quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

MARINA SILVA ATACA "TRAÇOS DITATORIAIS" DE GERALDO ALCKMIN

A insustentabilidade da aliança com o PSB é fruto do "olho" de Marina em 2018


A ex-senadora Marina Silva, presidente do partido REDE SUSTENTABILIDADE, segue firme na sua trajetória política e estratégia para às eleições presidenciais. Mas, se engana quem acha que essas pretensões maiores são para 2014.

Marina está trabalhando desde agora para se viabilizar para o ano de 2018, quando, será candidata à presidência da República. Para isso, Marina vem buscando fortalecer seu Partido, e, embora não de forma declarada, não se importa nem um pouco que as posições que vem adotando, enfraqueçam a candidatura de Eduardo Campos, teoricamente seu companheiro.

Assim, Marina vai atacando os INIMIGOS do PT e os AMIGOS de Campos, além de atacar o próprio PT e o atual governo. Busca dessa forma, se diferenciar e manter a AURA de PUREZA POLÍTICA que considera absolutamente necessária para chegar ao poder. Resta saber, CHEGANDO LÁ, como vai governar sem nenhum apoio, visto que se declara e se comporta como ferrenha inimiga de tudo e de todos que fazem política no momento.

Marina atacou o DEM - Os ruralistas - atacou Ronaldo Caiado de forma direta, impediu que o PSB fizesse chapa com o PSDB em Minas Gerais e São Paulo, onde aliás, o REDE SUSTENTABILIDADE deve ter candidatura própria.


Para o governador Geraldo Alckmin sobraram as críticas mais ácidas e contundentes. Marina disse que o governo de São Paulo age de forma "DITATORIAL" - Abusando da violência contra manifestantes - "É preciso refutar essa prática ditatorial do governo Alckmin" - diz a nota do REDE. Marina tenta colocar tudo como se fossem questões "locais", estaduais, fingindo que não sabe da repercussão de tudo isso no cenário nacional. 

Como se pode ver, salvo uma reviravolta monumental, Eduardo Campos já perdeu o palanque em Minas, São Paulo e PARANÁ, perdeu o apoio do DEM - Ruralistas - e não consegue formar um palanque no Rio de Janeiro. Assim, fica difícil até um segundo turno para Campos, mesmo que Marina aceite ser sua VICE.

Pesquisas já mostraram que os votos de Marina se dispersam entre todos os candidatos caso ela não seja cabeça de chapa. O casamento do PSB com o REDE está se mostrando RUIM para Campos e muito oportuno para Marina. 

Quando houver o divórcio político entre os dois, Marina ficará com a melhor e maior parte do "patrimônio eleitoral" construído nessa BREVE AVENTURA/ CASO que tiveram.

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Um comentário:

José Antônio disse...

Como andei comentando, antes, Bond, todos os candidatos anti-Dilma estão fazendo teatrinho por que não podem deixar a peteca cair e explicitar clara e publicamente que 2014 para eles já era.

Estão todos visando fortalecerem-se para 2018, exceto o Serra, que aparenta já ter desistido e que não teria mais tempo hábil em 2018.

Em 2018, haverá um congestionamento de candidatos anti-PT. Entrarão, na liça, o Alckmin e, provavelmente o Joaquim Barbosa e algum ruralista (Katia Abreu ou Ronaldo Caiado).

Será uma grande cacofonia contra uma sinfonia regida pelo maestro Lula.

Quem viver, verá.

Destaque-se, entretanto, que o processo eleitoral não é o único caminho no qual as oposições depositam suas fichas.

Este caminho, no momento parece fechado e, portanto, elas estão tentando abrir outros caminhos extra-eleitorais.

Promover tumultos em ano de eleições perdidas é a senha para aventuras golpistas.

Ocorre que há muita gente correndo por fora, embora muito pouca coisa pareça uni-los.

Os únicos que, talvez possam conseguir alguma unidade, são os militares, uma vez que essa unidade viria pela força dos tanques.

Se isso ocorrer, muita gente que está flertando, jogando e apostando nas vias extra eleitorais arrisca a ficar decepcionada vendo o bolo escorrer de suas mãos como se fosse água.

Algo parecido com o que aconteceu com o Carlos Lacerda em 1964. Acreditava, com o golpe, facilitar seu processo de chegar à Presidência, deixando aos militares a tarefa suja de afastar seu maior adversário, o Juscelino.

Deu no que deu. Ficou chupando o dedo tendo que recorrer posteriormente à Frente Ampla, unindo-se não só a Juscelino, como também ao próprio ex-presidente, deposto, João Goulart.

Pouco tempo depois, os três, em um intervalo de menos de 1 ano, morrem em circunstâncias até hoje muito pouco eesclarecidas.

A política não é só suja, no Brasil. É também fisicamente perigosa.

Até hoje o caso PC Farias não foi explicado e, ao que parece nunca será.

Tumultos, como o de sábado de São Paulo, contribuem para a desestabilização democrática.

Apesar do discurso radical anti-capitalista dos black-blocs, suas ações sequer fazem cócegas ao sistema que eles dizem combater. Entretanto quem sofre com elas é o Zé Povinho, como comprovado no caso do Fusca incendiado do Itamar.

Quem viveu os anos da ditadura lembra da quantidade de provocadores inseridos no Movimento Estudantil. Eram sempre os mais radicais insuflando os estudantes a ações que serviriam de pretexto para maior repressão e detenção dos verdadeiros líderes.

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