A DELAÇÃO DE NESTOR CERVERÓ CONFIRMA o que já vinha sendo amplamente comentado.
Desde o governo FHC, a quadrilha que agora foi desbaratada, já sangrava a ESTATAL.
PAULO ROBERTO COSTA já roubava a PETROBRAS no tempo de FHC.
PEDRO BARUSCO já roubava a PETROBRÁS no tempo de FHC.
NESTOR CERVERO já roubava a PETROBRAS no tempo de FHC.
Os três são RÉUS confessos.
E, DELCÍDIO DO AMARAL, embora ainda não tenha admitido, já roubava a PETROBRAS no tempo de FHC, pelo que afirma seu suposto cúmplice e ex-subordinado.
COMO SE VÊ, mais uma VEZ, o BOQUIRROTO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO fica MAL NA FOTO, sendo pego pela VERDADE dos FATOS. Não pode o sociólogo global, querer dar uma de que NÃO TEM NADA A VER COM ISSO, enquanto ao ex-presidente LULA e a presidente DILMA quer acusar e enxovalhar.
ESSA QUADRILHA FOI PARIDA NO NINHO TUCANO, e o custo das TÉRMICAS compradas à época, foi muito superior e LESIVO aos cofres públicos, do que a PASADENA que tanto alardeiam hoje.
Usinas da gestão de Delcídio causaram mais prejuízo que Pasadena, diz jornal.
As quatro termelétricas contratadas no governo de Fernando Henrique Cardoso, quando o senador Delcídio do Amaral (PT-MS, ex-tucano) era diretor da Petrobras, causaram à empresa prejuízo de R$ 5 bilhões, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU). Essa perda financeira é superior à da compra da refinaria de Pasadena, que custou, de acordo com o TCU e com a estatal, cerca de R$ 3 bilhões (US$ 792 milhões).
Apesar do rombo de R$ 5 bilhões, os ministros do TCU Augusto Nardes e Benjamin Zymler, em julgamento realizado em julho de 2004, decidiram isentar Delcídio e Nestor Cerveró, que foi subordinado do senador petista (ex-tucano) na estatal, das responsabilidades sobre o prejuízo.
O mesmo Nardes que isentou Delcídio abriu caminho para o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff ao recomendar ao Congresso Nacional a rejeição das contas de 2014 do governo federal sob a alegação de que as “pedaladas fiscais” infringiram a Lei de Responsabilidade Fiscal. As contas da União foram rejeitadas por oito votos a zero, em outubro de 2015, pelo TCU.



