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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

LAVA JATO É CARNAVAL DE "ARBITRARIEDADES" E COMEÇA A FAZER ÁGUA ATÉ NA IMPRENSA "AMIGA"


MATÉRIA DO SITE UOL / FOLHA, é indício de que a BLINDAGEM da Operação Lava jato foi rompida junto à MÍDIA AMIGA (DELES). Não são os advogados dos RÉUS, que buscam fazer a denúncia de abusos e arbitrariedades, é o jornal que vai ao encontro desses fatos, e traz uma série de exemplos, inclusive de TRIBUNAL SUPERIOR derrubando decisões do Juiz Sérgio Moro.

Vale a pena dar uma lida.

Lava Jato chega aos dois anos sob controvérsia
RODRIGO RUSSO - FOLHA DE SÃO PAULO / UOL
08/02/2016 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

EM VÍDEO - REGULAÇÃO ECONÔMICA DA MÍDIA INCOMODA O GLOBO - DILMA E BERZOÍNI DEFENDEM


PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF E MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES RICARDO BERZOINI DESTACARAM DIFERENÇA ENTRE COMBATE AOS MONOPÓLIOS E CENSURA AO CONTEÚDO E LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

quarta-feira, 28 de maio de 2014

DILMA REGULA BEM - SEM MONOPÓLIOS DE COMUNICAÇÃO E SEM CENSURA E REGULAÇÃO DE CONTEÚDO

O BRASIL NO CAMINHO DA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO


AGORA MESMO É QUE VÃO TENTAR DE TUDO PARA DERRUBAR DILMA ROUSSEFF


A presidente Dilma pode estar certa. Ao avisar que pode MEXER na parte mais sensível dos Grupos que controlam as comunicações no Brasil (O BOLSO), impedindo que esses GIGANTES continuem concentrando e controlando quase todos os  veículos de TV, RÁDIO, JORNAL...ela vai sofrer uma campanha ainda mais virulenta e difamatória do que já estamos assistindo.

'Folha': Dilma diz ao PT que fará a regulação da mídia

De acordo com assessores do PT, a presidente Dilma Rousseff teria cedido ao partido e decidido encampar, caso seja reeleita, a proposta de regulação econômica da mídia. A informação é divulgada na edição desta quarta-feira (28) da Folha de S. Paulo.

De acordo com o jornal, durante seu mandato Dilma engavetou a proposta, elaborada pelo governo Lula. A proposta defendia a criação de um Conselho de Comunicação para regular o conteúdo de rádios e TVs, e foi recebida com críticas por representantes do setor, que argumentavam que a medida seria uma espécie de censura.

Agora, assessores de Dilma afirmam, de acordo com a Folha de S. Paulo, que ela vai apoiar um projeto que regulamente e trate dos artigos 220 e 221 da Constituição. Os artigos determinam que os meios de comunicação não podem ser objeto de monopólio ou oligopólio e que a produção e a programação de rádios e TVs devem atender os princípios de produção regional e independente. Trata ainda da definição de como deve ser a publicidade.

De acordo com a Folha de S. Paulo, em recente reunião no Palácio da Alvorada, Dilma teria deixado claro a petistas não ter a intenção de regular conteúdo, mas sinalizou que concordava em tratar da parte econômica: "Não há quem me faça aceitar discutir controle de conteúdo. Já a regulação econômica não só é possível discutir, como desejável", disse.

O jornal informa que na segunda-feira (26), a Executiva do PT decidiu incluir a regulação dos meios de comunicação no programa do partido para a campanha presidencial. "A democratização da sociedade brasileira exige que todas e todos possam exercer plenamente a mais ampla e irrestrita liberdade de expressão, o que passa pela regulação dos meios de comunicação - impedindo práticas monopolistas - sem que isso implique qualquer forma de censura, limitação ou controle de conteúdos", afirma.

De acordo com a Folha de S. Paulo, a inclusão do tema no programa petista foi acertada com Dilma, desde que ficasse bem claro que não haveria nenhuma proposta de controle de conteúdo. O jornal acrescenta ainda que historicamente, o PT e setores da esquerda miram o domínio da Rede Globo que, como líder de audiência, abocanha a maior fatia do mercadopublicitário do setor.

A Folha de S. Paulo acrescenta ainda que a forma de tratar o assunto foi definida durante reunião da cúpula de campanha com a presidente há cerca de um mês, no Alvorada. Neste encontro, líderes petistas teriam comemorado a fala do ex-presidente Lula no encontro nacional do partido, quando ele defendeu a regulação da mídia num tom interpretado como senha para debater também um controle de conteúdo da imprensa.

De acordo com apuração da Folha, defensores do projeto de regulação da imprensa disseram na reunião: "Que bom que o Lula falou explicitamente que tem de regular a mídia." Ainda segundo o jornal, Dilma, sem criticar Lula, fez questão de definir até onde aceitava ir na discussão. Ela teria afirmado que muita gente "confunde regulação com controle de conteúdo, isso não posso aceitar", acrescentando que "temos de qualificar esse discurso" e que o "presidente Lula está discutindo regulação".

