quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ESTADOS UNIDOS ESPIONAM PARA OBTER VANTAGENS ECONÔMICAS - COMBATE AO TERRORISMO É SÓ FACHADA

ANGELA MERKEL FAZ CORO COM DILMA E ESPINAFRA ESPIONAGEM DE BARACK OBAMA


A revelação de que os EUA vivem à espionar até dirigentes de nações da Europa, como o presidente da França e a Chanceler da Alemanha, esta inclusive, com seu telefone celular pessoal grampeado pelos gangsters da NSA, joga por terra frágil argumentação de Barack Obama, que todo esse aparato de invadir a privacidade e os meios de comunicação de governos e pessoas, por todo o mundo, teria por objetivo combater o terrorismo. Mais do que provado está, que a verdadeira causa e função do PROGRAMA OBAMA ESPIÃO é obter informações privilegiadas, para com isso levar vantagem em negociações na área da economia e negócios internacionais.

Improvável que Angela Merkel converse com algum membro da AL QAEDA, ou que Dilma Rousseff troque confidências com o TALIBÃ.

Um comentário:

José Antônio disse...

Bond,

A essas alturas é impossível não reconhecer que o 11 de setembro 2001 acabou se tornando uma vitória completa do Osama Bin Laden contra seu inimigo, os EUA. Ainda que, talvez, de forma não prevista pelo saudita.

Desde essa época, os EUA perderam a capacidade de continuar enganando o mundo, dizendo-se os paladinos da liberdade e da democracia.

Caiu a máscara completamente, inclusive e principalmente, entre seus mais fiéis aliados.

Enquanto as ações dos sucessivos governos norte-americanos ocorriam contra pequenas nações da América Central, Caribe, América do Sul (inclusive Brasil, México, Argentina e Chile que não são pequenas, mas tinham pouco peso no tabuleiro internacional), além de outras pequenas nações na Ásia e na África, era possível continuar mantendo a farsa daquele discurso.

Afinal, não doía nada nem na França, nem na Alemanha, nem nos demais aliados europeus dos norte-americanos.

A partir da aventura, contra a recomendação do Conselho de Segurança da ONU, de invadir o Iraque sob o pretexto das tais "armas de destruição de massa", os EUA foram se atolando cada vez mais em sucessivas mentiras, impossíveis de esconder, e que denunciavam o deslizamento progressivo e uma escalada para um estado policial fascista de caráter agressivo externamente.

Os pretextos se multiplicaram.

A história recente nos mostra como uma certa potência industrial-militar, com regime igualmente policial fascista e agressiva com seus vizinhos, tais como contra os Sudetos na Austria, contra a Polônia, contra a Bélgica, contra a França, contra a Inglaterra, contra a Holanda, contra a URSS, etc... acabou terminando os seus dias.

Pretendiam um império que duraria mil anos.

Acho que já está na hora da ONU determinar sanções econômicas contra este estado agressor e violador das normas mais básicas de convivência entre países supostamente amigos.

Isso para não falarmos das agressões que esse estado anda fazendo contra seus próprios cidadãos, transformados todos em suspeitos terroristas e, portanto, merecedores de serem vigiados em seus mais mínimos detalhes.

Dificilmente, hoje, os pretextos brandidos por este estado podem se tornar credíveis perante a opinião pública internacional.





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