabe fazer outras considerações em torno das insinuações baixas sobre Barroso e Barbosa.

Seria uma observação razoável se Luiz Fux, o ministro que comparou o PT ao bando de Lampião, não tivesse sido nomeado, ele também, por Dilma.

Sublinhando dois votos novos, como se fossem inaceitávais, sem fundamemento jurídico, estamos falando de uma contabilidade conveniente, onde números aparecem quando interessa e desaparecem quando convém.

Com ela, pretende-se esconder vários fatos jurídicos e políticos relevantes.

O primeiro é a fragilidade da denúncia sobre o crime de quadrilha do ponto de vista de vários juristas respeitáveis.

Eles consideram difícil imaginar que José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares e tantos outros condenados tenham se associado para cometer crimes – e não para fazer política.

Você pode até afirmar que cometeram atos ilícitos. Pode apontar desvios.

Mas para acreditar que trocaram a luta política para se transformar numa espécie de criminosos de colarinho branco é preciso encontra provas e fatos mais consistentes do que a teoria do domínio do fato.

Uma quadrilha é formada por pessoas que cometem crimes com a finalidade de cometer mais crimes.

Não se iludam.

Se a denúncia de formação de quadrilha fosse mais do que a literatura agressiva, bem arquitetada mas oca que se ouve no STF desde 2006, o placar teria sido outro. É isso que se quer esconder no debate para fingir que tudo pode ser resumido a uma troca de favores.

Um dado essencial na decsäo é a perda de autoridade de Joaquim Barbosa entre colegas. Acompanhada de um comportamento interno, autoritário, parcial e grosseiro, a movimentação política-eleitoral de Joaquim diminui sua credibilidade como presidente do STF.

Vários ministros se perguntam o que ele faz por convicção jurídica, o que faz por interesse político. E muitos se perguntam o que fará com eles próprios – diante das câmaras de TV -- caso sintam necessidade de divergir do presidente.

O que se viu no debate sobre formação de quadrilha é que o plenário começou a reagir a Joaquim.

Quando ficou claro que o presidente pretendia encerrar a sessão de qualquer maneira, na quarta-feira, o que deixaria Barroso solitário em seu voto contra o crime de quadrilha, ocorreu uma cena outrora impensável. Joaquim foi interrompido por Carmen Lúcia, que pediu que os demais ministros antecipassem seus votos, mostrando quem é que estava em minoria.

O dia terminou em 4 a 1 contra Joaquim, impedindo que se repetisse, desta vez, o circo dos meios de comunicação para socorrer o presidente do STF, como se fez contra Celso de Mello no debate sobre os embargos.

O discurso de Joaquim, após a derrota, foi ouvido em silêncio por um plenário que já não lhe dá muita atenção. Foi um pronunciamento agressivo, impróprio e inócuo. Ofendeu Dilma. O presidente do tribunal disse que fazia um alerta a Nação, o que é absolutamente inapropriado para um juiz e sempre serve como advertência quando colocada na boca de um candidato.

Falar à Nação? Ame-o Ou Deixe-o? Salvador da Pátria?

Isso é coisa para um juiz
?"

(Continua...)

José Antônio disse...

(Continuação...)

"A tentativa de denunciar – o que é verdade -- que os ricos tem tratamento preferencial na Justiça enquanto pobres são condenados com muito mais frequência ficou prejudicada pelo currículo de seus companheiros de voto. Você pode gostar ou não de quem se aliou a Joaquim. Pode reconhecer méritos e conhecimentos jurídicos em sua história. Ou pode identificar, ali, casos de desprezível oportunismo. Mas foi com essas pessoas que ele tentou impedir, de qualquer maneira, que o STF corrigisse um erro de oito anos.

Um dos ministros absolveu Fernando Collor. Outro deu habeas corpus para o banqueiro Salvatore Cacciola. Um terceiro abriu a porta da prisão, duas vezes, para o banqueiro Daniel Dantas. O quarto foi atrás de ricos, pobres e até acusados da Ação Penal 470 para conseguir apoio para vestir a toga do STF.

O terceiro fato relevante da decisão envolve, sim, os dois novos juízes. Luiz Roberto Barroso e Teori Zavaski demonstraram, no julgamento, uma cultura jurídica consistente, de quem tem argumentos próprios para tomar decisões e não se deixa intimidar. Se a experiência ensina que até os melhores juízes são miseravelmente humanos, e nenhum deles está inteiramente vacinado contra pressões e valores de sua época, os dois demonstraram ali, quando era previsível que receberiam as críticas feitas agora, que seu conhecimento e suas convicções teriam mais importância na tomada de decisões do que outros fatores.

Assumiram posturas coerentes com aquilo que sempre disseram em outras ocasiões. Sempre foram elogiados por seus argumentos. O simples fato de votarem contra um capítulo do “maior julgamento da história” deve coloca-los sob suspeita?

Com o aposentadoria antecipada de Joaquim Barbosa, que confirmou a saída em breve até para Dilma Rousseff, o STF entrará em nova fase. Novo presidente, Ricardo Lewandovski sai da AP 470 maior do que entrou. Mostrou personalidade para manter suas convicções ainda que o comportamento intolerante de Joaquim em plenário tenha servido de estímulo a reações selvagens quando andava na rua.

Também teve capacidade para apontar pontos fracos em vários momentos do julgamento.

Lewandovski se manifestou a favor do desmembramento, em agosto de 2012, abrindo um debate necessário que se prolonga até hoje, quando o STF terá de julgar a renuncia de Eduardo Azeredo.

Lewandovski ainda registrou o agravamento artificial das penas pelo crime de quadrilha, num levantamento que seria empregado por Barroso e Zavaski na quinta-feira.