A Folha conclui afirmando que na reunião, estava presente o comando da campanha pela reeielção, Dilma, Aloizio Mercadante (ministro da Casa Civil), o presidente do PT, Rui Falcão, e o ex-ministro Franklin Martins.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PAULO BERNARDO DEFENDE MARCO REGULATÓRIO E CRITICA OLIGOPÓLIO QUE CONTROLA A MÍDIA NO BRASIL

O MINISTRO VOLTA A DIZER COISA COM COISA


Ninguém quer censura ou controle de conteúdo - A REGULAÇÃO da Mídia, permitiria por exemplo, que o Ministério do Planejamento e o Ministério dos Transportes, fizessem uso do DIREITO DE RESPOSTA, para que, no mesmo período de tempo e dentro do Fantástico, fossem rebatidas uma a uma as mentiras e dados manipulados sobre as ferrovias no Brasil, matéria que foi levada ao AR pelo programa da TV GLOBO no último DOMINGO. 

Como não existe esta REGULAÇÃO, a mentira em HORÁRIO NOBRE vai ficar valendo, enquanto que a NOTA do governo derrubando o conteúdo falso do que foi veiculado, não será nem mesmo registrada pela emissora. E ficamos nós aqui, de graça, apenas por nossas convicções e horror em pensar que tucanos e demos possam voltar para retomar o desmonte do Brasil que estavam praticando, defendendo o governo, que por sua vez não se impõe, não enfrenta o linchamento de que tem sido alvo, e ainda despeja rios de dinheiro em publicidade paga nos tais OLIGOPÓLIOS a que Bernardo se refere. 

Pedro Peduzzi - Agência Brasil

Brasília - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, voltou a defender que a mídia brasileira tenha algum tipo de regulação, mas sem censura ou controle de conteúdo. O que é fundamental, argumentou o ministro, é garantir punição para quem cometer excessos e direito de resposta àqueles que se considerarem injustamente prejudicados por matérias veiculadas.

“Achamos que tem de ter alguma regulação da mídia. Todos setores têm marco regulatório. Então por que não poderia ter um da mídia, se isso está previsto na Constituição?”, disse hoje (24) o ministro, durante audiência pública na Câmara dos Deputados. “Não pode ter censura nem podemos fazer controle de conteúdo, mas se alguém fizer declaração racista tem de haver alguma punição ou direito de resposta. [Os cidadãos que forem] achincalhados e enxovalhados [pela imprensa] vão recorrer a quem?”

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Paulo Bernardo disse ainda que "há um oligopólio na mídia brasileira" e defendeu que políticos não sejam donos de empresas de radiodifusão – algo que, segundo ele, deveria estar contido dentro de um marco regulatório do setor. “Vemos que há interferência [dessas empresas] na atividade e na vida partidária.”

O ministro lembrou que já existem limitações impostas na área publicitária, em especial restringindo propagandas de cigarro em rádios e TVs. “A Constituição diz que as famílias devem ser protegidas de propagandas de caráter descriminatórios. Isso não é censura, é dizer que a pessoa está fazendo uma propaganda que pode prejudicar alguém, apesar de representar faturamento de bilhões”, argumentou.

Edição: Talita Cavalcante

quinta-feira, 17 de maio de 2012

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO DEFENDE REGULAÇÃO DA MÍDIA E QUE COMISSÃO DA VERDADE APURE APENAS OS CRIMES DO ESTADO

ATÉ TÚ FHC 


O ex-presidente FHC, durante encontro ontem, no Instituto que leva seu nome, onde o tema Mídia e Democracia na América Latina esteve em debate, com a participação de outros ex-presidentes como Carlos Mesa da Bolívia e Oswaldo Hurtado do Equador, defendeu a necessidade de REGULAÇÃO DA MÍDIA como um dos fatores que podem contribuir para a estruturação da democracia.

"É uma ideia que está sendo construída, é preciso apoiar mecanismos de regulação que permitam a diversidade" _ disse FHC.

O ex-presidente se manifestou ainda pela exclusiva apuração dos crimes praticados pelo Estado e por seus agentes, durante os trabalhos da Comissão da Verdade.

Como se vê, até entre alguns tucanos e neo-liberais, a Regulação da Mídia é vista como necessária para a democratização da informação e para assegurar a livre circulação de ideias com diversidade de opinião. Só pessoas e organizações obtusas ou de má-fé, associam regular com censurar, e ignoram ou fingem ignorar que nos principais países onde se pratica a democracia, essa regulação (da mídia) existe.

Os OLIGOPÓLIOS que controlam as Comunicações no Brasil, através de reiterados EDITORIAIS ou de seus jornalistas marionetes, tentam passar e emplacar a mensagem falsa de que a proposta de regular mídia é "coisa do PT" que quer lhes impor amarras e cercear a liberdade de criticar o partido que atualmente é governo. 

ATÉ FHC SABE QUE ISSO NÃO É VERDADE.