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sábado, 11 de abril de 2015

ATENTADO - PL 4.330 IMPLANTA A TERCEIRIZAÇÃO SELVAGEM NO BRASIL

E AMEAÇA A REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO AFRONTANDO A CONSTITUIÇÃO



EMPRESAS PÚBLICAS E DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA DEVEM SER EXCLUÍDAS DE PERMITIR A TERCEIRIZAÇÃO DAS ATIVIDADES FINS. SE O CONGRESSO NÃO MODIFICAR A LEI, E SE A PRESIDENTE DILMA NÃO VETAR, SÓ RESTARÁ RECORRER AO SUPREMO ARGUINDO A INCONSTITUCIONALIDADE.



PL 4.330 permite a subcontratação em empresas como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal
LUISA BRASIL

Rio - A aprovação, na Câmara dos Deputados, do projeto de lei que regulamenta a terceirização no país acendeu um alerta no setor público. O PL 4.330 abre a possibilidade de terceirizar ilimitadamente tanto na iniciativa privada quanto em órgãos da administração pública indireta. A prática fica liberada para as empresas públicas e sociedades de economia mista (empresas controladas pelo estado), como é o caso da Petrobras, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, dos Correios e do BNDES, entre outros órgãos.



quarta-feira, 8 de abril de 2015

TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA (projeto de lei 4330-2004) - CONGRESSO VAI ARRASAR COM O TRABALHADOR BRASILEIRO

TRABALHADORES DO BRASIL, ESTÃO SENDO VÍTIMAS DE UM ATENTADO !


Aprovar esse PROJETO da forma como ele está, significa PRECARIZAR O TRABALHO, eliminar os FUNDAMENTOS da CLT e acabar com a maioria da obrigatoriedade de CONCURSO PÚBLICO.

Terá reflexos terríveis nos salários dos trabalhadores, na qualidade dos serviços prestados, dificultando até o direito do consumidor. O projeto é um ATENTADO ao SUS, ao SERVIÇO PÚBLICO EM GERAL.

Quem se beneficia com ele é o PODER ECONÔMICO, as EMPRESAS e o Capital.

UM CONGRESSO MERGULHADO em DENÚNCIAS de CORRUPÇÃO, e com diversos DEPUTADOS e SENADORES acusados de serem COMPRADOS POR CONSTRUTORAS E EMPRESÁRIOS, não tem MORAL para MEXER e ACABAR com os DIREITOS TRABALHISTAS, sob a FALSA DESCULPA de estar "regulamentando" a terceirização.

Restará a Presidente DILMA ROUSSEFF, ao final dessa VERGONHA, VETAR, e esperar, então, pela UNIÃO DIABÓLICA do CABRULHÃO da Câmara com o COISA RUIM do SENADO, para derrubar o VETO.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

TRABALHO ESCRAVO SOFRE DERROTA NO BRASIL - "GRIFES" PRECISAM TER MAIS CUIDADO EM EXPLORAR TRABALHADOR

Foi só uma vitória, ainda que importante, na luta contra o trabalho escravo no Brasil. A BATALHA para erradicar esse sinal de "atraso" ainda vai longe, visto que necessita de LEI COMPLEMENTAR, e, como nós sabemos bem, existem no Brasil dezenas, se não centenas de leis esperando para serem regulamentadas.

De toda sorte, é um passo certo, uma sinalização corajosa de que os "SENHORES e SENHORAS DE ENGENHO" da atualidade, alguns deles proprietários de EMPRESAS de produtos de BELEZA/COSMÉTICOS e do ramo de VESTUÁRIO, algumas "GRIFES" (ESSA TROPA GOSTA MUITO DESSE NOME) até de luxo, precisam mudar seus hábitos criminosos e repulsivos, de ganhar dinheiro a custa da miséria alheia.

Vira e mexe as autoridades da JUSTIÇA do Trabalho pegam, dezenas de trabalhadores, que exercem sua função em fabriquetas de fundo de quintal, antros terceirizados pelos MAGAZINES, ELOS e NATURAIS da vida, sendo tratados como os escravos / negros no Brasil colonial, (só falta a corrente no pescoço) produzindo roupas ou cremes que vão vestir e maquiar até a ELITE bolorenta do Brasil. É comum também que FAZENDEIROS / RURALISTAS sejam flagrados tratando seus empregados como escravos. Se a PEC do TRABALHO já estivesse valendo...

Senado aprova PEC do Trabalho Escravo
27/05/2014 20h31
Brasília - 
Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil - Edição: Luana Lourenço

O plenário do Senado aprovou hoje (27), por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo, que determina a expropriação de imóveis urbanos e rurais onde seja constatada a exploração de trabalho análogo à escravidão.

