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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

ORGANIZAÇÕES SOCIAIS SÃO O CÂNCER DA SAÚDE PÚBLICA

SAI UMA ORGANIZAÇÃO SOCIAL, ENTRA OUTRA, E O CAOS CONTINUA. 


ELAS MUDAM DE NOME, MAS OS DONOS SÃO OS MESMOS. 

FRAUDES MILIONÁRIAS, CONTAS REPROVADAS PELOS TRIBUNAIS QUE APONTAM DESVIOS DE VERBAS, FALTA DE COMPROVAÇÃO DAS DESPESAS PELAS QUAIS OS GOVERNOS PAGARAM RIOS DE DINHEIRO.

ATENDIMENTO PÉSSIMO, PROFISSIONAIS CONTRATADOS EM REGIMES PRECÁRIOS, FALTA DE VÍNCULO E FALTA DE ENTROSAMENTO DENTRO DAS EQUIPES DOS PLANTÕES. ALTA ROTATIVIDADE, DIREITOS TRABALHISTAS NÃO RESPEITADOS.

IMPOSIÇÃO DE RESTRIÇÕES A EXAMES, PROCEDIMENTOS. OS "DONOS" MANDAM ECONOMIZAR LUVA, SERINGA, AGULHA, ESPARADRAPO...


UMA VERGONHA, ALIÁS, VERGONHA, DESCALABRO, DESMONTE DA SAÚDE PÚBLICA, QUE NÓS DENUNCIAMOS AQUI DESDE MUITO TEMPO.

O CAOS NA SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ERA UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA. E NÃO PENSEM QUE NO MUNICÍPIO DO RIO É DIFERENTE. 

A TERCEIRIZAÇÃO, ONGS E OS QUE HOJE ADMINISTRAM AS UNIDADES DE SAÚDE, FATURAM MILHÕES, O DESPERDÍCIO DE DINHEIRO É UM CRIME.


terça-feira, 16 de julho de 2013

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO TRAIU O BRASIL E O ENTREGOU NAS MÃOS DA ESPIONAGEM AMERICANA

COMPROVE NESSA MATÉRIA PUBLICADA POR NOSSO BLOG EM 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011


PRIVATIZAÇÃO DA EMBRATEL – CRIME DE LESA PÁTRIA – O BRASIL NAS MÃOS DE UM BILIONÁRIO MEXICANO.
Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, controla através da Empresa STAR ONE, os satélites de que o Brasil precisa para as suas comunicações, dados de segurança nacional, e tráfego de informações de empresas privadas. A Previsão do tempo e controle de queimadas na Amazônia, por exemplo, também depende dos satélites que a STAR ONE é proprietária.

Essa situação absurda está atrelada a privatização da EMBRATEL, fato que se deu no governo entreguista e obtuso de FHC. A EMBRATEL, até então uma empresa estatal, modelo de eficiência reconhecido em todo o mundo, foi vendida a preço de banana em 1998, e com ela foi à autonomia do Brasil no campo das telecomunicações.

A REVISTA ISTO É, publicação de 18 de maio, traz importante matéria sobre o assunto, e mostra como o nosso país está vulnerável nessa área vital, tendo, por duas vezes, ficado sem a cobertura dos satélites que foram deslocados para atender interesses dos Estados Unidos.


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Brasil devassado

Sem um satélite próprio, o País depende de estrangeiros para proteger suas riquezas, fluir informações militares e até controlar o tráfego aéreo Claudio Dantas Sequeira

Apesar dos avanços e recuos, uma das prioridades do governo brasileiro é reaparelhar as Forças Armadas. Na prática, no entanto, existe um nó difícil de ser desatado e que, em tese, compromete todo o investimento bilionário que o País se prepara para fazer.


Ao contrário das principais nações desenvolvidas e emergentes do mundo, o Brasil não tem controle nem ao menos sobre um dos quase mil satélites que estão em órbita no mundo hoje. Hoje, todas as informações brasileiras que trafegam pelo espaço – sejam elas militares, governamentais ou de empresas privadas nacionais – passam por satélites privados, controlados por uma única empresa, a Star One, do bilionário mexicano Carlos Slim. 


Desde que o Brasil perdeu o controle sobre seus satélites, com a privatização da Embratel em 1998... “Não há como negar, é uma ameaça à segurança nacional”, diz o engenheiro José Bezerra Pessoa Filho, do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e ex-diretor da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB). Sua opinião é compartilhada por diversos analistas e autoridades. “São informações fundamentais para a proteção de milhares de pessoas”, afirma Thyrso Villela, diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB).

A dependência a satélites estrangeiros não é um problema restrito à área militar. O governo também depende da boa vontade alheia, ao custo de vários milhões de dólares, para obter dados meteorológicos vitais para a prevenção de desastres naturais como enchentes, furacões e tempestades tropicais. Ficam ameaçadas também a transmissão de dados bancários e as comunicações sobre tráfego aéreo, que em poucos anos terá de ser feito via satélite, conforme determina o padrão internacional.

Integra da matéria na ISTO É - AQUI

sábado, 16 de março de 2013

SAÚDE AUSENTE - A VERGONHA DA PRIVATIZAÇÃO / BOMBEIRIZAÇÃO E DESQUALIFICAÇÃO DO ATENDIMENTO MÉDICO NO RIO DE JANEIRO


A qualidade do atendimento médico em nosso Estado/Cidade, vai se deteriorando rapidamente. 

