quarta-feira, 26 de junho de 2013

O DÓLAR DISPARA E AVANÇA... SOBRE O EURO E A LIBRA - NO BRASIL A MOEDA AMERICANA SOFRE QUEDA

A crise no Brasil é muito mais fabricada do que REAL, é muito mais uma crise, desejada e urdida do que com base em indicadores da economia. A união da AGIOTAGEM com a imprensa que lhe dá voz, tenta mostrar o CAOS, que não existe.

MATÉRIA DO ESTADÃO
Dólar cai no Brasil, mas avança ante euro e libra
26 de junho de 2013 | 9h48
Agência Estado

Sergio Caldas, da Agência Estado

Após o forte repique de alta visto na última semana, o dólar tem mais um dia de queda no Brasil. Às 9h47, a moeda norte-americana recuava 0,36%, cotada a R$ 2,202.

O dólar avança ante o euro e a libra na sessão europeia, com a última rodada de indicadores positivos dos EUA reforçando expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) começará a desfazer sua política de estímulos ainda este ano. Por outro lado, o dólar perde terreno para moedas ligadas a commodities, como o dólar australiano, apesar do recuo nos preços do ouro.

Dados melhores do que o esperado dos EUA, divulgados ontem, continuam dando suporte ao dólar, com o euro tendo sido negociado a US$ 1,3014 no seu pior momento e a libra operando abaixo de US$ 1,54. Os indicadores também pesaram sobre metais preciosos. O ouro atingiu mais cedo seu menor nível em quase três anos e a prata caiu mais de 5%.

Já a rupia indiana recuava a novas mínimas históricas ante o dólar, chegando a ser negociada a 60,54 rupias por unidade da moeda norte-americana. Operadores atribuem o recuo à forte demanda de petrolíferas por dólares. Além disso, investidores estrangeiros estariam vendendo bônus indianos. Desde o início de maio, a rupia acumula desvalorização de mais de 11%.

Nem todas as divisas, no entanto, recuam ante o dólar. O dólar da Austrália, por exemplo, avança apesar da queda dos metais preciosos e da primeira-ministra do país, Julia Gillard, ter perdido uma disputa pela liderança de seu partido.

Estrategistas também disseram que comentários feitos ontem pelo Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês), numa tentativa de tranquilizar os investidores sobre a crise de liquidez no país, ajudam algumas moedas mais arriscadas.

Nesta manhã, os participantes dos mercados de câmbio aguardam a terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, que será divulgada logo mais, às 9h30 (de Brasília), mas não há expectativa de surpresas.

Às 9h20 (de Brasília), o euro era negociado a US$ 1,3023, ante US$ 1,3079 no fim da tarde de ontem em Nova York, e recuava para 127,32 ienes, de 128,07 ienes. Em relação à moeda japonesa, o dólar estava praticamente estável, a 97,80 ienes, ante 97,81 ienes ontem. A libra cedia a US$ 1,5357, de US$ 1,5428. O índice Wall Street Journal do dólar, que acompanha seu desempenho frente a uma cesta de moedas, estava em 74,506, ante 74,390 ontem. Fonte: Dow Jones Newswires.

3 comentários:

VERA disse...

tá difícil a vida dos urubólogos tucanalhas!!!

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

José Antônio disse...


Fluxo de investimentos para o Brasil caiu menos que no mundo

"SÃO PAULO - Apesar da queda de 18% do fluxo global de investimento estrangeiro direto (IED) em 2012, a primeira após três anos de recuperação, o Brasil sofreu menos com essa retração. Em 2012, o país recebeu US$ 65 bilhões em investimentos produtivos, 2% a menos do que em 2012. As informações são do World Investment Report 2013, divulgado nesta quarta-feira pela Unctad, agência da ONU para comércio e desenvolvimento

Esse fluxo levou o Brasil a subir uma posição, para o quarto lugar, entre os principais receptores de investimento estrangeiro direto, atrás apenas de Estados Unidos, China e Hong Kong. Para Luis Afonso Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais da Globalização Econômica (Sobeet), embora a percepção geral seja de que a confiança dos investidores estrangeiros com o Brasil tenha diminuído, os dados de investimento estrangeiro direto ainda não dão indicação neste sentido. O recuo do IED ao Brasil foi menor do que em outros emergentes, como Turquia (-23%), África do Sul (-24%) e México (-41%).
"

http://www.valor.com.br/brasil/3175700/fluxo-de-investimentos-para-o-brasil-caiu-menos-que-no-mundo

José Antônio disse...


Investimento do Brasil em educação sobe e alcança média da OCDE

"Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta terça-feira indica que o investimento do Brasil em educação aumentou de 3,5% para 5,6% do produto interno bruto (PIB) entre os anos 2000 e 2010, alcançando assim a média de investimento dos países da organização, que é de 5,4%."

(...)

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/06/130625_educacao_brasil_ocde_mb_cc.shtml