
HILLARY CLINTON, DILMA ROUSSEFF E MÍRIAM LEITÃO
Ouço especialmente por parte das mulheres, a afirmação de que não gostam de política. Em geral, todas se mostram desiludidas, decepcionadas e há quem afirme que a política lhes dá nojo.
Não é um sentimento exclusivo das mulheres, mas, os homens reagem de outra forma, diante de sua indignação com tantos fatos que transformam a atividade política em algo aparentemente menor e que para “nada serve” além de beneficiar alguns desonestos e aproveitadores. Dizem alguns impropérios e passam a discutir futebol.
Não é sem razão que esse sentimento ganha força, e nem por acaso que os maus políticos fazem tudo o que for necessário para que o cidadão de bem não se interesse, inteire, participe e faça uma leitura mais atenta e real dos fatos que, queira, goste ou não, interferem na sua vida.
Vejamos aqui a relação da política com dois temas que são importantes para todos nós: Emprego e Paz.
Talvez lhes tenha passado despercebido, mas, essa semana, o jornal O Globo deu continuidade a uma campanha para imputar ao governo Lula, a fama de gastador irresponsável e de lhe taxar como criador de uma herança maldita traduzida em imensa dívida bruta para o próximo governo. Veio o debate/entrevista na Rádio CBN, a jornalista Miriam Leitão tentou defender a mentira de que o crescimento da dívida bruta é mais importante que a redução da dívida líquida, e que o governo é irresponsável sob a ótica fiscal. Dilma Rousseff, a entrevistada, com toda a calma e equilíbrio, deu uma aula à jornalista Miriam, e mostrou que o crescimento dessa dívida bruta, está dentro da normalidade do momento mundial, que o acúmulo de reservas em dólar, pela liquidez que possui, reduz a dívida bruscamente, e que o governo trabalhou para não permitir que a crise econômica do ano passado, destruísse empregos e sonhos dos brasileiros.
De janeiro até abril desse ano, quase 1 milhão de novos empregos formais foram gerados no Brasil, isso é política com “P” maiúsculo, e mostra a importância e a diferença que o nosso voto pode fazer. Se o modelo que a jornalista Miriam Leitão defende estivesse em vigor, praticado pelo pensamento neoliberal recessivo e avarento que é também o dos tucanos, a história seria outra, e seria triste.
Você pode não gostar de política, mas gosta e precisa de emprego, salário, renda, crédito, financiamento imobiliário.....
Agora rapidamente, vamos falar de Paz, ou de guerra.
O presidente Lula, (representando o governo brasileiro), e o governo da Turquia, se empenharam no sentido de conseguir um acordo com o Irã, que abrisse uma janela em direção a diminuição da tensão relacionada ao Programa Nuclear daquele país. O Irã aproveitou a oportunidade para, sem ser humilhado, aceitar as exigências da AIEA, e deu um passo importante na direção do entendimento.
Hillary Clinton, representando os interesses dos EUA, simplesmente ignorou o acordo e insiste em sanções que só terão como resultado o agravamento da crise.
Você pode não gostar de política, mas, daqui a alguns anos, poucos anos, o gesto de Lula em direção a Paz, e o gesto de Hillary em direção a guerra, podem fazer toda a diferença em sua (nossa) vida.
Prevalecendo Hillary, os jovens americanos estarão mais gordos e dominando o mundo, os jovens iranianos, dizimados e famintos e os seus (nossos) filhos ou netos, mais dependentes, colonizados e talvez nem saibam mais falar a língua portuguesa.
Não é um sentimento exclusivo das mulheres, mas, os homens reagem de outra forma, diante de sua indignação com tantos fatos que transformam a atividade política em algo aparentemente menor e que para “nada serve” além de beneficiar alguns desonestos e aproveitadores. Dizem alguns impropérios e passam a discutir futebol.
Não é sem razão que esse sentimento ganha força, e nem por acaso que os maus políticos fazem tudo o que for necessário para que o cidadão de bem não se interesse, inteire, participe e faça uma leitura mais atenta e real dos fatos que, queira, goste ou não, interferem na sua vida.
Vejamos aqui a relação da política com dois temas que são importantes para todos nós: Emprego e Paz.
Talvez lhes tenha passado despercebido, mas, essa semana, o jornal O Globo deu continuidade a uma campanha para imputar ao governo Lula, a fama de gastador irresponsável e de lhe taxar como criador de uma herança maldita traduzida em imensa dívida bruta para o próximo governo. Veio o debate/entrevista na Rádio CBN, a jornalista Miriam Leitão tentou defender a mentira de que o crescimento da dívida bruta é mais importante que a redução da dívida líquida, e que o governo é irresponsável sob a ótica fiscal. Dilma Rousseff, a entrevistada, com toda a calma e equilíbrio, deu uma aula à jornalista Miriam, e mostrou que o crescimento dessa dívida bruta, está dentro da normalidade do momento mundial, que o acúmulo de reservas em dólar, pela liquidez que possui, reduz a dívida bruscamente, e que o governo trabalhou para não permitir que a crise econômica do ano passado, destruísse empregos e sonhos dos brasileiros.