Muitas são as causas, uma delas tem relação com a má qualificação dos profissionais que saem das Universidades, não passam por residência médica, não tem, desde o período de internato, um bom acompanhamento. Saem "CRÚ" da Escola, e logo vão parar nas "UPAS da vida", contratados sem concurso pelas famigeradas OSs, que pagam um salário 'maior', mas, contratam precariamente pelo regime de CLT ou COOPERATIVAS.  Há hoje uma ROTATIVIDADE enorme de médicos, e uma verdadeira "indústria" de QI - QUEM INDICA - para cobrir buracos em plantões, levando a que um médico apenas por ser conhecido, um médico que sempre trabalhou em AMBULATÓRIO, e não tem a mínima experiência de emergência, mas, está precisando pagar a prestação do apartamento, ou um recém saído da Faculdade, mas que pode fazer o plantão de sábado noite ou domingo dia, horários em que os mais experientes não querem mais trabalhar, sejam "aproveitados" e assumam, muita das vezes, a responsabilidade total em PLANTÕES, sem que tenham o devido preparo. Para um bom atendimento, é preciso uma equipe multidisciplinar coesa, completa, que conheça a rotina do local onde trabalha e com um mínimo de experiência.

O RESULTADO DISSO ?

Médicos pouco preparados, médicos exaustos por acumularem vários plantões, médicos sem vínculo "afetivo" com as Instituições / locais em que trabalham, sem nenhuma perspectiva de carreira, médicos sem autonomia para solicitar exames que consideram necessários, médicos que aceitam o regime escravagista e, muitos médicos, infelizmente, irresponsáveis.

NADA É POR ACASO

Quando as UPAS foram criadas, apresentadas como a "oitava maravilha" elas possuíam, além de Pediatras e Clínicos, Ortopedistas e Cardiologistas. Hoje, só possuem Clínico e Pediatra. Manter Ortopedista e Cardiologista custa caro, é incompatível com o LUCRO que as OSs/EMPRESAS desejam obter. As equipes de Plantão também foram reduzidas. Nas UPAS da Secretaria Estadual, MÉDICOS BOMBEIROS são utilizados para trabalhar.

MORTE ANUNCIADA

Uma jovem de 16 anos, que vai 5 VEZES BUSCAR ATENDIMENTO e, em nenhuma destas vezes tem o seu estado de saúde corretamente avaliado, mostra que a situação é gravíssima. Mas, digamos que esta jovem tenha sido orientada a procurar um CARDIOLOGISTA, QUANDO ELA CONSEGUIRIA AGENDAR UMA CONSULTA ? Terá ela feito os exames necessários nas vezes em que foi buscar os atendimentos ? Foi feito exame de sangue ? Pensaram em ENZIMAS CARDÍACAS ? Eletrocardiograma ? RX de Tórax ? Quais as condições dos locais onde procurou estes atendimentos. Os profissionais são experientes ? Dispõe de recursos para avaliar com segurança o estado de saúde dos pacientes ? As UPAS estavam superlotadas ? Algum "especialista" viu esta jovem ?

Infelizmente não estamos lidando com um caso isolado. A morte de ANDRESSA é mais uma, dentre as muitas que acontecem por conta de uma estrutura de saúde totalmente errada, que visa beneficiar empresas de saúde, tubarões da saúde, destas OSs mambembes. O caso chama a atenção por se tratar de uma jovem, mas, se os óbitos fossem rigorosamente acompanhados, repito,  se os ÓBITOS fossem rigorosamente acompanhados, faltaria espaço nos jornais para noticiar casos semelhantes.

É UMA VERGONHA, e nem os CONSELHOS DE CLASSE, Sindicatos, Órgãos da Justiça e os próprios profissionais de saúde, conseguem mais deter a completa DESTRUIÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA no Rio de Janeiro e no Brasil. 

O que conta é o DINHEIRO. 

Quanto vai render um Plantão que não é cumprido de fato, ou para o qual o Dr(a) não está preparado ? Quanto o dono da OS vai faturar no fim do mês ? Quanto o Centro de Imagem ou Laboratório TERCEIRIZADO vai faturar ? Quanto virá de volta via CAIXA DOIS para o BOLSÃO de uns e outros, nestes muitos CONTRATOS FAJUTOS com EMPRESAS que nem autorização para funcionar possuem, e não prestam os serviços pelos quais foram pagas ?

Agonia até o último suspiro
Estudante pediu socorro em quatro unidades de saúde até sofrer parada cardiorrespiratória
POR PALOMA SAVEDRA

Rio - Cinco atendimentos equivocados em cinco dias custaram a vida da estudante Andressa Nunes de Oliveira, 16 anos, que morreu quarta-feira de insuficiência cardiorrespiratória. Ela peregrinou por quatro unidades públicas de saúde — em duas delas esteve duas vezes — desde o sábado e recebeu alta de todas.

Casada e com uma filha que completou 11 meses no dia da morte, a jovem poderia ter tido uma história diferente, não fosse o descaso e a falta de atendimento adequado.

Nem os graves sintomas que apresentava desde o primeiro dia em que pediu socorro foram capazes de alertar médicos sobre o estado de saúde da moradora de Jardim América, Zona Norte. Em alguns postos, ela chegou a ouvir que a pressão alta — que chegou a 16 por 11 — era estresse, devido à festa de aniversário da filha.