sexta-feira, 7 de junho de 2013

RURALISTAS FAZEM TERRORISMO E AMEAÇAM FECHAR ESTRADAS - OS ÍNDIOS SÃO MAIS CIVILIZADOS E HONESTOS.

A BANCADA RURALISTA - Leia-se, Deputados e Senadores que apoiam o desmatamento, a invasão de terras em áreas de preservação para plantar - cana - soja - criar gado - além de tomar terras dos índios, promete um ato de TERROR para a Região de Mato Grosso do Sul, onde planejam FECHAR RODOVIAS na próxima Sexta-Feira dia 14 de junho. O ato é uma resposta às ações dos índios, que vem promovendo invasões de fazendas e tentando assim forçar o governo a resolver a questão da demarcação de suas terras. É possível até que os índios estejam se excedendo, é possível que o que eles querem (de volta) em termos de extensão territorial, seja hoje, na prática, algo impossível, mas, nada disso justifica que A FAMIGERADA BANCADA RURALISTA, se considere no direito de colocar mais LENHA NA FOGUEIRA de uma situação complicada e grave, e que nunca foi ENCARADA DE FRENTE POR NENHUM DOS GOVERNOS DO BRASIL.

Curioso ver que os ÍNDIOS brasileiros, são mais civilizados e muito mais honestos em seus propósitos, do que DEPUTADOS E SENADORES que compõe essa excrescência que se denomina BANCADA RURALISTA.


Luciano Nascimento Agência Brasil

Força Nacional começa a atuar em Sidrolândia nesta sexta


Sidrolândia – Os 110 homens da Força Nacional começam a atuar na manhã desta sexta-feira (7) em Sidrolândia, localizada a 70 quilômetros de Campo Grande (MS). O local tem sido palco de conflitos entre índios terena e fazendeiros que resultou na morte de um índio, na última quinta-feira (30), durante tentativa de retirada dos terenas que ocupavam a Fazenda Buriti.


A participação foi acertada no final da tarde desta quinta-feira (6), após reunião do comando da Força Nacional com um grupo de 50 lideranças dos índios terena que desde o dia 15 ocupam quatro fazendas na região. Também participaram da reunião representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), do Ministério Público Federal, da Polícia Federal e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

“Vamos fazer um trabalho de pacificação e de polícia comunitária e a partir de amanhã estaremos fazendo este patrulhamento”, disse o comandante da operação da Força Nacional em Sidrolândia, major Luiz Alves. A previsão é que a operação tenha início por volta das 7h (horário de Mato Grosso do Sul, 8h em Brasília), caso a logística necessária para a ação seja assegurada pelo governo do estado. A operação da Força Nacional foi chamada Unati Vapeia Neun - Paz no Campo.

A portaria autorizando a presença da Força Nacional na região foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. Ela também determina a presença da força no município de Aquidauana (MS). O efetivo ficará na região por 180 dias, podendo permanecer mais tempo, caso haja pedido do governador do estado, André Puccinelli (PMDB-MS). De acordo com Alves, a intenção da Força Nacional é garantir a segurança de índios e fazendeiros e promover a pacificação. “A Força Nacional não está aqui para fazer reintegração de posse, só pacificação”, reiterou.


As equipes da Força Nacional, compostas por 110 homens e 16 viaturas, fará atividades de policiamento ostensivo e preventivo. Eles ficarão alojados na cidade e serão distribuídos em cinco pontos de bloqueio para controlar o acesso às fazendas e aldeias na área de conflito. Os índios aceitaram a proposta de que os homens entrem nas áreas por eles ocupadas. Já nas fazendas que não estiverem ocupadas, a Força Nacional, a princípio, não entrará. “Vamos patrulhar nas terras indígenas. Se necessário for, vamos [entrar nas fazendas], se os índios precisarem de apoio, estaremos lá. Não só os índios, mas os produtores rurais também” esclareceu.

Para a liderança terena Jânio Reginaldo a proposta atendeu a expectativa. “Era aquilo que a gente esperava de trazer a tranquilidade na medida da necessidade da sociedade. Nós não queremos violência e a Força Nacional veio trazer a esperança que de fato haja [paz]. Isso para a gente é bom, porque tem pessoas que vão para a faculdade, para a escola a noite, tem os irmãos que trabalham, então é importante ter essa tranquilidade”, disse.

Pela manhã, o Comando-Geral da Polícia Militar, as chefias da PM e da Força Nacional se reuniu com representantes da Funai, da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e secretaria de Estado da Produção. O encontro também serviu para apresentar a proposta de atuação na região. 

Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, o governo tem que buscar uma solução para o conflito. “Nós temos um conflito em andamento e pressionamos muito o Ministério da Justiça que enviasse essas forças para cá, para não deixar um território sem lei. Temos que buscar uma solução para que não haja nenhum tipo de conflito na região. A força cria uma estabilidade momentânea, mas nós temos que ter uma vontade política do governo federal para tentar encaminhar uma solução dentro da demanda dessas comunidades [indígenas]”.

A estratégia de intervenção da Força Nacional começou a ser delineada na última terça-feira (5), após visita do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo à região. Em Campo Grande, Cardozo fez um apelo a índios, fazendeiros e lideranças rurais pedindo serenidade, tranquilidade e disposição ao diálogo para resolver o impasse.

O ministro viajou ao Mato Grosso do Sul horas depois de um índio terena ter sido baleado na região de Sidrolândia.
No mesmo dia, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) suspendeu a reintegração de posse da Fazenda Buriti. O desembargador José Lunardelli determinou a suspensão da retirada dos indígenas até que a discussão sobre a posse da terra seja encerrada definitivamente na Justiça.

Os índios reivindicam a área de 17,2 mil hectares (um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial) como território tradicional em um processo que dura 13 anos. Em 2004, a Justiça Federal declarou que as terras pertenciam aos produtores rurais. A Funai e o Ministério Público Federal recorreram. Em 2006, o TRF declarou a área como de ocupação indígena. A Terra Indígena Buriti foi reconhecida em 2010 pelo Ministério da Justiça como de posse permanente dos terena. Mas a portaria, publicada no Diário Oficial da União, ainda não foi homologada pela Presidência da República. Os produtores rurais recorreram e conseguiram decisão favorável em junho de 2012.

Na tarde de hoje lideranças indígenas do povo terena também se reuniram em Brasília com os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho e membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público CNMP). Ao final ficou acertada a criação em 15 dias de um fórum com todas as partes envolvidas para debater uma solução comum para o conflito na região de Sidrolândia (MS) e Aquidauana (MS).

Edição: Fábio Massalli

5 comentários:

Anônimo disse...

Estão usando teu blog pra promover produtos, usando o espaço para comentários! Caraca!!! O comentário é que temos que ter algum cuidado com os 'levantes' indígenas também, porque muitos deles são organizados pelo CIMI e por partidos emergentes, para radicalizar o conflito e tentar criar uma situação inviável para o governo. A juíza que deu a reintegração impôs à União uma multa pesada caso não retirasse os índios (ou seja, jogou o problema no colo do governo federal, via PF). Ela apostou no confronto. O pessoal que incita os índios (que usam calça comprida e têm filmadoras e celulares 'da hora' em suas mãos) é em parte de ongs ligadas à ABONG e FAOR e aos partidos emergentes que querem aproveitar essa questão para se afirmarem na cena política. O fato de que os índios (estou assumindo que sejam mesmo índios) resolvam faze ocupações simultâneas em várias fazendas e não se dispor a negociar é sintomático. As cartas que aparecem na Internet como se fossem escritas por índios são a mais pura propaganda de partido emergente que se possa ter. Não culpam governos estaduais e nem o Judiciário: apontam dedo sempre pra o governo federal. É ideológico e faz parte de um projeto político, engendrado no sul-sudeste.

José Antônio disse...

Bond, o blog do Nassif se encontra sob ataque cerrado.

Você tenta acessar e recebe como resposta que você não tem autorização para isso.

Faz tempo o blog do Nassif se encontra instável devido a constantes ataques.

É assim que certas pessoas vêm a democracia. Censurando a voz daqueles que não compartilham do pensamento único veiculado pela grande imprensa tucana.

OLHAR CIDADÃO disse...

Prezado anônimo

Grato pelo alerta a respeito dos anúncios.Eu faço uma varredura constante para deletar tais textos. Nossa caixa de comentários é, e continuará aberta, exceto se eu entender que pode representar risco para os visitantes do blog. Eu detesto moderar comentários, confirmação com aquelas letras horríveis.

Quanto ao movimento indígena, não descarto que, partindo de uma situação real em que eles tem sido prejudicados e esquecidos, ocorram as tais explorações políticas.

Um abraço

OLHAR CIDADÃO disse...

José

Nós aqui também estamos sofrendo com isso. O GOOGLE me mandou até aviso. Só não entendo é como eles conseguem furar os mecanismos do Google. Além do que, há uma diferença enorme entre o meu blog e o Nassif.

É essa gente que fala em DEMOCRACIA e liberdade de expressão.

José Antônio disse...

Bond,

O Blog do Nassif já está liberado, mas nos últimos meses o aceso tem sido bastante instável.