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terça-feira, 8 de abril de 2014

DÓLAR EM QUEDA E DITADURA DA DESINFORMAÇÃO EM ALTA - IMPRENSA CÚMPLICE DE DOLEIROS !

IMPRENSA PARTIDARIZADA INSISTE NA FALSA TEORIA DE QUE PESQUISAS ESTÃO INFLUENCIANDO O DÓLAR E A BOLSA.

Mais uma vez os "analistas" e "especialistas" dos mercados, ERRARAM feio. Nenhum deles, repetindo, nenhum deles previu que o Dólar tivesse uma queda tão forte e retornasse ao patamar de cotação de seis meses, perante o Real. Não é só no Brasil, em outros países, as respectivas moedas também se valorizaram. A economia dos EUA continua num processo de recuperação muito lento, além do que a retirada dos incentivos se dá num compasso bastante gradual. Passada a ameaça do impacto dessa medida, diminuiu a expectativa e com ela a especulação que abalou as economias dos emergentes. Especificamente no Brasil, conforme mostra a matéria do Portal EBC/Agência Brasil, o aumento da SELIC contribuiu para a maior entrada de DÓLARES, derrubando a sua cotação. 

De forma patética, porém, parte de nossa imprensa insiste em associar essa queda da moeda americana com as pesquisas de opinião que, de forma bastante questionável quanto à sua lisura, apontam queda nos índices de intenção de votos na candidata à reeleição Dilma Rousseff. Seria cômico, se não fosse, como é, TRÁGICO, ver a imprensa agir como braço de partido político, atuando ainda como caixa de percussão de agiotas e especuladores, que ganham rios de dinheiro com o sobe e desce da moeda e das ações, fruto de um noticiário distorcido, alarmista, inverídico e que só desinforma.

Não se admite que um DEPUTADO seja parceiro de DOLEIRO, não se admite que VEÍCULOS DE INFORMAÇÃO/comunicação, se comportem como CÚMPLICES DE ESPECULADORES E DOLEIROS.

Dólar cai para R$ 2,22 e fecha no menor nível em quase seis meses
Wellton Máximo - Agência Brasil -

Em queda pelo segundo dia útil seguido, o dólar fechou na menor cotação em quase seis meses. O dólar comercial fechou hoje (7) vendido a R$ 2,22, no menor valor desde 30 de outubro do ano passado, quando a cotação havia atingido R$ 2,192.

Apenas hoje, a cotação caiu 1,06%. Na mínima do dia, por volta das 16h, o dólar chegou a ser vendido a R$ 2,2125. A divisa acumula queda de 5,45% nos últimos 30 dias e de 6% no ano.

A queda ocorre menos de uma semana depois de o Banco Central brasileiro ter aumentado a taxa Selic, juros básicos da economia, para 11% ao ano. Juros mais altos favorecem a entrada de capital financeiro do exterior porque tornam as taxas brasileiras mais atrativas em relação às das economias avançadas.

Também contribuiu para a queda do dólar o fato de a taxa de desemprego nos Estados Unidos ter se mantido em 6,7% em março, acima das expectativas das instituições financeiras. A resistência do desemprego em cair indica que o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, mantenha os juros próximos de zero por mais tempo que o esperado.

No mês passado, o Fed havia indicado que poderia aumentar os juros da maior economia do planeta a partir de 2015.

Editor: Nádia Franco