Se, em setembro passado, foi Celso de Mello quem deu o voto decisivo que permitiu aos réus apresentarem seus embargos infringentes, única chance de uma revisão do julgamento, limitada e especialíssima, Lewandovski ajudou a cimentar a base de ministros que formou a maioria daquela vez.

Embora tenha sido derrotado na maioria das votações da ação penal 470, assumiu a postura respeitosa que se revelou vitoriosa no fim. Podia perder no voto mas ganhava na atitude.

Como revisor, ele foi tratado como um inimigo -- sim, inimigo -- pelo relator e depois presidente da corte, que poucas vezes agiu com a isenção que se espera de um juiz. Quase sempre em minoria, Lewandovski foi um dos arquitetos do ambiente de tolerância e abertura à divergência, que levou a derrota do crime de quadrilha e permite aguardar por um debate maduro sobre os embargos que envolvem o crime de lavagem de dinheiro.
"

José Antônio disse...


Até o "Estadão" evita, agora, dar sustentação às trapalhadas, mal intencionadas, cometidas pelo novo "salvador da Pátria" da extrema-direita:

Análise: As operações aritméticas do ministro Joaquim Barbosa

http://m.estadao.com.br/noticias/nacional,analise-as-operacoes-aritmeticas-do-ministro-joaquim-barbosa,1135870,0.htm

Como outros "varredores de sujeira e paladinos da moralidade", "caçadores de marajás", "mosqueteiros", promovidos pelos setores conservadores do país, Joaquim Barbosa também será demolido e abandonado pelos mesmos responsáveis pela sua elevação à "glória" da fama fácil.

A queda, nessas condições, excelentíssimo senhor Ministro, costuma ser dura. Para quem já padece de dores na coluna, é bom começar a se preparar.

Os amigos desaparecerão, como que por encanto!

H.P. disse...

QUEM MATA E MALTRATA OS ANIMAIS.

MENSALÃO, nesta parte, SILÊNCIO SEPULCRAL DA MIDIA. - FRIBOI

"..Controlador do grupo J&F Participações, Joesley Batista, que controla o Friboi, maior frigorífico do mundo, e a ex-presidente do banco Rural, Kátia Rabello, que cumpre pena de prisão no caso do mensalão, foram indiciados pela Polícia Federal sob a acusação de fazerem empréstimos cruzados entre instituições financeiras nas quais têm participação, segundo reportagem de Andreza Matais no jornal O Estado de S. Paulo. Consideradas ilegais, as operações envolveram empréstimos de R$ 160 milhões. A pena pelo crime contra o sistema financeiro pode chegar a seis anos de reclusão, além de multa. Josley Batista é irmão de Junior Friboi, um dos pré-candidatos do PMDB ao governo de Goiás e marido de Ticiane Villas Boas, do Jornal da Band.

Segundo a Polícia Federal, as empresas recorreram à troca de empréstimos numa operação conhecida como “chumbo cruzado”, muitas vezes usada para simular negócios e inflar balanços. Em outra investigação, o Banco Central também viu irregularidades nos empréstimos entre o banco Rural e o banco Original, que pertence à J&F...".

LRM disse...

Sr.josé Antônio sempre atacando de Paulo Moreira Leite. Será que eu posso fazer o mesmo com Reinaldo Azevedo, Guilherme Fiúza, Luís Flávio Pondé, Rodrigo Constantino e Boris Casoy?
Não, nao posso. A democracia deste blog tem limites.

José Antônio disse...

"Sr.josé Antônio sempre atacando de Paulo Moreira Leite. Será que eu posso fazer o mesmo com Reinaldo Azevedo, Guilherme Fiúza, Luís Flávio Pondé, Rodrigo Constantino e Boris Casoy?
Não, nao posso. A democracia deste blog tem limites.
"

Não sei se posso responder pelo Bond.

Há anos frequentando o seu (dele) blog acho que possuo um mínimo entendimento do que é permitido aqui.

Assim, se eu não estiver errado (em caso contrário me corrija, Bond) é claro que a D. Lucia pode transcrever aqui quem ela quiser, com a condição de que a recíproca seja verdadeira.

Em outras palavras, D. Lucia, aqui a senhora tem espaço para falar o que quer. E a senhora tem usado bastante este espaço para isso. Os blogs aos quais a senhora se refere não dão o mesmo espaço a quem pensa diferente do pensamento oficial do blogueiro.

No caso do Jornalista Paulo Moreira Leite, desde o tempo em que escrevia na 'Época', sempre houve espaço para quem quisesse comentar o que fosse. Às vezes era exasperante, uma vez que muitos usavam o espaço apenas para escrever ofensas pornográficas, destituídas de qualquer motivação política (seja à esquerda, seja à direita).

Por causa disso, muitas vezes deixei de acompanhar o blog do Paulo Moreira Leite, embora o considerasse uma positiva exceção e uma lufada de ar fresco na imprensa brasileira.

Portanto, D. Lucia, experimente ir ao blog do Jornalista Paulo Moreira Leite e faça como a senhora vem fazendo aqui. Se for censurada, nos conte. Se não for, conte-nos também.

Caro Bond, desculpe-me por responder em teu lugar. É que a provocação veio dirigida a mim, em primeiro lugar.

LRM disse...

"Portanto, D. Lucia, experimente ir ao blog do Jornalista Paulo Moreira Leite e faça como a senhora vem fazendo aqui. Se for censurada, nos conte. Se não for, conte-nos também."
****************
O Rodrigo Constantino e o Guilherme Fiúza não censuram ninguém, e são agredidos da forma mais chula possível. E posso apostar que seus textos seriam censurados aqui.

José Antônio disse...


Eu apostaria com a senhora, D. Lucia, se tivesse a certeza de que a senhora honraria a sua palavra.

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