Dessa forma, as propriedades em que esse tipo de crime for registrado poderão ser tomadas pelo poder público sem nenhum tipo de indenização aos donos e destinadas a programas de reforma agrária e habitação popular. Atualmente, já existe a previsão legal para expropriação de propriedades apenas no caso de produção de substâncias psicotrópicas.

Saiba Mais

No entanto, a PEC ainda não terá efeito prático porque, durante a votação, os senadores incluíram uma emenda que submete a regulamentação dela a uma lei complementar. A emenda determina que a expropriação será feita “na forma da lei”. Atualmente, um projeto de lei sobre o assunto já está tramitando na Casa, mas ainda não há previsão de votação.

Mesmo assim, a ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, comemorou a aprovação da PEC. Ela passou o dia no Senado articulando a votação da proposta e disse que ela será agora apresentada na convenção internacional da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que acontecerá na próxima semana.

“Levar essa aprovação para a conferência da OIT é uma sinalização importante do Brasil sobre esse assunto, equivale ao que foi a aprovação do Marco Civil da Internet. Nós vamos ser o primeiro país a ter na sua Constituição a possibilidade de expropriação de bens onde seja encontrado trabalho escravo”, disse a ministra.

A promulgação da PEC será feita em sessão solene na quinta-feira (5) da próxima semana. O texto foi aprovado com 59 votos favoráveis no primeiro turno e 60 votos favoráveis no segundo turno, sem abstenções nem votos contrários.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

GOVERNO DO PT APOIANDO TERCEIRIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO ? UMA VERGONHA !


COMO O GOVERNO DA PRESIDENTE DILMA PODE ACEITAR, E COMO ALGUNS PARLAMENTARES DO PT E DE OUTROS PARTIDOS DITOS DOS TRABALHADORES OU SOCIALISTAS, PODEM APOIAR ESSA VERGONHA QUE PRECARIZA O TRABALHO E ESCRAVIZA O TRABALHADOR ?

Sob pressão da CUT, presidente da Câmara diz que PL 4330 só será votado após audiência pública

04/09/2013
Requerimento de urgência sobre projeto da terceirização não irá para pauta
Escrito por: Luiz Carvalho

Em reunião que terminou há pouco e contou com participação da CUT, o presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), assumiu o compromisso de não colocar em votação o Projeto de Lei 4330/04, enquanto o tema não for amplamente discutido.

Durante o encontro em Brasília, o parlamentar afirmou que só discutirá a votação do PL ou qualquer requerimento de urgência após a realização de uma comissão geral, espécie de audiência pública que ocorre no plenário da Câmara, ainda sem data definida para acontecer.

O debate terá a participação de trabalhadores, empregadores e instituições de Direito, como o Ministério Público e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), e será organizado pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), deputado Décio Lima (PT-SC).

Secretária de Relações do Trabalho da CUT, Maria das Graças Costa, apontou que a decisão é resultado da pressão da CUT, que enfrentou a truculência da segurança (cliquei aqui e aqui para ler) da Câmara para defender os interesses dos trabalhadores.

“O trabalho da nossa militância foi extraordinário e fez com que os deputados suspendessem a votação e ainda criássemos espaço para aprofundar esse debate. Durante todo o tempo discutimos em uma mesa quadripartite com a faca no pescoço e agora lutares que o projeto seja retirado da pauta para fazermos uma verdadeira negociação sem prazo de validade”, explicou.

Pressão nos estados – Graça ressaltou também que a proposta apresentada pelos líderes partidários nesta manhã, de retirar o texto do PL da CCJC para enviar direto ao plenário, pode prejudicar o debate. 

A dirigente reforça que a mobilização da CUT nos estados permanecerá. “A orienteção é fortalecer e aumentar a articulação com debates nos estados para que os deputados votem contra esse projeto que retira direitos da classe trabalhadora”, ressaltou.

Porque lutar contra o Projeto de Lei 4330/2004 – De acordo com um estudo de 2011 da CUT e do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o trabalhador terceirizado fica 2,6 anos a menos no emprego, tem uma jornada de três horas a mais semanalmente e ganha 27% a menos. A cada 10 acidentes de trabalho, oito ocorrem entre terceirizados.

Caso seja aprovado como está, o PL ampliará ainda mais as condições precárias de trabalho e colocará em risco todos os contratados com carteira assinada, já que permitirá a terceirização sem limites, em qualquer setor da empresa.

Pronto para ser votado em maio, o projeto já recebeu aval do relator Arthur Maia (PMDB-BA). Porém, a definição foi adiada por conta da luta da CUT e das demais centrais. Desde junho, uma mesa quadripartite contruída por pressão dos trabalhadores discute o tema.

No último dia 28, o Tribunal Superior do Trabalho divulgou em seu portal um estudo sobre as empresas com processo julgados nos tribunais trabalhistas brasileiros. Das 20 primeiras do ranking, seis são do setor de terceirização de mão de obra.