De janeiro até abril desse ano, quase 1 milhão de novos empregos formais foram gerados no Brasil, isso é política com “P” maiúsculo, e mostra a importância e a diferença que o nosso voto pode fazer. Se o modelo que a jornalista Miriam Leitão defende estivesse em vigor, praticado pelo pensamento neoliberal recessivo e avarento que é também o dos tucanos, a história seria outra, e seria triste.
Você pode não gostar de política, mas gosta e precisa de emprego, salário, renda, crédito, financiamento imobiliário.....
Agora rapidamente, vamos falar de Paz, ou de guerra.
O presidente Lula, (representando o governo brasileiro), e o governo da Turquia, se empenharam no sentido de conseguir um acordo com o Irã, que abrisse uma janela em direção a diminuição da tensão relacionada ao Programa Nuclear daquele país. O Irã aproveitou a oportunidade para, sem ser humilhado, aceitar as exigências da AIEA, e deu um passo importante na direção do entendimento.
Hillary Clinton, representando os interesses dos EUA, simplesmente ignorou o acordo e insiste em sanções que só terão como resultado o agravamento da crise.
Você pode não gostar de política, mas, daqui a alguns anos, poucos anos, o gesto de Lula em direção a Paz, e o gesto de Hillary em direção a guerra, podem fazer toda a diferença em sua (nossa) vida.
Prevalecendo Hillary, os jovens americanos estarão mais gordos e dominando o mundo, os jovens iranianos, dizimados e famintos e os seus (nossos) filhos ou netos, mais dependentes, colonizados e talvez nem saibam mais falar a língua portuguesa.
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10 comentários:
Política é algo complicado, paz.
Que postagem inspirada 007! Maravilha é o seu coração. "A mente aberta está desafiando o que nos mantém escravos presos no nada,
longe da criadora verdade infinita.
Comecemos a grande mudança do mundo agora, por nós mesmos.
TE AMO SOU GRATO
Belíssima blogada Bond!!Parabéns!!
Por que não coloca tb no facebook??
ONG ALERTA
Política é algo de fato complicado, e mais importante e decisivo em nossas vidas do que por vezes parece.
Grande abraço
Prezado Aldo
Grato pelas palavras de incentivo.
Sempre em busca das respostas, da verdade, e da fraternidade com justiça.
UM ABRAÇO
zILDA sANTIAGO
grato pela sua visita.
Osparceiros, visitantes e comentaristas aqui mandam. Seu desejo é uma ordem, que atendo com carinho prontamente.Está publicado no Facebook.
grande abraço
Bond, não tenho saúde para política,não dá. Você está cheio de razão, mas os poucos anos em que me interessei pelo tema já se foram.Hoje, só penso em meio ambiente, educação ambiental,limpeza e preservação do planeta- mesmo que paradoxal- enquanto sabemos que mais da metade dos ambientes naturais estão afetados por poluição.
Seu blog e seu trabalho continuam excelentes!
Abraço,
Angélica
Angélica
Bom dia
Reconheço que é preciso saúde, ou no mínimo uma boa dose de "equilíbrio" para conviver com os fatos e condutas da política.
Mas veja que, quando você diz que se preocupa "só" com o meio ambiente, preservação do planeta.... isso é política pura.
Aí estão os políticos do DEM (Sen. Kátia Abreu e Dep. "Sepúlcro" Caiado") lutando para continuar a destruir a floresta Amazônica e o Pantanal, são aliados de Josè Serra, e juntos sempre bombardearam os esforços da então Ministra Marina Silva, quando no governo Lula, lutava por boas políticas e práticas ambientais.
Hoje, todos se desmancham em elogios a ela (nenhum deles quer a sua vitória),mas, a usam para combater a candidata Dilma Rousseff. Marina por sua vez, parece que vai perdendo a cor verde, e esquecendo o que o projeto do DEM/PSDB representa para o meio ambiente (um desastre) e tem admitido até apoiar José Serra.
É fato que, o governo Lula, não foi o meu ideal em termos de meio ambiente, eu esperava mais, porém, numa conjuntura política como a nossa,em que as forças de ruralistas e da mídia mentirosa se unem para defender o indefensável, ocorreram avanços importantes, o desmatamento da Amazônia é ainda um absurdo, mais caiu vertiginosamente.
Grande abraço e muita paz e saúde.
007, na hora de implementar a decisão boa para a maioria,já vi tanto políticos como empresários, de qualquer partido,adotarem aquilo que OS favorece pessoal e politicamente e todos acabam sendo "capitalistas liberais" demais, com prejuízo para os mortais comuns.
Por isso o planeta está tão poluído e exaurido!
Mesmo sabendo que a Marina tem muitos obstáculos para enfrentar,representa uma NOVA possibilidade.Mas, política não tem coração e sua mente ( nem digo mentalidade) me desagrada.
Grande abraço para você!!
Angélica
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