sexta-feira, 20 de setembro de 2013

GERAÇÃO DE EMPREGOS VOLTA A CRESCER EM AGOSTO - 127 MIL POSTOS DE TRABALHO FORMAIS

SALDO DOS OITO PRIMEIROS MESES DO ANO ESTÁ EM MAIS DE 1 MILHÃO DE POSTOS DE TRABALHO COM CARTEIRA ASSINADA.


É dura a vida da oposição política e da sua BANDA midiática, que vão perdendo aos poucos os parcos argumentos e motivos para fazer o terrorismo econômico que tanto apreciam. A inflação desacelerou, o Dólar estabilizou e o emprego cresceu.

Criação de empregos no país tem crescimento de 26,46% em agosto
20/09/2013
Nacional
Carolina Sarres
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Foram criados 127,6 mil postos de trabalho com carteira assinada em agosto deste ano, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje (20) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Esse saldo representou uma melhora em relação a julho, quando foram registrados os piores índices para o mês desde 2003. Com relação a agosto de 2012, quando foram criados 100,9 mil postos, a performance representa crescimento de 26,46%.

O balanço de agosto foi resultado de 1.845.915 admissões e 1.718.267 demissões. No acumulado do ano, nos oito primeiros meses, foram gerados mais de 1 milhão de postos com carteira assinada.

De acordo com os dados do MTE, os setores com os melhores desempenhos em agosto foram serviços (com geração de 64,2 mil empregos), comércio (50 mil) e indústria de transformação (11,3 mil). Os setores com o desempenho mais fraco no mesmo período foram agricultura (-12 mil) e serviços industriais de utilidade pública (-448).

Segundo o ministério, o fechamento de postos na agricultura ocorreu devido a motivos sazonais, especialmente relacionados ao cultivo de café e de sementes em Minas Gerais, São Paulo e Goiás.

Regionalmente, o Sudeste registrou a maior quantidade de empregos gerados em agosto (com 51,1 mil), seguido pelo Nordeste (33,1 mil); pelo Sul (27,8 mil), pelo Centro-Oeste (9,2 mil) e pelo Norte (6,2 mil). Os estados com os melhores desempenhos foram São Paulo (39,5 mil), Paraná (12,2 mil) e Rio de Janeiro (10,1 mil). Os piores foram Minas Gerais (-1,7 mil) e Acre (-47).

Edição: Davi Oliveira
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2 comentários:

José Antônio disse...

É Bond...

Aposto que a Míriam Leitão vai encontrar um motivo para acrescentar sua conjunção adversativa preferida: "mas...".

OLHAR CIDADÃO disse...

José

Ela tem sempre um "mas..." quando acontece alguma coisa boa na economia do Brasil.

Como tem acontecido muita coisa boa, a DONA MÍRIAM, vive de 'mas,mas'.

Um abraço e grato pelo apoio e participação.